TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS PARA CABINE
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- Micaela Minho Sampaio
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1 FIGURA 1 - TRANSFORMADOR TRIFÁSICO PARA INSTALAÇÃO EM CABINE /127 VOLTS. LEGENDA: 1) Bucha de alta tensão (AT)... - Ver Tabela 5 e Figura 2 2) Bucha de baixa tensão (BT)... - Ver Tabela 6 e Figura 3 3) Orelha de suspensão 4) Estrutura de apoio, com meios para locomoção 5) Placa de identificação... - Ver Figura 11 6) Dispositivo de aterramento... - Ver Figura 10 7) Perfil limite do tanque incluindo radiadores 8) Marcação dos terminais de ligação alta tensão AT 9) Marcação dos terminais de ligação baixa tensão BT 10) Visor externo do nível de óleo... - Ver Figura 5 11) Suporte para fixação do dispositivo de aterramento... - Ver Figura 9 12) Termômetro de topo de óleo... - Ver Figura 8 13) Válvula de drenagem do óleo... - Ver Figura 6 14) Bujão de enchimento de óleo... - Ver Figura 7 15) Dispositivo de alívio de pressão... - Ver Figura 12 OBS.: 1) Os eixos das buchas de alta tensão devem localizar-se nas partes hachuradas. 2) Deve dispor internamente de meios de suspensão da parte ativa. OUTUBRO / 2016 SEE / DERG / VPON VOLUME 2 Página 1 de 14
2 NTC TABELA 1 DIMENSÕES POTÊNCIA DIMENSÕES (mm) CÓDIGO COPEL NOMINAL MÁXIMAS OMI OVI (kva) A C L OBS.: 3) OMI Óleo mineral isolante; OVI óleo vegetal isolante. 4) As dimensões C e L incluem os radiadores, se houver. TABELA 2 - CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS NTC CÓDIGO COPEL OMI OVI POTÊNCIA NOMINAL (kva) RELAÇÃO DE TENSÕES CORRENTE DE EXCITAÇÃO (%) PERDAS (W) EM VAZIO TOTAIS (*) TENSÃO DE CURTO- CIRCUITO EM % (*) RADIOINTERFERÊNCIA TENSÃO DE ENSAIO (V) TRI MÁXIMA (µv) NÍVEL MÁX FREQUÊNCIA DE RUIDO NOMINAL (Hz) (db) :1 1, , , Nota: (*) Temperatura de referência das perdas totais e da tensão de curto-circuito a 75, 85 ou 95 ºC. Vide NTC item TABELA 3 - NÍVEIS DE ISOLAMENTO DOS TRANSFORMADORES TENSÃO MÁXIMA DO EQUIPAMENTO (kv eficaz ) TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL À FREQÜÊNCIA INDUSTRIAL DURANTE 1 MINUTO (kv eficaz ) TENSÃO INDUZIDA (kv eficaz) TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL DE IMPULSO (kv crista ) ESPAÇAMENTO MÍNIMO NO AR DE FASE PARA TERRA (mm) DE FASE PARA FASE (mm) 1, , TENSÃO MÁXIMA DO EQUIPAMENTO (kv eficaz ) TABELA 4 - TENSÕES NOMINAIS DOS TRANSFORMADORES TIPO DO TRANSFORMADOR (Nº DE FASES) DIAGRAMA FASORIAL LIGAÇÃO PRIMÁRIO TENSÃO NOMINAL (V) 15 TRIFÁSICO Dyn1 TRIÂNGULO SECUNDÁRIO LIGAÇÃO ESTRELA COM NEUTRO ACESSÍVEL TENSÃO NOMINAL (V) /127 OUTUBRO / 2016 SEE / DERG / VPON VOLUME 2 Página 2 de 14
3 TABELA 5 - BUCHAS DE ALTA TENSÃO TENSÃO MÁXIMA DO EQUIPAMENTO (kv eficaz ) TIPO (VER NBR 5435) TERMINAL DE LIGAÇÃO 15 15/160 VER FIGURA FIGURA 2 - TERMINAL A.T. - TIPO ÚNICO NTC CÓDIGO COPEL OMI TABELA 6 - BUCHAS DE BAIXA TENSÃO OVI POTÊNCIA (kva) NORMA ABNT BUCHA DE BAIXA TENSÃO TIPO (VER NORMA ABNT) ,3/800-T ,3/2000-T3 TERMINAL DE LIGAÇÃO VER FIGURA FIGURA 3 - TERMINAL DE LIGAÇÃO DAS BUCHAS DE B.T. FIGURA 4 - POSICIONAMENTO DOS TERMINAIS DE LIGAÇÃO DAS BUCHAS B.T. OUTUBRO / 2016 SEE / DERG / VPON VOLUME 2 Página 3 de 14
4 TABELA 7 - TORQUE SUPORTÁVEL NOS PARAFUSOS DOS TERMINAIS PARAFUSO / PORCA DOS TERMINAIS TORQUE SUPORTÁVEL NA INSTALAÇÃO (danxm) TORQUE DE ENSAIO (danxm) M ,6 M 12 4,7 5, FIGURA 5 - VISOR EXTERNO DE NÍVEL DE ÓLEO LEGENDA: 1) Plaqueta de aço inoxidável, gravada com a escala indicada. 2) Flange de aço-carbono, zincada a quente (NBR 6323). 3) Base de aço-carbono, zincada a quente (NBR 6323). 4) Junta de borracha sintética resistente ao óleo isolante. 5) Visor de vidro. 6) Parafuso de aço-carbono, zincado a quente (NBR 6323). OBS.: 5) Desenho orientativo. OUTUBRO / 2016 SEE / DERG / VPON VOLUME 2 Página 4 de 14
5 FIGURA 6 - VÁLVULA DE DRENAGEM DE ÓLEO LEGENDA: 1) Válvula tipo globo ou gaveta de bronze, ¾ BSP. 2) Tubo sem costura, aço-carbono, soldado ao tanque. 3) Bujão de aço-carbono, zincado a quente (NBR 6323). 4) Junta de vedação. OBS.: 6) Medidas em mm. FIGURA 7 - BUJÃO DE ENCHIMENTO DO ÓLEO LEGENDA: 1) Tampa do tanque do transformador. 2) Tubo sem costura, aço-carbono, soldado à tampa. 3) Bujão de aço-carbono, zincado a quente (NBR 6323). 4) Junta de vedação. OBS.: 7) Desenho orientativo. Utilizar rosca ¾ BSP. Caso seja utilizado sistema diferente do indicado, deve ser utilizado veda-tubos com teflon, desde que garanta perfeita estanqueidade. 8) Medidas em milímetros. OUTUBRO / 2016 SEE / DERG / VPON VOLUME 2 Página 5 de 14
6 FIGURA 8 - TERMÔMETRO DE TOPO DO ÓLEO OBS.: 9) Detalhes construtivos do termômetro: - construção à prova de intemperismo, em caixa de ferro fundido, acabamento cinza claro (notação MUNSELL N 6.5); - o contato deve ser provido de bloco de terminais incorporado à caixa do termômetro, com fácil acesso à ligação de circuito externo; - o ponteiro indicador da temperatura de atuação do contato elétrico deve vir ajustado de fábrica, juntamente com o ajuste de fechamento do contato elétrico, em 100 o C; uma vez atuado o contato elétrico, este deve reverter sua posição entre 5 C e 10 C abaixo da temperatura de fechamento; - o comprimento do bulbo e as dimensões do termômetro (não indicados) deverão ser compatíveis com as dimensões do transformador; - posição de montagem no transformador conforme indicado na Figura 1, com a escala voltada para o lado dos terminais de BT; - o contato elétrico deve ser preferencialmente do tipo "micro-switch", com capacidade de condução contínua de no mínimo 3A sob 250Vca. OUTUBRO / 2016 SEE / DERG / VPON VOLUME 2 Página 6 de 14
7 FIGURA 9 - SUPORTE PARA FIXAÇÃO DO DISPOSITIVO DE ATERRAMENTO EM TRANSFORMADORES PARA INSTALAÇÃO EM CABINE. OBS.: 10) Material do suporte para aterramento: aço inoxidável, sem pintura; poderá ser aceita chapa soldada de topo continuamente, ao invés de perfil "L". 11) Medidas em milímetros. FIGURA 10 - DISPOSITIVO DE ATERRAMENTO DOS TRANSFORMADORES LEGENDA: 1) Conector: Liga de cobre, estanhado com espessura mínima da camada de estanho não inferior a 8,0 µm individualmente e 12 µm na média das amostras. 2) Parafuso de cabeça sextavada: aço inoxidável. 3) Arruelas de pressão: aço inoxidável, bronze fosforoso ou bronze silício. 4) Porca sextavada: aço inoxidável. 5) Arruela lisa: aço inoxidável. OBS.: 12) O conector deve permitir a colocação ou retirada do condutor de maior seção sem necessidade de desmonte. 13) As características mecânicas devem estar de acordo com a NBR ) Medidas em milímetros. OUTUBRO / 2016 SEE / DERG / VPON VOLUME 2 Página 7 de 14
8 FIGURA 11 - PLACA DE IDENTIFICAÇÃO PARA TRANSFORMADOR TRIFÁSICO PARA AMBIENTE CONVENCIONAL EXEMPLO PARA TRANSFORMADOR /127V - Identificação do fabricante: Nome, demais dados e local de fabricação; - Indicar TRANSFORMADOR TRIFÁSICO - Número de série atribuído pelo fabricante; - Data de fabricação: mês (três primeiras letras) e ano de fabricação; - Potência em kva; - Perdas em vazio. Vide da NTC ; - Impedância (*) e Perdas Totais(*) a 75, 85 ou 95ºC. Vide da NTC ; - Tipo óleo isolante: A, B ou Vegetal; - Elevação de temperatura do óleo isolante: 50, 60 ou 70ºC; - Elevação de temperatura dos enrolamentos: 55, 65 ou 75ºC; - Classe do papel isolante: classe térmica 105 (A) ou termoestabilizado classe térmica 120 (E) ou superior; - Núcleo: GO (grão orientado) ou amorfo; - Condutor AT/BT: cobre ou alumínio; - Indicação do diagrama fasorial; - Nº Copel: com espaço para 12 posições ou conforme indicado pela Copel; - Volume de óleo em litros; - Número do Contrato: com espaço para 17 posições ou conforme indicado pela Copel; - Massa total sem embalagem em kg; - Número da placa de identificação; - Medidas em milímetros. - QR code conforme item 4.1 desta NTC. OUTUBRO / 2016 SEE / DERG / VPON VOLUME 2 Página 8 de 14
9 FIGURA 12 VÁLVULA DE ALÍVIO DE PRESSÃO OBS.: 15) Detalhes construtivos da válvula de alívio de pressão (desenho orientativo): - construção em liga de alumínio com alta resistência mecânica e à corrosão; - cor cinza claro Munsell N 6.5; - pino sinalizador de atuação de cor viva; - fornecida para pressão de operação de 0,7 kgf/cm (± 10 %); - contendo um contato auxiliar; - medidas em mm. OUTUBRO / 2016 SEE / DERG / VPON VOLUME 2 Página 9 de 14
10 FIGURA 13 - FORMATOS E DIMENSÕES DOS ALGARISMOS PARA NÚMERO DE CONTROLE DOS TRANSFORMADORES DE DISTRIBUIÇÃO TABELA 8 DIMENSÕES E TOLERÂNCIAS DOS NÚMEROS DIMENSÕES TOLERÂNCIAS A 50 B 37 ± 2 C 30 D 40 E 8 ± 1 F 28 ± 2 OBS.: 16) As dimensões, bem como as tolerâncias, são expressas em milímetros. OUTUBRO / 2016 SEE / DERG / VPON VOLUME 2 Página 10 de 14
11 FIGURA 14 - LOCALIZAÇÃO DO NÚMERO DE CONTROLE DOS TRANSFORMADORES DE DISTRIBUIÇÃO (OPÇÕES) a) Na região central da parte frontal OBS.: 17) Numeração na cor vermelha diretamente sobre a cor cinza do tanque ou amarela sobre retângulos pretos de fundo; no caso de numeração na cor amarela as dimensões dos retângulos pretos de fundo ficam a critério do fabricante. b) Na parte frontal, abaixo das aletas de refrigeração c) Na parte lateral OUTUBRO / 2016 SEE / DERG / VPON VOLUME 2 Página 11 de 14
12 1. OBJETIVO Esta NTC padroniza as dimensões e estabelece as condições gerais e específicas dos transformadores trifásicos de distribuição destinados a aplicação em cabines de alta tensão de atendimento a edifícios de uso coletivo. 2. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Conforme Especificação Técnica COPEL NTC DEFINIÇÕES Conforme Especificação Técnica COPEL NTC CONDIÇÕES GERAIS 4.1 Placa de identificação Os dados de identificação devem ser gravados de forma legível, visível e indelével em placa de aço inoxidável (0,5 mm) ou alumínio (0,8 mm) anodizado conforme exemplo da figura 11 e localizada conforme Figura 1. Deve ter formato A6 (105 x 148 mm), com caracteres de altura mínima de 2 mm. Deve ser fixada, através de rebites de material resistente à corrosão, a um suporte com base que impeça a deformação da placa, soldado ao tanque. Deve também ser observado um afastamento de no mínimo 20 mm entre o corpo do transformador e qualquer parte da placa. O número de controle COPEL (Nº Copel) a ser gravado no campo da placa de identificação é fornecido pela COPEL junto com o Contrato. O QR code deve conter as informações da tabela 9. TABELA 9 INFORMAÇÕES CONSTANTES NO QR-CODE NOTA: os itens 8 e 9 devem constar quando se tratar de aquisição da COPEL; caso seja aquisição de terceiros deve ser indicado n.a. não aplicável. OBS.: 18) Cada uma das informações 1 a 9 deve ser disposta em uma linha do QRcode, ou seja, o separador deve ser através de quebra de linha. 4.2 Massa total Até 3000kg. OUTUBRO / 2016 SEE / DERG / VPON VOLUME 2 Página 12 de 14
13 4.3 Pintura As pinturas interna e externa devem ser conforme o item 5.2 da NTC A cor do acabamento externo do tanque varia de acordo com o tipo de óleo isolante utilizado, devendo atender ao padrão abaixo: - para óleo mineral: cinza claro, padrão Munsell N 6.5; - para óleo vegetal: cor verde claro Munsell 5G 8/4. Visando facilitar a identificação, na tampa deverá ser escrito ÉSTER NATURAL em letras pretas de 50 mm. 4.4 Numeração Os transformadores devem também ser identificados externamente com o número de controle COPEL e com a respectiva potência em kva, conforme Figuras 13 e Condições de instalação Os transformadores objeto desta NTC são próprios para serem apoiados sobre duas vigas paralelas de concreto, dispostas diretamente sobre o piso do interior de cabines de alta tensão de edifícios de uso coletivo. 5. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 5.1 Partes componentes Terminais: os terminais primários e secundários, bem como os parafusos de ligação e porcas (quando aplicável), devem ser em liga de cobre totalmente estanhados, conforme as ABNT NBRs 5435, 5437 e 5438, além da figuras 2 e 3 e Tabelas 5 e 6 desta NTC, com camada de estanho com espessura mínima de 8µm para qualquer amostra e 12µm na média das amostras Isoladores: os isoladores utilizados nas buchas primárias e secundárias devem ser de porcelana vidrada nas cores cinza claro (notação MUNSELL 5.0 BG 7.0/0.4 ou N6.5) ou marrom escuro (notação MUNSELL 5YR 3/3). Mais detalhes sobre as buchas podem ser obtidos nas Figuras 1 a 3 e Tabelas 5 e 6 desta NTC. As demais características devem estar de acordo com as NBRs 5034, 5435 e 5438 e NTC Enrolamentos: devem ser de condutores de cobre ou de alumínio, de forma a atender as características elétricas especificadas. O fio esmaltado deve ser no mínimo de classe térmica 180 (designação anterior classe H ), de acordo com a ABNT NBR IEC Os demais materiais isolantes dos transformadores devem ser no mínimo de classe térmica 105 (designação anterior classe A ), de acordo com a ABNT NBR IEC Vide NTC , item Óleo isolante: antes do contato com o equipamento, deve ser conforme uma das alternativas abaixo: a) óleo mineral do tipo A (base naftênica) ou do tipo B (base parafínica), de acordo com as resoluções vigentes da Agência Nacional do Petróleo, Gás natural e Biocombustíveis (ANP); b) óleo vegetal de acordo com a ABNT NBR Deve ter aparência clara e límpida e ser isento de matérias em suspensão ou sedimentadas. Deve ser isento de PCB - bifenilas policloradas (ascarel). O óleo isolante, após contato com o equipamento, deve possuir características conforme a tabela 3 da NTC Termômetro de topo de óleo: o transformador deve ser fornecido com termômetro a expansão de líquido, preferencialmente do tipo de haste reta, com escala de C, em intervalos de no máximo 5 C e precisão mínima de ±3 C, provido de um contato elétrico, conforme Figura 8. A fixação do corpo do termômetro deve ser no local indicado na Figura Dispositivos para conexão de filtro prensa: o transformador deve ser provido de válvula de drenagem com bujão, instalada na parte inferior da lateral do tanque onde estão as buchas de B.T., conforme Figuras 1 e 6. Deve haver também um meio para conexão de filtro prensa na tampa do transformador, provida de bujão, conforme Figuras 1 e 7. O material da válvula de drenagem deve ser bronze. Os bujões e meios de conexão soldados ao tanque e à tampa devem ser de aço zincado. OUTUBRO / 2016 SEE / DERG / VPON VOLUME 2 Página 13 de 14
14 5.1.7 Visor externo de nível de óleo: conforme figura Dispositivo de alívio de pressão: conforme Figura Demais partes componentes: Conforme NTC e ABNT NBR Características dimensionais Conforme Figura 1 e Tabela Características elétricas Conforme Figuras 1 a 4 e Tabelas 2 a Embalagem e acondicionamento Consultar a Internet no seguinte endereço: - Fornecedores - Informações - Guia para confecção de embalagens unitizadas 6. INSPEÇÃO Os ensaios, métodos de ensaios, amostragem e critérios de aceitação ou rejeição devem estar de acordo com a Especificação Técnica COPEL - NTC Nota: Todos os instrumentos utilizados no laboratório para a inspeção dos transformadores devem ter sua calibração comprovada pela apresentação dos respectivos relatórios de calibração, emitidos por empresa acreditada junto à Rede Brasileira de Calibração RBC. 7. APROVAÇÃO O fornecimento à Copel deste material fica condicionado à homologação da Ficha Técnica do mesmo pela SEE/DERG/ VPON. Para maiores informações consultar a Internet no seguinte endereço: - Acesso Rápido - Normas Técnicas OUTUBRO / 2016 SEE / DERG / VPON VOLUME 2 Página 14 de 14
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CONECTOR TERMINAL DE COMPRESSÃO
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FIGURA 1A FIGURA 1B MAIO/2018 SRD/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 1 de 7 FIGURA 1C FIGURA 2A FIGURA 2B (vista do barril) FIGURA ILUSTRATIVA FIGURA ILUSTRATIVA Nota: figuras 1B, 2A e 2B referem-se exclusivamente
CONECTOR TERMINAL DE COMPRESSÃO alumínio FIGURA 1 FIGURA 2
FIGURA 1 FIGURA 2 FIGURA 3 OBS.: 1) Medidas em milímetros. 2) Deve ser dimensionado para atender a todas as características de aplicação mecânica e elétrica da Tabela 1. MAIO/2017 DPLD/VNTD VOLUME 1 Página
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