Processamento de Malhas Poligonais

Documentos relacionados
2 Conceitos básicos de topologia

Processamento de Malhas Poligonais

Processamento de Malhas Poligonais

Geometria Computacional

Marcos de Oliveira Lage Ferreira. Estruturas de Dados Topológicas Escalonáveis para Variedades de dimensão 2 e 3. Dissertação de Mestrado

Modelagem Geométrica: Boundary Representation

Definição 2.1 (Malha) Uma malha é uma estrutura topológica e geométrica

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO. 5 a Lista de Exercícios

Poliedros. INF2604 Geometria Computacional. Waldemar Celes. Departamento de Informática, PUC-Rio. W.

1 Complexo Simplicial, Homologia Simplicial, Etc.

Teoria dos Grafos AULA 2

Histórico. Estado da Arte. Histórico. Modelagem de Objetos. Modelagem por arames (wireframes). Modelagem por superfícies (década de 60).

Modelação de Sólidos. Sistemas Gráficos/ Computação Gráfica e Interfaces FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO

Geometria Computacional

Objetos Gráficos Espaciais

Introdução à Computação Gráfica Modelagem. Claudio Esperança Paulo Roma Cavalcanti

VARIEDADES COMPACTAS COM CURVATURA POSITIVA

Funções, Seqüências, Cardinalidade

BCC204 - Teoria dos Grafos

Modelos de Objetos por Malhas Poligonais. Maria Cristina F. de Oliveira

Grafos em superfícies

Algoritmos geométricos

Modelação de Sólidos. Sistemas Gráficos/ Computação Gráfica e Interfaces FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO

Modelos de Objetos por Malhas Poligonais. Maria Cristina F. de Oliveira

Pontos extremos, vértices e soluções básicas viáveis

Objetos Gráficos Planares

Geometria de Superfícies Planas

Material Teórico - Módulo de Geometria Espacial 1 - Fundamentos. Poliedros - parte 1. Terceiro Ano - Médio

Material Teórico - Módulo de Geometria Espacial 1 - Fundamentos. Poliedros - parte 1. Terceiro Ano - Médio

Grafos Planares. Grafos e Algoritmos Computacionais. Prof. Flávio Humberto Cabral Nunes

Computação Gráfica. Representação e Modelagem

Professor: Computação Gráfica I. Anselmo Montenegro Conteúdo: - Objetos gráficos planares. Instituto de Computação - UFF

Introdução à Teoria dos Grafos. Isomorfismo

01 Grafos: parte 1 SCC0503 Algoritmos e Estruturas de Dados II

Unidade 5 - Subespaços vetoriais. A. Hefez e C. S. Fernandez Resumo elaborado por Paulo Sousa. 10 de agosto de 2013

GEOMETRIA MÉTRICA ESPACIAL

Modelo. Representação de Objetos Tridimensionais. Malhas Poligonais. Modelagem Geométrica. Modelos Geométricos

Teoria dos Grafos Aula 6

UFPR - Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências Exatas Departamento de Matemática MA12 - Matemática Discreta - PROFMAT Prof.

Conteúdo. Conceitos e Resultados Gerais. 11 Combinatória. Introdução

Figuras Geométricas planas e espaciais. Rafael Carvalho

Modelagem Geométrica. André Tavares da Silva. Mortenson 2006: Cap11.2 e 11.6 Foley

Objetos Gráficos Planares

Definição e Conceitos Básicos

Comunicação e redes. Aula 2: Teoria dos Grafos Conceitos básicos. Professor: Guilherme Oliveira Mota.

Catiúscia Albuquerque Benevente Borges. Reconstrução de Geometria a Partir da Conectividade da Malha e de Pontos de Controle. Dissertação de Mestrado

Fabio Augusto Camargo

Arranjos. Claudio Esperança Paulo Roma LCG/UFRJ. All rights reserved.

Geometria Computacional - Notas de aulas. André Guedes

Limites de Funções de Variáveis Complexas

Grafos planares. Algoritmos em Grafos. Marco A L Barbosa

Classificação das superfícies Compactas sem bordo

Poliedros AULA Introdução Denições

Curvas e Superfícies de Bézier

Sólidos Geométricos, Poliedros e Volume Prof. Lhaylla Crissaff

Exercícios de topologia geral, espaços métricos e espaços vetoriais

Aulas 10 e 11 / 18 e 20 de abril

Transcrição:

Processamento de Malhas Poligonais Tópicos Avançados em Computação Visual e Interfaces I Prof.: Marcos Lage www.ic.uff.br/~mlage mlage@ic.uff.br Conteúdo: Notas de Aula

Definições preliminares 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 2

Malha de polígonos Uma malha de polígonos é composta por informações geométricas e topológicas. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 3

Malha de polígonos Uma malha de polígonos é composta por informações geométricas e topológicas. A estrutura topológica de uma malha de polígonos é usualmente descrita através de complexos celulares. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 4

Malha de polígonos Uma malha de polígonos é composta por informações geométricas e topológicas. A estrutura topológica de uma malha de polígonos é usualmente descrita através de complexos celulares. Em particular, uma malha de triângulos tem sua estrutura topológica representada por complexos simpliciais. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 5

Definições Preliminares Definição de Simplexo Um simplexo de dimensão do é o fecho convexo dos pontos, em posição geral. Isto significa que os vetores: São Linearmente Independentes. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 6

Definições Preliminares Definição de Simplexo Um simplexo de dimensão do é o fecho convexo dos pontos, em posição geral. Isto significa que os vetores: São Linearmente Independentes. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 7

Definições Preliminares Definição de Simplexo Um simplexo de dimensão do é o fecho convexo dos pontos, em posição geral. Isto significa que os vetores: São Linearmente Independentes. Denotamos sua dimensão por: e o conjunto de vértices por: 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 8

Definições Preliminares Definição de Simplexo Um simplexo de dimensão do é o fecho convexo dos pontos, em posição geral. Isto significa que os vetores: São Linearmente Independentes. Simplexos de dimensão 0, 1, 2 e 3 respectivamente. Chamamos um simplexo de dimensão k de k-simplexo. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 9

Definições Preliminares Definição de Simplexo Um simplexo de dimensão do é o fecho convexo dos pontos, em posição geral. Isto significa que os vetores: São Linearmente Independentes. Simplexos de dimensão 0, 1, 2 e 3 são chamados, de vértice, aresta, triângulo e tetraedro. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 10

Definições Preliminares Definição de Face Um p-simplexo gerado a partir de um subconjunto dos vértices de um k-simplexo, com é denominado uma p-face de. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 11

Definições Preliminares Definição de Face Um p-simplexo gerado a partir de um subconjunto dos vértices de um k-simplexo, com é denominado uma p-face de. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 12

Definições Preliminares Definição de Face Um p-simplexo gerado a partir de um subconjunto dos vértices de um k-simplexo, com é denominado uma p-face de. Se é face de, dizemos também que é incidente a. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 13

Definições Preliminares Definição de Face Um p-simplexo gerado a partir de um subconjunto dos vértices de um k-simplexo, com é denominado uma p-face de. Um simplexo é uma face própria de,. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 14

Definições Preliminares Definição de Face Um p-simplexo gerado a partir de um subconjunto dos vértices de um k-simplexo, com é denominado uma p-face de. O simplexo gerado a partir do subconjunto vazio é, por convenção, uma (-1)-face de todo k-simplexo, com. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 15

Definições Preliminares Definição de Bordo O bordo de um p-simplexo, denotado por, é a coleção de todas as faces próprias de. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 16

Definições Preliminares Definição de Bordo O bordo de um p-simplexo, denotado por, é a coleção de todas as faces próprias de. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 17

Definições Preliminares Definição de Bordo O bordo de um p-simplexo, denotado por, é a coleção de todas as faces próprias de. O interior de um p-simplexo é definido por. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 18

Definições preliminares Complexos Simpliciais 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 19

Complexos Simpliciais Um complexo simplicial, é um conjunto finito de simplexos tais que: 1) Se, então todas as faces de pertencem a. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 20

Complexos Simpliciais Um complexo simplicial, é um conjunto finito de simplexos tais que: 1) Se, então todas as faces de pertencem a. 2) Se, então é uma face própria de e. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 21

Complexos Simpliciais Um complexo simplicial, é um conjunto finito de simplexos tais que: 1) Se, então todas as faces de pertencem a. 2) Se, então é uma face própria de e. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 22

Complexos Simpliciais Definimos a dimensão de um complexo simplicial como: 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 23

Complexos Simpliciais Definimos a dimensão de um complexo simplicial como: e dizemos que o complexo simplicial é um d-complexo simplicial. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 24

Complexos Simpliciais Definimos a dimensão de um complexo simplicial como: 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 25

Complexos Simpliciais Definição de Subcomplexo Um subcomplexo de um complexo simplicial, é qualquer subconjunto de simplexos de. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 26

Complexos Simpliciais Definição de Subcomplexo Um subcomplexo de um complexo simplicial, é qualquer subconjunto de simplexos de. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 27

Complexos Celulares Observação Importante Uma célula afim do é o fecho convexo de um conjunto finito de pontos. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 28

Complexos Celulares Observação Importante Uma célula afim do é o fecho convexo de um conjunto finito de pontos. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 29

Complexos Celulares Observação Importante Uma célula afim do é o fecho convexo de um conjunto finito de pontos. Material complementar: A stratification approach for modeling two-dimensional cell complexes S. Pesco H. Lopes e G. Tavares. Computer and Graphics 2004 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 30

Definições preliminares Complexos Simpliciais Relação entre Simplexos 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 31

Relação entre simplexos Definição de Junção O junção de dois simplexos e independentes, é o simplexo cujos vértices são os vértices de e. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 32

Relação entre simplexos Definição de Junção O junção de dois simplexos e independentes, é o simplexo cujos vértices são os vértices de e. Denotamos a junção de e por. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 33

Relação entre simplexos Definição de Junção O junção de dois simplexos e independentes, é o simplexo cujos vértices são os vértices de e. Denotamos a junção de e por. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 34

Relação entre simplexos Definição de Junção O junção de dois simplexos e independentes, é o simplexo cujos vértices são os vértices de e. Se e são simplexos do então,. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 35

Relação entre simplexos Definição de Estrela e Elo A estrela de um simplexo, denotada por, é a união de todos os simplexos que tem como face. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 36

Relação entre simplexos Definição de Estrela e Elo A estrela de um simplexo, denotada por, é a união de todos os simplexos que tem como face. O Elo de um simplexo, denotada por, é o conjunto de simplexos tais que: 1) é face de algum simplexo. 2) 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 37

Relação entre simplexos Definição de Estrela e Elo A estrela de um simplexo, denotada por, é a união de todos os simplexos que tem como face. O Elo de um simplexo, denotada por, é o conjunto de simplexos tais que: 1) é face de algum simplexo. 2) 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 38

Relação entre simplexos Simplexos de Topo Um simplexo é chamado simplexo de topo se. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 39

Relação entre simplexos Simplexos de Topo Um simplexo é chamado simplexo de topo se. Se um d-complexo simplicial d-simplexos, então é tal que todos seus simplexos de topo são é dito um complexo regular. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 40

Relação entre simplexos Simplexos de Topo Um simplexo é chamado simplexo de topo se. Se um d-complexo simplicial d-simplexos, então é tal que todos seus simplexos de topo são é dito um complexo regular. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 41

Relação entre simplexos Simplexos p-adjacentes Dois simplexos e são p-adjacentes quando existe uma p-face comum a eles. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 42

Relação entre simplexos Simplexos p-adjacentes Dois simplexos e são p-adjacentes quando existe uma p-face comum a eles. Obs: Quando a dois k-simplexos são (k-1)-adjacentes, dizemos que eles são adjacentes. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 43

Relação entre simplexos Simplexos p-adjacentes Dois simplexos e são p-adjacentes quando existe uma p-face comum a eles. Obs: Quando a dois k-simplexos são (k-1)-adjacentes, dizemos que eles são adjacentes. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 44

Relação entre simplexos Simplexos h-conectados Dois simplexos e são h-conectados se existe uma sequencia de simplexos, tal que: 1) Dois simplexos consecutivos e são h-adjacentes. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 45

Relação entre simplexos Simplexos h-conectados Dois simplexos e são h-conectados se existe uma sequencia de simplexos, tal que: 1) Dois simplexos consecutivos e são h-adjacentes. 2) e são faces de e respectivamente. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 46

Relação entre simplexos Simplexos h-conectados Dois simplexos e são h-conectados se existe uma sequencia de simplexos, tal que: 1) Dois simplexos consecutivos e são h-adjacentes. 2) e são faces de e respectivamente. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 47

Componentes Conexas Definição de h- componentes Dizemos que um subcomplexo é uma h-componente conexa de quando todos seus simplexos são h-conectados. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 48

Componentes Conexas Definição de h- componentes Dizemos que um subcomplexo é uma h-componente conexa de quando todos seus simplexos são h-conectados. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 49

Definições preliminares Complexos Simpliciais Relação entre Simplexos Variedades Combinatórias 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 50

Variedades Simplexo Variedade um (d-1)-simplexo de um d-complexo simplicial é um simplexo variedade se existem no máximo 2 d-simplexos em que tem como face. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 51

Variedades Simplexo Variedade um (d-1)-simplexo de um d-complexo simplicial é um simplexo variedade se existem no máximo 2 d-simplexos em que tem como face. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 52

Variedades Pseudo- Variedades Um d-complexo, é uma pseudo-variedade combinatória de dimensão d se, e somente se: 1) é um complexo regular (d-1)-conectado. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 53

Variedades Pseudo- Variedades Um d-complexo, é uma pseudo-variedade combinatória de dimensão d se, e somente se: 1) é um complexo regular (d-1)-conectado. 2) Todo (d-1)-simplexo é um (d-1)-simplexo variedade. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 54

Variedades Pseudo- Variedades Um d-complexo, é uma pseudo-variedade combinatória de dimensão d se, e somente se: 1) é um complexo regular (d-1)-conectado. 2) Todo (d-1)-simplexo é um (d-1)-simplexo variedade. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 55

Variedades Variedades Combinatórias Uma pseudo-variedade combinatória de dimensão d, tal que para todo vértice a estrela, é homeomorfa a ou é chamada de: Variedade Combinatória. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 56

Variedades Variedades Combinatórias Uma pseudo-variedade combinatória de dimensão d, tal que para todo vértice a estrela, é homeomorfa a ou é chamada de: Variedade Combinatória. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 57

Variedades Definição de Orientabilidade Seja e uma k-variedade combinatória. A orientação de dois k-simplexos adjacentes é coerente se o (k-1) simplexo que compartilham tem orientação oposta em e. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 58

Variedades Definição de Orientabilidade Seja e uma k-variedade combinatória. A orientação de dois k-simplexos adjacentes é coerente se o (k-1) simplexo que compartilham tem orientação oposta em e. Uma variedade combinatória é orientável se podemos escolher uma orientação coerente para todos os seus simplexos. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 59

Variedades Definição de Orientabilidade Seja e uma k-variedade combinatória. A orientação de dois k-simplexos adjacentes é coerente se o (k-1) simplexo que compartilham tem orientação oposta em e. Uma variedade combinatória é orientável se podemos escolher uma orientação coerente para todos os seus simplexos. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 60

Definições preliminares Complexos Simpliciais Relação entre Simplexos Variedades Combinatórias Operações e Propriedades 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 61

Operadores Estelares Seja um complexo simplicial de dimensão n. Sejam e dois simplexos de com dimensão r e (n-r) respectivamente tais que. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 62

Operadores Estelares Seja um complexo simplicial de dimensão n. Sejam e dois simplexos de com dimensão r e (n-r) respectivamente tais que. A operação chamada movimento biestelar consiste em alterar removendo e adicionando. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 63

Operadores Estelares Seja um complexo simplicial de dimensão n. Sejam e dois simplexos de com dimensão r e (n-r) respectivamente tais que. A operação chamada movimento biestelar consiste em alterar removendo e adicionando. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 64

Operadores Estelares Seja um complexo simplicial de dimensão n. Sejam e dois simplexos de com dimensão r e (n-r) respectivamente tais que. A operação chamada movimento biestelar consiste em alterar removendo e adicionando. Notação:. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 65

Operadores Estelares Seja um complexo simplicial de dimensão n. Seja um simplexo de com dimensão r e um vértice no interior de. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 66

Operadores Estelares Seja um complexo simplicial de dimensão n. Seja um simplexo de com dimensão r e um vértice no interior de. A operação chamada subdivisão estelar consiste em alterar removendo e adicionando. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 67

Operadores Estelares Seja um complexo simplicial de dimensão n. Seja um simplexo de com dimensão r e um vértice no interior de. A operação chamada subdivisão estelar consiste em alterar removendo e adicionando. Notação 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 68

Operadores Estelares Seja um complexo simplicial de dimensão n. Seja um simplexo de com dimensão r e um vértice no interior de. A operação chamada subdivisão estelar consiste em alterar removendo e adicionando. Fusão estelar 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 69

Operadores Estelares Dois super teoremas... 01 Duas superfícies combinatórias são homeomorfas, se e somente se elas são biestelar equivalentes. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 70

Operadores Estelares Dois super teoremas... 01 Duas superfícies combinatórias são homeomorfas, se e somente se elas são biestelar equivalentes. 02 Qualquer movimento estelar, pode ser decomposto em um conjunto finito de operações estelares, a saber:. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 71

Operadores Estelares Dois super teoremas... 01 Duas superfícies combinatórias são homeomorfas, se e somente se elas são biestelar equivalentes. 02 Qualquer movimento estelar, pode ser decomposto em um conjunto finito de operações estelares, a saber:. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 72

Operadores Estelares Os operadores estelares podem ser usados como primitivas para a definição de operações de multiresolução. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 73

Operadores Estelares Os operadores estelares podem ser usados como primitivas para a definição de operações de multiresolução. Ex: O colapso de arestas e a subdivisão de um vértice podem ser definidos como composições de operações estelares. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 74

Fórmula de Euler-Poincaré Uma superfície orientável, conexa e sem bordo é unicamente identificada pela fórmula de Euler-Poincaré: onde e representam o número de vértices, arestas e faces de. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 75

Característica de Euler Dada uma superfície orientável, conexa e sem bordo podemos mostrar que a fórmula de Euler-Poincaré pode ser escrita como: onde representa o número de genus de. 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 76

Característica de Euler Usando as fórmulas anteriores, podemos relacionar a topologia da superfície e a sua estrutura combinatória: 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 77

Característica de Euler Usando as fórmulas anteriores, podemos relacionar a topologia da superfície e a sua estrutura combinatória: Ainda, observando que cada aresta é compartilhada por duas faces, e que cada triângulo é composto por três arestas, podemos chegar a estatísticas interessantes: 06/09/2015 Processamento de Malhas Poligonais 78