MÓDULO CARDIORRESPIRATÓRIO

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Transcrição:

MÓDULO CARDIORRESPIRATÓRIO Olá, ogrinhos e ogrinhas! S03 GCM 18.1

Caso Clínico B.P.L., sexo feminino, 28 anos, ansiosa pela chegada da tão esperada primogênita D.R.L., deu entrada na Maternidade José Maria de Magalhães Neto após rompimento da bolsa. Logo os médicos tomaram os cuidados necessários para realizar o parto cesariano, o qual foi feito com sucesso. D.R.L. nasceu chorando, porém, com coloração arroxeada de sua pele e mucosas, ficando conhecida no berçário como A Bebê azul. Foto ilustrando a pessoa do caso Qual significado da coloração arroxeada de pele e mucosas?

Como funciona a circulação fetal? Suprir as necessidades pré-natais Maior pressão do lado direito do feto Desvio de sangue de órgãos não maturados Presença do cordão umbilical

E quais as consequências da pressão ser maior do lado direito? SHUNTS* z *Fisiológicos Direita Esquerda Ducto arterial Forame oval Ducto venoso

C Como ocorre a transição da circulação fetal para a neonatal? X X Pressão no AD C < Pressão no AE X X

Quais são os remanescentes embriológicos da circulação fetal? Ducto arterial Ligamento arterial Forame oval Fossa oval Ducto venoso Ligamento venoso Veia umbilical Artérias umbilicais Porção distal Porção proximal Ligamento redondo do fígado ou de Teres Ligamentos umbilicais mediais Artérias vesicais superiores

Qual a influência dos SHUNTS? Veias pulmonares Veias cavas sup. e inf. P U L P M U Õ L E M S Õ E S AD VD AE VE T O D O O C O R P O T O D O O C O R P O Artérias pulmonares Aorta + ramos

Em que consiste a Síndrome de Eisenmenger e como ela ocorre? Consiste na inversão do fluxo com passagem de sangue não oxigenado para a circulação sistêmica. Shunt E-D Lesão vascular pulmonar irreversível Aumento do fluxo pulmonar Aumento da resistência vascular pulmonar Shunt D-E Hipóxia e eritrocitose

Caso Clínico Os médicos, ao investigarem minuciosamente o que estava acontecendo através de um hemograma e de uma radiografia de tórax, constataram a presença de valores aumentados de hematócrito e hemoglobina, além de coração em formato de bota, respectivamente. O que esse aumento de hematócrito e hemoglobina representa? Foto ilustrando a pessoa do caso Qual a explicação para o coração em formato de bota?

Quais são os aspectos clínicos da Tetralogia de Fallot? Coração em bota Cianose Policitemia Shunt da direita para esquerda E o coração em gota? Anote em seu GCMapa!

Caso Clínico Na ausculta cardíaca, foi identificado sopro sistólico em foco pulmonar, sugerindo provável estenose da valva do tronco pulmonar. Somado a isso, o ecocardiograma solicitado pela Dra. Cristina, que acompanhou a gestante durante todo o período, verificou a presença de comunicação interventricular, cavalgamento da artéria aorta e dimensões anormais da câmara ventricular direita. O diagnóstico estava concluído: D.R.L. nascera com a Tetralogia de Fallot. Foto ilustrando a pessoa do caso Qual o significado do sopro sistólico? Quais as malformações que caracterizam essa cardiopatia? Dúvidas sobre ecocardiograma? Veja o slide de curiosidades da semana no LMF!

Qual a cardiopatia representada e quais as malformações a caracterizam? Causa mais comum de cardiopatia congênita cianótica Tetralogia de Fallot Estenose do tronco pulmonar Cavalgamento da aorta Hipertrofia do VD Comunicação interventricular Volumes aórticos Fluxo sanguíneo pulmonar

Caso Clínico Os médicos ainda não haviam decidido se realizariam a cirurgia paliativa, antes da definitiva, para correção das malformações congênitas dessa cardiopatia. Quais os benefícios da cirurgia paliativa em relação à definitiva? Foto ilustrando a pessoa do caso

Existe algum tipo de correção para essa cardiopatia congênita? Cirurgia paliativa Cirurgia definitiva Blalock-Taussig-Vivien Colocação do Patch 1 2 3

E os SHUNTS da esquerda para direita? Ducto arterial patente CIA CIV

Qual o significado do sopro cardíaco? Estenose Insuficiência Aberta com estenose Fechada com estenose Fechada sem insuficiência Fechada com insuficiência Estenose Insuficiência Sopro sistólico Semilunares Atrioventriculares Sopro diastólico Atrioventriculares Semilunares

Quais são as camadas do coração? Miocárdio Epicárdio Camada subepicárdica E quanto a oxigenação dessas camadas?

Quais são as camadas do coração? Miocárdio Camada subendocárdica Endocárdio Ao que corresponde a área destacada?

Qual é a câmara do coração? Quais seus principais componentes? AD 1 Aurícula D Óstio da VCS 13 2 Crista terminal Limbo da fossa oval 12 3 Músculos pectíneos Fossa oval 11 4 Óstio da valva tricúspide Óstio da VCI 10 5 Trígono de Koch Válvula de Eustáquio 9 8 7 6 Tendão de Todaro Válvula de Tebésio Óstio do seio coronário

Qual é a câmara do coração? Quais seus principais componentes? VD 1 Valva semilunar pulmonar Valva tricúspide 7 2 Crista supraventricular 3 Banda moderadora/ Trabécula septomarginal Cordas tendíneas 6 Músculos papilares 5 4 Trabéculas cárneas

Quais são as câmaras do coração? Quais seus principais componentes? AE e VE Aurícula esquerda 1 Valva semilunar aórtica 2 6 Ligamento Arterial Trabéculas cárneas 3 5 Assoalho da fossa oval 4 Válvula do forame oval

Qual é a câmara do coração? Quais seus principais componentes? VE Valva mitral 1 5 Aurícula E Cordas tendíneas 2 Músculos papilares Trabéculas cárneas 3 4

Quais as diferenças entre as valvas semilunares e as atrioventriculares? Valva aórtica Seio Lúnula Nódulo * *

Quais as diferenças entre as valvas semilunares e as atrioventriculares? Válvula septal Válvula anterior Válvula posterior 1 2 3 Valva tricúspide S 4 Músculo papilar posterior A S A P P 4 Músculo papilar posterior 6 Músculo papilar septal 5 Músculo papilar anterior Cordas tendíneas Mm. papilares Válvulas

Como se dá a abertura e o fechamento das valvas atrioventriculares? Valva aberta Valva fechada Cordas tendíneas Mm. relaxadas Papilares relaxados Cordas tendíneas Mm. contraídas Papilares contraídos

Caso Clínico R.G.W., 64 anos, sexo masculino, vem apresentando complicações cardíacas desde os primeiros meses de vida, uma vez que não teve seu ducto arterial completamente fechado, sendo então diagnosticado com uma cardiopatia congênita denominada ducto arterial patente. Com o tempo, as consequências dessa doença foram intensificadas e o shunt da esquerda para direita foi invertido, caracterizando um quadro de Síndrome de Einsenmenger. Atualmente, já na idade adulta, o desvio do fluxo sanguíneo da direita para esquerda vem provocando muitos problemas a R.G.W.. Ele está apresentando consideráveis dificuldades respiratórias por conta, por exemplo, do aumento exacerbado do fluxo pulmonar. Assim, o médico, ao analisar a sua história clínica, o resultado de exames laboratoriais e do eletrocardiograma confirmou que R.G.W. dota de importante insuficiência cardíaca congestiva (ICC), desfecho comum de muitas formas de doença cardíaca e normalmente uma condição progressiva com prognóstico ruim. Foto ilustrando a pessoa do caso

Como ocorre a insuficiência cardíaca Quando ela ocorre? congestiva? Mecanismo compensatório Alterações na estrutura do miocárdio Sem insuficiência Com insuficiência Hipertrofia fisiológica X Hipertrofia patológica Os cardiomiócitos são capazes de se proliferar?

E quais suas consequências? O que é ICC esquerda? O que é ICC direita? Ar nos alvéolos 1 Como a ICC se relaciona com o edema de pulmão? Líquido nos alvéolos 2

Como ocorre o edema agudo de pulmão? Incapacidade do coração em bombear o sangue necessário Hipertrofia ou dilatação do miocárdio Disfunção cardíaca Edema pulmonar Aumento da pressão hidrostática Insuficiência cardíaca esquerda Edema agudo de pulmão Caracterizado por líquido edematoso nos espaços alveolares Prejuízo da função respiratória normal

Como se organiza o músculo estriado? 1 Músculo 2 Fascículo (feixe muscular) 3 Fibra muscular 5 Sarcômero Epimísio 4 Miofibrila Perimísio Endomísio 6 Miofilamentos

Qual a estrutura representada? Sarcômero Banda A Banda H Semi-banda I Linha Z Linha M Semi-banda I Actina Miosina Todas as bandas mudam de comprimento no processo de contração? Confira no seu GCMapa!

Onde se localizam as estruturas apontadas pelas setas? Túbulos T Esquelético Cardíaco Entre as bandas A e I Linha Z

Qual tipo de músculo representado? Como é possível identificá-lo? 1 Miofibrilas Localizado entre a banda A e a banda I 2 Túbulo T 3 2 Cisternas terminais *Tríade 4 Mitocôndrias *Predominância Músculo estriado esquelético

Como se dá a contração muscular? Quais as proteínas envolvidas? Troponina TnC TnI Miosina TnT Tropomiosina Actina *Proteólise Meromiosina* leve Meromiosina* pesada

Quais são as etapas da contração muscular? Chegada do impulso nervoso Despolarização do retículo sarcoplasmático Liberação de íons cálcio Interação entre actina e miosina Exposição do local de ligação entre actina e miosina Cálcio + TnC = alterações conformacionais A hidrólise do ATP libera ADP, Pi e energia Aumento na curvatura da miosina Deslizamento entre os miofilamentos De onde advém o cálcio na contração do músculo cardíaco?

O que permite a contração independente de átrios e ventrículos? Esqueleto Fibroso Isolamento elétrico Controla a permeabilidade dos óstios das valvas Fixação do miocárdio e das válvulas das valvas

Qual o movimento cardíaco? Quais as estruturas apresentadas? Válvula semilunar pulmonar anterior 1 3 Válvula semilunar pulmonar D Válvula semilunar pulmonar E Válvula semilunar aórtica E 2 5 4 6 Válvula semilunar aórtica D Válvula semilunar aórtica posterior Anel fibroso E 8 7 Anel fibroso D Diástole 9 Trígono fibroso D

Qual o movimento cardíaco? Quais as estruturas apresentadas? Trígono fibroso esquerdo 7 1 Parte membranácea do septo IV 2 Cúspide anterior Cúspide anterior 6 3 Cúspide septal Cúspide posterior 5 Sístole 4 Cúspide posterior

Calma! Vocês ainda não se livraram de mim... #PARTIUPERÍCIA

Quais são as estruturas indicadas pelas setas? Forame oval 1 4 Ducto arterial Ducto venoso 2 Veia umbilical 3 5 Artéria umbilical E

Você consegue identificar as estruturas indicadas? Artéria carótida comum D 1 3 Veia jugular interna E 2 Veias braquiocefálicas D e E 4 Veia subclávia E 5 Aorta ascendente

Você consegue identificar as estruturas indicadas? Veias hepáticas 1 2 Tronco celíaco Veia renal D 8 3 Artéria mesentérica superior Artéria mesentérica inferior Artéria Ilíaca interna D 6 4 9 7 Aorta abdominal 5 Artéria ilíaca comum E Artéria sacral mediana

Você consegue identificar as estruturas indicadas? Veia cava superior 1 10 Aorta ascendente Fossa oval 2 9 Aurícula direita Óstio da veia cava inferior 3 Óstio do seio coronário 4 8 Trabécula septomarginal/banda moderadora Cordas tendíneas 5 7 Ápice do coração 6 Músculo papilar anterior

Quais são as estruturas apontadas pelas setas? 3 Ligamento arterial Sulco terminal 1 4 Valva do tronco pulmonar Valva atrioventricular direita (tricúspide) 2 5 Septo interventricular 6 Músculo papilar posterior

Você consegue nomear as estruturas indicadas? Valva semilunar pulmonar 1 Valva atrioventricular esquerda 2 3 Valva semilunar aórtica 4 Valva atrioventricular direita

Qual o exame apresentado e quais estruturas apontadas pelas setas? Ressonância magnética Tronco pulmonar 1 4 Aorta ascendente Átrio esquerdo 2 Veia cava inferior 3 5 Aorta abdominal

Visitem nosso site: www.gcm181.wordpress.com Até a próxima quinta, filhotes!

Referências Bibliográficas Histologia JUNQUEIRA, L.C.U. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. 12ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. ROSS, M.H. WOJCIECH, P. Histologia. Texto e Atlas. 6ª edição. Editora: Guanabara Koogan (Grupo GEN), 2012. R.J. Palacio. Extraordinário. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012

Referências Bibliográficas Descritiva MOORE K.L., PERSAUD T.V.N. Embriologia Clínica. 9ª Edicão. Elsevier, 2013. MOORE K.L. Anatomia Orientada Para Clínica, 7ª edição, 2014. GRAY, H. Anatomia: A Base Anatômica Da Prática Clínica, 40ª edição, 2010. NETTER, F.H. Atlas de Anatomia Humana. 6ª edição, 2014.

Referências Bibliográficas Aplicada Robbins,Vinay Kumar... [et al] Patologia Básica, 9ª edição, Rio de Janeiro : Elsevier, 2013. MOORE K.L., PERSAUD T.V.N. Embriologia Clínica. 9ª Edicão. Elsevier, 2013. Artigo sobre Cardiopatias congênitas: Disponível em http://www.uff.br/cursodesemiologia/images/stories/upload s/semio_cardiovascular/aulas/aula9_congenitas.pdf. Artigos sobre a correção cirúrgica da Tetralogia de Fallot: Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rbccv/v15n2/a07v15n2.pdf.

Banco de Imagens Imagem do bebê ilustrando a circulação fetal: NETTER, F.H. Atlas de Anatomia Humana. 6ª edição, 2014. Imagem dos shunts da circulação fetal: Disponível em http://scontent.cdninstagram.com/t51.28855/s480x480/e35/17333954_96757131 0045981_8260493403347746816_n.jpg?, acesso em dezembro, 2017. Imagem dos defeitos da Tetralogia de Fallot: Robbins,Vinay Kumar... [et al] Patologia Básica, 9ª edição, Rio de Janeiro : Elsevier, 2013. Imagem do bebê cianótico: Disponível em http://medifoco.com.br/wpcontent/uploads/2012/08/cianose.jpg, acesso em dezembro, 2017. Imagem da policitemia: Disponível em http://3.bp.blogspot.com/-qj4l6b40z1s/uexrmzplzi/aaaaaaaaieq/k4xl49n1daw/s1600/efectos+niveles+altos+de+testo sterona+hipoxia+tisular.jpg, acesso em dezembro, 2017. Imagem da gota: Disponível em https://iconicons.com/icons2/567/png/512/drop_icon-icons.com_54400.png, acesso em dezembro, 2017. Imagem do coração em bota: Disponível em https://www.google.com.br/search?q=coracao+em+bota&rlz=1c1opra_enbr581 BR581&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ah, acesso em dezembro, 2017.

Banco de Imagens Imagem da cirurgia paliativa para Tetralogia de Fallot: Disponível em https://i1.wp.com/naqib.net/wp-content/uploads/2008/05/btshunt.jpg, acesso em dezembro, 2017. Imagem da cirugia paliativa modificada: Disponível em http://images.slideplayer.com.br/1/334642/slides/slide_8.jpg, acesso em dezembro, 2017. Imagem da cirurgia definitiva para Tetralogia de Fallot: Disponível em http://images.slideplayer.com.br/12/3680624/slides/slide_35.jpg, acesso em dezembro, 2017. Imagens dos shunts de esquerda para direita: Disponíveis em http://brunorocha.com.br/portal/, acesso em dezembro, 2017. Imagem dos shunts da circulação fetal: GRAY, H. Anatomia: A Base Anatômica Da Prática Clínica, 40ª edição, 2010. Imagens da valva com estenose: Disponível em https://i1.wp.com/sopronocoracao.com/wp-ntent/uploads/2000/11/estenoseaortica-5.png, acesso em dezembro, 2017. Imagens da valva com e sem insuficiência: Disponível em http://www.drdiegogaia.com.br/images/tratamentos/insuficienciamitral/insuficiencia-mitral-3.jpg, acesso em dezembro, 2017.

Banco de Imagens Imagens das camadas do coração: Disponíveis em http://www.icb.usp.br/mol/0funci omol.html, acesso em dezembro, 2017. Seis imagens sobre camadas internas do coração e aparelho valvar: NETTER, F.H. Atlas de Anatomia Humana. 6ª edição, 2014. Imagem das valvas abertas e fechadas: Disponível emhttps://www.google.com.br/url?, Acesso em dezembro, 2017. Vídeo das valvas: Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=h3ayrbxa0ds, acesso em dezembro, 2017. Coração com X sem insuficiência: Disponível em http://4.bp.blogspot.com/puoyvigc rigi/aaaaaaaaamq/j_qffuryeq E/s1600/insuficiencia%2 Bcardiaca%2Bserio.jpg, acesso em dezembro, 2017. Hipertrofia do VE: Disponível em https://i1.wp.com/www.angomed.com/wp-content uploads/2015/04/hipertrogia-do-ve.jpg, acesso em dezembro, 2017. Edema agudo de pulmão: Disponível em https://www.mdsaude.com/wp-content/uplo ads/edema-pulmonar2.jpg, acesso em dezembro, 2017. Imagem da organização do músculo estriado: Disponível em https://sites.google.com/ site/anatomiafisioterapia/_/rsrc/14727s/introducao-sistema-muscular/x1.png?height= 244&width=400, acesso em dezembro, 2017.

Banco de Imagens Imagem do sarcomêro ilustrado: Disponível em http://4.bp.blogspot.comnu5frqgykey/udidhwvzmfi/aaaaaaaabss/iameiqrsuxw/s410 /contracao-muscular.jpg, acesso em dezembro, 2017. Todas as imagens seguintes de histologia: JUNQUEIRA, L.C.U. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. 12ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. Imagem do esqueleto fibroso com o Shrek: JUNQUEIRA, L.C.U. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. 12ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. Imagens seguintes do esqueleto fibroso: NETTER, F.H. Atlas de Anatomia Humana. 6ª edição, 2014. Todas as imagens da Perícia: ROHEN, Yolochi. Anatomia Humana: Atlas Fotográfico de Anatomia Sisteêmica e Regionaç. 8ª edição. Manole, 2016.