INTERNAÇÃO PEDIÁTRICA

Documentos relacionados
SERVIÇO DE PSICOLOGIA

SERVIÇO DE ATENÇÃO AO PORTADOR DE OBESIDADE GRAVE

UNIDADES DE INTERNAÇÃO CIRÚRGICA I E II

Procedimento Operacional Padrão (POP) SERVIÇO DE PSICOLOGIA CIRURGIA VASCULAR

PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO

SERVIÇO DE PSICOLOGIA

Psicopedagogia: Teoria e Prática. Elizabeth Araújo Barbosa Enfermeira, Pedagoga e Psicopedagogia

Psicodiagnóstico Institucional e Projeto de Intervenção

Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés

A Criança Hospitalizada

2. Nome do(s) supervisor(es): PROFA. DRA. SONIA REGINA PASIAN. Psicóloga MARIA PAULA FOSS

Universidade Federal Fluminense Faculdade de Medicina Planejamento e Gerência em Saúde II Estudo de Caso Serviço de Emergência ProntoBaby

ESTÁGIO: AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA I. CARACTERÍSTICAS GERAIS DO ESTÁGIO: 1. Estágio através do CPA ( X ) ou disciplina-estágio ( )

Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH. Prevenção de Quedas do Paciente no Ambulatório de Quimioterapia.

(a) Metropolitana Garanhuns TOTAIS QUANTITATIVO DE VAGAS FUNÇÃO. Metropolitana Garanhuns TOTAIS

QUADRO DE VAGAS 2017/2 ESTÁGIO CURRICULAR PSICOLOGIA

ESTÁGIO: PSICOLOGIA HOSPITALAR: INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA EM UMA UNIDADE DE TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Educação e Pesquisa em Enfermagem: Administrativo Título

FARTEC-FACULDADE REGIONAL TECMED LTDA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE APOIO AO DISCENTE - NAD. Atendimento Psicopedagógico Faculdade de Tecnologia TECMED

TREVISAN ESCOLA SUPERIOR DE NEGÓCIOS REGULAMENTO. Núcleo de Apoio Psicopedagógico - NAP

REVISAR PRONTUÁRIOS HISTÓRICO DE REVISÕES. Elaborado por: Denize Flores. Próxima revisão: após 1 ano da ultima aprovação

QUADRO DE VAGAS 2018/1 ESTÁGIO CURRICULAR PSICOLOGIA

O retrato sobre uma brinquedoteca hospitalar utilizando diário de campo de acadêmicos de Psicologia

PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAÍRA SP PROCESSO SELETIVO EDITAL 001/2017

Coordenador Geral dos Programas de Residência Médica. Coordenadora da COREME. Coordenador do Programa de Pediatria

A COMUNICAÇÃO ENTRE ENFERMEIRO E O BINÔMIO CRIANÇA/FAMÍLIA NA INTERNAÇÃO PEDIÁTRICA 1

Coordenação de Psicologia

ATENÇÃO AOS REQUISITOS!!!

SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS. Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE FARMÁCIA PLANO DE ENSINO

RESSIGNIFICAR: PSICOLOGIA E ONCOLOGIA 1. Jacson Fantinelli Dos Santos 2, Flávia Flach 3.

Silvia Maria Bonassi Psicóloga. Área: Psicologia e Saúde - Psicodiagnóstico Tema: Psicoterapias de orientação analítica

LEI COMPLEMENTAR N 020/2013. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e, eu Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei Complementar:

A ARTE E O BRINCAR: ATENÇÃO PSICOSSOCIAL A CRIANÇAS E ADOSLESCENTES INTERNOS NA PEDIATRIA DO H.U.L.W - RELATO DE EXPERIÊNCIA. Programa de FLUEX 2015

Atuação do Psicólogo na Radioterapia. Psicóloga: Alyne Lopes Braghetto

PRÁTICA NA ENFERMARIA PEDIÁTRICA: UM COLORIDO NA CLÍNICA WINNICOTTIANA

XVII ENCONTRO de PSICOPEDAGOGIA do CEARÁ

Portaria nº 2.874/00

Marcos S. Lapa Médico Geriatra II SIMPÓSIO GESEN. Londrina, 15 de setembro 2012

ANEXO I ATRIBUIÇÕES DAS EQUIPES DE REFERÊNCIA EM SAÚDE E RESPONSABILIDADES SETORIAIS INTERFEDERATIVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. MATERNIDADE ESCOLA DA UFRJ Divisão de Enfermagem PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP N 19

PROJETO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO AO UNIVERSITÁRIO

SAÚDE MENTAL NO SUS E OS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL

Política de Avaliação Fisioterapêutica dos Pacientes e Continuidade do Cuidado NORMA Nº 001

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS

1 Manual do atendimento psicopedagógico

ANEXO 1- REGULAMENTO DA BRINQUEDOTECA

RAPS. Saúde Mental 26/08/2016. Prof.: Beto Cruz PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011(*)

A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSISTÊNCIA DOMICILIAR

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: Auxiliar de Enfermagem

PORTARIA D.IBB Nº 76/2007, de 06 de agosto de 2007

A PRÁTICA DO ASSISTENTE SOCIAL NA SAÚDE MENTAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA INTERVENÇÃO PROFISSIONAL NO HOSPITAL DE EMERGÊNCIA PSIQUIÁTRICA.

PEDAGOGIA HOSPITALAR E SUA CONTRIBUIÇÃO COM A QUALIDADE DE VIDA

EMOÇÕES, AFETIVIDADE E FORMAÇÃO DO VÍNCULO: O BRINCAR COMO INSTRUMENTO TERAPÊUTICO

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social

Cuidado. Crack, é possível vencer Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários

MORAR EM CASA 1. IDENTIFICAÇÃO

INSTITUTO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS VALE DO PARANAPANEMA LTDA CNPJ: / FACULDADES INTEGRADAS DE TAGUAÍ

PSICOLOGIA. Conheça mais sobre o curso

PORTARIA Nº 1.663, DE 6 DE AGOSTO DE 2012

O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ATRAVÉS DO ATENDIMENTO PEDAGÓGICO EM CONTEXTO HOSPITALAR: A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EM AÇÃO

A IMPORTÂNCIA DA INTERVENÇÃO LÚDICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA EM PEDIATRIA

GERENCIAMENTO da Atenção Domiciliar P.G.A.D.

ORIENTADOR(ES): LIGIANE RAIMUNDO GOMES, SIMONE PENTEADO SILVA DE JESUS

A CRIANÇA HOSPITALIZADA

A C A M V I. Processo Seletivo para Política Municipal de Saúde Mental, do Município de Viamão RS EDITAL 001/2011

RELATO DE EXPERIÊNCIA AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: A EXPERIÊNCIA DO

Nome do Programa Programa de Complementação Especializada em Cardiologia Pediátrica. Titulação Professor Titular Disciplina de Cardiologia - FMUSP

Planificação de Actividades do Serviço de Psicologia e Orientação Ano Lectivo 2011/2012

Política Nacional de Saúde Mental

ATENÇÃO AOS REQUISITOS!!!

ATENÇÃO AOS REQUISITOS!!!

SUPORTE TÉCNICO. Processo de implantação e atendimento do Suporte Técnico

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Mecanismos de Identificação do Paciente.

Patricia Santiago Carvalho Grasiela Scavassa Costa Suelen Catarino Sampaio

O planejamento estratégico configura-se em ações que foram construídas com base nos objetivos consolidados na Lei nº

Regulamento do Programa Mais Vida. Aprovado pelo Conselho Deliberativo na 95ª Reunião de 29/09/2017.

Europass curriculum vitae

Oficina 5: Os desafios para sustentabilidade da RAPS - Rede de Atenção Psicossocial

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA - LAP CAPÍTULO I DO OBJETO

REGULAMENTO DA BRINQUEDOTECA - CURSO DE PEDAGOGIA

EQUIPE ATENA. 01 Edson Eckel Área de formação: Psicólogo - CBO: CRP 12/08616 CPF Data de Nascimento: 17/05/1971

ATENÇÃO AOS REQUISITOS!!!

ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO HOSPITALAR NO TRATAMENTO DE CRIANÇAS COM CÂNCER: uma revisão bibliográfica.

LEIA. Instale as seguintes fonts grátis: Roboto 2014: 2014?q%5Bterm%5D=roboto&q%5Bsearch_check%5D=Y

A Informatização da Auditoria Concorrente Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo

O atendimento psicopedagógico no Hospital das Clínicas São Paulo

Módulo 1 / Semestre 1 Carga horária total: 390ch Unidade Curricular. Semestral

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social

CFM informa sobre os direitos dos pacientes no SUS.

Transcrição:

Procedimento Operacional Padrão (POP) SERVIÇO DE PSICOLOGIA POP nº 10 PSI/HU Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina INTERNAÇÃO PEDIÁTRICA Versão: 01 Próxima Revisão: Agosto/2016 Elaborado por: Psic. Andrezza Franzoni Alexandre (CRP 12/09020) Data da Criação: julho 2014 Revisado por: Psic. Juliana Macchiaverni (CRP 12/ 08929) Data de Revisão: 21/08/2015 Aprovado por: Psic. Zaira Custódio (CRP 12/0592) Data de Aprovação: 21/08/2015 Local de guarda do documento: Rede/obelix/POP. Pasta (em papel) e computador (arquivo no formato Word) localizados na Sala do Serviço de Psicologia da Pediatria no 2º andar. Prontuário eletrônico da instituição. Responsável pelo POP e pela atualização: Psic. Juliana Macchiaverni (CRP 12/ 08929) Objetivo: Este POP nº 10-PSI/HU tem como objetivo descrever acerca das atividades realizadas junto aos pacientes e familiares da Internação Pediátrica. Setor: Unidade de Internação Pediátrica Agente(s): Psicólogos, Residentes, Estagiários Supervisionados ETAPAS DO PROCEDIMENTO 1. Normatização O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, conforme Resolução N 41/1995 de 13 de outubro de 1995, aprovou na íntegra o texto oriundo da Sociedade Brasileira de Pediatria, relativo aos Direitos da Criança e do Adolescente hospitalizados. Destaca-se aqui os seguintes: - Direito a ter conhecimento adequado de sua enfermidade, dos cuidados terapêuticos e diagnósticos a serem utilizados, do prognóstico, respeitando a sua fase cognitiva, além de receber amparo psicológico quando se fizer necessário; - Direito a desfrutar de alguma forma de recreação, programa de educação para a saúde, acompanhamento do currículo escolar, durante sua permanência hospitalar. Além disso, segundo a lei nº 11.104, de 21/03/2005, as unidades de saúde que ofereçam atendimento pediátrico em regime de internação estão na obrigatoriedade de instalar de brinquedotecas. Ao longo de toda a história da Pediatria do HU até o atual momento, o Serviço de Psicologia é o responsável por coordenar as atividades de recreação e aquelas pertinentes a brinquedoteca hospitalar.

2. Descrição das atividades 2.1. Levantamento de informações sobre o paciente Objetivo: obter informações referentes ao paciente para identificar demanda e/ou subsidiar o acompanhamento psicológico. Processo: psicólogo acompanha a passagem de plantão, realiza leitura de prontuário e/ou livro de ocorrências da unidade, realiza troca de informações com os membros da equipe. Local: espaço físico da unidade. Frequência: diariamente. 2.2. Triagem Psicológica Objetivo: avaliação do estado mental do paciente; apresentação e disponibilização do Serviço de Psicologia, acolhimento e identificação de demandas para atendimento; levantamento do histórico de saúde mental; identificação do grau de informação/compreensão acerca do diagnóstico/tratamento/prognóstico; expectativas com relação à evolução da doença, fantasias, crenças e ilusões; identificar a dinâmica pessoal e relacional; características de personalidade, recursos de enfrentamento e rede de apoio social e familiar; conhecimento do impacto e condições de reorganização familiar face o adoecimento/tratamento; oferecer suporte às angústias e ansiedades inerentes ao processo de adoecimento/hospitalização; avaliar a relação com a equipe de saúde, interação com os médicos, procedimentos e tratamentos realizados; checagem do desejo e motivação para seguimento psicológico, se necessário. Processo: o atendimento psicológico ocorre a partir da demanda espontânea do pacientes e familiares, da solicitação da equipe de saúde, ou por identificação da necessidade de atendimento pelo profissional do Serviço de Psicologia. Local: na beira do leito, sala do Serviço de Psicologia, consultório da unidade e espaço de convivência, ou em outros locais a depender das condições do momento e situação em que se encontra o paciente. Frequência: a depender da demanda.

2.4. Atendimentos Psicológicos Objetivo: monitorar a condição emocional do paciente e familiares; aprofundar questões e reflexões acerca do processo de adoecimento e as possibilidades de crescimento pessoal e familiar; dar suporte emocional ao paciente e família durante todo o processo de adoecimento, tratamento e resolução (cura, recidiva ou morte); minimizar sofrimentos e impactos negativos da doença e tratamento em sua vida social, laboral, familiar e relacional; acompanhar diagnóstico precoce de quadros psicopatológicos (reativos ou de base); promover qualidade de vida e reforçar recursos saudáveis de enfrentamento; promover saúde mental aos envolvidos, como forma de potencializar as possibilidades de recuperação e/ou cura; facilitar enfrentamento do processo de luto, evitando evolução para lutos complicados orientar rituais de despedidas; estimular a expressão de sentimentos e estados emocionais do paciente/família; mediar e estimular comunicação com a equipe. Processo: o atendimento psicológico ocorrerá a partir da demanda identificada na Triagem Psicológica. Local: os pacientes são atendidos geralmente no leito e os acompanhantes no espaço de convivência ou em outros locais a depender das condições do momento e situação em que se encontram. Frequência: a depender da avaliação do profissional (podem ser diárias ou não). 2.5. Articulação com a rede de saúde e intersetorial Objetivo: realizar contato com a equipe da rede de atenção de saúde e outros setores para obter informações sobre o paciente; verificar dispositivos e recursos existentes; articular junto a rede para seguimento da assistência. Processo: o profissional avalia necessidade de articulação e elege o serviço mais adequado a demanda; realiza os contatos (telefônico, por escrito, pessoal); elabora documentos, quando necessário; orienta paciente/família conforme cada caso. Frequência: quando necessário.

2.6. Registro em prontuário Objetivo: registrar informações do paciente/família relevantes ao conhecimento da equipe e registrar informações sigilosas de acesso restrito aos profissionais do Serviço de Psicologia. Processo: o profissional realiza o registro do histórico e evolução do paciente no Sistema de Administração Hospitalar/HU com informações pertinentes ao conhecimento das equipes de saúde. Imprime, assina e carimba o registro e anexa ao prontuário físico. Elabora registro restrito com anotações sobre os atendimentos, informações relevantes e sigilosas para o acompanhamento disponível apenas para o Serviço de Psicologia. Local: sala do Serviço de Psicologia e Unidade. Frequência: diariamente. 2.7. Grupo de apoio aos acompanhantes Objetivos: oferecer espaço protegido para o compartilhamento de angústias, dúvidas, preocupações, sentimentos, assim como estratégias de enfrentamento para o processo de adoecimento e hospitalização da criança/adolescente acompanhado; dar suporte emocional aos participantes; orientar, quando possível em conjunto com profissional de outras áreas, sobre cuidados de educação, saúde, alimentação e/ou benefícios sociais, conforme necessidade. Processo: antes do horário agendado, o profissional passa na beira do leito convidando os acompanhantes a participarem da atividade. Local: Brinquedoteca (Unidade de Internação Pediátrica). Frequência: semanal 2.8. Brinquedoteca Hospitalar Objetivos: Oferecer atendimento através da brincadeira visando o bem estar físico e emocional de crianças e adolescentes internados; minimizar estados emocionais negativos advindos da doença e processo de hospitalização; promover e proteger o

processo de desenvolvimento da criança e do adolescente hospitalizado; estimular a interação lúdica dos pais e demais cuidadores com as crianças. Processo: os acadêmicos/bolsistas (brinquedistas) convidam os pacientes e seus acompanhantes a participarem da programação de atividades da brinquedoteca: exibição de filmes de animação, contação de histórias, brincadeiras musicais, entre outras atividades; disponibilizam brinquedos para uso na própria brinquedoteca e/ou no leito; organizam e higienizam os brinquedos; organizam e garantem (com o auxílio dos agentes de serviços gerais) a higiene da sala destinada a brinquedoteca. Local: Brinquedoteca e Unidade de Internação Pediátrica. Frequência: de segunda a sexta (exceto feriados) das 13h às 17h30. Terças e quintas das 8h ás 11hs. 2.9. Reuniões de intercâmbio Objetivos: promover a interação da equipe multiprofissional e a discussão de questões referentes à assistência prestada aos usuários do serviço; definir planos de ação para o atendimento. Processo: encontro aberto aos profissionais e alunos de diferentes áreas que estejam atuando na Unidade de Internação Pediátrica. Local: Sala de reunião da Unidade de Internação Pediátrica Frequência: Semanal