Helibras diversifica aumentar receita para Indústria sediada em Itajubá, Sul de Minas, aposta no segmento de serviços, como manutenção e suporte Por Leonardo Francia A Helicópteros do Brasil (Helibras), com planta em Itajubá, no Sul de Minas, vem intensificando os negócios no segmento de serviços, como manutenção e suporte a clientes. Além disso, a empresa está otimista com as vendas para a aviação civil executiva e com o mercado de óleo & gás offshore nacional, que passou alguns anos estagnado, já que seu principal player, a Petrobras, esteve envolvida em escândalos de corrupção e corte de investimentos. Desde o ano passado, a Helibras adotou como estratégia para
gerar mais receita a ampliação da sua atuação no segmento de serviços. Neste período, a empresa criou linhas de serviço com diferentes opções, como controle de gastos, manutenção, reparo ou troca de peças. Outra ação nesta área foi a criação de uma plataforma de atendimento on-line, onde o cliente pode fazer um pedido e acompanhar o status dele até a entrega. Estamos seguindo a estratégia traçada para 2017. Trouxemos diversas novidades na área de Suporte & Serviços, resultado do investimento de anos para reforçar e expandir nossa atuação neste segmento. Para este ano, queremos dar continuidade ao trabalho que vem sendo feito, resumiu, sem revelar números, o vice-presidente de Negócios e Serviços da Helibras, Dominique Andreani. Em relação ao mercado de óleo e gás offshore nacional, o vicepresidente da empresa afirmou que o olhar é de otimismo para 2018. Andreani revelou que, recentemente, a Helibras conquistou a certificação do modelo H175 pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e já está apta a operar essa aeronave
no País. O modelo foi desenvolvido para o mercado de óleo e gás, disse. Outro mercado importante para a Helibras é a aviação executiva no Brasil, que, segundo Andreani, já dá sinais positivos. Já vimos uma melhora em comparação aos dois anos anteriores. Mesmo com o cenário econômico e político ainda instável no País, tivemos um aumento sensível nas vendas e acreditamos que as perspectivas serão ainda melhores em 2018, frisou. O mercado de aviação civil é tão importante para a Helibras, que a empresa lançou, em 2017, a Airbus Corporate Helicopters (ACH), uma nova marca criada para atender somente o segmento. A ACH oferece consultoria em design, customização de interior, além de serviços de manutenção. Como subsidiária da divisão de helicópteros do grupo Airbus e única da América Latina com capacidade industrial, a produção da Helibras em Itajubá é destinada ao mercado interno e aos países da América do Sul, uma vez que o fornecimento de aeronaves no mercado global já é feito pela Airbus Helicopters. Atualmente trabalhamos para tornar a empresa um hub de manutenção Andreani. Segmento militar e modernização na região, reformou
Atualmente, a planta de Itajubá conta com 540 funcionários e sua produção está voltada para a fabricação do modelo militar H-XBR para as Forças Armadas Brasileiras e na modernização dos modelos Pantera e Fennec, além de atender também o mercado civil nacional. O contrato com o Ministério da Defesa foi assinado em 2008 e prevê o fornecimento de 50 modelos para as Forças Armadas, em um negócio da ordem de 1,8 bilhão de euros e resultado de acordo entre os governos do Brasil e da França. Para a fabricação dos modelos, a planta de Itajubá recebeu R$ 420 milhões em investimentos. Até o momento, a Helibras informou que já foram entregues 30 unidades. Os 20 helicópteros restantes serão entregues até 2022, com uma média de quatro aeronaves por ano.
Os programas militares desenvolvidos pela Helibras representaram um salto qualitativo para o País e deram à Helibras uma vantagem competitiva, ampliando seu papel para a indústria nacional de defesa e pelo alto nível de transferência de tecnologia. Como único fabricante de helicópteros no Brasil, temos um forte comprometimento com o País e com Minas Gerais, acrescentou. FONTE: Jornal Diário do Comércio FOTOS: Ilustrativas
Lockheed Martin conclui aquisição da Sikorsky Por Guilherme Wiltgen Lockheed Martin concluiu a aquisição da Sikorsky Aircraft, uma das maiores fabricantes de helicópteros do mundo no segmento militar e comercial, e que agora passa a se chamar Sikorsky, a Lockheed Martin company. Marillyn Hewson, Presidente e CEO da LM disse que a empresa está orgulhosa em receber a equipe de Sikorsky na Lockheed Martin, ambas vão compartilhar um legado de inovação e desempenho que moldou a história da aviação há mais de um século. Juntos, estamos ainda melhor posicionada para oferecer o melhor para nossos clientes, funcionários e acionistas.
Para ser presidente da Sikorsky, a Lockheed Martin company, foi escolhido Daniel C. Schultz, um ex-piloto de helicóptero do USMC, que liderou os esforços de integração das duas empresas e possui 20 anos de experiência no segmento de asa rotativa. Segundo Hewson, Ele traz uma riqueza de experiência de liderança e uma profunda compreensão da nossa base de clientes internacionais. Estou confiante de que ele é a pessoa certa para liderar a Sikorsky neste momento crucial. A Sikorsky manterá sua sede em Stratford, em Connecticut. Emprega cerca de 15.000 funcionários em 11 países e seus helicópteros são usados por todos os cinco ramos das forças armadas dos EUA. No Brasil
As três Forças empregam hoje aeronaves da família Hawk, a Marinha com o S-70B Seahawk (SH-16), o Exército com o S-70A Black Hawk (HM-2) e a Força Aérea com o UH-60L Black Hawk (H-60L), além dos operadores civis, que utilizam o S-76 e o S-92 em operações offshore.
H175 atinge 1.000 horas de voo em operações offshore
O H175 foi destaque no Brasil e em todos os países por onde realizou sua turnê de demonstração pela potência e capacidade apresentadas. Já em operação, na Europa, o helicóptero também mostrou excelente desempenho e completou, no último mês, 1.000 horas de voo pelo Grupo NHV, operador do segmento Oil & Gas. O marco foi atingido com os dois H175s que entraram em operação dezembro passado, comprovando as capacidades e a confiabilidade do super médio em operações altamente exigentes, especialmente o transporte de tripulações e suprimentos para o mercado offshore e plataformas de óleo e gás a principal missão para a qual foi projetado. Desde então, foram mais de 750 voos e aproximadamente 11.000 passageiros, em diversas vezes realizados em condições climáticas desafiadoras, no Mar do Norte, e voos sem escala para distâncias de 175 NM com passageiros e carga. A alta confiabilidade do H175 está permitindo ao operador atender a exigente programação de voo no Mar do Norte, reforçando assim o alto nível de maturidade da aeronave, bem como a adequação dos serviços associados prestados pela Airbus
Helicopters. As duas primeiras inspeções regulares de manutenção de 400 horas validaram a facilidade de manutenção nas aeronaves. O H175 está estabelecendo novos padrões na categoria de helicóptero super médio, com excelentes avaliações recebidas de pilotos e das equipes de manutenção da NHV, juntamente com os passageiros dos voos, disse o presidente da Airbus Helicopters Guillaume Faury. Alcançar este marco com a NHV destaca nosso forte compromisso com a satisfação do cliente, fornecendo um apoio eficaz para garantir uma alta disponibilidade dos nossos helicópteros. Os primeiros H175 da NHV voam a partir das bases de Den Helder, no norte da Holanda. A companhia pretende ainda aumentar a sua frota para 16 destes helicópteros de nova geração. Como parte do compromisso da Airbus Helicopters para a eficaz entrada em serviço do H175, a fabricante tem destacado tripulações técnicas apoiadas pelos especialistas da empresa, para oferecer suporte e serviços, bem como capacidades de formação para a equipe do cliente.
Estamos muito satisfeitos com os H175s, acrescentou Eric Van Hal, o CEO do Grupo NHV. Nossos pilotos apreciam suas excelentes características, além da velocidade e alcance; enquanto os passageiros estão impressionados com o conforto da cabine, voo estável e baixos níveis de ruído. Os H175s complementaram a frota de helicópteros do Grupo NHV que também inclui EC145s, AS365N3 Dauphins, H155s, AS332 Super Puma L2 e H225s. DIVULGAÇÃO: Convergência Comunicação Estratégica Airbus H175 Brazil Demo Tour Por Luiz Padilha
A Airbus Helicopters dando sequência ao Brazil Demo Tour, após apresentar o H145 ao mercado civil e militar, trouxe seu mais novo helicóptero, o H175, ao aeroporto de Jacarepaguá, Rio de Janeiro, para realizar alguns voos com clientes e pilotos da aviação executiva e de offshore. O DAN foi convidado a participar de um desses voos, e prontamente aceitou o convite, pois, quando estivemos na fábrica da Airbus Helicopters em Marignane, França, só havia um EC175 (na época o protótipo tinha essa nomenclatura) voando, não sendo possível para nós, naquela oportunidade, conferir a qualidade e o desempenho da aeronave. Por esta razão, vamos colocar abaixo algumas imagens inéditas da linha de montagem do H175, pois quando a visitamos, nenhum helicóptero ainda havia sido entregue aos clientes. Linha de montagem do H175 em Marignane-França Certamente, a aeronave que o DAN teve a oportunidade de voar ontem, estava entre as que vimos durante nossa visita, pois
trata-se da aeronave S/N 5003. Essa aeronave possui algumas partes da carenagem construídas na China, otimizando assim o tempo de fabricação de cada aeronave na linha de montagem.
Mas vamos voltar ao H175 que veio ao Brasil. Antes do nosso voo, fomos gentilmente recebidos por representantes da Helibras que assessorava a equipe da Airbus nesta oportunidade. O Sr. François De Bray, especialista do H175 na equipe de Marketing da Airbus Helicopters, fez uma apresentação sobre as características da aeronave para os jornalistas presentes nas dependências da Lider no aeroporto de Jacarepaguá, a qual iremos abordar no próximo artigo. O H175 em que voamos, estava configurado para 15 passageiros e com autonomia para até 4 horas de voo. O que é um dado excelente para a utilização pelas empresas que operam offshore no Brasil.
Como pode ser visto na foto de seu interior, a aeronave possui abafadores para os passageiros, mas apenas um ou outro jornalista que participou do voo utilizou, pois a aeronave é bem silenciosa. Atrás de cada poltrona, existe um safety card, como todas as orientações para uma evacuação de emergência. Esta aeronave surpreende por sua tecnologia e capacidades, podendo levar até 18 passageiros com conforto em sua cabine refrigerada por um ar condicionado excelente. E a julgar pelo feedback que tivemos com alguns pilotos que fizeram o voo seguinte, a aeronave tem grande potencial para operar na área do pré-sal pelas empresas que operam off-shore no Brasil.
Assista ao vídeo do pouso no aeroporto de Jacarepaguá-RJ Airbus Helicopters entregou os dois primeiros EC175 que vão operar no Mar do Norte Por Guilherme Wiltgen A Airbus Helicopters (AH) entregou as duas primeiras unidades, das 16 encomendadas, do EC175 para a companhia NHV Group, que irá operar as aeronaves em missões de petróleo e gás no Mar do
Norte. A Airbus Helicopters vai entregar mais quatro unidades do EC175 à NHV em 2015, que serão empregados também para realizar SAR. Segundo informações da AH, uma unidade do EC175 deverá vir ao Brasil neste ano para demonstração aos operadores do mercado latino-americano. BHS inaugura novo hangar em Cabo Frio Nova instalação representa um investimento de R$ 40 milhões em base de grande importância estratégica. A simplificação da operação oferece suporte aos clientes na Bacia de Campos e na área do Pré-sal. Ferramentas de primeiro mundo em sistemas, processo de melhoria da segurança, capacidade e eficiência
As companhias de óleo de gás vão se beneficiar ainda mais com as capacidades e funcionalidades do novo hangar que a BHS inaugurou nesta segunda-feira (26.05). Com foco em seus serviços de helicóptero para o mercado offshore, as novas instalações estão localizadas no Aeroporto Internacional de Cabo Frio, no Rio de Janeiro. A BHS (Brazilian Helicopter Services) é a subsidiária brasileira da CHC Helicopter, líder global em serviços de helicópteros, e da empresa operadora do CHC Group Ltd. O novo hangar é maior e inclui instalações ainda melhores para os clientes e passageiros da CHC. Além disso, atende necessidades de longo prazo para a capacidade das aeronaves e permite operações de manutenção avançadas que se realizam no hangar. Tomas Salazar, diretor regional da CHC para as Américas, diz que o hangar de Cabo Frio é um modelo para a companhia por possuir melhores ferramentas, sistemas e processos no Brasil e
ao redor do mundo. Estamos determinados em ser a melhor operadora de serviços de helicópteros offshore no Brasil, diz. O gerente geral de operações da empresa, Ricardo Maltez, explica porque a base de Cabo Frio é estratégica para a atuação da CHC no país. O aeroporto localiza-se a pouca distância da capital do Rio de Janeiro, de Santos e, também, da Bacia de Campos, que é responsável por mais de 80% da produção brasileira de petróleo, informa. Com uma de nossas operações mais avançadas do mundo no Rio de Janeiro, somos capazes de melhor atender as necessidades dos clientes que operam na região, o que representa uma área total de aproximadamente 100 mil quilômetros quadrados, completa Maltez. Além de Cabo Frio, há duas outras bases da BHS no país, ambas também no estado do Rio de Janeiro uma localizada no município de Macaé e outra em Farol de São Tomé, que é um heliporto privado da Petrobras, principal cliente da empresa. Benefícios do novo hangar De acordo com Ricardo Maltez, o novo hangar em Cabo Frio irá garantir serviços de qualidade ainda mais elevados e aumento da eficiência operacional para os clientes da BHS, além de ser um espaço mais confortável e produtivo para os 720 colaboradores que atuam no Brasil. Os clientes, segundo ele, verão uma maior disponibilidade e flexibilidade de voos, pois as novas instalações acomodarão aeronaves mais avançadas, pessoas qualificadas e tecnologia de ponta. Tudo no novo hangar será melhorado: centro de operações, coordenação de voo, salas para repouso e estudos, além de novas oficinas para manutenção. Há ainda duas pontes rolantes para agilizar os processos de manutenção, sistemas de captação de resíduos líquidos, visando uma visão ecologicamente de
vanguarda, e um piso resistente e adequado às atividades executadas. A área de almoxarifado cresceu quatro vezes em tamanho, o que permite maior volume e variedade das peças em estoque. Com o advento do novo hangar, a CHC demonstra claramente para o mercado brasileiro offshore a meta de ser a melhor e mais segura operadora desse segmento no mercado Brasileiro, finaliza Maltez. CHC A CHC Helicopter, que é líder global de serviços de helicópteros e é acionista da BHS, fornece serviços de helicóptero incomparáveis que permitem que as pessoas ao redor do mundo possam ir mais longe, façam mais e voltem para casa com segurança. CHC Helicopter é a empresa operadora do CHC Group Ltd. A equipe de CHC/BHS é talentosa e apaixonada em oferecer
transporte offshore para a indústria de petróleo e gás, executar voos de busca e resgate e missões de emergência médicas, e fazer manutenção, reparo e revisão ou MRO, além de serviços de apoio. As capacidades da empresa são baseadas em conhecimento único e na experiência de realizações de viagens a destinos mais remotos e difíceis do mundo. Além do Brasil, a CHC e suas afiliadas mantêm grandes operações de voo na Austrália, Nigéria, Noruega e Reino Unido, entre outros locais. A CHC teve início com os Serviços Aéreos Okanagan, um pulverizador agrícola em 1947. No mesmo ano, o primeiro poço de petróleo offshore foi perfurado. Dois anos depois, a empresa desenvolveu o primeiro Skid gear (wheel) para helicópteros, estabelecendo-se como um inovador da indústria. Começou a atuar no Brasil em 2005, quando estabeleceu parceria estratégica com a BHS, empresa nacional fundada em 1991, como uma pequena companhia de taxi aéreo e que possuía, na época, apenas um helicóptero de pequeno porte: uma aeronave Esquilo, da Helibrás. Na ocasião, atuava apenas no mercado executivo e, depois também no aeromédico. Em 1996, passou a atuar no segmento de transporte offshore, quando este era insipiente no Brasil, com poucos players. O grande salto da BHS deu-se justamente em 2005, quando essa indústria passou por um momento de transição com abertura de mercado e as primeiras concessões às empresas privadas. Na época, a Petrobras estava expandindo a atuação, com ações como a renovação da frota de helicópteros e o investimento na exploração de petróleo, o que permitiu à BHS/CHC operar mais fortemente nessa indústria como parceira comercial da Petrobras. Hoje a BHS possuí três bases no país, todas no território do Rio de Janeiro: uma em Macaé, outra em Farol de São Tomé (que
é um heliporto privado da Petrobras) e outra em Cabo Frio, cuja expansão acontece com a inauguração das novas instalações, em 26 de maio de 2014. Como parte da transformação global em curso da CHC, os colaboradores da BHS estão ativamente envolvidos em identificar, contribuir e desenvolver aplicações padronizadas de ferramentas, sistemas e processos comuns à CHC.