TRANSPORTE AEROMÉDICO OPERAÇÕES
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- João Vítor Luiz Gustavo Paiva Festas
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1 TRANSPORTE AEROMÉDICO OPERAÇÕES
2 A OMNI TAXI AÉREO é uma empresa de resgate e transporte aeromédicos em plataformas (MEDEVAC) e transporte de passageiros OFF SHORE, Líder no mercado. Sede: Rio de Janeiro. Frota: 40 helicópteros em operação. 07 de suporte avançado de vida. Todos homologados pela ANAC.
3 Localização das aeronaves: 7 bases distribuídas estrategicamente ao longo da costa brasileira do Rio de Janeiro até o nordeste. 1 base no interior da floresta amazônica (Urucu).
4 Base de Operações Atuais Permanentes e temporárias Paracuru Urucu Guamaré Aracaju 8 Bases Salvador RJ Macaé
5 FROTA : 49 HELICOPTEROS - EC135 EUROCOPTER S76 SIKORSKY EC 155 EUROCOPTER AW 139 AGUSTA WESTLAND - S 61 SIKORSKY EC 225 EUROCOPTER S92 SIKORSKY
6 EUROCOPTER EC- 135 Velocidade máxima :155 kt ( 287 km/h) Velocidade cruzeiro: 120 kt (222 km/h) Altitude mínima 500 ft ( 152 m) e máxima ft ( 3048 m) Autonomia : 2 h e 50 min obs. Altitude mínima referente a regulamentação e altitude máxima devido a limitação operacional, porém, geralmente os voos são realizados entre 500 e 5000 ft
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8 EUROCOPTER EC- 155 Velocidade máxima : 175 kt (324 km/h) Velocidade cruzeiro: 140 Kt (259 km/h) Autonomia : 4 horas ( tanque auxiliar) Altitude mínima 500 ft (152 m) e máxima ft (4572 m) obs. Altitude mínima referente a regulamentação e altitude máxima devido a limitação operacional, porém, geralmente os voos são realizados entre 500 e 5000 ft
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10 SIKORSKY - 76C++ Velocidade máxima : 155 kt ( 287 km/h) Velocidade cruzeiro: 135 Kt (250 km/h) Autonomia : 4 horas Altitude mínima 500 ft ( 152 m) e máxima ft (4572 m) obs. Altitude mínima referente a regulamentação e altitude máxima devido a limitação operacional, porém, geralmente os voos são realizados entre 500 e 5000 ft
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12 AW-139 Velocidade máxima : 167 KT Velocidade cruzeiro: 135 KT Autonomia : 4 horas Altitude mínima 500 ft e máx ft obs. Altitude mínima referente a regulamentação e altitude máxima devido a limitação operacional, porém, geralmente os voos são realizados entre 500 e 5000 ft
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14 TRIPULANTES Pilotos = todos os pilotos passam por treinamento periódico anual em simulador e em treinamentos noturnos, para estarem habilitados nas missões aeromédicas. Médicos e enfermeiros = atualmente são fornecidos pelas empresas contratantes. Tripulação em todas aeronaves: Piloto e copiloto Médico e enfermeiro
15 TREINAMENTO Simulador: 8h voo PF e 8h voo PM(EC 155). Simulador: 6h voo PF e 6h voo PM(AW 139). Treinamento noturno: em Unidade Marítima. Em torno de 3 h de voo para cada uma das três tripulações noturnas em SBJR e SBME. Treinamento também das tripulações no nordeste. Treinamento das equipes do EC 155 no Rio no AATD (Advanced Aviation Training Device), voo IFR 1h PF e1h PM.
16 TREINAMENTO
17 PLATAFORMA NAVIO
18 REDE DE PROTEÇÃO - HELIDECK Cuidados no embarque e desembarque da tripulação médica e pacientes.
19 ENFERMARIA
20 CAPACIDADE OPERACIONAL DECOLAGENS DIURNAS E NOTURNAS. DECOLAGENS VOO VFR OU IFR. POUSOS EM PLATAFORMAS E NAVIOS DE VÁRIOS TAMANHOS. ELEVADA CAPACIDADE E EXPERIÊNCIA NESTE TIPO DE VOO, 25 MIN PARA ACIONAR OS MOTORES APÓS ACIONADO PELA PETROBRAS. SERVIÇO 24H.
21 FLUXO ACIONAMENTO MEDVAC UNIDADE MARÍTIMA CENTRAL DE REGULAÇÃO FIM DEFINE TRATAMENTO VIDEOCONFERÊNCIA DESEMBARCA POR VOO APROVEITAMENTO FIM TRIPULAÇÃO MÉDICA EMPRESA AVIAÇÃO PRÉ-ACIONAMENTO / ACIONAMENTO RESGATE FIM
22 Acionamentos Local de pouso na origem e destino. Patologia do paciente presença ou não de patógenos contaminantes ou transmissíveis. Condições meteorológicas (atuais ou previstas) no local da origem do voo, no local do paciente e no destino final.
23 Princípios Operacionais Altitude da cabine de voo. Eventual escala técnica operacional para reabastecimento. Locais de pouso alternativos sem e com o paciente a bordo. Tempo previsto de solo na origem do paciente e total de voo previsto. Autorização para o uso de equipamentos médicos especiais não pertencentes a configuração original da aeronave.
24 Princípios Operacionais O corte do(s) motor(es) com o paciente a bordo deverá ter sempre a anuência prévia do Médico de Bordo, devido ao corte de energia fornecida aos equipamentos médicos. A decisão de evacuar o paciente é de iniciativa do comandante e, no seu impedimento, do Médico de Bordo, sendo executada pela equipe médica.
25 Princípios Operacionais Em locais onde não haja pessoal de solo treinado para procedimentos de embarque e desembarque este será efetuado apenas com os motor(es) e rotor(es) parados (evitar acidentes e incidentes na aproximação da aeronave).
26 Princípios Operacionais Em situação de risco iminente de explosão da aeronave, procede-se o rápido abandono da mesma, por meios próprios, cabendo ao comandante e, no seu impedimento o próximo mais qualificado, autorizar a reaproximação para retirada dos feridos e/ou do paciente.
27 Princípios Operacionais Em todos os casos em que seja necessário a interrupção do fluxo de oxigênio e esteja o paciente dependente de ventilação artificial, será o paciente ventilado com ressuscitador manual até que encontre-se em distância segura da aeronave, quando então será fornecido oxigênio por meio de cilindro portátil (risco de explosão).
28 DESEMBARQUE DO PACIENTE Portaria n 2048/GM de 05/11/2002 MS Trata dos sistemas de urgência e emergências Informa tipos de ambulâncias e serviços Determina perfil técnico das equipes e conteúdos necessários para a execução da atividade. AMBULÂNCIA TIPO D e E TIPO D Ambulância de Suporte Avançado: veículo destinado ao atendimento e transporte de pacientes de alto risco em emergências pré-hospitalares e/ou de transporte Inter hospitalar que necessitam de cuidados médicos intensivos. Deve contar com os equipamentos médicos necessários para esta função.
29 TIPO E Aeronave de Transporte Médico: aeronave de asa fixa ou rotativa utilizada para transporte inter-hospitalar de pacientes e aeronave de asa rotativa para ações de resgate, dotada de equipamentos médicos homologados pelo departamento de Aviação Civil - DAC. IMPORTANTE: Ambulância TIPO D disponível na chegada da ambulância TIPO E, minimiza agravos na saúde do paciente resgatado e proporciona disponibilidade imediata da aeronave para um novo acionamento aeromédico.
30 TRANSPORTE DE CADAVERES IAC O transporte de cadáveres, por via aérea, quando o óbito ocorrer em plataforma marítima de prospecção/produção de recursos naturais, só poderá ser efetuado após liberação pela autoridade policial. Pode ser transferido em invólucro impermeável (saco de despojos) sempre no bagageiro ( carga).
31 RESUMO ESTATÍSTICO
32 Evolução Número de 350 Acionamentos
33 ACIONAMENTOS AEROMÉDICOS 2010 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ SBME(Macaé) SBAR(Aracajú) SNHB( Paracuru) SBHI( Guamaré) TOTAL: 92 ACIONAMENTOS
34 ACIONAMENTOS AEROMÉDICOS 2011 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ SBJR ( RJ) SBME(Macaé) SBAR(Aracajú) SNHB( Paracuru) SBHI( Guamaré) TOTAL: 195 ACIONAMENTOS
35 ACIONAMENTOS AEROMÉDICOS JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ SBJR ( RJ) SBME(Macaé) SBVT(Vitória) SBAR (Aracaju) SNHB( Paracuru) SBHI( Guamaré) TOTAL: 205 ACIONAMENTOS
36 ACIONAMENTOS AEROMÉDICOS JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ SBJR ( RJ) SBME(Macaé) SBVT(Vitória) SBAR (Aracaju) SNHB( Paracuru) SBHI( Guamaré) TOTAL: 265 ACIONAMENTOS
37 ACIONAMENTOS AEROMÉDICOS SBJR ( RJ) SBME(Macaé) SBVT(Vitória) SBAR (Aracaju) SNHB( Paracuru) SBHI( Guamaré) 0 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ TOTAL: 300 ACIONAMENTOS
38 ACIONAMENTOS AEROMÉDICOS SBJR ( RJ) SBME(Macaé) SBVT(Vitória) SBAR (Aracaju) SNHB( Paracuru) SBHI( Guamaré) 0 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ TOTAL: 271 ACIONAMENTOS
39 TOTAL : 187 ACIONAMENTOS ACIONAMENTOS AEROMÉDICOS SBJR ( RJ) SBME(Macaé) SBVT(Vitória) SBAR (Aracaju) SNHB( Paracuru) 10 SBHI( Guamaré) SBSV ( Salvador) 5 0 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
40 TOTAL : 84 ACIONAMENTOS ACIONAMENTOS AEROMÉDICOS SBJR ( RJ) SBME(Macaé) SBAR (Aracaju) SNHB( Paracuru) SBHI( Guamaré) SBSV ( Salvador) 5 0 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
41 ACIONAMENTOS NOTURNOS HORÁRIOS ACIONAMENTOS ás ás ás ás ás ás ás ás ás ás ás ás 08 TOTAL 38 ACIONAMENTOS NOTURNOS
42 HORÁRIOS ACIONAMENTOS ás ás ás ás ás ás ás ás ás ás ás ás 08 TOTAL 53 ACIONAMENTOS NOTURNOS
43 HORÁRIOS ACIONAMENTOS ás ás ás ás ás ás ás ás ás ás ás ás 08 TOTAL 39 ACIONAMENTOS NOTURNOS
44 HORÁRIOS ACIONAMENTOS ás ás ás ás ás ás ás ás ás ás ás ás 08 TOTAL : 23 ACIONAMENTOS NOTURNOS CRITÉRIOS MAIS RIGOROSOS PARA ACIONAMENTOS NOTURNOS DEVIDO VOO POR INSTRUMENTOS.
45 TOTAL 8 ACIONAMENTOS NOTURNOS
46 VISÃO DO COMANDANTE
47 NÃO TRANSPORTAMOS PASSAGEIROS, SALVAMOS VIDAS
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