Projeto: Curta Esmeralda Ortiz Uma história de superação que poderá ser um alento para quem sofre com a dependência química e também para seus familiares. Um filme que tem o propósito de ajudar na prevenção do uso das drogas. Elaborado por: Mari Ângela Magalhães
História Na rua desde os 8 anos, quando fugiu de casa por não suportar a violência da mãe, Esmeralda Ortiz conheceu a estrutura de poder das gangues. Sentiu a força do poder paralelo estabelecido por policiais e o código brutal da Febem, tornando-se refém das drogas e sentindo-se sem alternativa, desejando a morte. Mas, ao mesmo tempo, queria se libertar. Aquele lado que ainda tinha uma tênue esperança de saída fez com que Esmeralda iniciasse seu processo de transformação. Aceitou a ajuda do projeto Travessia, internou-se para a desintoxicação e fez terapia. Sua grande motivação para mudar de vida foi sua música, se tornou autora e cantora de diversos sambas e aumentando sua auto-estima. Cursou jornalismo e escreveu dois livros: Porque não dançei e O diário da rua. Esmeralda Ortiz usou crack durante seis anos e hoje está há 15 anos limpa.
Justificativa Esmeralda Ortiz segue com o seu trabalho como jornalista, compositora e escritora, mas dedica grande parte do tempo àqueles que sofrem com a dependência química. Ela faz oficinas para jovens internos da Fundação CASA, palestras, além de estar disposta a conversar com usuários e familiares a qualquer hora do dia, ou da noite. O filme contará esta história destacando o trabalho de orientação e ajuda desenvolvido por Esmeralda. Ouvindo a voz de quem sofreu com a dependência e ainda luta para se manter longe das drogas. Uma voz que abandona o timbre aveludado tão característico em suas músicas e assume um tom de alerta para o poder público, especialistas e sociedade. A crônica será contada através da música de Esmeralda, entrevistas e imagens de arquivo da personagem
Plano de Distribuição do Curta Esmeralda Ortiz Plano Distribuição do Curta Esmeralda Ortiz, uma joia rara de superação 1ª Etapa 2ª Etapa 3ª Etapa Inscrito nos principais festivais do país. Realizar campanhas nas escolas de São Paulo. Locação de Sala de Cinema com capacidade de 300 pessoas Distribuir ingressos gratuitamente para o período de exibição Após exibições debate com a Esmeralda Ortiz e o Diretor do Filme Distribuição dos Dvds para a Secretária de Educação de São Paulo Exibição do curta em escolas estratégicas de São Paulo Exibição do Curta em cidades importantes do Brasil A escolha de São Paulo deve-se ao fato de a cidade ter um alto consumo do crack e também ser o local de nascimento da protagonista
Pesquisa Consumo de Crack
Pesquisa Consumo de Crack
Pesquisa Consumo de Crack
Quantidades Curta Esmeralda Ortiz Consumo de Crack no Brasil por Estados 900 800 700 600 Consumo de Crack nos estados do Brasil 500 400 300 200 100 0 AL AP AM BA CE ES GO MA MT MS MG PR PB PA PE PI RJ RN RS RO RR SC SE SP TO Municipios Pesquisados 90 12 48 359 154 69 222 176 126 78 805 379 191 103 156 170 24 139 483 39 11 287 65 607 124 Consumo Crack 84 9 44 333 139 68 199 152 118 74 738 349 158 98 150 141 19 125 409 37 10 247 55 561 110
Mídias de Divulgação Logomarca nos créditos iniciais do curta; Internet pelo site especifico do filme; Filme institucional 30 veiculado na Televisão; Cartazes e posters do curta; E-mails; Boletins impressos; Folders; Convites; Spot de 30 do curta nas rádios; Capa do DVD e Rótulo do Curta.
Investimento x Captação Investimento: Valor do Curta, aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura cujo registro é 121593: R$ 122.130,00 ( Cento e vinte e dois mil cento e trinta reais) Forma de captação: Desconto integral do valor investido no filme em seu imposto de renda, desde que não ultrapasse 3% do valor total a ser pago no ano. O investimento poderá ser no valor integral do filme, como um único patrocinador ou parcial por meio de uma ou mais cotas.
Diretora Mari Ângela Magalhães é jornalista e radialista, tem 50 anos. Argumento e direção: curta metragem documentário CRV CLG como recebe você colega?, através de prêmio concedido pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, dentro do projeto Interprogramas. Coordenação e direção de uma série de 16 mini documentários para a TV Futura, através da Associação Novolhar (Entidade que promove educação e inserção através do vídeo). Argumento para o longa metragem documentário Picollino, uma vida no circo, com direção de Fernando Andrade. Coordenação de pesquisa e produção para o longa metragem documentário Cubatão, a volta do Guará vermelho, com direção de João Batista de Andrade e do média metragem documentário Expresso Ururaí Lajeado, com direção de Nereu Cerdeira.