MALATO DE DICREATINA (2CM)



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MALATO DE DICREATINA (2CM) Fórmula Molecular: C 12 H 24 N 6 O 9 Peso molecular: 396,35 g/mol Descrição: É um sal de creatina altamente bio assimilável e biodisponível ao conter um precursor do ciclo de Krebs (a forma de malato). Qual a diferença para a monocreatina? A dicreatina é melhor assimilada e com biodisponibilidade elevada. Indicação: Efetivo na melhoria do desempenho esportivo: devido ao aumento dos níveis musculares de creatina, o qual potencializa a rápida regeneração do ATP. Creatina A creatina já era conhecida desde o século passado; porém, sua função no metabolismo muscular e no desempenho físico tornou-se motivo de interesse nos anos recentes. A creatina foi descoberta em 1832 pelo cientista francês Michael Eugene Chevreul, que extraiu este constituinte orgânico da carne. Em 1947, Justus Von Liebig confirmou que a creatina era um constituinte regular da carne animal e relatou um maior conteúdo dessa substância em animais selvagens quando comparados a animais de cativeiro e fisicamente menos ativos. Ainda no século XIX, em 1880, foi descoberta creatinina na urina, e autores especulavam que ela era derivada da creatina e estaria relacionada com a massa muscular total. Por ser a extração da creatina a partir da carne fresca um processo caro, as primeiras pesquisas foram limitadas; não obstante, já no início do século XX, a suplementação de creatina demonstrou aumentar o conteúdo de creatina muscular em animais. A creatina fosfato (CP), forma fosforilada da creatina foi descoberta em 1927, com observações de que estava

envolvida no gasto energético do exercício. Já a enzima que catalisa a fosforização da creatina, foi descoberta em 1934. Com o advento da técnica da biópsia por agulha para extrair amostras de músculo, cientistas suecos investigaram o papel da CP durante o exercício e sua recuperação. Mais recentemente, a técnica não invasiva da ressonância nuclear magnética, têm sido usada para estudar a dinâmica da creatina fosfato durante o exercício. No meio esportivo, esta substância foi popularizada nos Jogos Olímpicos de 1992, em Barcelona, quando o corredor britânico Linford Christie, ganhador da medalha de ouro nos 100m rasos, creditou sua vitória ao consumo da creatina. Nos alimentos, a creatina é encontrada em maior quantidade nas carnes (todos os tipos): bacalhau - 3,0; linguado - 2,0; salmão - 4,5; atum - 4,0; e carne bovina - 4,5 g/kg (Balsom et al., 1994). Encontra-se também em outros alimentos, porém, em quantidades muito pequenas. O que é Creatina? É um aminoácido, ácido metil guanidina - acético (Kreider, 1998), o qual se encontra presente tanto nos alimentos quanto no organismo humano, devido à síntese endógena. É produzido pelo organismo, que se encontra essencialmente nos músculos. A maioria da creatina que se encontra nos músculos é armazenada sob a forma de fosfocreatina, enquanto a restante é armazenada como creatina livre. Nós conseguimos na alimentação repor os estoques de creatina (geralmente carnes vermelhas) a partir dos aminoácidos glicina, arginina e metionina. Quando o músculo armazena doses extras de creatina, há mais combustível reservado para exercícios intensos que podem resultar em aumentos significativos de energia. Como é utilizada? A creatina é uma molécula de ressíntese de ATP nos primeiros 10 segundo de atividades máximas, o que significa que quando sua concentração é aumentada pela suplementação, a ressíntese de ATP é mais eficiente e a recuperação mais rápida. Quando não existe essa suplementação, ao fim de 10 segundos a molécula de ATP (adenosina trifosfato) perde uma molécula de fosfato transformando-se em ADP (adenosina difosfato) e como um atleta não consegue "levar" uma quantidade elevada de ATP, o CF (fosfato de creatina da suplementação) cola-se ao ADP regenerando o ATP para ser dispendido no consumo energético.

A creatina, um composto naturalmente encontrado em alimentos de origem animal, tem sido considerada um suplemento nutricional efetivo na otimização do desempenho de atividades físicas. Podendo também ser sintetizada no fígado, rins e pâncreas, a creatina é estocada no músculo esquelético, onde pode se manter na forma livre (40%) ou fosforilada (60%). A creatina fosforilada exerce importante papel na contração muscular, pois se comporta como importante reservatório de energia, utilizado em atividades de curta duração e alta intensidade. São encontrados estoques de aproximadamente 120 g de creatina em um homem de 70 kg, sendo que 95% se encontram no músculo esquelético. Apesar da função energética da creatina na atividade física ser conhecida há décadas, apenas recentemente tem-se dispensado atenção aos possíveis efeitos ergogênicos da suplementação oral desse composto. Essa suplementação parece aumentar os estoques musculares de creatina. Os estudos disponíveis sugerem que a suplementação de creatina otimizaria o desempenho de atividades de curta duração e alta intensidade, particularmente em exercícios intermitentes com limitados intervalos para repouso. A suplementação aguda de creatina parece provocar aumento de massa magra, porém, esse aumento parece ser conseqüente de um maior acúmulo de água corpórea. Segundo Maughan, nos últimos sete anos o estudo da fisiologia do exercício tem dispensado considerável atenção aos efeitos da suplementação de creatina sobre a performance esportiva. Conseqüentemente, esse tipo de suplementação tem despertado particular atenção entre os principais órgãos da imprensa mundial, tornando-se cada vez mais popular. Um pesquisador da "Pennsylvannia State University" estimou que 80% dos atletas participantes dos Jogos Olímpicos de Atlanta, realizados em 1996, utilizaram a creatina com finalidade ergogênica. Metabolismo da creatina A síntese de creatina é realizada no fígado, rins e pâncreas, tendo como precursores três aminoácidos distintos: arginina, glicina e metionina. Esse processo de síntese tem início a partir da arginina, da seguinte maneira: o grupo amino da arginina é transferido para glicina, formando guanidinoacetato e ornitina, através de uma reação mediada pela enzima glicina transaminase (GT). Em seguida, o guanidinoacetato é metilado pela s-adenosil-metionina, através da ação da enzima guanidinoacetato N-metil transferase (MT), derivando, finalmente, a creatina.

A creatina é excretada em forma de creatinina. No músculo, tanto a creatina livre quanto a creatina fosfato sofrem reações irreversíveis de ciclização e desidratação, formando aproximadamente 2 gramas de creatinina por dia. Em seguida, a creatinina sintetizada é transportada através da água corpórea e rapidamente excretada pelos rins. A excreção renal diária de creatinina aproxima-se de 2 gramas, podendo variar de acordo com a massa muscular total de um indivíduo. A captação da creatina pelas células musculares é um processo saturável que ocorre ativamente contra um gradiente de concentração (transportador sódio-dependente), possivelmente envolvendo a interação da creatina com sítios específicos da membrana que reconhecem parte da molécula da creatina (Greenhaff, 1997). Alguns possíveis mecanismos reguladores do armazenamento intracelular de creatina têm sido sugeridos: em um deles, na síntese endógena no rim e fígado, a concentração de creatina influenciaria um controle de feedback negativo na enzima que catalisa a 1 a reação de síntese (transferase); em outro, a homeostase da creatina seria regulada pelo controle da expressão e atividade da proteína transportadora de creatina, podendo ser afetada por diversos análogos estruturais desta substância ou inibidores metabólicos (Guerrero-Ontiveros & Wallimann, 1998). Diariamente, um indivíduo adulto, com uma dieta habitual variada (mista), ingere aproximadamente 1.g de creatina, e uma quantidade similar é produzida pelo fígado para atingir as necessidades diárias. Este total (cerca de 2.g), equivale aproximadamente à creatina reciclada diariamente pelo organismo (Greenhaff, 1995). Figura 1: Via bioquímica da síntese de creatina (KREIDER, 1998).

Diversas as pesquisas relevam melhora do desempenho físico e/ou mudanças na composição corporal em atletas em função da suplementação com creatina (Balsom et al., 1995; Vandenberghe et al., 1996; Grindstaff et al., 1997; Vandenberghe et al., 1997; Volek et al., 1997; Ziegenfuss et al., 1997). Mulheres destreinadas que consumiram creatina (20 g/d) por 4 dias, seguido por um consumo de 5 g diários por um período de 66 dias, associado a um treinamento de força, tiveram um ganho significativamente maior de massa magra (1,0 kg), quando comparado com o grupocontrole, segundo Vandenberghe et al. (1997). Duas teorias prevalecem para tentar explicar os efeitos da suplementação com a creatina: 1ª: Supõe que a suplementação com creatina promoveria retenção de água, provavelmente ligada a esta substância, e a diminuição da produção de urina associada à esta complementação, encontrada em alguns estudos, constituiria um marcador indireto de retenção de fluídos no corpo; 2ª: Presume que a suplementação realmente promoveria um aumento da síntese de proteína. (Kreider, 1998; Williams, 1998). Dosagem recomendada: 2 a 3 grama. Referências Bibliográficas BALSOM, P., SODERLUND, K., EKBLOM, B. Creatine in humans with special reference to creatine supplementation. Sports Medicine, Auckland, v.18, n.4, p.268-280, 1994. BALSOM, P., SODERLUND, K., SJODIN, B., EKBLOM, B. Skeletal muscle metabolism during short duration high intensity exercise: influence of creatine supplementation. Acta Physiologica Scandinavica, Stockholm, v.154, n.3, p.303-310, 1995.

BROBERG, S., SAHLIN, K. Adenine nucleotide degradation in human skeletal muscle during prolonged exercise. Journal of Applied Physiology, Bethesda, v.67, n.1, p.116-122, 1989. ENGELHARDT M, Neumann G, Berbalk A, Reuter I. "Creatine supplementation in endurance sports". Med Sci Sports Exercise 1998;30:1123-1129. FELDMAN EB. "Creatine: a dietary supplement and ergogenic aid." Nutr Rev 1999; 57: 45-50. GREENHAF PL., Bodin K., Soderlund K, Hultman. "Effect of oral creatine supplementation on skeletal muscle phosphocreatine resynthesis." Am J Physiol 1994; 266: E725-30. MAUGHAN RJ. Nutritional ergogenic aids and exercise performance. Nut Res Rev 1999;12:255-280. WILLIAMS MH, Kreider R, Branch JD."Creatina". São Paulo, Ed Manole, 2000, p.13-28.