Filo Chordata REVISÃO

Documentos relacionados
Filo Chordada (Cordados) Vitor Leite

Cor C da or do da s do Prof. Fernando Belan Prof. Fernand - BIOLOGIA MAIS o Belan

Reino Animalia 0 (Metazoa) Filo Chordata. Natália A. Paludetto

Evolução dos vertebrados

Filo Chordata (Cordados)

A forma do corpo provavelmente evoluiu a partir de um tipo inicial semelhante ao das salamandras, nadando por ondulações do corpo e cauda.

Cordados I. Peixes, Anfíbios e Répteis. Cursinho Popular de Ensino Pré-Vestibular TRIU Pela popularização da universidade pública

FILO CHORDATA Biologia Professor João

Filo extremamente diversificado quanto ao tamanho e ao aspecto geral de seus representantes O agrupamento baseia-se no desenvolvimento embrionário,

O início da conquista do ambiente terrestre

P E I X E S. Quanto ao esqueleto:

CORDADOS P R O F. M A R I S T E L A F I S C H E R L U C E N A 2 ª S É R I E D O E N S I N O M É D I O

Atualmente são conhecidas mais de espécies atuais de animais vertebrados, com as mais diferentes formas e habitats.

Primeiros vertebrados capazes de viver em terra. Graças ao fortalecimento da coluna vertebral; desenvolvimento de ossos e músculos das pernas.

Primeiros vertebrados capazes de viver em terra. Graças ao fortalecimento da coluna vertebral; desenvolvimento de ossos e músculos das pernas.

Anfíbios são animais vertebrados que vivem entre o meio aquático e o ambiente terrestre.

Anfíbios Fisiologia Exercícios Curiosidades CLASSE AMPHIBIA. Biologia. C4 H14, 15, 16 Professor João

Sistema Classificação Lineano

Atividade de Recuperação Paralela

Slide 1. A1 Adriana; 31/08/2017

Professora Leonilda Brandão da Silva

SUPERCLASSE PEIXES 2) CLASSE CONDRÍCTEIS PEIXES CARTILAGINOSOS

PEIXES, ANFÍBIOS E RÉPTEIS

EUCORDADOS (Vertebrados): possuem coluna vertebral e têm crânio com encéfalo.

Diversidade Animal III

Professora Leonilda Brandão da Silva

OS VERTEBRADOS. Esses grupos são exemplos de animais que pertencem ao filo Chordata, os cordados.

Professor Bruno Cacique

Revisão de Ciências 3 Trimestre 7 anos. Prof. José Roberto

Equinodermas e Protocordados 2ª parte

Biologia FILO CORDADOS

ANFÍBIOS Características

REVISÃO DO FILO DOS CORDADOS. Biologia Professora: Maria Lucia Fensterseifer

ANIMAIS VERTEBRADOS PEIXES ANFÍBIOS RÉPTEIS AVES MAMÍFEROS

Biologia Móds. 21/22 Setor 1423 Cordados Prof. Rafa

Alta capacidade de locomoção Deuterostômios com simetria pentarradial. Os equinodermos alimentam-se de pequenos animais e algas.

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 60 CORDADOS

Filo Cordado. Apostila VII Unidade 24 a Características Embrionárias: 2- Caracterização Fisiológica: Característica

Filo dos Cordados. Profª Janaina Q. B. Matsuo

ZOOLOGIA DE VERTEBRADOS

Tetrápodes e a Conquista do Ambiente Terrestre

FILO CHORDATA. Cordados

Cordados. Cauda pós-anal Notocorda Sistema Nervoso Dorsal Endóstilo Fendas faringianas

A GNATHOSTOMATA DATA: 13/08/13 PROFS. ELEONORE SETZ, FELIPE TOLEDO

Peixes. Prof. lucasmarqui

Professora Leonilda Brandão da Silva

FILO CORDADOS. *Providos de nortocorda pelo menos na fase embrionária. *providos de fendas branquiais faringeanas pelo menos na fase embrionária.

ZOOLOGIA DE VERTEBRADOS CURSO: Ciências Biológicas 3º Ano 2º semestre

FILO CHORDATA SUBFILO VERTEBRATA CLASSE CHONDRICHTHYES

Professora Leonilda Brandão da Silva

Filo Chordata Super Classe Tetrapoda Classe Amphibia

Os peixes representam a maior classe em número de espécies conhecidas entre os vertebrados. Acredita-se que os peixes tenham surgido por volta de 540

Reino Animalia 0 (Metazoa)

CORDADOS. bilatérias, triblásticos. Radiados, diblásticos

ZOOLOGIA DE VERTEBRADOS

Professora Leonilda Brandão da Silva

Revestimento corporal

Questão 2. Questão 4. Questão 3. 2 ª série Ensino Médio Tarefão BIOLOGIA 2º bimestre. Aluno(a):

Os répteis, atualmente, abrangem cerca de 7 mil espécies conhecidas.

Características Gerais dos Cordados (Protocordados e Vertebrados)

Reino Animalia: filos com representantes aquáticos

Características Gerais dos Cordados (Protocordados e Vertebrados)

Ciências 2016 Professor: Danilo Lessa Materiais: Livro e PPT

Lissamphibia Anfíbios atuais

GOIÂNIA, / / PROFESSOR: FreD. DISCIPLINA: Biologia TOOOP SÉRIE: 2º. ALUNO(a): Lista de Exercícios 3º bimestre P1

Cordados. Prof. Bruno Uchôa

ZOOLOGIA DE VERTEBRADOS CURSO: Ciências Biológicas 3º Ano 2º semestre

Filo extremamente diversificado quanto ao tamanho e ao aspecto geral de seus representantes O agrupamento baseia-se no desenvolvimento embrionário,

Princípios de sistemática filogenética, origem dos vertebrados.

Herpetologia Estudo dos répteis. Prof. Pablo Paim Biologia

Vivendo na Terra. Como era a Terra e quais os grupos animais viventes no momento evolutivo em que se deu a transição para o ambiente terrestre?

Temática: Adaptações fisiológicas nosvertebrados

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio

CORDADOS. Professora Lígia Cazarin

Filo dos Cordados Características gerais presentes pelo menos em uma fase da vida(embrionária):

Dos vertebrados acima, o único que tem esqueleto cartilaginoso, sem tecido ósseo é: A) Tubarão. B) Tilápia. C) Sapo. D) Jacaré.

Colégio Santa Dorotéia Área de Ciências da Natureza Disciplina: Ciências Ano: 7 o Ensino Fundamental Professores: Bernardo Dias e Danielle Ornelas

Substâncias tóxicas são eliminadas do organismo (resíduos nitrogenados provenientes do metabolismo de proteínas e ácidos nucléicos);

BIOLOGIA IV Aula 05 Profa. Marcela Matteuzzo. Equinodermas e Protocordados

Plano de Aulas. Biologia. Módulo 16 Animais cordados

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio

CLASSE REPTILIA SISTEMA TEGUMENTAR. Quem são eles??? Reptare=rastejar 14/02/2014 PRIMEIROS RÉPTEIS SURGIRAM HÁ: FILO CHORDATA

Escola: Nome: Turma: N.º: Data: / / FICHA DE TRABALHO 1. exosqueleto epiderme invertebrados. répteis e peixes mamíferos derme. cutícula aves pele

Ciências Naturais, 5º Ano. Ciências Naturais, 5º Ano FICHA DE TRABALHO 1. Escola: Nome: Turma: N.º:

Tema da aula/lista de exercício: Cordados I: Peixes, Anfíbios e Répteis

Os répteis, assim como os peixes e os anfíbios, são animais pecilotérmicos: a temperatura do corpo varia de acordo com a temperatura do ambiente.

Que expressão citada no poema nos remete aos invertebrados?

FILO CHORDATA (Cordados)

ZOOLOGIA DE VERTEBRADOS CURSO: Ciências Biológicas 3º Ano 2º semestre

Aula Os conquistadores do ambiente terrestre

Peixes. Transição & a Vida na água

Que tal estudarmos os animais jogando um jogo bem legal? Vamos lá!!!! Siga as instruções abaixo e bons estudos!!!! INSTRUÇÕES

FILO CHORDATA SUBFILO VERTEBRATA SISTEMÁTICA: CLASSE SARCOPTERYGII (nadadeiras carnosas) CLASSE ACTINOPTERYGII (nadadeiras com raios)

Filo Mollusca (Moluscos)

Filo Cordados - Vertebrados. ANFÍBIOS Classificação

MAMÍFEROS. 15 Sistema Poliedro de Ensino Professora Giselle Cherutti

FILO CHORDATA. Cordados

Transcrição:

Filo Chordata REVISÃO

Cordados Avanços em aos relação invertebrados Encéfalo altamente diferenciado e protegido por uma caixa craniana Estrutura restrita ao início do desenvolvimento ou presente por toda vida Notocorda 2

Notocorda Bastão semi-rígido estende ao longo do comprimento corpo Eixo músculos se prenderem Primeira parte do endoesqueleto que surge no embrião, no seu lugar é formada a coluna vertebral 3

Filo Chordata 4 características diagnósticas (encontradas em pelo menos um estágio embrionário) Notocorda Tubo nervoso dorsal Encéfalo e medula Fendas faríngeas Cauda pós-anal Fendas faríngeas Cauda pós-anal 4

Filo Chordata 3 subfilos Urochordata: tunicados Cephalochordata: anfioxos Vertebrata Craniata Todos os animais possuem crânio Superclasse Agnata Os peixes sem maxilas não possuem vértebras Superclasse Gnathostomata: peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos 5

Agnatha: Feiticeiras e lampreias Características comuns: Corpo delgado, arredondado Aberturas brânquias em forma de poros Não possuem escamas Esqueleto fibroso e cartilaginoso Notocorda persistente Boca circundada por barbilhões Abertura branquial Nadadeira caudal

Agnatha: Feiticeiras X Lampreias FEITICEIRAS Marinhas Estratégia alimentar: Saprófagos ou predadores Visão: Olhos degenerados Olfato: Bem desenvolvido Habilidade de produzir muco: Sim LAMPREIAS Dulcícolas e marinhas Estratégia alimentar: Parasitas - Sugam o fluido corpóreo Anticoagulante: promover o fluxo sanguíneo Visão: Olhos bem desenvolvidos Habilidade de produzir muco: Não

Classe Chondrichtyes Peixes cartilaginosos Tubarões, raias, quimeras Esqueleto cartilaginoso Pele com escamas placoides

Tubarões Sexo separado: dioico Órgão presente no macho para cópula: Clásper Fecundação interna Ovíparos Vivíparos Ovovivíparos

Tubarões Adaptações para vida predatória Mecanorreceptores > neuromastos Percepção de vibração de baixa frequência Ampolas de Lorenzini (eletrorreceptores) Detectam campo biolétrico, localizam presas enterradas Visão aguçada Órgãos olfatórios podem detectar presas a 1 km ou mais

Flutuação Os peixes são ligeiramente mais densos que a água Tubarões Auxiliados em sua flutuação grandes fígados Esqualeno: composto gorduroso de baixa densidade (0,86) O fígado atua como uma grande bolsa de óleo flutuante que ajuda a compensar o peso do corpo do tubarão 12

Raias Raias > especializadas para vida bentônica Achatamento dorso-ventral do corpo Nadadeiras peitorais muito alargadas fundidas à cabeça Espiráculos utilizados para obtenção de água, pois boca está enterrada na areia Ex: Raias peçonhentas e raias elétricas (eletrócitos) 13

Osteichthyes Peixes ósseos Osso endocondral: osso que substitui a cartilagem durante o desenvolvimento 14

Osteichthyes Presença de opérculo sobre as brânquias Aumentou a eficiência respiratória Boca geralmente frontal e com dentes (cartilaginosos: boca ventral) Bexiga natatória Maioria ovíparo com fecundação externa 15

Flutuação: Bexiga natatória Ajuste do volume de gás na bexiga permite a flutuação Capilares sanguíneos, conhecidos como rete mirabile - evita sua perda para a circulação Glândula de gás secreta o gás para a bexiga natatória Peixe flutua 16

Bexiga natatória remoção de gás PEIXES FISÓSTOMOS Ducto pneumático - enguias, sardinhas, anchovas, salmões, carpas PEIXES FISOCLISTOS Válvula oval: reabsorve gases 17

Controle Osmótico Isosmóticos: fluidos corpóreos em equilíbrio com água do mar: feiticeiras Hiposmóticos: marinhos Hiperosmóticos: água doce 18

Regulação osmótica Hiperosmóticos (água doce) Fluidos corporais mais concentrados que meio externo > risco de inundação osmótica ( afogamento ) Rim glomerular Muita urina diluída 19

Regulação osmótica Hiposmóticos (água salgada) Água do mar mais concentrada > risco de ressecamento osmótico ( desidratação ) Secreção ativa de sal nas brânquias Glomérulo pequeno Pouca urina rica em sais 20

Osteichthyes Classe Actinopterygii Actino = raio Pterígeo = nadadeiras Nadadeiras raiadas desde a base Peixes mais especializados Classe Sarcopterygii Sarco = lóbulo, carnoso Pterígio = nadadeiras Nadadeiras com base óssea Peixes com nadadeiras lobadas Peixes pulmonados 21

Os membros dos tetrápodes evoluíram a partir das nadadeiras dos peixes paleozoicos Peixe de nadadeiras lobadas possuía nadadeiras musculares pares sustentadas por elementos ósseos que precederam os ossos dos membros tetrápodes. Peixe com nadadeiras lobadas Sarcopterygii 22

Acanthostega Um dos primeiros tetrápodes conhecidos no Devoniano Os raios dérmicos das nadadeiras anteriores foram substituídos por 8 dedos desenvolvidos Exclusivamente aquático, pois seus membros eram muito fracos para locomover-se sobre a terra 23

Ichthyostega Um contemporâneo de Acanthostega Possuía membros tetrápodes totalmente formados O membro posterior possuía sete artelhos Deve ter sido capaz de caminhar sobre a terra 24

Anfíbios Diversificaram-se durante o Carbonífero clima quente e úmido Produzindo ancestrais dos 3 principais grupos de anfíbios atuais Sapos Salamandras Cecílias 25

Classe Amphibia Gr. amphi = ambos, dupla + bios = vida Vivem em ambiente terrestre e úmidos Sua pele é pouco espessa, necessita de umidade para protegê-la contra o ressecamento Os ovos não são bem protegidos do ressecamento Ectotérmicos 26

Classe Amphibia Ordens Anura (Salientia) = sapos, rãs e pererecas Caudata (Urodela) = salamandras Gymnophiona (Apoda) = cecílias ou cobras-cegas 27

Ordem Gymnophiona Nome comum: cecílias ou cobras-cegas Diversidade: ~165 espécies Distribuição: América do Sul, África, Índia e sudeste da Ásia Características: Membros ausentes Serpentiformes Cabeça achatada Anéis cutâneos normalmente presentes Gymnopsis 28

Ordem Gymnophiona Alimentação: pequenos invertebrados Habitats: fossoriais ou aquáticas Fecundação: interna Reprodução: Ovíparos: depositam ovos no solo úmido próximo à água Vivíparos: os embriões obtêm alimento consumindo a parede do oviduto 29

Ordem Caudata Nome comum: salamandras Diversidade: ~360 espécies Distribuição: Hemisfério Norte, regiões tropicais da América Central e Sul Tamanho corporal: São animais pequenos 30

Ordem Caudata Tamanho corporal: Algumas formas aquáticas são consideravelmente mais longas Alimentação: carnívoras (minhocas, moluscos) salamandra gigante do Japão 31

Comportamento reprodutivo Algumas salamandras são aquáticas durante todo seu ciclo de vida retêm suas brânquias e cauda em forma de nadadeira por toda a vida Maior parte é metamórfica, possui larvas aquáticas e adultos terrestres Vivem em locais úmidos 32

Comportamento reprodutivo Espécies aquáticas colocam seus ovos dentro d 'água Ciclo de vida da salamandra de manchas vermelhas ovos larvas juvenis terrestres Adulto reprodutor 33

Respiração As brânquias são perdidas quando ocorre a metamorfose Os pulmões estão presentes desde o nascimento das salamandras ativos após a metamorfose 34

Salamandras aquáticas Uma tendência observada na evolução das salamandras Adultos retêm caracteres presentes nos estágios juvenis Pedomorfose (Gr. "forma de jovem ) Ex. de pedomorfose Adultos que retêm brânquias externas Perenibranquiatas - brânquias permanentes Não-metamórficas Brânquias externas Necturus maculosus 35

Pedomorfose Podem permanecer indefinidamente com brânquias Os indivíduos com brânquias são chamados de axolotes Axolote 36

Respiração Muitas espécies da família Plethodontidae inteiramente terrestre eliminaram totalmente os pulmões Respiração cutânea Complementada através do bombeamento do ar para dentro e para fora da boca respiração buco-faríngea Eurycea longicauda 37

Comportamento reprodutivo Ovos geralmente são fecundados internamente Pacote de espermatozoides (espermatóforo) 38

Ordem Anura Nome comum: sapos, pererecas e rãs Característica: ausência de cauda nos adultos Diversidade: ~ 3.450 espécies Distribuição: todo o mundo Reprodução: aquático Pele: permeável impedem de afastarse das fontes de água 39

Ordem Anura As famílias mais bem conhecidas Ranidae: maioria das rãs Hylidae: pererecas arborícolas Bufonidae: sapos 40

Diferenças entre sapo, perereca e rã Sapos Hábitos terrestres, geralmente apresentam a pele rugosa e mais seca em relação às rãs e pererecas. Possuem um par de protuberâncias glandulares, atrás dos olhos, conhecidas como glândulas parotóides. Rãs Associados a ambientes úmidos ou aquáticos. Têm a pele muito lisa e úmida, apresentam dedos de ponta afilada e a sua locomoção é rápida, com saltos de grande extensão. Pererecas Discos adesivos nas pontas dos dedos, o que lhes confere a capacidade de se deslocar na vegetação ou em paredes. Em geral, possuem a pele lisa e úmida e podem dar grandes saltos. 41

Habitats e Distribuição Mecanismos de defesa Camuflagem 42

Habitats e Distribuição Mecanismos de defesa Cores apostemáticas 43

Habitats e Distribuição Mecanismos de defesa Cores apostemáticas 44

Habitats e Distribuição Mecanismos de defesa Tanatose 45

Habitats e Distribuição Mecanismos de defesa Olhos falsos Physalaemus nattereri Eupemphix nattereri Quando o predador se aproxima, um disco escuro no centro do olho falso solta uma substância tóxica 46

Tegumento e Coloração Pele delgada e úmida 2 camadas Epiderme estratificada com queratina proteção contra abrasão e perda de água Derme glândulas mucosas - muco protetor à prova d'água glândulas de veneno - Todos os anfíbios produzem veneno na epiderme seu efeito varia de uma espécie para a outra e com diferentes predadores 47

Phyllobates terribilis Família: Dendrobatidae O animal vertebrado mais tóxico do mundo Um único exemplar da espécie produz veneno suficiente para matar dez homens adultos A batracotoxina é uma neurotoxina Tribos indígenas utilizam o veneno para passar nas extremidades dos dardos das zarabatanas Phyllobates terribilis 48

Vocalização Machos possuem sacos vocais Situa-se na região gular, podendo ser simples ou duplo 49

Comportamento reprodutivo de anuros Machos vocalizam para atrair a fêmea e defender território Ar é passado através das cordas vocais: saco vocal pulmão Sons típicos de cada espécie 50

Reprodução Quando a fêmea se aproxima, ela pode escolher o macho pelo canto Após a escolha, a fêmea é abraçada pelo macho Amplexo ( abraço sexual ) Os óvulos são liberados em locais úmidos Macho elimina espermatozoides sobre os óvulos para fecundá-los Fecundação externa (maioria) 51

Amplexo

Comportamento reprodutivo de anuros Desovas podem ser aquáticas ou não Desova diretamente na água 53

Ciclo de vida da maioria dos anuros Ovos aquáticos Forma larval: Boca ventral Respira através de brânquias, sem membros, com cauda Boca-brânquias internasespiráculo Metamorfose Pulmões se desenvolvem, membros emergem, cauda perdida 54

Hábito alimentar Estágio larval (girinos) : herbívoros Adulto: carnívoro insetos, aranhas, minhocas, lesmas, caracóis, centopeias língua protrátil: presa à região anterior da boca e livre na região posterior 55

Grupos irmãos