7 ÍNDICE INTRODUÇÃO...... 11 1. MESSIANISMO REVOLUCIONÁRIO E EUROPEÍSMO FRANCOCÊNTRICO. A "GRANDE NAÇÃO" FRANCESA DOS ESTADOS GERAIS A SANTA HELENA........ 21 1. A Era da Revolução: dinâmica histórica e leitura historiográfica. 21 2. Os primórdios do messianismo revolucionário (1789/1793). :. 23 3. O Directório e a Europa das "repúblicas irmãs" (1794/1799).. 29 4. O triunfo napoleónico: terminar a Revolução e pacificar a Europa (1799/1804)......................... 32 5. O europeísmo napoleónico: tácticas, modelos e instrumentos 35 6. Da "Grande Nação" ao "Grande Império": guerra e política (1805/1814)......................... 38 7. O Império napoleónico perante os nacionalismos dos povos. 43 8. Santa Helena e o Mémorial do "romântico cativo" (1815/1816) 52 9. Napoleão e a nova Europa do Congresso de Viena 54 10. Egipto, Grã-Bretanha e Rússia: o mundo visto de Santa Helena 58 11. Espanha, Itália e Alemanha: a Europa vista de Santa Helena 61 12. Os ecos do bonapartismo na contemporaneidade ocidental.... 66
8 I A Europa Napoleónica e Portugal 2. O ANO DE 1807: O FIM DA NEUTRALIDADE EA CHEGADA DAS INVASÕES FRANCESAS................ 71 1. A fronteira da modernidade portuguesa........... 71 2. A diplomacia de Lisboa perante a rivalidade franco-britânica 72 3. "La vache au lait de l'angleterre" (1789/1801)...... 75 4. A neutralidade problemática (1801/1807).......... 79 5. A contagem decrescente para a primeira Invasão Francesa.. 85 6. O Brasil ou a maior e melhor parte da monarquia portuguesa. 89 7. Os dilemas do príncipe regente D. João......... 92 8. A Convenção luso-britânica e o tratado de Fontainebleau... 95 9. A marcha da primeira Invasão Francesa 99 10. O embarque da família real e a transferência da capital para o Brasil 101 11. A chegada de Junot................ 106 12. O princípio do fim do Antigo Regime português....... 111 3. PORTUGAL E A GUERRA PENINSULAR ENTRE 1808. E 1809............................. 119 1. O significado da Guerra Peninsular na história da Europa napoleónica......................... 119 2. O espaço ibérico na geoestratégia de Paris e Londres.... 128 3. A viragem espanhola: do francesismo de Godoy ao nacionalismo do "dos de Mayo" 131 4. A guerra de independência em Espanha e o efeito de Bailén 135 5. Napoleão em Espanha: a reconquista de Madrid e a perseguição de John Moore............................ 140 6. Os planos da segunda Invasão Francesa de Portugal e da submissão da Andaluzia espanhola.................... 148 7. A reorganização da resistência anglo-iusa em 1808/1809. 151 8. A construção do herói: Wellington em Portugal..... 155 9. A tomada do Porto e o desastre da Ponte das Barcas 159 10.A "realeza" de Soult e a defesa da ponte de Amarante.. 164 11. A ofensiva anglo-lusa e a retirada de Soult...... 169 12. As razões do fracasso da segunda Invasão Francesa... 174 13. A campanha da Andaluzia e o contra-ataque francês.. 178 14. Do Porto e Talavera a Wagram: o Império napoleónico em 1809 185 15. O lugar da segunda Invasão Francesa na evolução da "úlcera" peninsular 191
Índice I 9 4. "PARLER LA LANGAGE DES FOULES". lunot E SOULT PERANTE A OPINIÃO PÚBLICA EM PORTUGAL (1807/1809) 1. "Corações e mentes" na Europa napoleónica... 2. A Revolução Francesa e as origens da opinião pública moderna. 3. A política de informação do Império Napoleónico. 4. "Vender" e "popularizar" a guerra: Napoleão em campanha 5. As Invasões Francesas e a modernidade jornalística em Portugal......................... 6. A primeira Invasão: junot perante a opinião pública de Lisboa em 1808 '. 7. A guerra de escritos: a contra-informação francófoba e a derrota de junot. 8. A segunda Invasão: Soult perante a opinião pública do Porto em 1809. 9. O Diário do Porto entre o colaboracionismo e o francesismo 10. A relação luso-francesa: do choque de vontades ao diálogo de surdos. 195 195 198.201.206.209.213.226.235.240.246 5. A ÚLTIMA INVASÃO: FRANCESES E ANGLO-LUSOS ENTRE 1810 E 1811. 1. Napoleão e a Guerra Peninsular em 1809/1810. 2. Wellington e a Guerra Peninsular em 1809/1810 3. Expectativas e preparativos para a campanha de Portugal 4. As chaves da fronteira: Cidade Rodrigo, Côa e Almeida 5. A invasão de Portugal: caminhos e dispositivos 6. A batalha do Buçaco: guerra e política...... 7. A inexpugnabilidade das Linhas de Torres.... 8. Reinventar a invasão: Massena e os seus generais 9. Um Inverno de impasse. 10. A retirada francesa. 11. A fronteira luso-espanhola na Primavera de 1811. 12. A última contra-ofensiva: a batalha de Fuentes d'ofioro 13. A libertação definitiva de Portugal........... 14. Do improviso à derrota: as causas do fracasso de Massena em Portugal........................ 15. A nova face da Guerra Peninsular: Wellington em 1812/1813.249.249.256.262.273.279.282.288.294.298.307.313 317 319.323.329
10 I A Europa Napoleónica e Portugal 6. O IMPACTO DAS INVASÕES FRANCESAS NA CONSTRUÇÃO DA MODERNIDADE OITOCENTISTA PORTUGUESA........ 337 1. As Invasões Francesas na leitura retrospectiva de Oliveira Martins.. 337 2. Da neutralidade difícil à invasão inevitável............ 339 3. A Corte na América e a orfandade na metrópole 341 4. As Invasões Francesas: a crise político-social, a ruína económica e a perda de independência...................... 344 5. A prosperidade brasileira e a decadência portuguesa nas vésperas do Vintismo............................. 346 6. Os problemas da nova ordem liberal............... 350 7. A militarização da política e o desacordo entre as legitimidades liberais. 8. O liberalismo português no "reinado da frase e do tiro". 9. Os instrumentos e a dinâmica da Regeneração........ 10. O impacto das Invasões Francesas no século XIX português 353 355 358.360 CRONOLOGIA....... FONTES E BIBLIOGRAFIA. ÍNDICE. 363.371. 7