PLANO DE FORMAÇÃO 2014/2017

Documentos relacionados
Plano de Formação

2013/2015 PLANO DE FORMAÇÃO

PLANO DE FORMAÇÃO EPFMCB

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GAVIÃO. Ano letivo 2014/2015 PLANO DE FORMAÇÃO. Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE FREAMUNDE. Plano de Formação do Agrupamento 2015/2017

Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ESCOLA SECUNDÁRIA/3 RAINHA SANTA ISABEL ESTREMOZ

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PROFESSOR PAULA NOGUEIRA

Agrupamento de Escolas Verde Horizonte. (Plano Estratégico de Melhoria) Anexo 5 ao Projeto Educativo

PLANO DE MELHORIA Aprovado em Conselho Geral de 28 de setembro de 2017

Plano de Melhoria. Agrupamento de Escolas Joaquim Inácio da Cruz Sobral

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS

PLANO DE DESENVOLVIMENTO EUROPEU

PLANO DE MELHORIA QUADRIÉNIO 2014/2018

PLANO DE DESENVOLVIMENTO EUROPEU AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARRIFANA, SANTA MARIA DA FEIRA

A educação que faz a diferença Um esforço coletivo

Agrupamento de Escolas de Muralhas do Minho, Valença PLANO ESTRATÉGICO PARA O ANO LETIVO

PLANO DE AÇÃO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO (SPO) Ano letivo 2014/2015. Destinatários

Plano de Ações de Melhoria

PLANO DE AÇÃO DE MELHORIA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALHANDRA, SOBRALINHO E SÃO JOÃO DOS MONTES PLANO DE MELHORIA IGEC

PLANO DE FORMAÇÃO DO AGRUPAMENTO. Ano letivo: 2014/2015

AGRUPAMENTO ESCOLAS SANTOS SIMÕES PLANO DE MELHORIA

Terceiro Ciclo da Avaliação Externa das Escolas. Campos de análise Referentes Indicadores

Agrupamento de Escolas Santos Simões

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS

Plano de Melhoria. Avaliação Externa IGEC. 13 a 16 de abril 2015

Questionários de satisfação Grupo de trabalho da Avaliação Interna

Escola Secundária José Saramago Mafra. Plano Estratégico

AUTOAVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES (AvAEFS) ANO LETIVO 2015/2016

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VALLIS LONGUS PLANO DE AÇÃO DE MELHORIA

PLANO TIC 1

António de Jesus Seixas Recondução de Diretor

Plano de Melhoria 2016/2019

AEDLV - Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância D. Lourenço Vicente. Plano de Melhoria do Agrupamento

Agrupamento de Escolas de Rio Tinto AVERT PLANO DE MELHORIA DO AGRUPAMENTO

Agrupamento de Escolas de Ourique

PLANO DE AÇÃO DO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo PLANO DE INTERVENÇÃO. Avaliação Interna da EPDRR

Plano de Melhoria do Agrupamento - Período de intervenção 2014/ Reformulação para 2015/2016

APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DA AUTOAVALIAÇÃO E DAS AÇÕES DE MELHORIA

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 1º, 5º, 7º e 10º anos de escolaridade 2018/19 (aprovados em reunião de CP de 21 de novembro)

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS

Avaliação da biblioteca escolar

Avaliação da biblioteca escolar

Plano de Ação Estratégica

Agrupamento de Escolas de Mafra

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS LINDA-A-VELHA E QUEIJAS

Avaliação Externa das Escolas PLANO DE MELHORIA

RELATÓRIO ANUAL DE PROGRESSO. CONTRATO DE AUTONOMIA (artigo 8º da Portaria nº 265/2012, de 30 de agosto, e na cláusula 9ª do Contrato de Autonomia)

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE (ADD)

Avaliação Interna. Agrupamento de Escolas de Briteiros 2013/ 2017

Agrupamento Vertical de Escolas de Leça da Palmeira/ Santa Cruz do Bispo AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS 2012 PLANO DE MELHORIA

áreas de intervenção prioritária/de melhoria Recursos

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO PLANO DE MELHORIAS 2011/ /2013 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA QUINTA DO CONDE

Índice 1. Introdução. 2. Explicitação das necessidades diagnosticadas Objetivos a atingir.

Bem-vindo(a)s Encarregados de Educação 12 e 13 de outubro 2015

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE RIO TINTO AERT

Relatório Autoavaliação Escola 2015 / 2016

PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO

CRITÉRIOS GERAIS E NORMAS DE AVALIAÇÃO 2018/2019

Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALAPRAIA. AUTOAvaliação

Transcrição:

Agrupamento de Escolas Vasco Santana Código 171840 PLANO DE FORMAÇÃO 2014/2017 Aprovado em conselho pedagógico de 22 de janeiro 2015.

Índice NOTA INTRODUTÓRIA... 3 PÚBLICO-ALVO... 3 OBJETIVOS GERAIS... 3 EXPLICITAÇÃO DO LEVANTAMENTO DE NECESSIDADES... 4 ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO... 4 ÁREAS PRIORITÁRIAS DE FORMAÇÃO... 4 CALENDARIZAÇÃO DA FORMAÇÃO... 6 AVALIAÇÃO... 6 2

NOTA INTRODUTÓRIA Para dar cumprimento ao disposto nos Decreto-lei n.º 75/2010 de 23 de junho, Decreto-lei nº 15/2007, de 19 de janeiro, Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de abril, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 137/2012, de 2 de julho, complementados pelo Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21 de fevereiro, no que diz respeito à Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente, apresenta-se este Plano de Formação do Agrupamento de Escolas Vasco Santana para os anos letivos de 2014/2015, 2015/2016 e 2016/2017. Tendo por base o Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas Vasco Santana, pretende-se uma formação centrada nos problemas do agrupamento e nas necessidades específicas dos elementos da comunidade escolar. Este plano deve ser o ponto de partida para uma formação abrangente que constitua uma mais valia no desenvolvimento profissional, pessoal, cultural, social e ético do seu público alvo. PÚBLICO-ALVO Este plano destina se a suprir as necessidades de formação do pessoal docente e não docente do Agrupamento de Escolas Vasco Santana. OBJETIVOS GERAIS 1. Promover o desenvolvimento profissional pessoal, cultural, social e ético do pessoal docente e não docente. 2. Promover a melhoria dos resultados académicos e sociais. 3. Promover a melhoria do planeamento, da prática e da monotorização das avaliações do serviço educativo. 4. Promover a melhoria da liderança escolar no que diz respeito à visão, valorização e motivação dos profissionais. 5. Promover um maior desenvolvimento da autoavaliação do agrupamento enquanto instituição, possibilitando um maior envolvimento da comunidade educativa. 6. Promover a aquisição de capacidades, competências e saberes que favoreçam a construção da autonomia da Escola, a implementação do respetivo Projeto Educativo e uma participação/intervenção eficaz dos pais e encarregados de educação na vida da escolar do seu educando e na vida da escola. 7. Melhorar a funcionalidade e qualidade dos serviços prestados à organização. 3

EXPLICITAÇÃO DO LEVANTAMENTO DE NECESSIDADES Para a elaboração deste plano foram auscultados os diferentes intervenientes da comunidade educativa, tendo existido uma reflexão promovida pela direção em conjunto com o conselho pedagógico. Esta reflexão teve por base o último plano de formação implementado no agrupamento, bem como as necessidades detetadas: (i) no processo de autoavaliação no âmbito da avaliação de desempenho; (ii) no processo de autoavaliação que tem vindo a ser implementado no agrupamento; (iii) e sugeridas pelos diversos departamentos e diretores de turma. ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO Deste Plano de Formação irá basear-se nas ações disponibilizadas pelo centro de formação a que a escola pertence, CENFORES bem como pela CMO. Irão ser consideradas ações promovidas pelos organismos centrais do Ministério da Educação, que se enquadrem na estratégia nacional para a formação, incluindo a respeitante ao reforço das competências das direções das escolas, nos diferentes domínios de gestão. Serão ainda consideradas possíveis parcerias com outras entidades formadoras/formadores devidamente reconhecidos, que se enquadrem no âmbito da planificação e das necessidades apresentadas ou dos projetos em desenvolvimento ou a desenvolver no Agrupamento. Por fim, este Plano de Formação contemplará um conjunto de sessões informais orientadas essencialmente para a otimização dos projetos em curso no Agrupamento, num modelo de autoformação. ÁREAS PRIORITÁRIAS DE FORMAÇÃO Efetuado o levantamento de necessidades e atentos aos domínios de intervenção do Projeto Educativo foram definidas quatro áreas de temas de formação: 1. Melhoria dos Resultados Avaliação das aprendizagens Ciências da Especialidade; Educação Especial (dislexia, hiperatividade, outras); Música, Expressão Plástica, Ciências e Matemática na educação pré-escolar; 4

2. Prestação do serviço educativo Para o Pessoal Docente Liderança em sala de aula Tecnologias Educativas Moodle; Quadros interativos; E-Learning; Excel; Educação para a Saúde; Educação Sexual; Biblioteca Escolar; Ambiente; Expressão Dramática; Competências Socias; Desenvolvimento da Criatividade; Desenvolvimento da Inteligência Emocional; Gestão de Conflitos; Diversificação de Recursos e de Estratégias; Utilização Pedagógica de Recursos Multimédia e/ou Informáticos. Para o Pessoal Não Docente: Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho; Gestão de conflitos; Atendimento ao público; Comunicação e relacionamento interpessoal; Promoção e desenvolvimento de competências sociais; JPM. 3. Liderança e Autoavaliação Diagnóstico Organizacional; Construção e Implementação de Projetos; Chefia e Liderança; Motivação de Equipas; Gestão de Projetos; Gestão de Recursos Humanos; Gestão Financeira e Contabilística; Gestão do Tempo; Avaliação Interna da Organização; Avaliação do Desempenho; 5

4. Educação e Orientação para pais e alunos Para os Pais e Encarregados de Educação: Área da Saúde; Treino Parental; Orientação Vocacional. Para os alunos: Educação Rodoviária; Educação Ambiental; Educação para a Saúde: Prevenção da violência no namoro; Prevenção do Bullying; Educação Sexual; Prevenção do consumo de substâncias psicoativas; Segurança na Internet; Plano de Segurança (Evacuação em caso de Incêndio e Sismo); CALENDARIZAÇÃO DA FORMAÇÃO Na calendarização das ações deve ter-se em atenção que estas não dependem exclusivamente do Agrupamento. Existem fatores externos que influenciam as propostas de ações que permitem dar cumprimento a este plano de formação. - A implementação deste plano deve ter em atenção os seguintes pressupostos: - A formação deve ser distribuída ao longo do tempo evitando sobrecarga de trabalho; - A formação deve ser disponibilizada em quantidade suficiente de modo a que seja garantido a possibilidade de todos terem a formação necessária para o seu desenvolvimento profissional, nomeadamente no caso dos docentes; - No que ao pessoal não docente diz respeito, devem ser privilegiadas as interrupções letivas, para permitir o bom funcionamento das escolas; - No caso de os destinatários serem os Pais e Encarregados de Educação, estes devem ser ouvidos, em cada caso, quanto à calendarização, de modo a que haja possibilidade efetiva da sua participação; -A formação para os alunos deve ser realizada de modo a que haja o menor prejuízo efetivo das atividades curriculares. AVALIAÇÃO O Plano de Formação irá ser avaliado no final de cada ano letivo. Da avaliação podem resultar reajustes com vista a garantir o cumprimento dos objetivos preconizados neste plano. 6