TÉTANO EM CORDEIRO RELATO DE CASO

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Transcrição:

69 ISSN: 23170336 TÉTANO EM CORDEIRO RELATO DE CASO KILIAN, S. 1 ; CORREA, E. B. 2 Resumo: O presente trabalho relata um caso de tétano em um cordeiro, macho, Dorper, com 12 dias de vida, submetido a pastejo em capim massai híbrido espôntaneo entre Panicum Maximum e o Panicum Infestum e com suplementação alimentar contendo aveia, na fazenda Canecão, localizada no município de Caarapó, no estado do Mato Grosso do Sul. O animal apresentava dificuldade respiratória, tremores musculares, orelhas eretas, rigidez da cauda, opistótono e assumiu posição de cavalete. Ao suspeitar-se de um caso de tétano o proprietário, junto com o médico veterinário, levou o animal ao Hospital Veterinário da Unigran, onde os sinais clínicos foram aumentando e pouco depois o animal veio a óbito. O diagnóstico foi feito através das apresentações clínicas. Palavras-chave: Ovino, Posição de Cavalete; Clostridium tetani;. TETANUS IN LAMB Abstract: The present study reports a case of tetanus in lamb, male, Dorper, 12 days of life, subjected to grazing in a hybrid massai grass spontaneous between Panicum Maximum and Panicum Infestum and with food supplementation containing oats, in the farm Canecão, located in the municipality of Caarapó, in the state of Mato Grosso do Sul. The animal had respiratory difficulty, muscle tremors, erect ears, tail rigidity and assumed "easel position. When a tetanus case is suspected the owner, together with the veterinarian, took the animal to the Veterinary Hospital of Unigran, where clinical signs were increasing and soon after the animal died. The diagnosis was made through the clinical presentations. Key Word: Lamb; Easel Position; Clostridium tetani; INTRODUÇÃO O gênero Clostridium foi descrito em 1880 por A. Prazmowski e desde então já foram descritas mais de 225 espécies distribuídas em diferentes áreas geográficas. São bastonetes gram-positivo, esporulados e anaeróbios estritos e a maioria deles constituem 1 Discente do Curso de Graduação em Medicina Veterinária, UNIGRAN, Dourados-MS. 2 Medico Veterinário, Especialista, Docente do Curso de Graduação em Medicina Veterinária, UNIGRAN, Dourados-MS

70 a microbiota intestinal de animais e seres humanos. A maioria das infecções e intoxicações que atacam os animais domésticos são provocadas por bactérias do gênero Clostridium. Tais doenças são chamadas de clostridioses e suas taxas de letalidade são altas (LOBATO et al., 2013). Clostridium tetani produz exotoxinas que causam o tétano, que é uma doença infecciosa aguda não contagiosa e altamente fatal (FILIPPO et al., 2016). Acomete todos os mamíferos, sendo os equinos os mais sensíveis (QUEVEDO et al., 2011). A doença nos ovinos é mais comum do que em bovinos e, normalmente, ocorre por consequência da castração ou por feridas de tosquia (RIET-CORREA et al., 1998). O tétano neonatal geralmente está relacionado com infecção no cordão umbilical associado à má condição higiênica do parto (SMITH, 2006). A porta de entrada da bactéria, na maioria dos casos, é uma ferida perfurante profunda ou através do aparelho digestório, cirurgias e qualquer procedimento que provoque baixa tensão tecidual de oxigênio (ALMEIDA et al., 2012). A forma esporulada da bactéria dispõe de alta resistência ambiental e com isso ela se mantêm viável em diversas condições, desde extremos de temperatura até exposição à luz solar direta e podem ser encontrados em áreas cultiváveis, ricas em matéria orgânica e nas fezes de animais e humanos (QUINN et al., 2005). Devido à anaerobiose, a forma esporulada de C. tetani vai se desencadear para a forma vegetativa e vai ter liberação de três proteínas tóxicas, a tetanolisina, tetanoespasmina e a toxina não espasmogênica (FILIPPO et al., 2016). Em todas as espécies, a doença é caracterizada por intensos espasmos tônicos da musculatura esquelética, tremores musculares, trismo mandibular e os animais assumem posição de cavalete. A morte ocorre por paralisia dos músculos respiratórios provocando uma insuficiência respiratória (FILIPPO et al., 2016). RELATO DE CASO Foi atendido na fazenda Canecão, no município de Caarapó, estado do Mato Grosso do Sul um cordeiro, macho, Dorper com 12 dias de vida. O proprietário relatou que ele tinha 56 animais, sendo que 11 eram filhotes e que ele nao tinha realizado a cura do umbigo com iodo corretamente nesses filhotes. Os animais viviam em um piquete com 5 hectares e que os mesmos eram submetidos a pastejo em capim massai híbrido espôntaneo entre Panicum Maximum e o Panicum

71 Infestum e a noite os animais permaneciam em ambiente fechado onde recebiam suplementação alimentar contendo aveia. Somente 1 filhote adoeceu. No local de parição e onde eles dormiam tinha presença de muitas fezes. O umbigo mal curado foi a possível fonte de infecção para o Clostridium tetani. No exame clínico observou-se que o animal apresentava dificuldade respiratória, tremores musculares, as orelhas estavam eretas (Figura 1), opistótono, rigidez da cauda, assumiu posição de cavalete (Figura 2), estava com trismo mandibular, andava com os membros rígidos e ao tentar andar o mesmo acabava caindo no chão com os membros estendidos, hiperexcitabilidade, tetania dos músculos masseteres assim como é relatado em Riet-Correa et al. (1998). O proprietário levou o animal ao Hospital Veterinário da Unigran, mas, ao chegar lá, nao foi realizado tratamento pois a doença já estava no estágio final e o animal acabou vindo a óbito. Figuras 1 e 2. Cordeiro com orelhas eretas e em posição de cavalete Fonte: Elton Bock (2016). Como a sintomatologia e o histórico eram compatíveis com Tétano o animal foi diagnósticado com essa enfermidade e o diagnóstico foi baseado através da alterações clínicas. Depois de diagnosticar o Tétano no animal, foi recomendado ao proprietário passar tintura de iodo a 10% nos outros filhotes para a cura do umbigo e foi indicado retirar as fezes e passar cal virgem no lugar onde os animais dormiam para fazer a desinfecção das instalações.

72 DISCUSSÃO E CONSIDERAÇÕES FINAIS Não foi realizada uma cura de umbigo com iodo corretamente no animal e o mesmo vivia em um local que continha muitas fezes, o que ressalta a suspeita de Tétano, pois segundo SMITH (2006), elevadas concentrações de esporos de C. tetani são encontradas em solos severamente contaminados por matérias fecais e segundo Raposo (2001), na maioria dos casos a bactéria é introduzida nos tecidos por meio de ferimentos externos que estejam contaminados. Os sintomas manifestados pelo animal que foram observados no exame clínico são compatíveis com várias enfermidades, inclusive com o tétano, como Radostits et al. (2014) relata que os sinais clínicos característicos são os espasmos musculares e a posição de cavalete, mas se estiver no começo da doença pode ser confundida com outras enfermidades. Como o cordeiro apresentou grande rigidez da musculatura e a famosa posição de cavalete, aumentou-se a suspeita de um caso de tétano. A cultura do material extraído da ferida da infecção ou as hemoculturas não possuem valor diagnóstico nenhum, que é relatado em Gomes et al. (2011). O diagnóstico é baseado nas alterações clínicas, já que o Tétano não produz lesões específicas tanto na macroscopia e nem na microscopia. É indicado fazer diferencial para outras enfermidades coletando fragmentos de diversos órgãos, incluindo o sistema nervoso central armazenados em gelo e formol, segundo descrito em Raposo (2001). Ao comparar o caso relatado acima e as diversas literaturas disponíveis podemos confirmar que esse caso trata-se de Tétano provocado pela infecção por Clostridium tetani que teve como porta de entrada o umbigo mal curado e falta de higienização do local onde os animais viviam. A cura do umbigo com tintura de iodo a 10% deve ser realizada logo após o nascimento do animal e até o terceiro dia de vida, e após passarem por esse procedimento os animais devem ficar em ambientes livres de contaminação por fezes, que é descrito em Radostits et al. (2014). É recomendando a vacinação em cordeiros aos 2, 3 e 6 meses de vida, com uma dose de reforço após 1 ano, segundo Smith (2006). O relato teve como objetivo principal demonstrar os sinais clínicos da doença para que possa ajudar outros casos de Tétano em cordeiros que possam vir a ocorrer, já que se lida como uma enfermidade de ocorrência comum e mostrar a importância de se realizar uma cura correta do umbigo dos filhotes.

73 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA, A. C. S. et al. Tétano em pequenos ruminantes: estudo retrospectivo dos principais achados clínico-epidemiológicos em 11 casos. 2012. Disponível em: <https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/13822/s0102-09352012000400036.pdf?sequence=1&isallowed=y>. Acesso em: 25 de mar. 2017. FILIPPO, P. A. D. et al. Achados clínico-epidemiológicos e resposta ao tratamento de 25 casos de tétano em equinos ocorridos na região Norte Fluminense, Rio de Janeiro, Brasil, 2016. Disponível em: <http://www.rbmv.com.br/pdf_artigos/23-05- 2016_14-58RBMV%200189.pdf>. Acesso em: 25 de mar. 2017. GOMES, A. P. et al. Infecção por Clostridium tetani no recém-nascido: revisão sobre o tétano neonatorum, 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s0103-507x2011000400014>. Acesso em: 25 de mar. 2017. LOBATO, F. C. F. et al. Clostridioses do animais de produção. 2013. Disponível em: <https://www.researchgate.net/publication/258021730_clostridioses_dos_ani MAIS_DE_PRODUCAO>. Acesso em: 25 de mar. 2017. QUEVEDO, P. S. et al. Tétano em bovinos no sul do Rio Grande do Sul: estudos de 24 surtos. 2011. Disponível em: <http://www.pvb.com.br/pdf_artigos/30-12-2011_09-43vet%201067_2357%20ld.pdf>. Acesso em: 26 de mar. 2017. QUINN, P. J. et al. Microbiologia Veterinária e Doenças Infecciosas. 1 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. RADOSTITS, O. M. et al. Clínica veterinária: um tratado de doenças dos bovinos, ovinos, suínos, caprinos e eqüinos. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. RAPOSO, J. B. Tétano; RIET-CORREA, F. et al. Doenças de Ruminantes e Equinos. 2. ed. São Paulo: Varela Editora e Livraria Ltda, 2001. RIET-CORREA, F. et al. Enfermidades do Sistema Nervoso dos Ruminantes no Sul do Rio Grande do Sul, 1998. In: Ciência Rural. v. 28, n. 2, p. 341-348, 1998. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/cr/v28n2/a28v28n2.pdf>. Acesso em: 26 de mar. 2017. SMITH, M. O. Moléstias do Sistema Nervoso. Tétano. SMITH, B. P. Tratado de Medicina Interna de Grandes Animais. São Paulo: Editora Manole Ltda, 2006.