Planejamento e Gestão de RSU COMPOSTAGEM

Documentos relacionados
TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) COMPOSTAGEM. Profa. Margarita María Dueñas Orozco

Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Rurais Departamento de Solos Disciplina de Biologia do Solo VERMICOMPOSTAGEM 26/05/2009

Ensaio de aceleração de compostagem de resíduos de podas de árvores urbanas através da adição de RINENBAC.

FERTILIZANTES ORGÂNICOS E SEU EMPREGO

menu NISAM20 04 menu inic ial próxima

A CENTRAL DE VALORIZAÇÃO ORGÂNICA DA ALGAR

RECEPÇÃO DE CALOUROS COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS UFES Campus ALEGRE

Tratamento de Resíduos Orgânicos COMPOSTAGEM

MÓDULO 2. Prof. Dr. Valdir Schalch

[DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS]

Geração percapita Resíduos Urbanos: (Kg/hab.dia)

23/6/2010. Dejetos fezes, urina, bebedouros, higienização e resíduos suínos, aves e bovinos leiteiros Confinamento. Dejetos.

CENTRAL DE COMPOSTAGEM DE LODO DE ESGOTO DA ETE LAVAPÉS

Recursos Energéticos e Ambiente. Aula 4. Organização da Aula. Energia Solar. Contextualização Parte 1. Instrumentalização. 1.

Hidejal Santos. Compostagem uma prática ambiental sustentável!o.simp. P+L

Cultura do lixo. Premissas. Modelo Linear

GERAÇÃO DE RESÍDUOS. Planejamento e Gestão de Resíduos

Curso de Licenciatura em Ciências da Natureza Componente Curricular: Educação e Saúde. Prof. Vanderlei Folmer / Msc. Maria Eduarda de Lima

Tratamento de resíduos

A EMISSÃO DE BIOGÁS ATRAVÉS DA CAMADA DE COBERTURA FINAL DO ATERRO DA CTR NOVA IGUAÇU E DO LIXÃO DE SEROPÉDICA - RIO DE JANEIRO

ESTAÇÃO DE COMPOSTAGEM

Geração de energia a partir de RSU

EFLUENTES LÍQUIDOS INDUSTRIAIS

Colégio Santa Dorotéia

Plano de aula. ZOOTECNIA I (Suínos) 01/04/2016. Resíduos de origem animal. Produção Animal vs Impacto Ambiental. Dejetos. Problemas.

GRADE CURRICULAR ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA. Primeiro Período

Qualidade da Água em Rios e Lagos Urbanos

Poluição do Solos (Meio Urbano)

Materiais: Folhas secas de serapilheira ou serragem; Resíduos orgânicos devidamente triturados; Regador; Termômetro digital (opcional).

VARIAÇÃO DA TEMPERATURA NA COMPOSTAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS ORGÂNICOS

UM MODELO DE GESTÃO DE RESÍDUOS MUNICIPAIS PROF. DR. SABETAI CALDERONI INDUSTRIALIZAÇÃO SUSTENTÁVEL DE RESÍDUOS

Preservação da madeira

COMPOSTO ORGÂNICO Materiais Quantidade no composto

MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO (MOS) Fertilidade do Solo Prof. Josinaldo

Zulmira Lopes Divisão de Leite e Lacticínios 2006

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Planejamento e Gestão de RSU ESTAÇÕES DE TRANSBORDO

ESCOLA ESTADUAL EDGAR BARBOSA OFICINA: QUÍMICA AMBIENTAL E RECICLAGEM NATAL/RN 2013

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Senhora do Porto Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

O SOLO COMO F0RNECEDOR DE NUTRIENTES

INTRODUÇÃO MICRORGANISMOS COMPOSTAGEM COMPOSTAGEM ACELERADA

Aproveitamento energético do biogás a partir de RSU: desafios tecnológicos e regulatórios

Geração de Renda a Partir dos Dejetos da Suinocultura: Biofertilizante, Biogás e Energia Elétrica

COMPOSTAGEM AERÓBICA: TRATAMENTO DADO AO LIXO GERADO NO CAMPUS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA

Aula 21 Sistemas individuais de tratamento de esgotos

ARBORICULTURA II. Manutenção do Solo 1ªParte

Gerenciamento de Resíduos Sólidos CENIBRA

A compostagem é um processo de decomposição de matéria. orgânica, na presença de oxigénio, feita através de micro

Experiência de Aproveitamento Energético do Biogás do Aterro Sanitário de Belo Horizonte

CHORUME DE ATERRO NÃO É ESGOTO PRECISA DE TRATAMENTO ADEQUADO

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

SANEAMENTO E AMBIENTE: 3º ENCONTRO DA ENGENHARIA. Confinamento de Resíduos Industriais: técnicas e materiais

Núcleo Proecco Em parceria com as empresas. Centro de Referências para Triagem e Tratamento de Resíduos Orgânicos e Inorgânicos.

Disciplina: Controle de Qualidade Série: 2ª Turmas: L/N/M/O. Curso: Técnico em Agroindústria. Professora: Roberta M. D.

Compostagem Caseira. por José Furtado

Curso de Engenharia Ambiental. Relatório Visita Técnica 2012

AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE COMPOSTAGEM DE RESÍDUOS ORGÂNICOS

COMPOSTAGEM UTILIZANDO ESTERCO BOVINO, BAGAÇO DE CANA-DE- AÇÚCAR E LODO DE ESGOTO COMO PREVENÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE CAMPO MOURÃO PR.

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa

Guia de montagem e manutenção de composteiras

O PROJETO CIDADE DO POVO. Rio Branco - AC, 26 de julho de 2012

Projeto. Reciclagem de resíduos orgânicos urbanos utilizando composteiros de tela de arame. Realização:

Percentual dos materiais encontrados no lixo brasileiro. Fonte: site da Editora Moderna

13 Sistemas de lodos ativados

Recuperação da Paisagem Mestrado 1º ano 2º semestre. Thomas Panagopoulos Prof. Auxiliar

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA AGROINDÚSTRIA DE FARINHA

Tabela 10 Equipamento e respectivas características para cada operação. Fase / Operação Equipamento Características

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Engenharia - ESA

SAAE Serviço autônomo de Água e Esgoto. Sistemas de Tratamento de Esgoto

Visão Geral sobre a Tecnologia Aterro Industrial. Essencis Regional Sul François André Martinot

FORMULÁRIO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO

Produção e caracterização de resíduos da construção civil

TIPO DE REATORES

VII Encontro Técnico de Alto Nível COMPOSTAGEM Contexto Nacional e Internacional. Engº Agrº Carlos A. P. Mendes Diretor - INPAS 28/08/14

Gerenciamento de Resíduos do Saneamento Água e Esgoto. Eduardo Barbosa Carvalho, Engº Químico Diretor de Operações, CORSAN

Tecnologias para Valorização de Resíduos Agroindustriais e Sólidos Urbanos Foco: Compostagem Acelerada

III QUALIDADE DO COMPOSTO ORGÂNICO APÓS A INCORPORAÇÃO DE LODO DE ESGOTO

Sistema AGRIS - Categorias de Assuntos: A AGRICULTURA. A01 Agricultura - aspectos gerais. A50 Investigação B GEOGRAFIA E HISTÓRIA.

9 Tanques sépticos e tratamentos complementares

IMPACTO DA CODISPOSIÇÃO DE LODO SÉPTICO NAS TRINCHEIRAS DE UM ATERRO SANITÁRIO RESUMO

Unidade 4 A Terra e o solo

IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAGOA DE DECANTAÇÃO DE LODO DO RIO CAPIBARIBE COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC RECIFE - PE

Disciplina: Manejo de Resíduos Sólidos. 6 Armazenamento, Coleta e Transporte. Professor: Sandro Donnini Mancini. Sorocaba, Setembro de 2016

Corretivos Adubos e Adubações. Prof. ELOIR MISSIO

Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos. 8 Compostagem. Professor: Sandro Donnini Mancini. Sorocaba, Março de 2015.

Matéria Orgânica do solo (m.o.s)

Processo de Compostagem a Partir de Lixo Orgânico Urbano e Caroço de Açaí

Agricultura urbana, redução de resíduos e compostagem

1) Conceitos e definições:

Transcrição:

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Engenharia - ESA Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária Planejamento e Gestão de RSU COMPOSTAGEM 22/6/2016 1

Tratamento dos RSU Conceituação: Ações que visam: Reduzir a quantidade, modificar características física, química ou biológica, e/ou a periculosidade RSU. Objetivos: 1. Aumentar a vida útil de Aterros; 2. Valorizar / Conservar Recursos Naturais; 3. Inertizar Resíduos Sépticos. 2

COMPOSTAGEM Forma de transformação de resíduos orgânicos através de processos físicos, químicos e biológicos, em material mais estável e resistente à ação das espécies consumidoras. Produto Final: Composto orgânico condicionador de solo Não causa impactos no solo QUANDO PROCESSO CONTROLADO ADEQUADAMENTE. 3

VANTAGENS Redução de ~ 50% de resíduos ao AS; Aproveitamento agrícola da matéria orgânica; Reciclagem de macronutrientes (N, P, K); Eliminação de patógenos; Economia no tratamento de efluentes: menor geração de chorume; Rejeitos do processo enviados para AS; Usado para recuperação de solos exauridos; Economia de energia se comparada aos processos a outros tratamentos. Custos relativamente baixos se comparados com outros processos. 4

DESVANTAGENS Só trata matéria orgânica; Deve haver controle operacional para manter a qualidade do composto (aeração, temperatura, umidade, ph) Necessita TRIAGEM eficiente; Mercado oscilante. 5

Observações Implantação: OFERTA x DEMANDA CUSTOS OFERTA: Qual a disponibilidade de matéria orgânica no Lixo Municipal? (COLETA SELETIVA...) Qual a frequência de poda de árvores no município? Identificar Grandes geradores de matéria orgânica (restauramtes, hortifruti, sacolões...) 6

Observações Implantação: OFERTA x DEMANDA CUSTOS DEMANDA: Municípios com Programas de Arborização Urbana e praças públicas: compostagem é um item facilitador No Brasil: Quantos município possuem programa de arborização urbana? Não é só plantar árvores Planejamento profissional Agricultores orgânicos. 7

Etapas da pré-compostagem" Planejamento: Diagnóstico dos RSU (resíduos orgânicos domiciliares, feiras, sacolões, restaurantes, floriculturas, shoppings centers...); Definição de metas de curto, médio e longo prazos (Produção de adubo? Contenção de erosão?); Definição de estrutura física e gerencial: tamanho do município; Capacitação técnica; Investimentos necessários - custos da atividade e formas de cobrança; Sistemas de monitoramento, avaliação da eficiência; Indicadores de desempenho e operacional; Ações emergenciais. 8

Etapas da pré-compostagem Implantação: Elaboração de projetos; Realização de obras; Aquisição de equipamentos e materiais; Sensibilização e mobilização dos geradores; Capacitação das equipes envolvidas; Articulação de parcerias; Negociação para venda do composto; Operação da coleta diferenciada; Operação das unidades. 9

Tipos de Resíduos Restos agrícolas; Esterco de animais; Resíduos orgânicos urbanos; Pode ser acrescido LODOS DE ETE`s (ricos N); Podas de árvores. 10

Classificação da Compostagem 1. Quanto à Biologia: Aeróbio: Presença de ar: forçado/reviramento Produção de CO 2 e vapor d água, Alta temperatura: entre 60 e 70 o C Anaeróbio: Ausência de ar Produção de CH 4, H 2 S, Baixa temperatura da massa em decomposição. 11

Classificação da Compostagem 2. Quanto à Temperatura - φ (quantidade de bactérias no processo) Criofílico: t ~ ambiente (baixa atividade bacteriana) Mesofílico: 40 o C < t < 55 o C Termofílico: 55 o C<t<70 o C (alta atividade bacteriana) Reduz condições de sobrevivência de patógenos 12

Classificação da Compostagem 3. Quanto ao processamento Estático: revolvimento manual (3 a 4 meses) Dinâmico: revolvimento contínuo das leiras (aceleração do processo: 2 a 3 meses) 4. Quanto ao ambiente A céu aberto em pátios Em reatores/digestores fechados 13

Elementos de controle do processo 1. Temperatura Variável entre 23 e 70 o C Indica o equilíbrio biológico Elimina ovos patogênicos 2. Aeração Pode ser manual ou mecânica (ar comprimido) 3. Umidade Ideal: entre 40 e 60% Influi na produção de chorume Umidade final ~ 40% 14

Elementos de controle do processo 4. Dimensão das partículas: De 20 a 50 mm. Condicionam a superfície de contato disponível < 20 mm: formam-se grúmulos: anaerobiose > 50 mm: dificulta o processo 5. Relação C/N (C fonte de energia e N: síntese de proteína para bactérias) Taxa ótima: 30:1 e 40:1 no início do processo e 10:1, no final do processo. 15

Teor de N e C/N para alguns resíduos Tipo Teor de N(%) C/N Esterco de vaca 1,7 18:1 Grama cortada 2,4 6 12 19:1 Restos de frutas 1,5 35:1 Serragem 0,1 200 500:1 Lodo Ativado 5 6:1 16 16

Etapas Principais Etapa Física: Recepção / Estocagem Segregação Separação e homogeneização dos materiais passíveis de serem compostados. Sem segregação na origem... O PROCESSO TORNA-SE IMPRATICÁVEL Trituração: Tamanho das partículas (aumento da área superficial melhora a aeração). 17

tapas Principais Etapa Biológica: Fase 1: Fermentação/digestão: Bioestabilização: microrganismos atuam para estabilizar matéria orgânica simples (alimentos) Etapa em que ocorrem as reações bioquímicas mais intensas; Etapa termófila: temperaturas elevada (~ 65 o C) Duração entre 60 a 90 dias 18

Etapas Principais Etapa Biológica: Fase 2: decomposição da celulose e materiais similares Maturação: formação de húmus; Fonte de nutrição vegetal; Duração: 30 a 60 dias. 19

Variáveis Importantes Aeração: Reviramento da leira a cada 3 dias durante 30 dias Após 30 dias: revirar a cada 6 dias Umidade ideal: ~ 50% Temperatura: Inicial ambiente segue-se ~ 65 º C (termófila ou de degradação ativa) até ~ 35 º C (Mesófila ou maturação) Temp.( o C) 65. Bioestabilização (60 a 90 dias) Maturação ou Humificação (30 a 60 dias) 40. 20. Tempo 20

Observações Importantes 1. Base da leira ~ 1,5 m a 2 m 2. Altura: ~ 1,2 m (alturas > 2 m comprometem aeração da base) 3. Duração total do processo: 90 a 120 dias 4. O início da fase de maturação é caracterizado pela redução da temperatura 21

Área para Compostagem Projeto 1. Qual a área necessária para compostar 1 t de Mat. Org. DIARIAMENTE? 2. Sejam as dimensões da leira triangular: 1,2 m X 1,2 m. 3. Área média da leira: 1,2*1,2/2 = 0,72 m 2. 4. Peso específico da MO = 550 kg/m 3 5. Volume correspondente a 1 t de MO em uma leira: Peso/Gama = 1000/550 = 1,83 m 3 6. Comprimento da leira: 1,83/0,72 = 2,53 m. 7. Dimensões da Leira: 2,53m X 1,2m X 1,2 m * METODOLOGIA APLICADA PARA COMPOSTAGEM DE ATÉ 100 t/dia 22

Área para Compostagem Projeto 6. Considerar ainda: Área para reviramento = Área da leira e mais 10% de área de circulação. Assim: Área da base da Leira = (2,53x1,2) = 3,04 m 2. Área de reviramento = 3,04 m 2. Área de circulação = 0,1*3,04= 0,304 m 2. ÁREA TOTAL DE UMA LEIRA = 6,38 m 2. 7. Duração da compostagem = 120 dias. 8. Área Do PÁTIO para 120 leiras: 120* 6,38 = 765 m 2 PARA COMPOSTAGEM DE 1 t DE MO POR DIA. 23

Área para Compostagem Projeto 10. Há que se considerar ainda: Área administrativa, Galpão para armazenamento do composto ENSACADO ( ~50 m 2 ), Depósito de ferramentas e trituração de galhos,... 24

Área para Compostagem Projeto ATENÇÃO: A Unidade deverá dispor de: Sistema de CAPTAÇÃO e TRATAMENTO de chorume (fossa séptica ou lagoas de tratamento); A área deverá localizar-se dentro do AS; Pátio de compostagem impermeabilizado com argila espessura de 30 cm. (ou asfalto ou concreto); Área cercada com alambrado e cerca viva, portão, energia elétrica, telefone,... Área administrativa com (registro de dados da operação da unidade): sanitário, cozinha e pequeno refeitório FONTE: MANUAL PARA IMPLANTAÇÃO DE COMPOSTAGEM E DE COLETA SELETIVA NO ÂMBITO DE CONSÓRCIOS PÚBLICOS. Sec de Rec Hid e Ambiente Urbano 25

Rotina de Operação 1. Uso de EPI s 2. Excesso Umidade: cobrir com palha ou composto maturado. Em tempos de chuva: cobrir com lona. 3. Identificar (por tempo) a leira com placas numeradas 4. Anotar a temperatura diariamente. 5. Impedir a proliferação de moscas (cobrir com composto maturado) 6. Retirar vegetação produzida nas leiras 26

Rotina de Operação (cont.) Procedimentos Mensais 1. Limpar ralos e canaletas de drenagem 2. Verificar as condições de impermeabilização do piso do pátio e das juntas de dilatação. 3. Identificar (por tempo) a leira com placas numeradas 27