SGI - SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE IGREJAS

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Transcrição:

1 GUILHERME JOSÉ GOMES SILVA SGI - SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE IGREJAS Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresentado ao Instituto Municipal de Ensino Superior de Assis, como requisito do Curso de Graduação, analisado pela seguinte comissão examinadora: Orientador: Prof. Dr. Luiz Carlos Begosso Analisador: Prof. Dr. Marisa Atsuko Nitto Assis 2011

2 GUILHERME JOSÉ GOMES SILVA SGI - SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE IGREJAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Municipal de Ensino Superior de Assis, como requisito do Curso de Graduação, analisado pela seguinte comissão examinadora: Orientador: Prof. Dr. Luiz Carlos Begosso Área de Concentração: Desenvolvimento de Sistemas Assis 2011

3 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho aos irmãos que congregam comigo na minha Igreja, que sempre me apoiaram, motivando e acreditando em mim do início até esse momento.

4 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus, por sempre me iluminar e me guiar pelos caminhos certos e não me deixar esmorecer. Ao professor, Dr. Luiz Carlos Begosso, pela orientação e constante estímulo transmitido durante o trabalho, sempre me ajudando e respondendo a todos os meus chamados. Aos familiares, meus pais Carlos e Cidinha, meu irmão Gustavo, minha avó Maria, que sempre me apoiaram e perseveravam na minha caminhada. A minha noiva Aline, que esteve comigo nos momentos mais difíceis e que se dispôs do seu tempo para me ajudar, sempre me incentivando a prosseguir. Aos amigos de classe, a todos os professores que me ajudaram na minha formação profissional desde o inicio do curso, e a todos que colaboraram direta ou indiretamente, na execução deste trabalho.

5 RESUMO Na busca de melhorias e na organização interna das atividades da Igreja, o caminho mais indicado para essa solução é sistematizar todas as suas operações. O que antes era feito manualmente com uma máquina datilográfica, passará a ser executado no Sistema de Gerenciamento de Igreja (SGI), capaz de armazenar todas as informações necessárias de modo que facilite o processo. Para o desenvolvimento do sistema será utilizada a metodologia Orientada a Objetos, a linguagem Java com IDE NetBeans 7.0 e o banco de dados MySQL. Palavras chave: Metodologia Orientada a Objetos. Linguagem Java. IDE NetBeans 7.0. Banco de dados MySQL.

6 ABSTRACT In the search for improvements in internal organization and activities of the Church, the way most suitable for this solution is to systematize all of its operations. What was done manually with a typewriter, will run on Church Management System (SGI), capable of storing all the necessary information in order to facilitate the process. For system development methodology will be used to object-oriented language Java with NetBeans IDE 7.0 and MySQL database. Keywords: Object Oriented Methodology. Java language. IDE NetBeans 7.0. Database MySQL.

7 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO (WBS)... 21 FIGURA 2 DICIONÁRIO WBS... 22 FIGURA 3 SEQUENCIAMENTO DAS ATIVIDADES... 23 FIGURA 4 ESPECIFICAÇÃO SEQUENCIAMENTO DAS ATIVIDADES... 24 FIGURA 5 CRONOGRAMA DO PROJETO... 25 FIGURA 6 ORÇAMENTO TOTAL DO PROJETO... 27 FIGURA 7 DIAGRAMA DE MAPA MENTAL... 29 FIGURA 8 DIAGRAMA BPM CADASTROS GERAIS... 30 FIGURA 9 DIAGRAMA BPM MOVIMENTAÇÃO DE CULTO... 31 FIGURA 10 DIAGRAMA BPM MOVIMENTAÇÃO DE ENTRADAS E SAÍDAS.. 32 FIGURA 11 DIAGRAMA DE CASOS DE USO... 33 FIGURA 12 DIAGRAMA DE CLASSES... 45 FIGURA 13 DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA MANTER IGREJA... 46 FIGURA 14 DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA MANTER MUNICÍPIO... 47 FIGURA 15 DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA MANTER MEMBRO... 48 FIGURA 16 DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA MANTER FONE... 49 FIGURA 17 DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA MANTER CARGO... 50 FIGURA 18 DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA MANTER CULTO... 51 FIGURA 19 DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA MANTER FREQUÊNCIA... 52 FIGURA 20 DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA MANTER MOVIMENTAÇÃO... 53 FIGURA 21 DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA MANTER DÍZIMO... 54 FIGURA 22 DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA MANTER CAIXA... 55 FIGURA 23 DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA MANTER CONTASPAGAR... 56 FIGURA 24 DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA MANTER TIPOCONTAPAGAR... 57 FIGURA 25 DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA MANTER PARCELA... 58 FIGURA 26 DIAGRAMA DE ATIVIDADE VISÃO GERAL DO SISTEMA... 59 FIGURA 27 DIAGRAMA DE ATIVIDADE CADASTROS DO SISTEMA... 60 FIGURA 28 DIAGRAMA DE ATIVIDADE MOVIMENTAÇÕES DO SISTEMA... 61 FIGURA 29 DIAGRAMA D.E.R. DIAGRAMA ENTIDADE RELACIONAMENTO 63

8 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO TEMA E PROBLEMATIZAÇÃO... 11 2. OBJETIVOS... 12 3. PÚBLICO ALVO... 12 3. JUSTIFICATIVA... 13 5. METODOLOGIA... 14 5.1 FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA... 14 5.2 BANCO DE DADOS... 15 5.3 FERRAMENTAS PARA PREPARAÇÃO DA ANÁLISE... 15 6. ESTRUTURA DE DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA... 18 6.1 ENTREVISTA... 18 6.2 LEVANTAMENTO DOS REQUISITOS... 18 6.3 ANÁLISE DOS REQUISITOS... 18 6.4 ESPECIFICAÇÃO DOS REQUISITOS... 18 7. PLANEJAMENTO DO PROJETO... 20 7.1 ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO WBS... 20 7.2 SEQUENCIAMENTO DE ATIVIDADES... 23 7.3 CRONOGRAMA... 25 7.4 ORÇAMENTO DO PROJETO... 26 8. DIAGRAMA DE MAPA MENTAL... 28 9. DIAGRAMA BPM (BUSINESS PROCESS MANAGEMENT GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS)... 30 9.1 VISÃO GERAL DO SISTEMA... 30 9.2 MOVIMENTAÇÃO DE CULTO... 31 9.3 MOVIMENTAÇÃO DE ENTRADAS E SAÍDAS... 32 10. DIAGRAMAS DE CASOS DE USO (USE CASE)... 33 10.1 VISÃO GERAL DO SISTEMA... 33 10.2 ESPECIFICAÇÃO DOS CASOS DE USO... 34 10.2.1 CASO DE USO: LOGIN... 34 10.2.1.1 PRECONDIÇÕES... 34

9 10.2.1.2 FLUXO PRINCIPAL... 34 10.2.1.3 FLUXO DE EXCEÇÃO [E1]... 34 10.2.1.4 FLUXO ALTERNATIVO [A1]... 34 10.2.2 CASO DE USO: MANTER IGREJA... 35 10.2.2.1 PRECONDIÇÕES... 35 10.2.2.2 FLUXO PRINCIPAL... 35 10.2.2.3 FLUXO DE EXCEÇÃO [E1]... 35 10.2.2.4 FLUXO ALTERNATIVO [A1]... 35 10.2.3 CASO DE USO: MANTER MUNICÍPIO... 36 10.2.3.1 PRECONDIÇÕES... 36 10.2.3.2 FLUXO PRINCIPAL... 36 10.2.3.3 FLUXO DE EXCEÇÃO [E1]... 36 10.2.3.4 FLUXO ALTERNATIVO [A1]... 36 10.2.4 CASO DE USO: MANTER MEMBRO... 37 10.2.4.1 PRECONDIÇÕES... 37 10.2.4.2 FLUXO PRINCIPAL... 37 10.2.4.3 FLUXO DE EXCEÇÃO [E1]... 37 10.2.4.4 FLUXO ALTERNATIVO [A1]... 38 10.2.4.5 FLUXO DE EXCEÇÃO [E2]... 38 10.2.5 CASO DE USO: MANTER CARGO... 39 10.2.5.1 PRECONDIÇÕES... 39 10.2.5.2 FLUXO PRINCIPAL... 39 10.2.5.3 FLUXO DE EXCEÇÃO [E1]... 39 10.2.5.4 FLUXO ALTERNATIVO [A1]... 39 10.2.6 CASO DE USO: MANTER CULTO... 40 10.2.6.1 PRECONDIÇÕES... 40 10.2.6.2 FLUXO PRINCIPAL... 40 10.2.6.3 FLUXO DE EXCEÇÃO [E1]... 40 10.2.6.4 FLUXO ALTERNATIVO [A1]... 41 10.2.6.5 FLUXO DE EXCEÇÃO [E2]... 41 10.2.7 CASO DE USO: MANTER MOVIMENTAÇÃO... 42 10.2.7.1 PRECONDIÇÕES... 42

10 10.2.7.2 FLUXO PRINCIPAL... 42 10.2.7.3 FLUXO DE EXCEÇÃO [E1]... 43 10.2.7.4 FLUXO ALTERNATIVO [A1]... 44 10.2.7.5 FLUXO DE EXCEÇÃO [E2]... 44 11. DIAGRAMA DE CLASSES... 45 12. DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA... 46 12.1 MANTER IGREJA... 46 12.2 MANTER MUNICÍPIO... 47 12.3 MANTER MEMBRO... 48 12.4 MANTER FONE... 49 12.5 MANTER CARGO... 50 12.6 MANTER CULTO... 51 12.7 MANTER FREQUÊNCIA... 52 12.8 MANTER MOVIMENTAÇÃO... 53 12.9 MANTER DÍZIMO... 54 12.10 MANTER CAIXA... 55 12.11 MANTER CONTASPAGAR... 56 12.12 MANTER TIPOCONTAPAGAR... 57 12.13 MANTER PARCELA... 58 13. DIAGRAMA DE ATIVIDADES... 59 13.1 VISÃO GERAL DO SISTEMA... 59 13.2 CADASTROS DO SISTEMA... 60 13.3 MOVIMENTAÇÕES DO SISTEMA... 61 14. D.E.R (DIAGRAMA ENTIDADE E RELACIONAMENTO)... 62 15. CONCLUSÃO... 64 15.1 RESULTADOS ALCANÇADOS... 64 15.2 TRABALHOS FUTUROS... 64 15. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 65

11 1. INTRODUÇÃO TEMA E PROBLEMATIZAÇÃO Atualmente é muito comum observar o quanto que a tecnologia está sendo inserida na sociedade. Não se trata apenas na substituição do homem pela máquina, mas sim na necessidade de novas metas e rumos que constantemente estão mais explícitos no cotidiano das pessoas. Com base nesse método, todo o processo de gestão que envolve os controles internos de uma igreja será resolvido com o SGI (Sistema de Gerenciamento de Igrejas). Mas como? Uma proposta de gestão foi criada com o intuito de erradicar processos e métodos que antes eram feitos de forma manual, e que contribuíam com os erros, a fim de estabelecer a eficácia e eficiência na sua gestão. Visando essa ideia, o presente trabalho pretende sanar os erros e tempos perdidos que antes eram recorrentes nos controles manuais. Essa ideia é baseada no projeto de controle de gestão e gerenciamento da Igreja do Evangelho Quadrangular de Borá SP, e conforme as especificações foi definido seu plano estratégico de projeto.

12 2. OBJETIVOS O Sistema de Gerenciamento de Igrejas (SGI), tem por objetivo a contribuição no processo de agilizar as tarefas diárias para o controle das Igrejas do Evangelho Quadrangular de Borá SP. Para atender ao objetivo estabelecido o sistema deverá controlar o cadastro de Igrejas, Membros, Cargos, entradas de Dízimos e Ofertas e Contas à Pagar. Além desses controles, o SGI também emitirá relatórios gerenciais com o intuito de auxiliar os gestores na tomada de decisão. 3. PÚBLICO ALVO O SGI será desenvolvido através de uma interface de simples manejo para todos os envolvidos nos seus processos internos, ou seja, pessoas que estão designadas aos controles de membros, controles financeiros, movimentações internas, movimentações de cultos, etc. Podendo ser gerenciado pelo próprio Pastor da Igreja. Isso não impossibilitará de ser controlado por usuários pré-definidos pelos gestores.

13 4. JUSTIFICATIVA Esse trabalho surgiu da necessidade enfrentada pela Igreja em controlar seus processos gerenciais, ou seja, o controle de membresia, entradas e saídas, movimentações internas, etc. Com essa característica este sistema tratará seus dados na medida com que o usuário determinar, seja no cadastro de membros, controle de dízimos e ofertas, acompanhamento de frequência nas reuniões, processos de contas a pagar, e nos outros processos que contribuem para sua gestão. Anteriormente os processos eram realizados de forma manual, simples e sem confiabilidade nas suas informações, mas com o crescimento contínuo do rol de membros esses métodos ficaram cada vez mais difíceis de serem solucionados. O SGI será o responsável pela praticidade desses métodos, visando à viabilidade do projeto e garantindo a satisfação do usuário.

14 5. METODOLOGIA O SGI será desenvolvido nas tecnologias descritas abaixo: 5.1. FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA Plataforma: Java Segundo Gonçalves (2007), a linguagem Java surgiu em maio de 1995 a partir da proposta da empresa Sun Microsystems, e o que chamava atenção era o fato de que ela podia ser portável para outros sistemas operacionais. Atualmente a linguagem Java é utilizada por grande parte do mercado, pois fornece muita segurança e também fornece para as grandes empresas que necessitam trafegar informações entre outras empresas, maior estabilidade e portabilidade. IDE: NetBeans 7.0 Segundo Gonçalves (2008), NetBeans é um ambiente de desenvolvimento integrado IDE, escrito na linguagem Java. Essa versão permite ao desenvolvedor criar paginas dinâmicas utilizando JSP, Servlets, JSTL, tags customizadas e padrões de desenvolvimento MVC e DAO, alem de disponibilizar estrutura para desenvolver em outras linguagens de programação como Ajax e Ruby. Relatórios: JasperReports De acordo com Gonçalves (2007), JasperReports é uma biblioteca escrita em Java, com código fonte Open Source, que tem por finalidade auxiliar o desenvolvedor na criação de relatórios para as aplicações, tanto em Desktop como Web.

15 5.2. BANCO DE DADOS Banco de Dados: MySQL Segundo Gonçalves (2008), o MySQL é um Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD), onde é utilizado a linguagem SQL (Structured Query Language Linguagem de Consulta Estruturada). É um dos bancos mais utilizados por desenvolvedores e oferece confiabilidade nas suas informações. Administrador de Banco de Dados: Navicat for MySQL Navicat for MySQL é uma ferramenta utilizada para gerenciamento do banco de dados MySQL. É de simples acesso e permite ao desenvolvedor uma melhor visão das tabelas e da criação dos scripts do banco de dados.

16 5.3. FERRAMENTAS PARA A PREPARAÇÃO DA ANÁLISE UML: Astah Community O Astah Community é uma ferramenta gratuita utilizada para todo o processo de modelagem, ou seja, criação de Diagramas de Casos de Uso, Diagrama de Classes, Diagramas de Sequência, Diagramas de Atividades, etc. O Astah é uma das ferramentas mais utilizadas por desenvolvedores, por permitir a elaboração de todos os diagramas de UML. UML: WBS Chart Pro WBS Chart Pro é uma ferramenta utilizada para a criação de diagramas de WBS (Work Breakdown Structure Estrutura Analítica do Projeto), ou seja, trata-se de um diagrama que permite ao usuário uma visão ampla dos processos e suas ramificações do projeto. UML: FreeMind FreeMind é uma ferramenta muito utilizada por desenvolvedores para a elaboração de Mapas Mentais (Mind Maps). Essa tecnologia permite criar uma concepção geral e detalhada de todo o projeto, ou seja, possibilita a utilização de figuras que sao vinculadas às tarefas e funções do projeto. UML: DBDesigner 4 O DBDesigner 4 é uma ferramenta utilizada para a criação do Diagrama Entidade Relacionamento (DER). Nele é desenvolvido todo o processo de relacionamento de uma classe com a outra, garantindo ao desenvolvedor a eficiência durante o processo de programação.

17 BPM: BizAgi Process Modeler BizAgi é uma ferramenta utilizada para definir as regras de negócio do projeto, visando as metodologias e alcances estipulados pelos gestores de acordo com cada situação. Essa metodologia garante de forma visual e implementada com que o projeto esteja seguindo de acordo com os padrões e regras definidos nas empresas e organizações.

18 6. ESTRUTURA DE DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA 6.1. ENTREVISTA Essa etapa é a responsável pela definição dos objetivos principais do sistema. De acordo com esse processo, toda a problematização que era gerada em métodos manuais são analisadas e verificadas entre o analista e o cliente a fim de estabelecer metas e objetivos para a conclusão do mesmo. 6.2. LEVANTAMENTO DOS REQUISITOS Logo após a entrevista, são levantados os requisitos características que o projeto deve conter de acordo com o que o analista e o cliente estipular. Essa etapa é muito importante para a conclusão do projeto, pois, são esclarecidas todas as reais necessidades e métodos que o sistema deverá conter, evitando possíveis erros que surgem no decorrer e finalização do projeto. 6.3. ANÁLISE DOS REQUISITOS De acordo com o processo de análise dos requisitos, o analista realiza todo o processo de análise e viabilidade do projeto. Essa etapa é responsável pela garantia de eficiência e eficácia do sistema, ou seja, é verificado se o sistema irá alcançar as metas e contribuir com o baixo custo do projeto. 6.4. ESPECIFICAÇÃO DOS REQUISITOS O Sistema de Gerenciamento de Igreja que está sendo desenvolvido para a Igreja do Evangelho Quadrangular, deverá controlar as atividades da igreja que

19 incluem cadastros, controles de gestão, além da emissão de relatórios que auxiliam na administração da igreja. Este software deverá fornecer ao usuário uma interface de fácil acesso e manuseio, proporcionando segurança e precisão nos dados, diminuindo o índice de falhas que ocorriam antes da implantação do sistema, garantindo agilidade e confiabilidade de suas funções, para com seus usuários.

20 7. PLANEJAMENTO DO PROJETO 7.1. Estrutura Analítica do Projeto - WORK BREAKDOWN STRUCTURE (WBS) Diagrama responsável pela estrutura de desenvolvimento do projeto. Nele é definido o escopo do projeto, ou seja, uma prévia de desenvolvimento e conclusão, Figura 1. Um projeto complexo é feito de forma gerenciável, ou seja, primeiro é necessário dividí-lo em componentes individuais em uma estrutura hierárquica, conhecida como Work Breakdown Structure, ou WBS. Essa estrutura define as tarefas que podem ser concluídas de forma independente de outras tarefas, facilitando a alocação de recursos, atribuição de responsabilidades e de medição e controle do projeto.

Figura 1 Estrutura Analítica do Projeto - WBS 21

22 IDENT. PACOTE DE ESPECIFICAÇÃO CRITÉRIO DE WBS TRABALHO ACEITAÇÃO 1.1 Fase Inicial - Reunião com o cliente para definir as necessidades reais do projeto. 1.2 Requisitos - Fazer o levantamento dos requisitos visando a viabilidade do projeto a fim de estabelecer padrões de implementação. 1.3 Análise - Processo em que o projeto é documentado em diagramas conforme as especificações do levantamento de requisitos. 1.4 Implementação - Estruturação de todo o projeto documentado a fim de chegar a um produto final, ou seja, o software SGI. 1.5 Implantação - Fase de término do projeto, ou seja, etapa de treinamento com o cliente - As características do projeto devem estar dentro do orçamento. - Os requisitos devem ser aprimorados pelo analista / desenvolvedor junto ao cliente. - Os requisitos devem estar validados pelo analista / programador. - O processo de Análise deve estar documentado. - O processo de Implementação deve estar livre de erros. Figura 2 Dicionário WBS

23 7.2. SEQUENCIAMENTO DE ATIVIDADES Diagrama em que é caracterizado o processo sequencial do projeto, ou seja, são definidas as etapas que o projeto deve conter para a conclusão. O sequenciamento da atividade, Figura 3, envolve identificar e documentar os relacionamentos lógicos entre as atividades. As atividades devem ser sequenciadas corretamente para suportar o desenvolvimento de um cronograma realístico e alcançável. O sequenciamento pode ser feito com o auxílio de um computador (por exemplo, utilizando softwares de gerência de projeto) ou com técnicas manuais. As técnicas manuais são, geralmente, mais efetivas em projetos menores e em fases iniciais de projetos maiores quando poucos detalhes estão disponíveis. As técnicas manuais e automatizadas podem, também, ser utilizadas em conjunto. Figura 3 Sequenciamento das Atividades

24 TAREFAS ATIVIDADES PREDECESSORAS A Levantamento das necessidades Entrevista B Levantamento de Requisitos A C Análise dos Requisitos B D Validação dos Requisitos C E Especificação dos Requisitos C, D F Declaração dos Objetivos E G Diagrama Mapa Mental E, F H Diagrama de BPM G I Diagrama de Casos de Uso H J Diagrama de Classes I K Diagrama de Sequência J L Diagrama de Atividades K M Diagrama D.E.R. L N Programação M O Testes N P Instalação O Q Treinamento P Figura 4 Especificação Sequenciamento das Atividades

25 7.3. CRONOGRAMA É uma estimativa do tempo para a conclusão do projeto. Conforme a Figura 5, é possível observar a separação das etapas desenvolvidas ao longo do ano. Figura 5 Cronograma do projeto

26 7.4. ORÇAMENTO DO PROJETO Através dos processos anteriores de análise, é definido todo o custo do projeto, e com base nessas informações foi estipulado o seguinte orçamento: Custo Pessoal Custo de 1 dia: R$ 28,00 (vinte e oito reais) Tempo Estimado para Conclusão: 180 dias Sub-Total: R$ 5.040,00 (cinco mil e quarenta reais) Microcomputador Valor: R$ 2.200,00 (dois mil e duzentos reais) Depreciação de 3 anos: R$ 2.200,00 (dois mil e duzentos reais) / 36 meses = R$ 61,10 (sessenta e um reais e dez centavos) Custo de 1 dia: R$ 61,10 (sessenta e um reais e dez centavos) / 30 dias = R$ 2,04 (dois reais e quatro centavos) Custo de 180 dias: R$ 2,04 (dois reais e quatro centavos) * 180 dias = R$ 367,20 (trezentos e sessenta e sete reais e vinte centavos) Multifuncional Jato de Tinta Valor: R$ 400,00 (quatrocentos reais) Depreciação de 3 anos: R$ 400,00 (quatrocentos reais) / 36 meses = R$ 11,12 (onze reais e doze centavos) Custo de 1 dia: R$ 11,12 (onze reais e doze centavos) / 30 dias = R$ 0,38 (trinta e oito centavos)

27 Custo de 180 dias: R$ 0,38 (trinta e oito centavos) * 180 dias = R$ 68,40 (sessenta e oito reais e quarenta centavos) RECURSOS VALOR Custo Pessoal R$ 5.040,00 Microcomputador R$ 367,20 Multifuncional Jato de Tinta R$ 68,40 VALOR TOTAL DO PROJETO R$ 5.475,60 Figura 6 Orçamento total do projeto

28 8. DIAGRAMA DE MAPA MENTAL Diagrama responsável por definir a visão geral do projeto a ser desenvolvido. É caracterizado por figuras de facil entendimento e que simplificam o início projeto.

Figura 7 Mapa Mental dos requisitos do SGI 29

30 9. DIAGRAMA BPM (Business Process Management Gerenciamento de Processos de Negócios) Diagrama utilizado para definir as regras de negócio do projeto. Nele estão contidos os processos detalhados a fim de serem processados de maneira que esteja de acordo com os padrões da empresa ou organização. 9.1. Cadastros gerais Figura 8 Diagrama BPM Cadastros Gerais

31 9.2. Movimentação de Culto Figura 9 Diagrama BPM Movimentação de Culto

32 9.3. Movimentação de Entradas e Saídas Figura 10 Diagrama BPM Movimentação de Entradas e Saídas

33 9. DIAGRAMAS DE CASOS DE USO (USE CASE) Diagrama responsável pela comunicação do sistema com o usuário, através de figuras, elipses e relacionamentos. Esse método permite ao programador identificar as necessidades e alvos que o sistema deve atingir de acordo com o que o cliente estipulou. 9.1. Visão geral do sistema: Figura 11 Diagrama de Casos de Uso

34 9.2. ESPECIFICAÇÃO DOS CASOS DE USO É todo o processo narrativo do Use Case. De acordo com as especificações dos casos de uso, suas características são definidas de forma escrita, gerando possíveis exceções e inclusões no desenvolvimento. 9.2.1. Caso de Uso: Login Ator: Usuário 9.2.1.1. Precondições 1. O sistema está no modo Inicial. 9.2.1.2. Fluxo principal 1. O sistema oferece uma tela para verificação de login. 2. O usuário informa seu login e senha. [E1][A1] 3. O sistema oferece a opção Salvar. 4. O sistema oferece a tela principal. 9.2.1.3. Fluxo de Exceção [E1] 1. O sistema exibe uma nova tela para verificação de login. 9.2.1.4. Fluxo alternativo [A1] Erro de Login 2. O usuário informa o login e senha.

35 9.2.2. Caso de Uso: Manter Igreja Ator: Usuário 9.2.2.1. Precondições 1. O usuário está no modo Cadastros 9.2.2.2. Fluxo Principal 1. O sistema exibe a tela para cadastro de Igreja. 2. O sistema exibe a opção Incluir. 3. O sistema exibe a opção Alterar. 4. O sistema exibe a opção Excluir. 5. O sistema exibe a opção Listar. 6. O sistema exibe a opção Salvar. [E1][A1] 9.2.2.3. Fluxo de Exceção [E1] 1. O sistema exibe a opção Sair. 9.2.2.4. Fluxo Alternativo [A1] 1. O usuário cancela a operação.

36 9.2.3. Caso de Uso: Manter Município Ator: Usuário 9.2.3.1. Precondições 1. O usuário está no modo Cadastros 9.2.3.2. Fluxo Principal 1. O sistema exibe a tela para cadastro de Município. 2. O sistema exibe a opção Incluir. 3. O sistema exibe a opção Alterar. 4. O sistema exibe a opção Excluir. 5. O sistema exibe a opção Listar. 6. O sistema exibe a opção Salvar. [E1][A1] 9.2.3.3. Fluxo de Exceção [E1] 1. O sistema exibe a opção Sair. 9.2.3.4. Fluxo Alternativo [A1] 1. O usuário cancela a operação.

37 9.2.4. Caso de Uso: Manter Membro Ator: Usuário 9.2.4.1. Precondições 1. O sistema está no modo Cadastros 9.2.4.2. Fluxo Principal 1. O sistema exibe a tela para cadastro de Membro. 2. O sistema exibe a opção Incluir. [E1] 3. O sistema exibe a opção Alterar. 4. O sistema exibe a opção Excluir. 5. O sistema exibe a opção Listar. 6. O sistema exibe a opção Salvar. [A1][E2] 9.2.4.3. Fluxo de Exceção [E1] Manter Fone 1. O sistema exibe a tela para cadastro de Fone. 2. O sistema exibe a opção Incluir. 3. O sistema exibe a opção Alterar. 4. O sistema exibe a opção Excluir. 5. O sistema exibe a opção Listar. 6. O sistema exibe a opção Salvar. [A1][E2]

38 9.2.4.4. Fluxo Alternativo [A1] 1. O usuário cancela a operação. 9.2.4.5. Fluxo de Exceção [E2] 1. O sistema exibe a opção Sair.

39 9.2.5. Caso de Uso: Manter Cargo Ator: Usuário 9.2.5.1. Precondições 1. O sistema está no modo Cadastros 9.2.5.2. Fluxo Principal 1. O sistema exibe a tela para cadastro de Cargo. 2. O sistema exibe a opção Incluir. 3. O sistema exibe a opção Alterar. 4. O sistema exibe a opção Excluir. 5. O sistema exibe a opção Listar. 6. O sistema exibe a opção Salvar. [E2][A1] 9.2.5.3. Fluxo de Exceção [E1] 1. O sistema exibe a opção Sair. 9.2.5.4. Fluxo Alternativo [A1] 1. O usuário cancela a operação.

40 9.2.6. Caso de Uso: Manter Culto Ator: Usuário 9.2.6.1. Precondições 1. O sistema está no modo Controle. 9.2.6.2. Fluxo Principal 1. O sistema exibe a tela para controle de Culto. 2. O sistema exibe a opção Incluir. [E1] 3. O sistema exibe a opção Alterar. 4. O sistema exibe a opção Excluir. 5. O sistema exibe a opção Listar. 6. O sistema exibe a opção Salvar. [A1][E2] 9.2.6.3. Fluxo de Exceção [E1] Manter Frequência 1. O sistema exibe a tela para controle de Frequência. 2. O sistema exibe a opção Incluir. 3. O sistema exibe a opção Alterar. 4. O sistema exibe a opção Excluir. 5. O sistema exibe a opção Listar. 6. O sistema exibe a opção Salvar. [A1][E2]

41 9.2.6.4. Fluxo Alternativo [A1] 1. O usuário cancela a operação. 9.2.6.5. Fluxo de Exceção [E2] 1. O sistema exibe a opção Sair.

42 9.2.7. Caso de Uso: Manter Movimentação Ator: Usuário 9.2.7.1. Precondições 1. O sistema está no modo Movimentos 9.2.7.2. Fluxo Principal 1. O sistema exibe a tela para controle de Movimentação. 2. O sistema exibe a opção Incluir. [E1] 3. O sistema exibe a opção Alterar. 4. O sistema exibe a opção Excluir. 5. O sistema exibe a opção Listar. 6. O sistema exibe a opção Salvar. [A1][E2] 7. O sistema exibe a tela Manter Caixa. 7.1. O sistema exibe a opção Incluir. 7.2. O sistema exibe a opção Alterar. 7.3. O sistema exibe a opção Excluir. 7.4. O sistema exibe a opção Listar. 7.5. O sistema exibe a opção Salvar. [A1][E2] 8. O sistema exibe a tela Manter ContasPagar. 8.1. O sistema exibe a opção Incluir. 8.2. O sistema exibe a opção Alterar.

43 8.3. O sistema exibe a opção Excluir. 8.4. O sistema exibe a opção Listar. 8.5. O sistema exibe a opção Salvar. [A1][E2] 9. O sistema exibe a tela Manter TipoContaPagar. 9.1. O sistema exibe a opção Incluir. 9.2. O sistema exibe a opção Alterar. 9.3. O sistema exibe a opção Excluir. 9.4. O sistema exibe a opção Listar. 9.5. O sistema exibe a opção Salvar. [A1][E2] 9. O sistema exibe a tela Manter Parcela. 9.1. O sistema exibe a opção Incluir. 9.2. O sistema exibe a opção Alterar. 9.3. O sistema exibe a opção Excluir. 9.4. O sistema exibe a opção Listar. 9.5. O sistema exibe a opção Salvar. [A1][E2] 9.2.7.3. Fluxo de Exceção [E1] Manter Dízimo 1. O sistema exibe a tela para controle de Dízimo. 2. O sistema exibe a opção Incluir. 3. O sistema exibe a opção Alterar. 4. O sistema exibe a opção Excluir.

44 5. O sistema exibe a opção Listar. 6. O sistema exibe a opção Salvar. [A1][E2] 9.2.7.4. Fluxo Alternativo [A1] 1. O usuário cancela a operação. 9.2.7.5. Fluxo de Exceção [E2] 1. O sistema exibe a opção Sair.

45 10. DIAGRAMA DE CLASSES Diagrama responsável pela definição das classes do sistema. Nele são definidas as classes do software, e os atributos, e os respectivos métodos. A partir das relações entre classes, Figura 12, é possível determinar os relacionamentos entre elas. Figura 12 Diagrama de Classes

46 11. DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA Os diagramas de sequência, Figura 13 a 25, caracterizam o tempo de execução que cada função terá no sistema. 11.1. Manter Igreja Figura 13 Diagrama de Sequência Manter Igreja

47 11.2. Manter Município Figura 14 Diagrama de Sequência Manter Município

48 11.3. Manter Membro Figura 15 Diagrama de Sequência Manter Membro

49 11.4. Manter Fone Figura 16 Diagrama de Sequência Manter Fone

50 11.5. Manter Cargo Figura 17 Diagrama de Sequência Manter Cargo

51 11.6. Manter Culto Figura 18 Diagrama de Sequência Manter Culto

52 11.7. Manter Frequência Figura 19 Diagrama de Sequência Manter Frequência

53 11.8. Manter Movimentação Figura 20 Diagrama de Sequência Manter Movimentação

54 11.9. Manter Dízimo Figura 21 Diagrama de Sequência Manter Dízimo

55 11.10. Manter Caixa Figura 22 Diagrama de Sequência Manter Caixa

56 11.11. Manter ContasPagar Figura 23 Diagrama de Sequência Manter ContasPagar

57 11.12. Manter TipoContaPagar Figura 24 Diagrama de Sequência Manter TipoContaPagar

58 11.13. Manter Parcela Figura 25 Diagrama de Sequência Manter Parcela

59 12. DIAGRAMA DE ATIVIDADE Os Diagramas de Atividade, figuras 26 a 28, caracterizam as atividades que o sistema irá exercer, ou seja, desde o momento que o usuário realiza Login até o término de sua execução. 12.1. Visão geral do sistema Figura 26 Diagrama de Atividade Visão geral do sistema

60 12.2. Cadastros do sistema Figura 27 Diagrama de Atividade Cadastros do sistema

61 12.3. Movimentações do sistema Figura 28 Diagrama de Atividade Movimentações do sistema

62 13. D.E.R (DIAGRAMA ENTIDADE E RELACIONAMENTO) No Diagrama E-R defini-se o relacionamento e as dependências das entidades que compõem o sistema. Nesse diagrama são informadas as chaves primárias e chaves estrangeiras, Figura 29.

Figura 29 Diagrama D.E.R. Diagrama Entidade Relacionamento 63

64 14. CONCLUSÃO 14.1. RESULTADOS ALCANÇADOS Durante o desenvolvimento do sistema, foi possível perceber que a informatização dos processos manuais, ou seja, gerenciamento de membros, entradas e saídas, controle de culto e as demais rotinas, é sem duvida um quesito de extrema importância para a gestão da igreja e isso contribuiu para as tomadas de decisões e agilidade na execução dos processos. O sistema está capacitado para executar todas as propostas lançadas logo no inicio do projeto, seguindo as mesmas especificações do usuário, garantindo a eficiência e eficácia das suas funcionalidades. 14.2. TRABALHOS FUTUROS O SGI foi desenvolvido para funcionar em ambiente Desktop, porém a possibilidade de adaptá-lo em ambiente Web está sendo estudada. Essa opção irá possibilitar aos controladores de culto (diáconos) o uso de ferramentas portáteis (Tablet, Palm, etc.) para entrar com os dados em tempo real no cadastro de Movimentação de Culto.

65 15. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Larman, Craig. Utilizando UML e Padrões. Porto Alegre: Bookman, 2000. Gonçalves, Edson. Desenvolvendo Aplicações Web com NetBeans IDE 6.0. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda., 2008. Gonçalves, Edson. Dominando Relatórios JasperReports com ireport. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda., 2008. Gonçalves, Edson. Desenvolvendo Aplicações Web com JSP Servlets, JavaServer Faces, Hibernate, EJB3 Persistence e Ajax. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda., 2007. Seqüenciamento das atividades. Universidade Federal de Pernambuco. Disponível em: <http://www.cin.ufpe.br/~if717/pmbok2000/pmbok_v2p/wsp_6.2.html>. Acesso em 18 abril 2011.