resoluções de exercícios QUÍMICA I Capítulo Água 07 Estudo das Soluções Cada 100 g de CaCO 3 reove g de sílica: 100 g g y g 1,9 t 196, 100 y 3,t BOCO 0 BOCO 01 01 A Ouro de 18 quilates: istura hoogêea de etais (ouro, prata e cobre) Ar: istura hoogêea de gases. Água de toreira: istura hoogêea de sais e água. 0 E A solução salia descrita o texto é líquida, pois se trata de ua istura hoogêea isaturada de cloreto de sódio (soluto). BOCO 0 A solubilidade de gases e líquidos diiui co a elevação da teperatura. 0 C O cloreto de sódio (NaCl) fora solução hoogêea co a água, e que é possível solubilizar, a 0 o C, 36 g de NaCle 100 g de água. Te-se ua solução e que 55 g de NaCl estão dissolvidos e 1,5 de água a 0 o C, se corpo de fudo, etão: 0 cc? 36gNaC (,) 100gdeágua 0 cc? 55gNaC (,) 1 500gdeágua 0 cc? NaC, 100gde água 36, 33g NaC, Coclusão: 36,33 g > 36 g (NaCl); 0,33 g a ais; a solução é supersaturada. BOCO 01 O iério da região (3) é o que apreseta eor quatidade de exofre, que é o eleeto quíico que dará orige ao SO, alé de ter u teor de ferro próxio ao da região (), torado-se, portato, o recoedado. 0 B Das 00 toeladas, 0,97% são sílica: 00 t 100% x t 0,97% x 00 0,97 1,9 t 01 D A) (F) A substâcia ais solúvel e água a 10 o C é o NaNO 3 (80 g/100 g H O). B) (F) A solubilidade do NaCl aueta uito pouco co a elevação da teperatura. C) (F) Observaos que a solubilidade do Ce (SO ) 3 diiui co o aueto da teperatura. D) (V) Cs (NH Cl) 8 g de NH Cl/100 g H O. Podeos dissolver até 8 g de NH Cl e 100 g H O, assi, 0 g de NH Cl e 100 g de H O origia ua solução isaturada. E) (F) Cs(KNO 3 ) 65 g de KNO 3 /100 g H O. Colocado-se 80 g de KNO 3 e 100 g de H O, obteos ua solução saturada co corpo de fudo (15 g de corpo de chão). BOCO 01 (V) Água e CaCl (IV) CO e bebidas (I) Naftaleo o ar (III) iga etálica (II) Ar atosférico Soluto: CaCl Solvete:água Soluto: CO Solvete:água Soluto: aftaleo Solvete: ar Soluto:costituite(s) e eor quatidade Solvete:costituiteeaior quatidade Soluto: outrosgases Solvete: N ( g) 0 Podeos fazer as seguites associações: I. C; V. A; II. B; VI. A; III. D; VII. A; IV. B; VIII. B 03 A) Ar atosférico filtrado; qualquer istura de gases (50 de O e 50 de N ). B) CO (g) e bebidas (refrigerates, cerveja etc.). C) Naftalia o ar atosférico. D) Ouro 18 quilates (ouro + prata + cobre); broze (cobre + estaho); latão (cobre + zico). 0 A) Suspesão B) Solução gasosa 05 C 10% e assa de estaho correspode a 1 kg, ol de Cu/ ol de S 17. 06 A Podeos separar o soluto do solvete através de ua evaporação ou destilação. Quíica i Quíica Volue 03 01
07 C Suspesão. 08 E Correspode a ua solução co sais e açúcar dissolvidos. 09 D Apreseta alta resistêcia à corrosão e é utilizado e istalações de hospitais e costrução civil, cofore ecioado o texto. 10 D A água de toreira (sais dissolvidos e água) e o viagre (ácido acético e água) apreseta íos co ovietos livres. BOCO 0 solução adição PreciPitado coclusão 1 0,5 g Nehu Isaturada (todo o sal é dissolvido) 0,5 g 0,5 g 3 0,5 g 0,8 g Saturada (o sal acrescetado precipita) Supersaturada (o sal acrescetado ais 0,3 g precipita) 0 C Coetários das alterativas: A) Falsa. As curvas ostra que os copostos iôicos apreseta certa solubilidade e água, que varia co a teperatura. B) Falsa. A curva do cloreto de sódio é ligeiraete crescete, o que ostra que sua solubilidade aueta co a teperatura. C) Verdadeira. Note que a 70 C as curvas dos sais KNO 3 e NaNO 3 se itercepta, ostrado que essa teperatura as solubilidades desses sais são iguais. D) Falsa. Note que dois sais de sódio (NaNO 3 e NaCl) apreseta solubilidades uito diferetes, apesar de possuíre a esa espécie catiôica. E) Falsa. À teperatura abaixo de 0 C o sal que apreseta eor solubilidade é o KNO 3. 03 C Tê-se: I. evaporação da água do ar, sob o sol, até foração de ua laa cizeta, a saloura: a cocetração da solução aueta. II. decatação dessa laa que evolve ua separação por recristalização fracioada, levado à obteção do sal grosso: a cocetração da solução diiui u pouco e estabiliza para que ocorra a cristalização do sal a seguir. O gráfico que elhor expressa essas observações é: 06 A A) d clorofório > 1,0 g/c 3. A boliha co d 1,0 g/c 3 flutua o clorofório. B) O NaCl é isolúvel o clorofório. C) A áxia quatidade de NaCl, que se dissolve e 100 g de H O a 0 C, é 36,0 g. D) d solução aquosa > 1,10 g/c 3. E) O NaCl afuda porque te aior desidade. 07 E O gráfico ostra que a solubilidade do sal aueta co o aueto da teperatura. A 5 o C, 18 g de sal satura 100 g de H O e, a 35 o C, 5 g de sal satura 100 g de H O, se foração de precipitado. 08 E O étodo de purificação é ais eficiete para o KNO 3, pois sua solubilidade varia bastate co a teperatura; e eos eficiete para o NaCl, pois sua solubilidade quase ão varia co o aueto da teperatura. 09 A As soluções isaturadas são aquelas que estão abaixo da curva de solubilidade, logo são as soluções: F e G. 10 C E ua solução saturada (solução I) e e ua solução saturada co precipitado (solução II) as cocetrações são iguais. A adição de ais soluto apeas torará a solução I ua solução saturada co corpo de chão e apeas auetará a assa do corpo de chão a solução II, atedo, assi, as cocetrações ialteradas. Está correto, portato, o ite C. Capítulo Água 08 Estudo das Cocetrações BOCO 03 0 B CH + Br " CHBr 1 ol 188g 90g 5 ol 5 8 10 g + 00 10+ eteo eteo iicial eteo etao etao g etao etao ol 30 ol [ eta o 0, ol/ 10 05 E Cálculo da solubilidade do cloreto de sódio: Massa de sal (NaCl) dissolvida 50 g 1 g (corpo de chão) 36 g Massa de água (H O) 100 g A solubilidade do cloreto de sódio (NaCl) e água é de 36 g por 100 g de água. 0 C Se a [F 5,0 10 5 ol/ E 6,0 te-se: 3,0 10 ol 1 ol def 19g 30, 10 - - ol x 57, 10 g ou 57, g x 0 Quíica Volue 03 Quíica i
BOCO 0 Cocetração Molar MM V MMH BO ( 3 1) + 11+ ( 3 16) 6 gol / 3 3 05, 00 6 0 g 0 A MMgC, 95g/ ol MgC, M 0 MgC, 010563, ol 95 total 00g+ 0g 0g d 1100g/ d & V V d 0 V 0, 1100 Cq: Cocetraçãoequatidadedeatéria 010563, ol Cq 1056315, ol/ 0, Cq. 105, ol/ BOCO 05 01 A A) Correta. 0,5 M 0,5 ol/, assi haverá 0,5 ol de CuSO por litro de solução. B) Icorreta. A cada 1 000, ou seja, 1 tereos 0,5 ol de CuS. 0,5 M 0,5 ol/, assi haverá 0,5 ol de CuSO por litro de solução. 1 ol decuso 159, 5 g 05, ol x 79, 75 g x C) Icorreta. Para ser u ácido de Arrheius, o coposto deverá liberar, e solução aquosa o cátio H +, que o caso do sulfato de cobre, ão teos esse eleeto e sua coposição. D) Icorreta. Se diluiros a solução de 0,5 M sua cocetração irá diiuir aida ais. E) Icorreta. Coc. cou Coc. olar MM Coc. cou 05, 159, 5` 79, 75 g / 0 B Cocetração olar 0 01, C1 V1 C V 1 V1 0, 15 50 V 37, 5 1 BOCO 03 1 ol/ 5 10 ol (KI) 0,5 ol 10 3 0,5 166 g 83 g de KI 1 pastilha: 83 g 1 000 33, g V V 00 BOCO 0 3latasdecerveja 0, 6 g(á lcool)/ litrode sague latasdecerveja (á lcool igerido) 08, g/ litrode sague (á lcool igerido ) 1 sague ( ) 0,8 g 5 sague ( ), 0 g 1 ( etaol) 0, 8 g(á lcool) V 0, g V 50, BOCO 05 Z M cocetração olar M assa olar Dados: [ t título ou porcetage e assa d desidade C cocetração \ C Μ : M g g 3 Μ : M τ : d & Μ : 36, 5 0, 37 : 1180 C τ ol : d ol Μ 11, 9616 Μ : V Μ' : V' ol ol, : 01, 11, 9616 : V' V' 005016,. 50, BOCO 03 1 ol dec, 71g ou 71000 g -5 10 ol x x 8, g/ Portato, acia do valor áxio peritido. 0 D Cocetração x d 00 g 1 g x : 5000 10 00 00 80 x : 10 80 pp 5000 500 000 1000 000 03 D ( HSO ; 05, ol/ ) 05, ol 1000 HSO 0 H SO 001, ol VsoluçãodeNaOH 30 30: 10 Vtotal 0+ 30 50 50: 10 HSO + NaOH" NaSO + HO 1 ol ol 1 ol 001, ol 0, 0 ol 001, ol 00, ol [ NaOH 067, ol/ 30: 10 001, ol [ NaSO 00, ol/ 50: 10 Quíica I quíica Volue 03 03
0 A [ NaC, : MNaC, x: d 3 d. 10 g/ 09, 3 [ NaC, : 5 : 10 100 [ NaC, 01666, ol/ [ NaC, : V [ NaC, : V 5: 10 0,1666: Vdepois V. 300 depois ates ates depois depois 05 C 1 H O (aq) 8 vol 8 deo ( g) ascntp 13 8 O 5, ol, H O H O + O,5 ol 1,5 ol H O (aq) 8 vol H O (aq),5 ol/ x HO ( aq) 5, ol/ 1 3 + (0,1 x) H O 01, HO ( aq) 10, ol/ 1 3 5, ol HO 01, ol HO,5x 0,1 x 0,00 0 de sol. 8 volues 0,1 0,00 0,0 de água 06 B Ao isturaros 50 c 3 de gasolia co 50 c 3 de solução aquosa de NaCl, observaos que houve u aueto de 13 c 3 a fase aquosa; portato, o volue de álcool é de 13 c 3 os 50 c 3 da gasolia. 50 c 3 100% 13 c 3 x x 6% 07 D -1 NaC, O 7,5 g : ol NaC, O 50 NaC, O 3,356 ol MNaC, O 7,5 NaC, O 3,356 7NaC, OA 0,67 ol V 5,0 08 C 3 C H O 0099, ol 1 11 M 3 0099, ol [ C1HO11 01988, ol/ 05, ol [ : - C1HO11. 0 10 / 09 B Cocetraçã ona ( g/ ) Cocetraçã ona ( ol/) : M 69 g Cocetraçã ona ( ol/ ) : 3 g : ol 00 Cocetraçã ona ( ol/ ) 0015, ol/ Cocetraçã ok ( g / ) Cocetraçã ok( ol/) : M 78 g Cocetraçã ok ( ol/ ) : 39 g : ol 00 Cocetraçã ok ( ol/ ) 001, ol/ 10 B _ 8 : 10 g 6, 10 ol Ca 1 : b M 0 g : ol ` [ Cá lcio V V 00 0, b a 6, : 10 [ Cá lcio 31 : 10 ol/ V 0, [ Cá lcio 3,1 : 10 ol/ K Na BOCO 0 01 A solução aquosa HCl apreseta cocetração percetual ássica igual a 36,5%. ogo, e 100 g de solução, há 36,5 g de HCl. d V 1, kg 1 assa 1 00 g 100 g 100% x x 38 g 36, 5% Massa olar HCl 36,5 g ol 1 1 ol 365, g x 38 g x 1 ol Coo essa quatidade de atéria está cotida e 1, logo a cocetração será de 1 ol/. O HCl e o H O são duas oléculas polares, a força iterolecular existete é deoiada dipolo-dipolo ou dipolo-peraete. 0 C T% 3,5% M. ol 1 1000 d T T 0,035 M. 588,5 1000 1 0,035 35 NaCl M 58, 5 Mol 1 58,5 g/ol M 0,6 ol/ M? d 1 g/ 03 x 1 0,15 ol 1 0 g/ol Cosiderado-se 100 g de solução: T% 8% Z 1 8 g 1 8 g1 0,7 ol ol1 0 gol / [ 7 g 7 g ols ol 18 gol / \ x 1 1 + 0,7 07, + 0,7 7, 0,15 x 0,85 1 0 T% 37% ol 1 3 g/ol Cosiderado-se 1, teos: x 1 0,5 1 0,5 ol: 1 1 0,5 1 ol 1 3 1 8 g x 0,75 ol 0,75 ol ol 1 0,75 18 13,5 g 8 T 1+ 8+ 135, T% 37% 8 1, 5 0,37; 05 B Nu álcool 70 teos 70% de álcool e 30 g de água, ou seja, 70 g de álcool e 100 g de solução. Etão, tereos: d 087, g/ 870 g / % e assa 070, Cocetraçãocou (% eassa) : d Cocetraçãocou cocetraçãoolar : assaolar (% e assa) : d cocetraçãoolar : assaolar (% e assa) : d Cocetraçãoolar assa olar 0,70 : 870 Cocetraçãoolar 13, ol/ 6 0 Quíica Volue 03 Quíica I
06 C Pelo gráfico percebeos que a curva referete à teperatura I está acia da curva referete à teperatura II. Cocluíos que o prazo de validade a teperatura I é aior, pois a cocetração do pricípio ativo tabé é aior. 07 B 10 ( bezeo) 09, g 5 ( bezeo) 500 g ( Bezeo) ( Bezeo) 500 g C 3 3 : 10 g 3g : 1500 : 10 ( bezeo) 08 C 10, 0gch ( á preto) 100% 005, gcafea ( í ) p p 050, % 09 B + Ca HCO 0 g ol 16 : 10 g HCO3 8,0 : 10 ol HCO3 3 3 1 1 10 D Tê-se chapas retagulares de 30 c 0 c. 1) Cálculo da área: A b # h A 0 c # 30 c A 10 c A 01, ) Cálculo da assa de prata e 1 chapa: 01, 06, g Ag 1 5 g( Ag) Ag E 10 chapas a assa de prata será: 0,6 g 10 chapas 6 g Para a solução de fixador, ve: 1 5g( Ag) Ag' ' 10 g Ag + ' 6g + 10 g 16 g total Ag Ag BOCO 05 01 E De acordo co a figura, a boliha afuda o tolueo e flutua o ácido acético, isto sigifica que a desidade da boliha é aior que a do tolueo e eor do que a desidade do ácido acético. Coclusão: o ácido acético (etaoico) é ais deso do que o tolueo. dacético Vacético d tolueo Vtolueo d d & V 1 V acético tolueo acético tolueo Coclusão: coo V B é eor do que V A, coclui-se que o ácido acético está o frasco B. dacético & dacético # Vetaoico Vacético d tolueo & dtolueo# Vtolueo Vtolueo ; M g / ol ; M 9 gol C H O C H / 7 8 M _ acético b ( ) 1 ` & tolueo 1 9 tolueo 9 b a Coclusão: N A < N B. 0 C Cálculo das desidades: Marca de cree detal Massa (g) Volue () acético Desidade (g/) 30 A 30 0 d 15, g/ 0 B d 19, g/ 90 C 90 75 d 1, g/ 75 10 D 10 80 d 15, g/ 80 180 E 180 10 d 15, g/ 10 Quato aior o volue de água, eor a desidade do cree detal. A arca que apreseta aior porcetage de água e sua coposição é aquela que possui a eor desidade, ou seja, C. 03 A 1 ol AgNO 3 108 g de Ag 0,1 g de Ag 9,6 10 ols 0 E Para 1 de álcool hidratado, de acordo co as oras, teos 96% de álcool (desidade 800 g/) e % de água (desidade 1 000 g/) e volue. Etão: Volue de álcool (96%) (1 cobustível) 0,9 álcool Volue de água (%) (1 cobustível) 0,00 água Utilizado-se o coceito de desidade: d d V V água 1 000 g. 0,00 0 gágua álcool 800 g. 0,9 768 gálcool istura água + álcool 0 + 768 808 g Coo teos 1 de istura, sua desidade será: d istura 808 g 808 g/. 1 A istura de etaol e água que apresetar desidade igual a 808 g/ estará a especificação correta. U aior teor de álcool a istura fará co que sua desidade fique abaixo de 808 g/. Aditido-se que a istura fora das oras seja aquela cujo teor de água ultrapasse %, a istura que apresetar desidade superior a 808 g/ ão estará adequada às oras. 05 A Copo A Coo o gelo está o fudo do copo, a desidade do líquido é eor que a do gelo, portato, eor que 0,9. Coclusão: o líquido pode ser álcool puro ou istura de água e álcool co d < 0,9, e ão pode ser água pura. Copo B Coo o gelo flutua, a desidade do líquido é aior que 0,9. Coclusão: o líquido pode ser água pura ou istura de água e álcool co d > 0,9, as ão pode ser álcool puro. Copo C Pela posição do gelo, o líquido te d 0,9 e só pode ser istura de água e álcool. Coclusão: I, II e III estão corretas. Quíica I quíica Volue 03 05
06 A I. O líquido e A pode ser álcool puro ou istura de água e álcool. E abos os casos, a fusão do gelo aueta a desidade do líquido, podedo levar a situação A para a situação C. II. O líquido e B pode ser água pura ou istura de água e álcool. A fusão do gelo e B ão altera a desidade do líquido se este for água pura e aueta a desidade do líquido se este for istura de água e álcool. Dessa aeira, a situação B ão pode ser levada à situação C. III. A adição de água ao copo B te o eso efeito da fusão do gelo o ite II. IV. A adição de álcool o copo B diiui a desidade do líquido, seja ele água pura ou istura de água e álcool; por isso a situação B pode ser levada à situação C. Coclusão: I e IV estão corretas. 07 B 3, g 3, g de sacarose equivale a 3g ol 0,01 ol 50 10 3 x 1 X 0, ol [sacarose 0, ol/ - 1, ou seja, 0,01 ol. 08 A Segudo o gráfico, ua solução de desidade igual a 0,8 g/ apreseta 0% de água. Etão, a porcetage de álcool essa solução é de 80%. 09 A A) Correta. Ao adicioar ua solução de desidade,1 g/c 3, os sólidos co desidade superior a esta peraecerão o fudo e aqueles co desidade iferior flutuarão. Assi, carvão e ossos flutuarão. B) Icorreta. Ao usar o líquido ecioado, os ossos peraecerão o fudo, juto co a areia, solo e pedras. C) Icorreta. A água te desidade 1 g/c 3. Nela, o carvão flutuará. D) Icorreta. E solução de desidade,5 g/c 3, solo e pedras afudarão e os deais copoetes flutuarão. E) Icorreta. No líquido ecioado, areia, solo e pedras peraecerão o fudo; carvão e ossos flutuarão. 10 E CH O + O CO + H O 30 g g 10 g 10,67 g 10,7 g 10,7 g de O /litro. BOCO 06 01 E soluto ates solutodepois [ Na SO V [ NaSO V 035, ol/ V 0, 1ol/ 650 V 390 ates depois depois 0 B A equação balaceada pode ser escrita coo: A, ( SO ) + 3 CaOH ( ) " A, ( OH) + 3 CaSO 3( aq) ( aq) 3() s ( aq) Agora, vaos calcular os úeros de ols dos dois reagetes: Para o sulfato de aluíio: 1 10 ol 1 6,5 10 1 6,5 10 3 ol Para o hidróxido de cálcio: 3 10 ol 1 1,0 10 1 3,0 10 3 ol Vaos observar que há excesso de u dos regetes. Al (SO ) 3 3 Ca(OH) 3 10 3 ol Assi, podeos afirar que, após o tério da reação, havia excesso de sulfato de aluíio. Esta iforação é útil, pois agora sabeos que o reagete liitate é o hidróxido de cálcio. Estabelecedo a proporção etre Ca(OH) e CaSO : 1 ol de Ca(OH) 1 ol de CaSO 3 10 3 ol 3 10 3 ol soluto 0003, Cocetração 0,00 ol/ V 075, solução 03 C 16 de ua solução aquosa de KOH 0,30 ol 1 : 0,30 ol KOH 1 000 ol KOH 16 KOH,8 10 3 ol 1 H SO + KOH H O + K SO 1 ol ol KOH KOH H SO & HSO,8 10 ol KOH,8 10 ol & H SO, 10 HSO, 10 ol [ HSO 01, ol/ V 0 10 0 E Pela reação, teos ua proporção etre ou seja, CORETO NITRATO DE PRATA ol C l - ( aq) e AgNO 3(aq) de 1 : 1, Cálculo do úero de ols de itrato de prata que fora cosuidos: 5 10 ols de AgNO 3 1 1 10 3 5 10 5 ols de AgNO 3 cosuidos. Portato, a quatidade de íos cloreto cosuidos foi de 5 10 5 ols. E 1 litro de água, tereos: 5 10 5 ols de cloreto 50 1 000 1 10 3 ol de Cl 1 e 1 de água 1 10 3 ol de Cl 1 / E assa, tereos a seguite cocetração: 1 ol de Cl 1 35,5 g 1 10 3 ol de Cl 1 35,5 10 3 g e 1 35,5 10 3 g/ ou 35,5 g/ 05 A 05,. 0, + 08,. 03, C C 0,7 ols. 05, 06 B Tereos e 100 g de água: xilitol,8 g solução 100,0 g +,8 g 1,8 g 1,8 g (solução),8 g (xilitol) 8,0 g (solução) xilitol xilitol 3,0 g xilitol xilitol 3,0 & xilitol 0,0 ol M 15 xilitol A etalpia de dissolução do xilitol é de 5,5 kcal/ol, etão: 1 ol 5,5 kcal 0,0 ol E E 0,11 kcal 06 Quíica Volue 03 Quíica I
07 E K SO [ K SO V 0,5 0,1 0,05 ol KSO" K + + 1SO 005, ol 0, 05ol A, ( SO ) [ A, ( SO ) V 0, 01, 00, ol 3 3 3+ A, ( SO) 3 " A, + 3SO 0,0ol 3 0,0ol SO ( total) 005, + ( 3 00, ) 0, 17ol SO 017, ol; V 0, 1 0, 1 0, + 017, 1 [ SO 0,85 ol 0, 08 B 0,3 de ua solução de ácido clorídrico 1 ol 1 : 1 1 ol 0,3 0,3 ol 0,1 de HCl ol 1 : 1 ol 0,1 0, ol HCl 0,3 + 0, 0,5 ol e 0, (0,3 + 0,1): 05, CocetraçãoMolar 15, ol/ 0, CocetraçãoMolar( ií cio) # Volue( icio í ) CocetraçãoMolar( fial) # Volue( fial) 1,5 0, 1,0 (0, + VHO) V 01, 100 HO 09 C 0 g ( sulfato de cobre) 1 000 g( sulfatodecobre) 100 g Para aovasoluçã o: V 100+ 00 500 g ( sulfato de cobre) 500 g ' ( sulfatodecobre) 1 3 ' 8 10 g 8g 10 E NaOH 8 g NaOH 1 0, ol MNaOH 0 g ol HC, [ HC, V 00 0, ol HC, 0,1 0, 0,0 ol HC, + NaOH " HO + NaC, 1ol 1ol 00, ol 0, ol ( excesso de 018, ol) HC, + NaOH " HO + NaC, 1ol 1ol 018, ol 0, 18 ol 0, ol 1 018, ol V V 09, & V 900 I. Correta. A partir da figura 1 verifica-se que ocorre precipitação (vide figura ) co a elevação da teperatura, ou seja, a solubilidade diiui co a elevação da teperatura. Coclui-se que o processo de dissolução é exotérico. II. Correta. A dissolução do acetato de cálcio resulta e u equilíbrio quíico: Ca( CH COO) E Ca + + CHCOO - 3 () s ( aq) 3 ( aq) III. Errada. Na figura 1, verifica-se ua solução de acetato de cálcio à baixa teperatura, logo, e codições padrão (5 o C e 1 at), ão se pode afirar que o acetato de cálcio seja bastate solúvel e eio aquoso. IV. Errada. Os processos de dissolução de sólidos e eio aquoso pode ser exotéricos ou edotéricos, varia de acordo co o tipo de coposto quíico. 0 A Coo a solubilidade do carboato de lítio diiui co o aueto da teperatura, podeos cocluir que a dissolução desse sal é exotérica (libera calor). E a dissolução do acetato de prata é edotérica (absorve calor), pois aueta co o aueto da teperatura. 03 C 0,1 g CO 10 3 g de ar 1 g CO 10 g de ar 100 g CO 10 6 g de ar 100 pp sitoa (III) 0 A 1 000 de solução de ácido sulfúrico a 1 ol/ HSO 1 ol 1 000 de solução de hidróxido de potássio a ol/ KOH ol H SO (aq) + KOH (aq) K SO (aq) + H O 1 ol ---------- ol -------------1 ol KSO 1 ol V (TOTA) 1 000 + 1 000 000 1ol Cocetração fial: 0,5 ol 1 05 E Os resultados da tabela correspode ao que se espera e fução da poluição por dejetos doésticos e idustriais, a ão ser o caso da Baía de Sepetiba, região se idústrias, a qual a cocetração de ercúrio poderia ser de resposabilidade das arés. 06 E evado-se e cota que, ao logo da cadeia alietar, ocorre u progressivo acúulo de ercúrio os tecidos dos orgaisos vivos, a igestão de corvias capturadas aquelas regiões deve ser evitada sepre, ua vez que haverá o risco de u efeito cuulativo o orgaiso huao. 07 B A partir do gráfico e da teperatura pode-se descobrir a solubilidade do sal A: Graas de soluto para saturar 100 g H O 100 90 80 70 50 0 30 0 10 Sal A 0 0 100300 50 70 80 90 100 Teperatura e graus Celsius Etão, 80 g de A 100 g água 16 g de A água água 0 g 08 A Z C,95 g/ NaCl Dados: [ M? \ Mol 1 58,5 g/ol C M. Mol 1,95 M. 58,5 95, M 0,05 ol/ 58, 5 Sal B Sal C Sal D Sal E Quíica I quíica Volue 03 07
09 D Soro fisiológico M ol 1 1 000 d t M 58,5 1 000 1 0,009 9 M 0,15 ol/ 58, 5 Água saitária M ol 1 1 000 d t M 7,5 1 000 1 0,0 M 0 0,7 ol/ 7, 5 Viagre M ol 1 1 000 d t M 1 000 1 0,05 50 M 0,83 ol/ Água oxigeada M ol 1 1 000 d t M 3 1 000 d t M 3 1 000 1 0,03 30 M 0,88 ol/ 3 10 D CO Mol 1 g/ol M 0,05 ol/ C? C M Mol 1 C 0,05 C 1,1 g/ 08 Quíica Volue 03 Quíica I