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1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA DURAÇÃO DO ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO EM UMA MATERNIDADE REFERÊNCIA EM PARTOS NOS CAMPOS GERAIS Thais Pacheco Dos Santos (thaispachecosantos@yahoo.com.br) Andressa Paola Ferreira (a_andressa_p01@hotmail.com) Rafaela Casara Trentini (rafaelatrentini@hotmail.com) Ana Paula Xavier Ravelli (anapxr@hotmail.com) Suellen Vienscoski Skupien (suvienscoski@hotmail.com) RESUMO A Organização Mundial da Saúde recomenda o aleitamento materno exclusivo (AME) até 6 meses de idade, ou seja, o bebê deve receber somente leite materno, sem outros líquidos/sólidos. A interrupção precoce da amamentação se deve a fatores como falta de conhecimento da mãe sobre os benefícios do leito materno, despreparo dos profissionais de saúde em fornecer orientações no pré-natal e pós-parto, dor/desconforto devido traumas mamários, suporte inadequado frente intercorrências e atuação da mulher no mercado de trabalho. Este estudo objetivou verificar a duração do AME na gestação anterior das puérperas entrevistadas e identificar o profissional que realizou orientação sobre amamentação. Estudo quantitativo, descritivo, realizado com amostra de 252 puérperas de uma maternidade pública de referência em Ponta Grossa, Paraná. Como resultado, observou-se que 83% das puérperas relataram ter amamentado em gestação anterior, porém, apenas 36% amamentou durante 6 meses ou mais. Ainda, 50% das entrevistadas relatou ter recebido informações sobre aleitamento do enfermeiro. Portanto, pode-se observar a importância da atuação da Enfermagem na realização de educação em saúde das gestantes e puérperas a respeito dos benefícios do aleitamento materno e fica evidente que um possível despreparo profissional na orientação pode ter originado altas taxas de desmame precoce no Município. PALAVRAS-CHAVE Aleitamento Materno Exclusivo. Enfermagem. Educação em Saúde Introdução

2 O leite materno é completo e adequado para o bebê e favorece no combate contra diarreia, pneumonias, infecções e alergias (BRASIL, 2008). Bebês que mamam no peito apresentam melhor crescimento e desenvolvimento. Ele é o alimento ideal, portanto, não é necessário, oferecer nenhum outro tipo de sustento até os seis meses de idade do lactente (BRASIL, 2011). Através da amamentação, consegue-se aumentar os laços afetivos entre o binômio mãe/bebê (BRASIL, 2006). Tornando-se, portanto, uma estratégia de vínculo, afeto, nutrição e proteção (BRASIL, 2009). A amamentação beneficia a mãe e mediante a mesma, á mulher apresenta redução do risco de sangramento no pós-parto, involução uterina rápida, prevenção de anemia e futuramente redução do risco de câncer de mama e ovário (BRASIL, 2010). A promoção da amamentação durante a gestação, por meio do pré-natal em consulta individual ou participação em grupo de gestantes tem impacto positivo na prevalência de aleitamento materno, especialmente nas primíparas (BRASIL, 2010). A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde (MS) recomendam o aleitamento materno exclusivo (AME) até os 6 meses de idade, ou seja, durante este período, o bebê deve receber somente leite materno (BRASIL, 2009). Estima-se que a promoção do aleitamento materno seja capaz de reduzir a mortalidade de crianças menores de 5 anos no mundo (BRASIL, 2011). A interrupção precoce da amamentação se deve a diversos fatores, como a falta de conhecimento da mãe sobre os benefícios do leito materno, despreparo dos profissionais de saúde em fornecer orientações adequadas no pré-natal e pós-parto, dor e desconforto devido a traumas mamários, suporte inadequado frente às intercorrências e atuação da mulher no mercado de trabalho (SILVA, 2014; CERVELLINI, 2014). O desmame precoce está ligado ao fato de não haver repasse de informações pertinentes à mãe sobre o aleitamento e o despreparo profissional, especialmente por parte da equipe de enfermagem em orientar as lactantes (BRASIL, 2006). A promoção da amamentação pode ser realizada em dois momentos que são de intenso aprendizado para a mãe e bebê: durante o pré-natal, seja no atendimento individual ou em grupos de gestantes, e no pós-parto, logo no primeiro dia de vida do recém-nascido (BRASIL, 2009). Cabe aos profissionais de saúde aconselhar a puérpera, ajudando-a a tomar decisões após ouvi-la e entender a sua situação, mostrando interesse pelo seu bem-estar e do seu filho para que ela se sinta acolhida e apoiada, e assim entenda os prós e contras das decisões que vai tomar (BRASIL, 2009).

3 Objetivos O presente estudo busca identificar a duração do aleitamento materno exclusivo na gestação anterior de puérperas de um hospital referência em partos pela rede pública de saúde na cidade de Ponta Grossa, Paraná e identificar os principais profissionais responsáveis pelo esclarecimento sobre o AME. Mediante esta pesquisa será possível contribuir para que profissionais da saúde busquem fornecimento eficiente de educação em saúde incentivando o AME, reduzindo assim as taxas de desmame precoce e consequentemente morbimortalidade materno-infantil. Metodologia Caracteriza-se como estudo descritivo, fundamentado na abordagem quantitativa. Os dados foram fornecidos pelo projeto de extensão Consulta de Enfermagem no Pré-natal e Pós-parto da Universidade Estadual de Ponta Grossa, tendo sido aprovado sob o parecer 1.055.927, pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual de Ponta Grossa. O estudo foi realizado em um hospital referência ao parto de risco habitual/intermediário da rede pública de saúde, no município de Ponta Grossa/Paraná. A população do estudo é composta por mulheres em puerpério imediato (1º ao 10º dia) que concordaram em participar da entrevista assinando o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Trata-se de uma amostra de 252 puérperas, referente ao ano de 2014. Foi utilizado como instrumento de coleta de dados um questionário semiestruturado contendo 30 perguntas referentes à: identificação; antecedentes ginecológicos, obstétricos e familiares; estado nutricional, gestação atual e gestação anterior. As entrevistas foram realizadas por acadêmicos do 3º e 4º anos do Curso de Enfermagem. Os dados foram organizados em planilhas do Excel. Resultados Das 252 puérperas entrevistadas, 83% afirmaram ter amamentado na gestação anterior. Conforme gráfico 1.

4 Gráfico 1 - Representação do perfil de aleitamento materno em gestação anterior na maternidade referencia Fonte: Projeto Consulta de Enfermagem no Pré-Natal e Pós-parto. Ponta Grossa. 2014. Em relação ao tempo de aleitamento materno exclusivo, 64,3% amamentou por um período inferior a 6 meses. Conforme gráfico 2. Gráfico 2 - Representação do tempo de aleitamento materno na maternidade referencia Fonte: Projeto Consulta de Enfermagem no Pré-Natal e Pós-parto. Ponta Grossa. 2014.

5 Quando questionadas em relação ao profissional que orientou sobre o AME durante a gestação anterior 50,2% afirmou ser o enfermeiro, 42,7% relatou o profissional médico na orientação. Conforme gráfico 3. Gráfico 2 - Representação dos principais profissionais que orientaram sobre AME durante o pré-natal em gestação anterior Fonte: Projeto Consulta de Enfermagem no Pré-Natal e Pós-parto. Ponta Grossa. 2014. Considerações Finais A pesquisa revelou que menos de 50% das mulheres entrevistadas amamentou por 6 meses ou mais, fato que vai contra o que é preconizado pelo Ministério da Saúde. Isto pode estar ocorrendo tanto por falta de conhecimento das puérperas sobre a importância do aleitamento, quanto pelo surgimento de traumas mamários que acabam fazendo com que a mãe amamente por menos tempo devido a dor e desconforto. Também foi demonstrado pelo estudo que mais de 50% dos profissionais de saúde que realizaram algum tipo de orientação foram enfermeiros, o que demonstra a importância de um conhecimento aprofundado nesta área e constante atualização para o esclarecimento de dúvidas e orientações eficazes. A implementação de projetos de pesquisa e extensão relacionados à saúde maternoinfantil e aleitamento materno nas universidades é uma ferramenta efetiva para a preparação

6 dos futuros enfermeiros e outros profissionais de saúde a obterem o conhecimento e experiência adequado para o fornecimento de orientações ás gestantes e puérperas. Com isto, pode-se observar a importância e necessidade de atuação do enfermeiro na realização de educação em saúde das gestantes e puérperas a respeito dos benefícios do aleitamento materno e da técnica correta de amamentação, para evitar o surgimento de problemas mamários que possam influenciar no desmame precoce. Referências BRASIL, Fundo das Nações Unidas para a Infância. Iniciativa Hospital Amigo da Criança: revista atualizada e ampliada para cuidado integrado. Informes Técnicos: Normas e Manuais Técnicos. Brasília, 2008. 78p. BRASIL, Ministério da Saúde. Secretária de Atenção a Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Cartilha para a Mãe Trabalhadora que Amamenta. Informes Técnicos: Cartilha de Orientação. Brasília, 2010. 24p BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde da criança: nutrição infantil - aleitamento materno e alimentação complementar. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2009. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_crianca_nutricao_aleitamento_alimentacao.pdf > Acesso em: 25 jun. 2015. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretária de Atenção Básica á Saúde. Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno. Rede Amamenta Brasil: os primeiros passos. Informes Técnicos: Manual de Orientação. Brasília, 2011. 60p. BRASIL. Secretária de Atenção Básica à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Pré-natal e puerpério; atenção qualificada e humanizada. Brasília. Brasília. Informes Técnicos: Manual de Orientação. 2006. 162p.

7 CERVELLINI, Marina Possato et al. Injuries Resulted From Breastfeeding: A New Approach To A Known Problem. Rev. esc. enferm. USP, São Paulo, v. 48, n. 2, p. 346-356, Abril, 2014. SILVA, Nichelle Monique da et al. Conhecimento de puérperas sobre amamentação exclusiva. Rev. bras. enferm., Brasília, v. 67, n. 2, p. 290-295, Abril. 2014.