ANUÊNCIA DA ANVISA EM JOINVILLE

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Transcrição:

ANUÊNCIA DA ANVISA EM JOINVILLE Mônica Figueirêdo Chefe do Pvpaf Joinville

SÉRIE HISTÓRICA 3000 2500 2526 2000 1500 1230 1267 1000 843 500 0 2013 2014 2015 2016 (jan a março)

SÉRIE HISTÓRICA INSPECIONADOS 2015 2016 98% dos processos 71% dos processos

TEMPO Análise Anuência sem exigência e sem inspeção Anuência sem exigência e com inspeção Dias úteis 1 DIA 2 DIAS 3 DIAS

SITUAÇÃO ATUAL COMO? Fonte: http://boaspraticasnet.com.br/wpcontent/uploads/2013/07/gerenciamento+do+risco+sum%c3%a1rio.jpg

PAPEL DA VISA Lei n 8.080 de 1990 Art. 6º Estão incluídas ainda no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS): I - a execução de ações: a) de vigilância sanitária; 1º Entende-se por vigilância sanitária um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde, abrangendo: I - o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo;

DEFININDO RISCO

MAS O QUE É RISCO EM ANUÊNCIA DE PRODUTOS? PRÉ MERCADO PÓS MERCADO

DEFINIÇÃO DO LOCUS RDC N 81 DE 2008 CAPÍTULO XXXIX - PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PARA ENQUADRAMENTO DOS PRODUTOS JUNTO AO SISTEMA INTEGRADO DE COMÉRCIO EXTERIOR 1 1-A 2 2-A 2-B 2-C 3 Listas A1, A2, A3, B1, B2 e D1 da Portaria SVS/MS n 344/98 Lista F da Portaria SVS/MS n 344/98 Hemoderivados Soros e vacinas Produtos biológicos derivados de tecidos de origem animal e alérgenos Produtos biológicos obtidos por procedimentos biotecnológicos, anticorpos monoclonais, medicamentos contendo microorganismos Listas C1, C2, C3, C4 e C5 da Portaria SVS/MS n 344/9 4 Produtos para saúde 5.1 Alimentos 5.2 Cosméticos, produtos de higiene e perfumes 5.3 Medicamentos 5.4 Saneantes 5.5 5.6 6 7 Produtos para diagnóstico in vitro Produtos diversos cabelo Bens e produtos que contêm tecidos ou fluidos de animais ruminantes Contexto epidemiológico internacional, emergenciais e temporárias

DEFINIÇÃO DO LOCUS CDRH, 2011 ANUÊNCIA Insumos, produtos para teste, lote piloto, pesquisa clínica, produtos acabados... PEELING et al, 2010

PERFIL DO PVPAF JOINVILLE Produtos para saúde Insumos Produtos acabados Testes Feiras Vaca louca Alimentos Insumos Produtos acabados IVD Produtos acabados Medicamentos Insumos Testes Produtos acabados a granel Vaca louca Pessoa Física uso próprio Cosméticos, produtos de higiene e perfumes Produtos acabados Feiras Produtos diversos cabelo Produtos não sujeitos

GERÊNCIAMENTO DO RISCO Trajetória do Acidente Adaptado de James Reason, 2000 (elaborado por Vivian Moraes (GGTPS)

GERÊNCIAMENTO DO RISCO Ausência de risco inaceitável SEGURANÇA RISCO (elaborado por Vivian Moraes (GGTPS)

GERÊNCIAMENTO DO RISCO ISO 14971:2007 Dano: Lesão física ou prejuízo à saúde da pessoa, ou prejuízo à propriedade ou ao meio ambiente. Perigo: Fonte potencial de dano. Situação Perigosa: Circunstância na qual pessoas, propriedades ou meio ambiente são expostas a um ou mais perigos.

GERÊNCIAMENTO DO RISCO http://www.pilotopolicial.com.br/gerenciamento-do-risco-ferramentaindispensavel-para-seguranca-de-voo/

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PRESSUPOSTOS DO PVPAF JOINVILLE PRÉ-MERCADO FOCO PRODUTO ACABADO RISCO SIMILAR AO DETERMINADO PELA ÁREA DE REGISTRO LINHA VERDE/ LINHA AMARELA/ LINHA VERMELHA BASE LEGAL SANITÁRIA

MATRIZ DE RISCO DO PVPAF/JOIN MATRIZ Alto Produtos para saúde - acabados Medicamentos - acabados PROBABILIDADE Alto Médio Baixo IVD - acabados Cosméticos e produtos de higiene - acabados Alimentos - acabados Medicamentos - não regularizados Alimentos - não regularizados Impacto Médio Produtos para saúde - insumos Medicamentos - pessoa física Cosméticos e produtos de higiene - não regularizados Produtos para saúde - não regularizados Baixo Alimentos - insumos Medicamentos - insumos Cabelos Produtos não sujeitos

MATRIZ DE RISCO DO PVPAF/JOIN DOCUMENTAL E INSPEÇÃO DOCUMENTAL FLUXO RÁPIDO

FLUXO RÁPIDO CUMPRIMENTO DE EXIGÊNCIA LI SUBSTITUTIVA MANDADOS JUDICIAIS EMERGÊNCIAS DE SAÚDE PÚBLICA IMPORTAÇÃO POR PESSOA FÍSICA

A avaliação do risco constitui atividade central para as agências dos países mais desenvolvidos. A pesquisa, que culmina com a caracterização do risco de determinada substância à saúde humana, é geralmente processo complexo e oneroso, que exige altos investimentos em infra-estrutura e em pessoal qualificado. Entretanto, em grande parte das vezes, não apresenta conclusões definitivas, a não ser a longo prazo. O processo da pesquisa de avaliação do risco inclui etapas nas quais a indefinição científica prevalece e, para ter seguimento, exige inferências e definições onde entram também fatores extracientíficos, decorrentes de preocupações sociais, políticas e econômicas, embora baseadas na probabilidade estatística e na racionalidade científica. Lucchese, Geraldo. Globalização e regulação sanitária: os rumos da vigilância sanitária no Brasil. [Doutorado] Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública; 2001. 329 p.

Existe o risco que você não pode jamais correr, e existe o risco que você não pode deixar de correr. Peter Drucker PVPAF JOINVILLE Lucchese, Geraldo. Globalização e regulação sanitária: os rumos da vigilância sanitária no Brasil. PA.JOINVILLE.SC@ANVISA.GOV.BR [Doutorado] Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública; 2001. 329 p. 47-3467-1709