PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL

Documentos relacionados
APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO SGA & ISO UMA VISÃO GERAL

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

PRÊMIO ESTANDE SUSTENTÁVEL ABF EXPO 2014

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

ORÉADES NÚCLEO DE GEOPROCESSAMENTO RELATÓRIO DE ATIVIDADES

ENSINO DE QUÍMICA: VIVÊNCIA DOCENTE E ESTUDO DA RECICLAGEM COMO TEMA TRANSVERSAL

Conjunto de pessoas que formam a força de trabalho das empresas.

Shopping Iguatemi Campinas Reciclagem

Controle biológico de pragas. Seminário Internacional de Manejo de Pragas da Cana de Açúcar Artur Ferreira Mendonça Filho

Prefeitura Municipal de Jaboticabal

POLO GOIÁS UNIDADE RIO CLARO PLANO DE GESTÃO AMBIENTAL PGA

Política de Sustentabilidade Link Server.

CURSO: GESTÃO AMBIENTAL

Programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da Soja Brasileira SÃO PAULO SP 22 / 05 / 2013

FICHA PROJETO - nº383-mapp

Vantagens e Desvantagens da Utilização da PALHA da Cana. Eng. Agr. Dib Nunes Jr. GRUPO IDEA

VALLOUREC UNIDADE FLORESTAL

PRÊMIO STAND SUSTENTÁVEL ABF FRANCHISING EXPO 2012

Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004

Termo de Referência nº Antecedentes

GESTÃO AMBIENTAL. Profª: Cristiane M. Zanini

Responsabilidade Socioambiental

O Aquecimento Global se caracteriza pela modificação, intensificação do efeito estufa.

Histórico. Decreto 7.029/2009 (Decreto Mais Ambiente) Lei Federal /2012 Decreto 7.830/2012

MMX - Controladas e Coligadas

Logística Reversa: destinação dos resíduos de poliestireno expandido (isopor ) pós-consumo de uma indústria i catarinense

POLO ARAGUAIA UNIDADE MORRO VERMELHO PLANO DE GESTÃO AMBIENTAL PGA"

"PANORAMA DA COLETA SELETIVA DE LIXO NO BRASIL"

Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática

Ideal Qualificação Profissional

Viver Confortável, Morar Sustentável

Relatório de Sustentabilidade 2014

Atuando com responsabilidade para. colher um futuro melhor. Fábrica de São José dos Campos

Termo de Referência para Elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) TR GERAL

Aula 19 Conteúdo O homem e o meio ambiente. Principais problemas ambientais do mundo.

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT

ESCOLA MUNICIPAL DE PERÍODO INTEGRAL IRMÃ MARIA TAMBOSI

Secretaria Municipal de meio Ambiente

PROTOCOLO DE INTENÇÕES PARA A INICIATIVA PETS

Termo de Referência nº Antecedentes

PROJETO DAS FACULDADES MAGSUL 2013

Gestão Ambiental POLÍTICA AMBIENTAL SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL

Inventário Corporativo de Emissões Diretas e Indiretas de Gases de Efeito Estufa (GEE) Ano referência: Emissões de 2010

PRODUÇÃO DA AÇÚCAR ORGÂNICO

Curso Sustentabilidade e Saúde Humana:

Política de Responsabilidade So cio Ambiental

ACONTECENDO? O QUE ESTÁ O QUE PODEMOS FAZER?

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ABNT NBR ISO 14001

SUSTENTABILIDADE 2014

PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTANHA ES SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE

o ojet Pr a Consciênci 1 Resíduos

Mestre não é quem ensina, mas quem, de repente, aprende.

CAPÍTULO 3 PROTOCOLO DE KIOTO

o hectare Nesta edição, você vai descobrir o que é um biodigestor, como ele funciona e também O que é o biodigestor? 1 ha

3º. Seminário Nacional de Segurança e Saúde no Setor Elétrico Brasileiro

M ERCADO DE C A R. de captação de investimentos para os países em desenvolvimento.

Os sistemas de despoeiramento, presentes em todas as usinas do Grupo Gerdau, captam e filtram gases e partículas sólidas gerados na produção

Sistema de Gestão Ambiental. Seis Sigma. Eco Six Sigma

PROJETO DAS FACULDADES MAGSUL 2012

etanol questões para a sustentabilidade

ALVES 1,1, Paulo Roberto Rodrigues BATISTA 1,2, Jacinto de Luna SOUZA 1,3, Mileny dos Santos

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

Reciclando e Sensibilizando

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: O CASO DE UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA

Rede de Sustentabilidade Ambiental

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE. Reserva Extrativista Chico Mendes

PROJETO DE REDUÇÃO DOS RESÍDUOS INFECTANTES NAS UTI S DO HOSPITAL ESTADUAL DE DIADEMA

Poluição das Águas. A poluição das águas gera efeitos dramáticos em todo o ecossistema COLÉGIO MARISTA SÃO JOSÉ 9º ANO ENS.

18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog:

P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E B A U R U E s t a d o d e S ã o P a u l o S E C R E T A R I A D A E D U C A Ç Ã O

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade

PLANO DE GESTÃO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL

CONEXÃO DE GERAÇÃO AO SISTEMA CELESC

Sustentabilidade x Desperdício

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM UM AMBIENTE UNIVERSITÁRIO: ESTUDO DE CASO DO CESUMAR, MARINGÁ - PR

Principais ações desenvolvidas pela empresa

CONTROLE BIOLÓGICO NA TEORIA E NA PRÁTICA: A REALIDADE DOS PEQUENOS AGRICULTORES DA REGIÃO DE CASCAVEL-PR

Planilha para Análise do histórico do Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana do Município ICTEM no sextênio 2008 a 2013

PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE NAS UNIDADES DE SAÚDE

PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL SEBRAE - SP

PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS E PROJETOS

PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL

Matéria e energia nos ecossistemas

O Manejo de Residuos, a Gestão Ambiental e a Sustentabilidade

Começa por você! Resultados das ações da Campanha De quem é a responsabilidade?

Seção 2/E Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem

Curitiba-PR Brasil Março Prefeitura

SISTEMA DE TRATAMENTO DE ÁGUA DE FULIGEM

Otimização do uso do solo

O LIXO É UM LUXO! Atividade prática sobre reciclagem

A Academia está alinhada também aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros UNPSI, coordenados pelo UNEP/FI órgão da ONU dedicado às questões da

Café Sustentável. Riqueza do Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento CAPA. MA-0005-Cafe_sustentavel_200x200_NOVO.

São José dos Campos e a Política Nacional de Resíduos Sólidos

Código de Conduta Módulo Café

Questões ambientais do Brasil

NOSSA META É O CLIENTE. NOSSA FILOSOFIA É A QUALIDADE.

Transcrição:

PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL Conteúdo 1 INTRODUÇÃO... 2 2 ATUAÇÃO NO MERCADO... 2 3 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL... 2 POLÍTICA DE GESTÃO E SUSTENTABILIDADE... 2 4 MONITORAMENTO DA FAUNA... 3 4.1 CORREDOR ECOLOGICO... 3 4.1.1 OBJETIVO... 3 5 MONITORAMENTO DA FLORA... 3 5.1 INTRODUÇÃO... 3 5.2 OBJETIVO... 4 5.3 DESCRIÇÃO DO PROCESSO... 4 5.4 CONSIDERAÇÕES GERAIS DA FAUNA E DA FLORA... 4 5.5 MONITORAMENTO FLORISTICO... 4 5.5.1 LEVANTAMENTO FITOSSOCIOLÓGICO FLORISTICO DE ÁREA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL... 4 5.5.2 RECUPERAÇÃO OU REGENERAÇÃO DAS ÁREAS DE APP E MATAS CILIARES... 5 5.5.3 ADESÃO AO PROTOCOLO AGROAMBIENTAL DA SECRETÀRIA DA AGRICULTURA E MEIO AMBIENTE DO ESTADO DE SÃO PAULO... 5 6 PRINCIPAIS PRÁTICAS AMBIENTAIS... 6 6.1 CONTROLE DE AR... 6 6.1.1 EMISSÃO DE GASES OPACIMETRO... 6 6.1.2 FULIGEM... 6 6.1.3 QUEIMADAS... 6 6.1.4 LAVADORES DE GASES... 7 6.2 CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL COM OS FORNECEDORES DE CANA... 7 6.3 CONSUMO DE FERTILIZANTE... 8 6.4 CONSUMO DE DEFENSIVOS:... 8 6.5 CONTROLE BIOLOGICO... 9 6.5.1 BROCA DO COLMO (Diatraea saccharalis)... 9 6.5.2 CIGARRINHA DAS RAIZES (Mahanarva fimbriolata)... 10 6.6 PREPARO DE SOLO:... 10 6.7 USO DA ÁGUA... 11 6.7.1 CAMPANHA DO USO RACIONAL DA ÁGUA... 11 6.7.2 CIRCUITO FECHADO DAS ÁGUAS... 12 6.8 AUTO-SUFICIÊNCIA ENERGÉTICA:... 12 7 AÇÕES DE CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL... 12 7.2 PROGRAMA 3R REDUZIR, REUTILIZAR E RECICLAR... 13 8 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS... 13 9 OBJETIVOS E METAS... 14 1

1 INTRODUÇÃO As empresas USINA SÃO LUIZ S/A e JOÃO LUIZ QUAGLIATO NETO E OUTROS, ambas sediadas em Ourinhos, SP, nas suas atividades de plantio, cultivo e colheita de cana de açúcar, bem como, produção de açúcar, etanol, energia e outros derivados. Fundada em 23 de setembro de 1951, conta com aproximadamente 3.000 colaboradores, com capacidade produtiva de aproximadamente 2.800.000 toneladas de cana/ano. 2 ATUAÇÃO NO MERCADO A produção de açúcar e etanol da empresa é comercializada pela Copersucar, maior empresa desse segmento no país, já a energia e outros derivados são de comercialização própria. A Usina São Luiz S/A é a maior geradora de empregos da sua região que engloba 06 municípios e uma das maiores pagadora de tributos. 3 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL É o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações, não esgotando os recursos para o futuro. Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre o Meio ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar três objetivos: Desenvolvimento Econômico; Social; Conservação Ambiental. Reafirmando seu foco nos interesses da sociedade e nas melhores práticas de gestão empresarial, a Usina São Luiz S/A, assume um compromisso com o desenvolvimento sustentável, formalizado pela Política de Gestão e Sustentabilidade, onde estabelece diretrizes para os aspectos sociais, ambientais e econômico-financeiros de seus negócios. POLÍTICA DE GESTÃO E SUSTENTABILIDADE As empresas USINA SÃO LUIZ S/A e JOÃO LUIZ QUAGLIATO NETO E OUTROS, ambas sediadas em Ourinhos, SP, nas suas atividades de plantio, cultivo e colheita de cana de açúcar, bem como, produção de açúcar, etanol, energia e outros derivados, acreditando na qualidade, segurança, saúde, meio ambiente e responsabilidade social e na busca da melhoria contínua de seu desempenho se compromete a: Manter canal de atendimento responsável e aberto com seus clientes, colaboradores e partes interessadas. Atender aos requisitos legais aplicáveis, instrumentos internacionais e outros requisitos subscritos que se relacionem aos seus aspectos e perigos significativos. Satisfazer todas as partes interessadas, através da manutenção de objetivos e metas técnica e economicamente viáveis para a prevenção da poluição, de lesões e de doenças. Atender as necessidades e expectativas dos clientes internos e os requisitos normativos na realização de analises laboratoriais. Garantir produtos adequados ao uso e à segurança alimentar; Interagir com a promoção da ética, da cidadania, da transparência e do desenvolvimento sustentável das questões econômicas e sociais de suas relações. 2

4 MONITORAMENTO DA FAUNA A fauna pode ser definida como o conjunto das espécies de animais que ocupam uma determinada região. É um dos componentes bióticos do ecossistema que melhor reflete a integridade do ambiente, pois é sensível a variações em diferentes escalas nas condições físicas e na vegetação, atuando como um termômetro das condições ambientais. O estudo faunístico da USL iniciou-se em 2002 por profissionais da Universidade de Campinas (UNICAMP) Prof. Dr. Wesley Rodrigues Silva e Biólogo Paulo Roberto Manzani. Na ocasião foram levantadas as áreas: Açude, Turim Velho, São José da Usina (lagos superior e inferior) e Sebastião Turim. Em 2011 reiniciou o levantamento e monitoramento das áreas acima citadas incluindo novas áreas visando a adequação da flora, conseqüentemente a biodiversidade e detectar possíveis influencias das ações do empreendimento em seu entorno. Na bacia do Rio Pardo: Açude, Capato/ Barba, Lagoa Seca, Matão e Sitio Lagoa. Na Bacia do Rio Turvo: Iguatemi (mata nativa), Iguatemi (plantio), Rancho Fundo, Santa Tereza e Vico. Área Total de monitoramento - 287,32 há 4.1 CORREDOR ECOLOGICO Conforme imagem acima a Usina São Luiz iniciou processo de conectividade de fragmento isolado com a mata ciliar do Rio Pardo, que teve inicio em 2010 com o plantio da área de APP, da fazenda Matão, em 2011 plantio da Fazenda Capato e em 2012 o plantio da fazenda São José da Usina e a fazenda Gamelão, sendo que esta recuperação fez a conexão dos reflorestamento já existente da fazenda Matão com o reflorestamento da fazenda Sebastião Turim que se uniu ao reflorestamento da Fazenda São José da Usina, e que com o plantio da Fazenda Gamelão fará conexão com o reflorestamento da fazenda Açude ao redor da Empresa. O intuito é o enriquecimento da fauna existente à margem do Rio Pardo para as áreas conectadas. 4.1.1 OBJETIVO Caracterizar a composição faunística do meio biótico das áreas utilizadas pela empresa para reflorestamento e demais ambientes, realizando um inventário das comunidades de vertebrados terrestres (anfíbios, répteis, aves e mamíferos) que ocorrem nestas áreas; Destacar as espécies mais importantes da área, em termos de abundância, status de conservação ou participação em processos naturais que contribuam para a manutenção e regeneração da vegetação; Propor medidas que viabilizem o uso da fauna como recurso natural, incentivando a educação ambiental no âmbito da empresa; Preocupação com as espécies ameaçadas de extinção. 5 MONITORAMENTO DA FLORA 5.1 INTRODUÇÃO A Usina São Luiz S/A e João Luiz Quagliato Neto e Outros, vem realizando nos últimos anos, projetos de recomposição e regeneração das áreas de preservação permanente nas fazendas de suas propriedades. O presente relatório visa o monitoramento da vegetação implantada. 3

5.2 OBJETIVO Descrição de ocorrência de espécies nativas arbóreas usadas na recomposição faunística de matas ciliares das fazendas. 5.3 DESCRIÇÃO DO PROCESSO Serão citadas as principais espécies introduzidas em 3 áreas distintas, que representam as diversas áreas plantadas que compõem o mesmo bioma: Sebastião Turim São José Açude 5.4 CONSIDERAÇÕES GERAIS DA FAUNA E DA FLORA O equilíbrio fauna e flora foram constatados pela equipe da Unicamp conforme pronunciamento no relatório de janeiro de 2012. As áreas que compõem vizinhas as que serviram de amostragem têm cronograma de acompanhamento durante 24 meses conforme resolução SMA 08, onde é constatado que o dossel se apresenta bem definido dispensando tratos culturais conforme cronograma evidenciado no PIMS AGR. 5.5 MONITORAMENTO FLORISTICO O monitoramento é realizado nas áreas que foram liberadas após o período de 24 meses a partir da data do plantio. A metodologia adotada pela usina para monitoramento dessas áreas consiste em amostrar parcelas de 10x10 considerando o número de espécies presentes na parcela, DAP, falhas e estágio da planta. Após coleta dos dados os mesmos são lançados no RG-AMB-006 e calculados para análise critica da situação e tomada de ações necessárias. 5.5.1 LEVANTAMENTO FITOSSOCIOLÓGICO FLORISTICO DE ÁREA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL O projeto de levantamento fitossociológico floristico é uma parceria entre a entidade FIO Faculdade Integrada de Ourinhos e a Usina São Luiz, que tem por objetivo comparar a situação atual com os relatórios dos trabalhos de reflorestamento iniciados em 2002 e também servir de subsídio para futuras avaliações periódicas e monitoramentos. A área total a ser estudada compreende cerca de 103,5 ha de mata natural e reflorestada pela Usina (Corredor ecológico). Esta área está dividida em 12 glebas com diferentes áreas, a saber: Gleba A (1,54ha), gleba B (10,3 ha), gleba C (3,95 ha), gleba D (9,41 ha), gleba E (4,77 ha), gleba F (16 ha), gleba G (15,75 ha), gleba H (0,36 ha), gleba I (4,66 ha), gleba J (3,96 ha), gleba k (10,4 ha), gleba L (22,4 ha). O estudo está sendo feito com base em transectos lineares realizados ao longo de cada gleba com comprimentos variados, mas sempre com largura de 4 m (2 x 2m de cada lado do transecto). Serão considerados todos os indivíduos dentro da área do transecto que tenham CAP (circunferência à altura do peito) igual ou superior a 8 cm. Serão obtidos dados referentes à espécie, CAP, altura total e posição de acordo com o estrato. Exemplares botânicos serão herborizados para posterior confirmação das espécies. Registros fotográficos também serão realizados para auxiliar na identificação e confirmação das espécies vegetais. A composição florística será analisada a partir dos resultados obtidos do número de indivíduos, espécies, gêneros e famílias que ocorreram na área de estudo. Para a análise da estrutura horizontal serão utilizados os parâmetros de densidade (abundância), dominância, freqüência e índice de valor de importância (IVI) para espécie. Também serão 4

utilizados os parâmetros de diversidade relativa e índices de Simpson (λ) e de Shannon (H) (Odum & Barret, 2007). O presente projeto é proposto para um período de 10 meses (40 semanas) sendo iniciado em fevereiro de 2014 de forma que em abril seja possível a realização de um relatório preliminar referente ao levantamento realizado nas glebas A e B. Condições adversas climáticas podem inviabilizar determinados períodos de coleta de forma que o cronograma é passível de pequenas alterações. As primeiras observações feitas pelo estudo estão relatadas no 1º Relatório Parcial do projeto. 5.5.2 RECUPERAÇÃO OU REGENERAÇÃO DAS ÁREAS DE APP E MATAS CILIARES Foi elaborado um programa com divisão em módulos de implantação com mapas (Compromisso Voluntário de Ajustamento de Conduta), que consiste em: Planejamento e cronograma de atividades desde a escolha das áreas até a manutenção de formação com aproximadamente 24 meses após plantio, iniciando em maio de 2010 a maio de 2022 visando à adequação ambiental e legal das propriedades, Estabelecer as ações de recuperação, podendo ser por implantação total ou regeneração atual, sempre atentando para o potencial de auto-recuperação (regeneração) ainda existente nas próprias áreas degradadas. Anualmente é apresentado um relatório detalhando das áreas recuperadas a promotoria da região para analisar o cumprimento do programa inicialmente firmado. Isolar as APPs das áreas de produção de acordo com a Lei 4771/65. Inicialmente é solicitado junto a CETESB uma autorização de intervenção da área desejada, e após inicia-se a elaboração de projetos individuais para cada área, com critérios técnicos de instalação (atividades realizadas antes e durante o plantio) e acompanhamento (atividades pós plantio). Recuperar ou regenerar entre maio de 2010 a maio de 2020 um total de 364,18 hectares com 607.088 mudas de espécies arbóreas nativas plantio de acordo com a Resolução SMA-08 de 31 de Janeiro de 2008. Área de APP Capato Área de APP Açude 5.5.3 ADESÃO AO PROTOCOLO AGROAMBIENTAL DA SECRETÀRIA DA AGRICULTURA E MEIO AMBIENTE DO ESTADO DE SÃO PAULO O Protocolo Agro ambiental do Setor Sucroalcooleiro é um ato de adesão voluntária que estabelece uma série de princípios e diretivas técnicas, de natureza ambiental, a serem observadas pelas indústrias da cana de açúcar. A Usina São Luiz e João Luiz Quagliato Neto e Outros assinaram o protocolo em 2008, onde se comprometeram eliminar as queimadas até 2014. 5

6 PRINCIPAIS PRÁTICAS AMBIENTAIS De acordo com a União da Indústria de Cana de açúcar, existem algumas práticas agrícolas e industriais consideradas como as melhores utilizadas no setor para o meio ambiente, que atualmente são aplicadas pela empresa. 6.1 CONTROLE DE AR 6.1.1 EMISSÃO DE GASES OPACIMETRO Para todos os veículos pesados (caminhões e ônibus) da frota própria e de terceiros, são realizados os testes de opacidade, preferencialmente de 6 em 6 meses, com uma carência de 15 dias, em alguns casos essa periodicidade é de 12 meses. No caso de terceiros os testes são feitos por amostragem conforme cronograma RG-AOO-039. O limite de opacidade é estabelecido conforme tabela do fabricante (SINDIREPA Sindicato da indústria de reparação de veículos e acessórios do estado de São Paulo), sendo os laudos de cada equipamento arquivado eletronicamente no setor de Oficina mecânica. No caso do veículo analisado estar fora do limite estabelecido, é encaminhado à oficina competente para reparos e após é realizado novo teste. Teste de opacidade 6.1.2 FULIGEM A fuligem é um resíduo resultante das torres de lavagem dos gases das caldeiras. Os gases passam pelo exaustor e são lavados com água através de um sistema de serpentina, deixando o material particulado (fuligem) mais pesado e decantado. As impurezas separadas são prensadas, e o bloco de fuligem cai em uma moega para carregamento em caminhões, sendo encaminhada à lavoura e utilizada como adubo orgânico. Em média, 33.000 toneladas de fuligem retiradas da queima do bagaço e enviadas à lavoura. 6.1.3 QUEIMADAS A Usina São Luiz S/A realiza a colheita de cana crua em quase 100% da sua totalidade, ressaltando que o prazo a extinção do emprego do fogo nos canaviais determina o ano de 2021 para área não mecanizada. Com a assinatura do protocolo os signatários se comprometeram em eliminação até 2014 para áreas mecanizadas. 6

ANO SAFRA % DE COLHEITA CRUA 2007/2008 34,35% 2008/2009 35,16% 2009/2010 43,86% 2010/2011 95,63% 2011/2012 96,04% 2012/2013 98,64% 2013/2014 97,78% 2014/2015 99,81% Colheita Mecanizada Crua 6.1.4 LAVADORES DE GASES Os lavadores de gases têm a finalidade de retirar a fuligem presa nos gases obtidos na queima do bagaço. Todas as caldeiras são convencionais de baixa pressão e possui este equipamento, totalizando 04 lavadores, modelo spray boll, com capacidade de retenção de no máximo 200 ml/nm 3 de material particulado. Os gases são succionados pelo exaustor localizado após o Lavador, que ao serem arrastados, sofrem uma lavagem com água através de um sistema de serpentina. O material particulado (fuligem) fica mais pesado e decanta, e os gases que passam pelo sistema são expelidos nas chaminés com uma quantidade reduzida de particulados, contribuindo no controle de emissão de CO2. Lavadores de Gases - Caldeira 6.2 CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL COM OS FORNECEDORES DE CANA Anualmente são realizados café da manhã com os fornecedores de cana, com intuito de apresentar-lhes as boas práticas da Usina em relação ao plantio, cultivo e colheita. São explanados também, temas como Sustentabilidade e outros assuntos que os próprios fornecedores sugerem. Além desses encontros, a Usina São Luiz S/A enviou um questionário de Auto Avaliação com questões Sócio-Ambientais para todos os fornecedores de cana a fim de conhecer melhor as práticas por eles utilizadas (Doc. n 001/2010 versão 1). Todos os contratos de fornecimento de cana incluem cláusulas sobre meio-ambiente e responsabilidade social. 7

6.3 CONSUMO DE FERTILIZANTE Na cultura da cana de açúcar os nutrientes essenciais são o nitrogênio, fósforo e potássio e com dosagens diferentes para plantio e tratos de soca. No plantio nas áreas sem aplicação de vinhaça aplica uma dosagem suficiente a disponibilizar a planta aproximadamente 60 kg de nitrogênio, 120 kg de fósforo e 120 kg de potássio e nas áreas com aplicação de vinhaça 60 kg de nitrogênio e 120 kg de fósforo. Nas áreas de tratos de soca sem aplicação de vinhaça a dosagem deve disponibilizar aproximadamente a planta 100 kg de nitrogênio e 80 kg de potássio e nas áreas com vinhaça 100 kg de nitrogênio. Vale salientar que nas áreas de aplicação de subproduto (Vinhaça) não usamos o potássio, pois a mesma consegue suprir a necessidade da cultura. Além disso, com o uso de colheita mecanizada crua continuo vai promover a formação de uma camada espessa de palha, contribuindo para o processo de reciclagem de nutrientes e proteção do solo que futuramente vai contribuir para uma redução nas dosagens dos fertilizantes. A utilização de nitrogênio e fósforo via fertilizantes na cana de açúcar é consideravelmente baixa, em razão da utilização de co-produtos, como a vinhaça e a torta de filtro, como fertilizantes orgânicos. Além disso, o uso da palha da cana deixada sobre o solo após a colheita, principalmente nas áreas mecanizadas, contribui para o processo em termos de reciclagem de nutrientes e proteção do solo. Indicador Padrão Brasil Nitrogênio e fósforo (via fertilizante) aplicado (equivalente de fosfato) < 120 kg há/ ano 61,7 kg há/ ano Aplicação de fertilizante 6.4 CONSUMO DE DEFENSIVOS: O uso de inseticidas é baixo e o de fungicidas é praticamente nulo. As principais pragas da cana de açúcar são combatidas por meio do controle biológico de pragas e com a seleção de variedades resistentes, em programas de melhoramento genético. - Padrão Mundial = < 5 kg de ing. ativo há/ano - Realidade do Brasil = 2,36 de ing. ativo há/ano 8

Aplicação de herbicida 6.5 CONTROLE BIOLOGICO Várias são as espécies de insetos que causam prejuízo econômico ao produtor de cana e em razão disto são consideradas pragas. Para reduzir esses prejuízos de maneira tecnicamente correta, economicamente viável e segura para o meio ambiente, foi necessária a implantação de um programa de manejo integrado de pragas. A Usina São Luiz S/A dispõe de um Laboratório Entomológico implantado desde 1981, para fabricação de Cotesia flavipes e Biofábrica implantada desde 2006 para fabricação de Metharhizium anisopliae e Bauveria Bassiana. O controle biológico é considerado pela USL, uma alternativa promissora para o manejo de pragas em sistemas agrícolas sustentáveis, visto que constitui para um processo natural de regulação do número de indivíduos da população da praga por ação dos agentes de mortalidade biótica, os quais são também denominados de inimigos naturais ou agentes de controle biológico. O controle biológico tem como principais vantagens a proteção da biodiversidade, maior especificidade e menor risco de atingir organismos não-alvos e também de não deixar resíduos tóxicos em alimentos, água e solo. 6.5.1 BROCA DO COLMO (Diatraea saccharalis) A USL, preocupada e antevendo a demanda de uma técnica ecologicamente correta para controle dessas pragas, passou a reduzir o controle químico e vem trabalhando com o controle biológico de pragas desde o ano de 1981 com a Lydella minense, a partir de 1996 com a Cotesia flavipes A broca da cana-de-açúcar ocorre em todas as regiões onde cultiva a cana-de-açúcar no Brasil e constitui via de regra uma das pragas de maior importância econômica para a região Centro-Sul. A solução tomada pela empresa para controle dessa praga é a adoção do método de controle biológico, através do emprego de parasitóides da fase larval, ou seja, a vespa Cotesia flavipes, onde são executadas liberações dirigidas, e em áreas com densidade populacional acima dos parâmetros estabelecidos para o controle biológico, é recomendado o controle químico, prática essa não utilizada pela empresa. O trabalho de campo inicia com o levantamento populacional da broca nos canaviais, tanto no final do ciclo das plantas, quanto nos diversos estágios. A produção do parasitóide, Cotesia flavipes, é realizada na própria empresa, através do laboratório entomológico, local adequado com condições específicas e controlado para desenvolvimento de todas as etapas da criação massal do parasitóide. 9

O histórico de Cotesia flavipes liberadas para controle biológico da broca do colmo está disponível no programa PIMS CS. Produção de Broca e Crisálidas Liberação da Vespa 6.5.2 CIGARRINHA DAS RAIZES (Mahanarva fimbriolata) As cigarrinhas constituem em pragas de grande importância econômica para a cana-de-açúcar no Brasil, o crescente avanço deve principalmente ao emprego da colheita mecanizada da cana sem queimar, proporcionando ambiente favorável para a disseminação da praga o que ocasiona perdas consideráveis em produtividade. Para a certificação da presença da praga no canavial, é estabelecido um planejamento das áreas a serem processados os levantamentos populacionais, a fim de avaliar os níveis de infestação e conseqüentemente a tomada de decisões para o controle. Para minimizar os efeitos da praga sobre o canavial, a empresa emprega o controle biológico para controle das cigarrinhas nas raízes, utilizando o fungo entopatogênico Metharhizium anisopliae, aplicado nas áreas via aplicação aérea ou tratorizada. A produção deste fungo é realizada em instalações próprias (Biofábrica), local adequado com condições específicas para o desenvolvimento de todas as etapas da criação do parasitóide. A partir de 2001, a USL passou a controlar a cigarrinha das raízes com a aplicação do fungo Metharhizium anisopliae nas lavouras de cana. O fungo é fabricado e multiplicado em grãos de arroz e pulverizados na lavoura. O histórico de aplicação dos fungos Metarhizium anisopliae e Beauveria bassiana para controle biológico está disponível no programa PIMS CS. Aplicação Aérea do Fungo 10

6.6 PREPARO DE SOLO: A Sustentabilidade Ambiental é avaliada também através do manejo dos solos; que revertem em produtividade agrícola da lavoura e benefícios ao meio ambiente. Consciente da importância da preservação ambiental, a USL adota um rígido planejamento conservacionista para cada ambiente de produção, através da sistematização de carreadores e locação de curvas de nível ou desnível para condução das águas até os mananciais sem riscos de erosões e degradação ambiental. Além disso, outras práticas habituais tem promovido um amadurecimento dos conceitos de sustentabilidade entre funcionários e diretores, tais como: Colheita no sistema de cana crua; Extinção da queima da cana; Proteção de mananciais; Repovoamento de mata ciliar; Práticas conservacionistas (terraços e carreadores); Uso de resíduos da fabricação como fonte orgânica na nutrição do solo Terraceamento Curva de nível 6.7 USO DA ÁGUA A água é o elemento fundamental para a existência da vida na Terra. Todos os seres vivos dependem dela para sobreviver e para garantir a permanência da espécie a água sustenta a vida. A água potável utilizada na USL é proveniente de poços semi artesianos, conforme outorga disponível no apoio administrativo Industrial. Capacidade dos poços conforme outorga: Santa Rosa 10.560 m3/mês Poço Tratamento Térmicos 4.320 m3/mês Indústria 30.000 m3/mês Restaurante II 5.400 m3/mês. 6.7.1 CAMPANHA DO USO RACIONAL DA ÁGUA Com o propósito de racionalizar o uso da água na Empresa, a Usina São Luiz S/A, realiza algumas campanhas com foco nesse tema, tendo adotado como forma de conscientização o logo da campanha, conforme figura ao lado. 11

6.7.2 CIRCUITO FECHADO DAS ÁGUAS Consiste em um sistema de reutilização da água utilizada para resfriamento de diversas fases do processo de fabricação de açúcar, etanol e geração de energia. Segue abaixo os sistemas de circuito fechado existentes na USL. PROCESSO SISTEMA QTDE CAP. TOTAL Descarga de cana Tanques decantadores 02 4.000 m³ Moenda Torres 02 100 m³ cada Fabricação de açúcar Spray 01 6.000 m³ Fabricação de etanol Torres 07 1.000 m³ cada Geração de energia Torres 02 100 m³ cada Fuligem caldeiras Torres 03 500 m³ cada Torre resfriamento de água 6.8 AUTO-SUFICIÊNCIA ENERGÉTICA: A Usina possui geradores de energia elétrica que alimentam todo o processo de produção. Sua capacidade de geração atual é de 16 MW/h de energia elétrica, gerados através da queima de biomassa, compostos por dois conjuntos turbo-geradores de 8 MW cada, que geram em 13,8 kv. Os geradores têm capacidade nominal individual de 10MVA, e turbinas que tem capacidade nominal de 8 MVA cada uma. A energia elétrica gerada é distribuída em todas as áreas por Cubículos (Disjuntores) de média tensão, que possuem proteções elétricas que atuam em anormalidades no sistema durante a distribuição, e os mesmos ficam instalados na casa de força da Central Termelétrica USL. A USL coogera uma média de 5,6 Mwm durante a safra. Subestação 7 AÇÕES DE CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL A ameaça à sobrevivência humana em face da degradação dos recursos naturais, a extinção das espécies da fauna e flora, o aquecimento da temperatura devido à emissão de gases poluentes fizeram a questão ambiental ocupar um lugar de destaque nos debates internacionais. O meio ambiente da empresa é constituído por diversas formas de relacionamento, considerando as disciplinas gerenciais, as técnicas e o processo de produção junto às instalações e ao meio interno e externo, incluindo-se também a relação entre mercado, cliente, fornecedores, comunidade e consumidor. Neste sentido, o gerenciamento ambiental não pode separar e nem ignorar o conceito de ambiente empresarial em seus objetivos, pois o desenvolvimento deste conceito possibilita melhores resultados nas relações internas e externas, com melhorias na produtividade, na qualidade e nos negócios. 12

Preocupada com a interação e conscientização dos colaboradores e comunidade entorno, quanto a necessidade de ações voltadas a área ambiental, criou-se o slogan interno O MEIO AMBIENTE COMEÇA NO MEIO DA GENTE, que hoje é sinônimo do compromisso da Empresa com o desenvolvimento sustentável. A Usina São Luiz S/A desenvolve e participa de vários projetos ambientais, seja internamente, seja nas áreas circunvizinhas. 7.2 PROGRAMA 3R REDUZIR, REUTILIZAR E RECICLAR O Programa 3R teve inicio em 2009, com consultoria da Empresa TN Ambiental parceira da USP, sendo o objetivo principal a elaboração de um plano de gerenciamento de resíduos sólidos. Com intuito de atender a proposta do gerenciamento de resíduos, várias ações foram realizadas e continuam acontecendo para minimizar o impacto que esses resíduos geram. Substituição dos copos descartáveis por materiais duráveis; Campanha de redução de desperdícios de alimentos restaurante I que reduziu a quantidade de sobra de 500 kg/mês para 18 kg/mês; Retirada dos sacos das lixeiras de lixo seco dos escritórios; Distribuição de mudas árvores nativas; Coleta de pilhas e baterias pequenas; Devolução de lâmpadas usadas para a reciclagem; Artesanato natal com garrafas pet; Máquina lavar peças pequenas na oficina, com sistema biodegradável; Intensificação do programa lixo no lixo que teve inicio em 2002; 8 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS A USL preocupada com a sustentabilidade implantou um plano de gerenciamento para que todos os resíduos sejam coletados internamente, armazenados e transportados para a destinação final ambientalmente correta. A empresa realiza a coleta dos resíduos gerados internamente através da coleta seletiva, enviando os materiais recicláveis para empresas especializadas em reciclagem e o material não reciclável orgânico para o aterro controlado. Os resíduos industriais que devido a sua classificação e periculosidade necessitem de tratamento externo, são encaminhados para Empresas especializadas para esse fim. No Plano de gerenciamento implantado, são observadas todas as documentações pertinentes no âmbito Federal, Municipal e Estadual. Central de Armazenamento de Resíduos - ECOPONTO 13

Aterro Controlado - externo Aterro Controlado interno 9 OBJETIVOS E METAS Foram elaboradas metas especificas em atendimento a preservação ao Meio Ambiente, que são periodicamente monitoradas. 14