A EVANGELIZAÇÃO DO IMPÉRIO ROMANO Os primeiros séculos:
A grande expansão veio com a geração pós Pentecostes. A destruição de Jerusalém, a língua comum, a associação com o judaísmo e as sinagogas e a expansão do próprio judaísmo contribuíram para esta expansão. Nesta época, todo cristão era um missionário Missões vinha envolto de muito amor. O Imperador Juliano se alarmou ao ver os cristão ajudando os outros. Introdução
Em 10 anos de trabalho (47 57 d.c.) estabeleceu igrejas nas quatro províncias do Império. Usou locais estratégicos; Pregava para pessoas de todas as classes; Estabeleceu igrejas independentes; Foi corajoso (2Co 11.25-28). O apóstolo Paulo
Policarpo de Esmirna (c. 69 c. 155) foi um bispo de Esmirna (atualmente na Turquia) no segundo século, discípulo de João. Lutou contra o paganismo na Ásia. Sua mensagem incluía uma postura humilde, de servo, e a ênfase na proclamação de Cristo. Em 156 d.c. irrompe uma perseguição na província da Ásia. Ele, com 86 anos, é escondido pelos cristãos num palheiro. Policarpo
Seu último discurso foi registrado por Eusébio: Policarpo, porém, com ar de decisão, olhou para a multidão no estádio e acenou para ela; depois suspirou, levantou os olhos para os céus e gritou: Fora os ímpios! O governador insistiu mais uma vez: jure e lhe darei a liberdade; amaldiçoe Cristo. Durante 86 anos, replicou Policarpo, eu venho servindo e Ele jamais me fez mal algum; como posso amaldiçoar meu rei, que me salvou? Tenho feras selvagens, declarou o procônsul... Se não se importar com as feras, farei com que seja destruído pelo fogo... Policarpo respondeu: o fogo com o qual você me ameaça queima por algum tempo e logo se extingue; existe um fogo que você não conhece o fogo do juízo vindouro e do castigo eterno, o fogo reservado para os ímpios. A sua morte pôs fim à perseguição dos cristãos na Ásia. Policarpo
Justino Mártir (100-165) é um filósofo convertido ao cristianismo. Foi um pensador cristão e seu método de evangelismo era a visita nos lares de Roma. O ponto central da apologética de Justino consiste em demonstrar que Jesus Cristo é o Logos do qual todos os filósofos falaram sua teologia missionária parte do que as pessoas conhecem para então mostrar o novo. Foi decapitado. Justino e Perpétua
Víbia Perétua, era uma mulher de 22 anos, moradora de Cartago, mãe de uma pequena criança, provavelmente abandonada pelo marido por causa da sua fé. Por anunciar a Cristo, foi presa com sua escrava. Seu pai tentou convencê-la duas vezes. Tentou livrá-la e foi açoitado. Despidas na arena, enfrentam primeiro um novilho furioso, para depois ser decapitada. Suas palavras finais são: Transmitam a palavra aos irmãos e irmãs; fiquem firmes na fé, amem-se uns aos outros e não permitam que o nosso sofrimento seja um impedimento para vocês. Justino e Perpétua
Úlfilas pregou aos Godos que viviam na região conhecida atualmente por Romênia (século IV d.c.). Seu trabalho foi visto pelo Império como uma anexação de território. Verteu as Escrituras para a língua gótica, usando um alfabeto de sua invenção. Não traduziu os livros de Samuel e Reis por causa da propensão dos góticos para a guerra. Foi nomeado bispo dos Godos, o que indica que já havia cristãos naquele lugar. Difundiu o cristianismo entre os povos bárbaros, sob a forma do Arianismo, posteriormente rejeitada como heresia pelo concílio de Niceia. Úlfilas
Patrício (387-461). Nascido na Grã-Bretanha, e vendido como escravo para a Irlanda aos dezesseis anos, onde se converte, e seis anos depois foge. Então Deus o chama para pregar aos Irlandeses. Primeiro ele se prepara para a tarefa. Ao chegar lá, se depara com um povo pagão, e passa a provar que o Deus a quem serve é maior do que os deuses que eles servem, o que pode ser chamado de confronto de poderes. Para explicar a Trindade utilizava o trevo de três folhas. Plantou 200 igrejas e batizou 100 mil convertidos. Patrício
Oro para os que creem e temem a Deus, quem quer que se tenha dignado a examinar ou aceitar este documento, preparado na Irlanda por Patrício, o pecador, homem inculto como se sabe, para que ninguém jamais diga que foi a minha ignorância que realizou qualquer coisa que fiz ou mostrei conforme a vontade de Deus. (Patrício). Patrício