O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA



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Transcrição:

Presidência da República Controladoria-Geral da União O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA

O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA O Programa Bolsa Família foi instituído pelo Governo Federal, pela Lei nº 10.836, de 9 de janeiro de 2004, regulamentado pelo Decreto nº 5.209, de 17 de setembro de 2004, alterado pelo Decreto nº 6.157 de16 de julho de 2007. O programa é gerenciado pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e beneficia famílias pobres (com renda mensal por pessoa de R$ 60,01 a R$ 120,00) e extremamente pobres (com renda mensal por pessoal de até R$ 60,00).

INFORMAÇÕES GERAIS O Bolsa Família pauta-se na articulação de três dimensões essenciais à superação da fome e da pobreza: Promoção do alívio imediato da pobreza, por meio da transferência direta de renda à família; Reforço ao exercício de direitos sociais básicos nas áreas de Saúde e Educação, que contribui para que as famílias consigam romper o ciclo da pobreza entre gerações; Coordenação de programas complementares, que têm por objetivo o desenvolvimento das famílias, de modo que os beneficiários do Bolsa Família consigam superar a situação de vulnerabilidade e pobreza.

BENEFICIÁRIOS DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA As famílias que podem participar do Bolsa Família são: As famílias em situação de extrema pobreza, com renda mensal de até R$ 60,00 (sessenta reais) por pessoa; As famílias pobres, entendidas como aquelas com renda mensal de até R$ 120,00 (cento e vinte reais) por pessoa, e que tenham em sua composição gestantes, nutrizes, crianças entre 0 (zero) e 12 (doze) anos ou adolescentes até 15 (quinze) anos.

BENEFÍCIOS CONCEDIDOS PELO PROGRAMA O programa tem dois tipos de benefício: O benefício básico, no valor de R$ 58,00 (cinqüenta e oito reais), concedido a famílias em situação de extrema pobreza, independentemente da composição e do número de membros do grupo familiar; O benefício variável, no valor de R$ 18,00 (dezoito reais) por beneficiário, concedido às famílias pobres e extremamente pobres que tenham, sob sua responsabilidade, gestantes, nutrizes, crianças (entre zero e doze anos) e adolescentes até 15 (quinze) anos, até o máximo de 3 (três) benefícios por família.

VALOR MÁXIMO POR FAMÍLIA As famílias em situação de extrema pobreza poderão acumular o benefício básico e o variável, chegando ao máximo de R$ 112,00 mensais (R$ 58,00 do benefício básico mais R$ 54,00 do benefício variável). As famílias em situação de pobreza com renda entre R$ 60,01 e R$ 120,00 podem receber até R$ 54,00.

CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE Como se trata de um programa de promoção da família, é necessário que a família beneficiada cumpra as chamadas condicionalidades estabelecidas pelo programa, que são: O acompanhamento da saúde, inclusive pré-natal, e do estado nutricional de todos os integrantes da família; A matrícula no ensino fundamental e a freqüência de 85% à escola de todas as crianças em idade escolar; A participação em programas de educação alimentar, quando ações dessa natureza forem oferecidas pelos governos federal, estadual e/ou municipal.

VANTAGENS DO BOLSA FAMÍLIA Integração dos programas remanescentes Auxílio-Gás, Bolsa Escola, Cartão Alimentação e Bolsa Alimentação; Mais eficiência e transparência nos gastos públicos, visto que o benefício é pago diretamente às famílias por meio de cartão bancário; Pactuação entre Governo Federal, Estados e municípios, com a intenção de potencializar a ação de todos no combate à pobreza.

RESPONSÁVEIS POR ACOMPANHAR E FISCALIZAR Existem vários responsáveis pelo acompanhamento e fiscalização do cumprimento das condicionalidades: O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, no que diz respeito ao apoio, à articulação intersetorial e à supervisão das ações governamentais para o cumprimento das condições do Programa Bolsa Família. Será responsável, também, por disponibilizar a base atualizada do Cadastramento Único do Governo Federal aos Ministérios da Educação e da Saúde. O Ministério da Educação, no que diz respeito à freqüência mínima de 85% da carga horária escolar mensal, em estabelecimentos de ensino regular, de crianças e adolescentes de 6 a 15 anos;

RESPONSÁVEIS POR ACOMPANHAR E FISCALIZAR O Ministério da Saúde, no que diz respeito ao acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil, da assistência ao pré-natal e ao recém-nascido, da vacinação, bem como da vigilância alimentar e nutricional de crianças menores de sete anos; Os estados, Distrito Federal e municípios que reunirem as condições técnicas e operacionais para a gestão do acompanhamento das condições do Programa Bolsa Família também poderão exercer essa atribuição na forma disciplinada pelos Ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Saúde e da Educação.

INGRESSO NO NOVO PROGRAMA Existem duas situações diferentes para quem deseja entrar no Programa do Bolsa Família: Quem já é beneficiário de algum dos programas remanescentes (Bolsa Escola, Bolsa Alimentação, Cartão Alimentação e Auxílio-Gás) deve aguardar sua inclusão, que vai depender de vários fatores: pactuação entre União, estados e municípios; disponibilidade de vagas no estado/município; expansão dos recursos orçamentários, etc. Até ser incluído no novo programa, o beneficiário vai continuar recebendo normalmente seus benefícios, na data de sempre, sem nenhuma mudança. Quem não é beneficiário de programas remanescentes, mas já é cadastrado, deverá aguardar sua inclusão como beneficiário do programa de acordo com as regras do programa. Quem ainda não se cadastrou deverá procurar a prefeitura para cadastrar-se.

RESPONSABILIDADE PELA SELEÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS A concessão do benefício é de responsabilidade do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). O município é responsável apenas pelo cadastramento das famílias, devendo estar atento à veracidade das informações, pois é a partir delas que será feita a seleção. O MDS fixa os critérios e a CAIXA, agente operacional do programa, aplica tais critérios quando seleciona os beneficiários. Atenção: após cadastrado é importante que o responsável pela família atualize na prefeitura seu cadastro sempre que modificar alguma situação, como endereço, renda da família, mudança de escola.

RECEBIMENTO DOS BENEFÍCIOS O recebimento do benefício será feito por meio de cartão magnético bancário, fornecido pela Caixa Econômica Federal, com a respectiva identificação do responsável, mediante o Número de Identificação Social (NIS), de uso do Governo Federal. Atenção: o cadastramento de uma família no Cadastro Único dos Programas Sociais (CadÚnico) não garante o imediato recebimento do benefício. Isto só ocorre após seleção realizada a partir de critérios do MDS.

RECEBIMENTO DOS BENEFÍCIOS Para continuar recebendo os benefícios do programa, a família deve manter: Atualizado o seu cadastro na prefeitura; A freqüência mínima de 85% da carga horária escolar mensal de crianças e adolescentes de 6 a 15 anos; e A assistência ao pré-natal e ao recém-nascido e a vacinação de crianças menores de sete anos.

PAPEL DOS MUNICÍPIOS NO PROGRAMA Realizar a inscrição das famílias pobres do município no Cadastramento Único do Governo Federal; Promover ações que viabilizem a integração entre os setores de educação, saúde e assistência social, na esfera municipal; Disponibilizar, na esfera municipal, serviços e estruturas institucionais da área da assistência social, da educação e de saúde para viabilizar o cumprimento das condições por parte das famílias beneficiárias; Garantir apoio técnico-institucional para a gestão local do programa; e Suspender, bloquear ou, ainda, cancelar benefícios indevidos.

PAPEL DOS MUNICÍPIOS NO PROGRAMA Constituir e apoiar os conselhos municipais a fim de garantir o controle social do programa; Estabelecer parcerias com órgãos e instituições municipais, estaduais e federais, governamentais e não-governamentais, para oferta de programas sociais complementares, com vistas a criar meios e condições de promover a emancipação das famílias beneficiárias; etc.

CONTROLE DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA O programa contará com uma instância de controle social local, que deverá ser composta por representantes do setor público e da sociedade civil, de forma paritária (igual número de representantes). Ele deverá ser composto por integrantes das áreas de assistência social, saúde, educação, segurança alimentar e da criança e do adolescente, quando existentes, sem prejuízo de outras áreas que o município julgar convenientes. O controle social do Programa Bolsa Família poderá ser realizado por conselho ou instância anteriormente existente, desde que garantidas a paridade e a intersetorialidade. Adicionalmente, os controles externo (TCU) e interno do Poder Executivo Federal (CGU) poderão atuar na avaliação da execução do programa.

MAIS INFORMAÇÕES... Na sua Prefeitura (informa sobre as famílias que estão cadastradas para receber o benefício) No site do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome www.mds.gov.br para ter informações sobre o programa, clique na imagem do cartão Bolsa Família. Pelo telefone: 0800 707 2003 ou 0800 5740101 Fale com o Bolsa Família (ligação gratuita) Pelo correio eletrônico: bolsa.familia@mds.gov.br Na legislação: Lei nº 10.836, de 9/1/2004 Decreto nº 5.209, de 17/9/2004 Decreto nº 5.749, de 11/4/2006 Decreto nº 6.157, de 16/7/2007 Fonte: CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO. Gestão de Recursos Federais Manual para Agentes Públicos. Disponível: http://www.cgu.gov.br/publicacoes/manualgestaorecursosfederais/arquivos/cartilha_gestaorecursosfederais.pdf. Acesso em: agosto de 2007. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL. Disponível em: http://www.mds.gov.br/programas/transferencia-de-renda/programa-bolsa-familia. Acesso em: agosto de 2007. É permitida a reprodução total ou parcial deste material, desde que citada a fonte.