Sistemas Multimídia e Hipermídia

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Transcrição:

Departamento de Engenharia de Telecomunicações - UFF Sistemas Multimídia e Hipermídia Profa. Débora Christina Muchaluat Saade deborams@telecom.uff.br Sistemas Multimídia e Hipermídia Multimídia Hipermídia Documentos Hipermídia Objetos de Mídia Relações Modelos Hipermídia Entidades Hipermídia Nós Âncoras Elos Composições Modelos para Sincronização Temporal 1 2 Multimídia Hipermídia Hiperteto, Multimídia e Hipermídia Sistema Multimídia: Sistema capaz de manipular ao menos um tipo de mídia discreta e um tipo de mídia contínua na forma digital de maneira sincronizada Sistema Hipermídia: Sistema Multimídia capaz de tratar eventos causados pela interação com o usuário e reagir a esses eventos 3 4

Documentos Hipermídia 5 Componentes de um documento hipermídia Objetos de mídia Teto, imagem, gráfico, áudio, vídeo, animação Relacionamentos entre os objetos Modelo Hipermídia É necessário um modelo conceitual hipermídia para epressar os componentes de um documento Diversos modelos propostos na literatura Intermedia, HperCard, KMS, Neptune, NoteCards, etc. CMIF, AHM, FireFl, I-HTSPN, Madeus, Microcosm, Trellis, IMAP, Labrinth, NCM, etc. Modelo Deter modelo de referência Componentes de um documento são representados pelas entidades do modelo Relações Hipermídia Relações de referência E.: relação hipermídia tradicional (elo HTML - Web) Relações de sincronização definem o posicionamento temporal e espacial dos objetos Relações de estruturação especificam a estrutura lógica de um documento, tal como um livro e seus capítulos, os capítulos e suas seções etc. Relações semânticas E.: aquela entre um professor e as várias disciplinas que ele leciona ou entre um fabricante e os diversos produtos fabricados Relações de derivação E.: aquelas que indicam os objetos que deram origem a 6 outros objetos Entidades Hipermídia Principais entidades hipermídia Blocos de informação (teto, áudio, vídeo, imagem ) Nós (nodes) Âncoras (anchors) relacionamentos Elos (links) nós de composição/composições (composite nodes/compositions) grupo de nós e/ou elos 7 8

Nó Hipermídia Âncora Representa um objeto de mídia abstraindo como seu conteúdo está representado Modelagem do conteúdo não faz parte do modelo conceitual Nó serve para representar teto, imagem, áudio, vídeo Para permitir a criação de relacionamentos entre partes internas ao conteúdo de um nó âncoras Representa uma região do conteúdo de um nó que pode ser usada para criar elos A definição da região depende do tipo do nó. Eemplos: Teto: string de caracteres (posição inicial e final) Imagem: conjunto de piels (área retangular - coordenadas do piel superior esquerdo e do inferior direito) Áudio: seqüência de amostras (amostra inicial e final) Vídeo: seqüência de quadros (quadro inicial e final) Mídias contínuas: Instante de tempo inicial e final A lista de âncoras de um nó define a sua interface 9 10 Elos 11 Usados para representar relacionamentos entre (partes de) nós Nó A elo Significado (semântica) do relacionamento pode ser qualquer É muito comum pensar no elo tradicional hipermídia hperlink hiper-elo Uma seleção (clique do mouse) na âncora de origem causa a apresentação da âncora de destino Pode ser usado para representar relação de sincronização snclink elo de sincronização O início da apresentação da âncora de origem causa a apresentação da âncora de destino Nó B Ponto de interface de um nó (âncora) Elos Multiponto 12 Podem interligar qualquer número de nós

Nós de Composição Usados para representar relacionamentos entre nós. Podem ser definidos como: Grupos de nós N 11 N 22 N nn Grupos de nós e elos Interface de um nó de composição Âncoras permitindo a criação de relacionamentos com a composição diretamente (b na figura) Deve permitir a criação de relacionamentos entre componentes internos e nós eternos Portas composicionalidade (a e c na figura) a c b 13 14 Nós de Composição Modelos para Sincronização Temporal Podem ser usados para representar relações de estruturação: Livro composto de capítulos Capítulos compostos de seções livro cap1 Sec1.1 Sec1.2 cap2 cap3 Podem ser usados para representar relações de sincronização: Apresentação dos componentes em seqüência N 11 N 22 Seq N nn Apresentação dos componentes em paralelo N 11 N 22 Par N nn Unidades de Tempo: Instantes Intervalos Diversos Paradigmas: Scripts Timeline Ferramentas para Especificação Formal Sincronização Hierárquica Baseado em Restrições Baseado em Eventos 15 16

Instantes Unidades de Tempo Evento acontece instantaneamente não tem duração Intervalos Evento acontece entre um par de instantes tem duração intervalo Before After Relações Temporais entre Instantes Simultaneous instante 17 18 Relações Temporais entre Intervalos Paradigmas para Sincronização Temporal Eistem 13 relações básicas (Allen 83) Allen s Relation meets met b Illustration Scripts Usa programação baseada em scripts para especificar a sincronização starts started b finishes finished b como em um ambiente de programação orientada a eventos E.: Macromedia Flash, Asmetri Toolbook, Dnamic HTML 19 before after X overlaps overlapped b during contains equals t t t epressividade to handle buttonclick pla rocket.wav end buttonclick 20 Requer conhecimento de programação Dificuldade na visualização da estrutura do documento

Paradigmas para Sincronização Temporal Timeline (linha do tempo) 21 E.: Adobe Premier, Macromedia Flash MX, Macromedia Director Objetos posicionados diretamente no instante de tempo que devem começar a ser eibidos Representação intuitiva Facilidade de visualização da estrutura temporal Não há relações entre os objetos Dificuldade para representar eventos assíncronos (interatividade) Dificuldade de edição Impossibilidade de ajustes temporais durante a eecução Paradigmas para Sincronização Temporal Ferramentas para Especificação Formal Requer conhecimento do formalismo 22 Flowcharts E.: Macromedia Authorware Redes de Petri E.: OCPN, I-HTSPN, Trellis notação formal baseada em grafo dirigido Lugares e transições Epressividade permite realizar ajustes durante a eecução Permite verificação formal Redes se tornam compleas para relacionamentos entre partes de nós Paradigmas para Sincronização Temporal Paradigmas para Sincronização Temporal Sincronização Hierárquica Composições com semântica temporal seqüencial e paralela E.: XMT-Ω, SMIL, CMIF, AHM Facilidade de autoria epressividade permite realizar ajustes durante a eecução Dificuldade para representar eventos assíncronos (interatividade) Para sincronizar com partes de nós, precisamos: Dividir o objeto em várias partes ou Baseado em Restrições Conjunto básico de relações entre instantes ou intervalos (relações de Allen) after 10s Combinar esse modelo com outra 23 abordagem (baseada em eventos, por eemplo) 24 Facilidade de autoria epressividade permite realizar ajustes durante a eecução E.: FireFl, Madeus Dificuldade para representar eventos assíncronos (interatividade) Para sincronizar com partes de nós, precisamos: Dividir o objeto em várias partes ou Combinar esse modelo com outra abordagem (baseada em eventos, por eemplo)

Paradigmas para Sincronização Temporal Referências Baseado em Eventos Eventos são representados como instantes ou intervalos de tempo Relacionamentos são definidos baseados em eventos que ocorrem durante a apresentação do documento, como p.e.: Apresentação de uma âncora Seleção de uma âncora (clique do mouse) Posicionamento do mouse sobre uma âncora Epressividade Facilidade para tratar interatividade permite realizar ajustes durante a eecução 25 E.: IMAP, Labrinth, NCM, MHEG Dificuldade de autoria (Allen, 1983) Allen, J. F. Maintaining Knowledge about Temporal Intervals, Communications of the ACM, 26(11), 1983, 832-843. (Buchanan, 1992) Buchanan, Zellweger. Specifing Temporal Behaviour in hpermedia documents, ECHT 92, Milão, 1992. (Halasz, 1994) Halasz, F.; Schwartz, M. The Deter Hpertet Reference Model, Communications of the ACM, 37(2), Fevereiro 1994. (Pérez-Luque, 1996) Pérez-Luque, M. J.; Little, T. D. C. A Temporal Reference Framework for Multimedia Snchronization, IEEE Journal on Selected Areas in Communications, 14(1), Janeiro 1996. (Hardman, 1998) Hardman, L. Modelling and Authoring Hpermedia Documents, PhD Thesis, Universit of Amsterdam, disponível em http://www.cwi.nl/~lnda/thesis, 1998. (Soares, 2000) Soares, Rodrigues, Muchaluat-Saade. Modeling, Authoring and Formatting Hpermedia Documents in the HperProp Sstem, ACM Multimedia Sstems Journal, março 2000. (Na, 2001) Na, J.; Furuta, R. Dnamic Documents: Authoring, Browsing and Analsis Using a High-Level Petri Net-Based Hpermedia Sstem, ACM Smposium on Document Engineering, 26 Atlanta, Novembro 2001. Sistema Hipermídia Autoria Hipermídia 27 Autoria de Documentos Hipermídia Gráfica Declarativa Editores Gráficos: Várias visões integradas Estrutural, temporal, espacial Visões intuitivas para o autor Facilidade de edição Editores compleos Author Linguagens declarativas: Representação tetual do documento Editores simples Formato XML 28 EDITOR Graphical Interface Declarative Language <?ml version="1.0"?> <hperdocument > <audio /> <video /> <tet /> <img > </hperdocument> Document Base Hpermedia Objects

Autoria Gráfica Armazenamento Servidores Hipermídia Principais funções Armazenamento dos documentos Estrutura e conteúdo Suporte a Trabalho Cooperativo Controle de versões Controle de acesso Controle de notificação Adaptação dos documentos 29 51 Eecução Eecução - Formatador 52 53

Eecução - Formatador Eecução - Formatador 54 56