Atividade de Integração

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Transcrição:

Aula nº: Data: / / Tema: Leis Morais - Lei do Trabalho Atividade de Integração Sugestão para aplicação do conteúdo doutrinário 1 o. Momento: Distribuir em recortes de papel as 12 perguntas e respostas, separadamente, desse capítulo aleatoriamente entre os jovens. Ou seja, 12 pegarão recortes com perguntas e 12 com respostas. 2 o. Momento: Solicitar que busquem seu par, ou aquele que tem a resposta correspondente 3º. Momento: A dupla deve ler e entender a questão para depois apresenta-la ao grupo, seguindo a ordem numérica e citando um exemplo na natureza sobre a fala de Jesus Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também João 5:17, que deverá estar afixada em um cartaz ou lousa. 10 1 0. momento 10 2 0. momento 35 3 0. momento Tempo Material Recortes com as perguntas e respostas das questões 674 a 685 anexo 1 Fonte de Consulta O Livro dos Espíritos Allan Kardec questões 674 a685.

ANEXO 1 DA LEI DO TRABALHO 647. A necessidade do trabalho é lei da Natureza? O trabalho é lei da Natureza, por isso mesmo que constitui uma necessidade, e a civilização obriga o homem a trabalhar mais, porque lhe aumenta as necessidades e os gozos. 675. Por trabalho só se devem entender as ocupações materiais? Não; o Espírito trabalha, assim como o corpo. Toda ocupação útil é trabalho. 676. Por que o trabalho se impõe ao homem? Por ser uma conseqüência da sua natureza corpórea. É expiação e, ao mesmo tempo, meio de aperfeiçoamento da sua inteligência. Sem o trabalho, o homem permaneceria sempre na infância, quanto à inteligência. Por isso é que seu alimento, sua segurança e seu bem-estar dependem do seu trabalho e da sua atividade. Ao extremamente fraco de corpo outorgou Deus a inteligência, em compensação. Mas é sempre um trabalho. 677. Por que provê a Natureza, por si mesma, a todas as necessidades dos animais? Tudo em a Natureza trabalha. Como tu, trabalham os animais, mas o trabalho deles, de acordo com a inteligência de que dispõem, se limita a cuidarem da própria conservação. Daí vem que o do homem visa duplo fim: a conservação do corpo e o desenvolvimento da faculdade de pensar, o que também é uma necessidade e o eleva acima de si mesmo. Quando digo que o trabalho dos animais se cifra no cuidarem da própria conservação, refiro-me ao objetivo com que trabalham. Entretanto, provendo às suas necessidades materiais, eles se constituem, inconscientemente, executores dos desígnios do Criador e, assim, o trabalho que executam também concorre para a realização do objetivo final da Natureza, se bem quase nunca lhe descubrais o resultado imediato. 678. Em os mundos mais aperfeiçoados, os homens se acham submetidos à mesma necessidade de trabalhar? A natureza do trabalho está em relação com a natureza das necessidades. Quanto menos materiais são estas, menos material é o trabalho. Mas, não deduzais daí que o homem se conserve inativo e inútil. A ociosidade seria um suplício, em vez de ser um benefício. 679. Achar-se-á isento da lei do trabalho o homem que possua bens suficientes para lhe assegurarem a existência? Do trabalho material, talvez; não, porém, da obrigação de tornar-se útil, conforme aos meios de que disponha, nem de aperfeiçoar a sua inteligência ou a dos outros, o que também é trabalho. Aquele a quem Deus facultou a posse de bens suficientes a lhe garantirem a existência não está, é certo, constrangido a alimentar-se com o suor do seu rosto, mas tanto maior lhe é a obrigação de ser útil aos seus semelhantes, quanto mais ocasiões de praticar o bem lhe proporciona o adiantamento que lhe foi feito. 680. Não há homens que se encontram impossibilitados de trabalhar no que quer que seja e cuja existência é, portanto, inútil? Deus é justo e, pois, só condena aquele que voluntariamente tornou inútil a sua existência, porquanto esse vive a expensas do trabalho dos outros. Ele quer que cada um seja útil, de acordo com as suas faculdades. (643) 681. A lei da Natureza impõe aos filhos a obrigação de trabalharem para seus pais?

Certamente, do mesmo modo que os pais têm que trabalhar para seus filhos. Foi por isso que Deus fez do amor filial e do amor paterno um sentimento natural. Foi para que, por essa afeição recíproca, os membros de uma família se sentissem impelidos a ajudarem-se mutuamente, o que, aliás, com muita freqüência se esquece na vossa sociedade atual. 682. Sendo uma necessidade para todo aquele que trabalha, o repouso não é também uma lei da Natureza? Sem dúvida. O repouso serve para a reparação das forças do corpo e também é necessário para dar um pouco mais de liberdade à inteligência, a fim de que se eleve acima da matéria. 683. Qual o limite do trabalho? O das forças. Em suma, a esse respeito Deus deixa inteiramente livre o homem. 684. Que se deve pensar dos que abusam de sua autoridade, impondo a seus inferiores excessivo trabalho? Isso é uma das piores ações. Todo aquele que tem o poder de mandar é responsável pelo excesso de trabalho que imponha a seus inferiores, porquanto, assim fazendo, transgride a lei de Deus. (273) 685. Tem o homem o direito de repousar na velhice? Sim, que a nada é obrigado, senão de acordo com as suas forças. 685-a) - Mas, que há de fazer o velho que precisa trabalhar para viver e não pode? O forte deve trabalhar para o fraco. Não tendo este família, a sociedade deve fazer as vezes desta. É a lei de caridade. Não basta se diga ao homem que lhe corre o dever de trabalhar. É preciso que aquele que tem de prover à sua existência por meio do trabalho encontre em que se ocupar, o que nem sempre acontece. Quando se generaliza, a suspensão do trabalho assume as proporções de um flagelo, qual a miséria. A ciência econômica procura remédio para isso no equilíbrio entre a produção e o consumo. Mas, esse equilíbrio, dado seja possível estabelecer-se, sofrerá sempre intermitências, durante as quais não deixa o trabalhador de ter que viver. Há um elemento, que se não costuma fazer pesar na balança e sem o qual a ciência econômica não passa de simples teoria. Esse elemento é a educação, não a educação intelectual, mas a educação moral. Não nos referimos, porém, à educação moral pelos livros e sim à que consiste na arte de formar os caracteres, à que incute hábitos, porquanto a educação é o conjunto dos hábitos adquiridos. Considerando-se a aluvião de indivíduos que todos os dias são lançados na torrente da população, sem princípios, sem freio e entregues a seus próprios instintos, serão de espantar as conseqüências desastrosas que daí decorrem? Quando essa arte for conhecida, compreendida e praticada, o homem terá no mundo hábitos de ordem e de previdência para consigo mesmo e para com os seus, de respeito a tudo o que é respeitável, hábitos que lhe permitirão atravessar menos penosamente os maus dias inevitáveis. A desordem e a imprevidência são duas chagas que só uma educação bem entendida pode curar. Esse o ponto de partida, o elemento real do bem-estar, o penhor da segurança de todos. DA LEI DO TRABALHO

647. A necessidade do trabalho é lei da Natureza? O trabalho é lei da Natureza, por isso mesmo que constitui uma necessidade, e a civilização obriga o homem a trabalhar mais, porque lhe aumenta as necessidades e os gozos. 675. Por trabalho só se devem entender as ocupações materiais? Não; o Espírito trabalha, assim como o corpo. Toda ocupação útil é trabalho. 676. Por que o trabalho se impõe ao homem? Por ser uma conseqüência da sua natureza corpórea. É expiação e, ao mesmo tempo, meio de aperfeiçoamento da sua inteligência. Sem o trabalho, o homem permaneceria sempre na infância, quanto à inteligência. Por isso é que seu alimento, sua segurança e seu bem-estar dependem do seu trabalho e da sua atividade. Ao extremamente fraco de corpo outorgou Deus a inteligência, em compensação. Mas é sempre um trabalho. 677. Por que provê a Natureza, por si mesma, a todas as necessidades dos animais? Tudo em a Natureza trabalha. Como tu, trabalham os animais, mas o trabalho deles, de acordo com a inteligência de que dispõem, se limita a cuidarem da própria conservação. Daí vem que o do homem visa duplo fim: a conservação do corpo e o desenvolvimento da faculdade de pensar, o que também é uma necessidade e o eleva acima de si mesmo. Quando digo que o trabalho dos animais se cifra no cuidarem da própria conservação, refiro-me ao objetivo com que trabalham. Entretanto, provendo às suas necessidades materiais, eles se constituem, inconscientemente, executores dos desígnios do Criador e, assim, o trabalho que executam também concorre para a realização do objetivo final da Natureza, se bem quase nunca lhe descubrais o resultado imediato. 678. Em os mundos mais aperfeiçoados, os homens se acham submetidos à mesma necessidade de trabalhar? A natureza do trabalho está em relação com a natureza das necessidades. Quanto menos materiais são estas, menos material é o trabalho. Mas, não deduzais daí que o homem se conserve inativo e inútil. A ociosidade seria um suplício, em vez de ser um benefício. 679. Achar-se-á isento da lei do trabalho o homem que possua bens suficientes para lhe assegurarem a existência? Do trabalho material, talvez; não, porém, da obrigação de tornar-se útil, conforme aos meios de que disponha, nem de aperfeiçoar a sua inteligência ou a dos outros, o que também é trabalho. Aquele a quem Deus facultou a posse de bens suficientes a lhe garantirem a existência não está, é certo, constrangido a alimentar-se com o suor do seu rosto, mas tanto maior lhe é a obrigação de ser útil aos seus semelhantes, quanto mais ocasiões de praticar o bem lhe proporciona o adiantamento que lhe foi feito. 680. Não há homens que se encontram impossibilitados de trabalhar no que quer que seja e cuja existência é, portanto, inútil? Deus é justo e, pois, só condena aquele que voluntariamente tornou inútil a sua existência, porquanto esse vive a expensas do trabalho dos outros. Ele quer que cada um seja útil, de acordo com as suas faculdades. (643) 681. A lei da Natureza impõe aos filhos a obrigação de trabalharem para seus pais? Certamente, do mesmo modo que os pais têm que trabalhar para seus filhos. Foi por isso que Deus fez do amor filial e do amor paterno um sentimento natural. Foi

para que, por essa afeição recíproca, os membros de uma família se sentissem impelidos a ajudarem-se mutuamente, o que, aliás, com muita freqüência se esquece na vossa sociedade atual. 682. Sendo uma necessidade para todo aquele que trabalha, o repouso não é também uma lei da Natureza? Sem dúvida. O repouso serve para a reparação das forças do corpo e também é necessário para dar um pouco mais de liberdade à inteligência, a fim de que se eleve acima da matéria. 683. Qual o limite do trabalho? O das forças. Em suma, a esse respeito Deus deixa inteiramente livre o homem. 684. Que se deve pensar dos que abusam de sua autoridade, impondo a seus inferiores excessivo trabalho? Isso é uma das piores ações. Todo aquele que tem o poder de mandar é responsável pelo excesso de trabalho que imponha a seus inferiores, porquanto, assim fazendo, transgride a lei de Deus. (273) 685. Tem o homem o direito de repousar na velhice? Sim, que a nada é obrigado, senão de acordo com as suas forças. 685-a) - Mas, que há de fazer o velho que precisa trabalhar para viver e não pode? O forte deve trabalhar para o fraco. Não tendo este família, a sociedade deve fazer as vezes desta. É a lei de caridade. (Recebido sem menção de autoria ou fonte. Se souber qual seja, por favor, nos informe, a fim de que possamos dar os devidos créditos)