Morfologia do Nome e do Verbo

Documentos relacionados
Classes Gramaticais: Pronome

Português. Questão 70. Questão 71 ETAPA. alternativa C. Texto para as questões de 70 a 74. Todo o barbeiro é tagarela, e principalmente

Integrado Aulas 45 e 46 Apostila 6 Colocação Pronominal. Prof. Eloy Gustavo

LÍNGUA PORTUGUESA GRAMÁTICA CAP. 7: COLOCAÇÃO PRONOMINAL PROF.º PAULO SCARDUA

LÍNGUA PORTUGUESA. Professora Rosane Reis. MÓDULO 14 Sintaxe VI Colocação Pronominal

Colocação pronominal

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO GRAMÁTICA E REDAÇÃO 1º BIMESTRE

Aula 11 Colocação pronominal. Professor Guga Valente

Colocação Pronominal. Profª.: Cristiana Ferreira Nunes

Bárbara da Silva. Português. Aula 9 Colocação pronominal

Profª. Raquel Freitas Sampaio

Minicurso Pronomes Clíticos

Português. Colocação Pronominal. Professor Carlos Zambeli.

Colocação Pronominal. Profªs.: Márcia Cavalcante e Lia Carvalho

Professor Marlos Pires Gonçalves

Estudo dos pronomes. Professora: Raysa Ferreira

PORTUGUÊS SÉRIE: Pré-Vestibular COLOCAÇÃO PRONOMINAL. Profª Raquel Sampaio


Revisão de Linguagem e Semântica

Lista de Recuperação 3ª série Pronomes

COLOCAÇÃO PRONOMINAL Profª Giovana Uggioni Silveira

Posição do pronome em relação ao verbo. Usamos a PRÓCLISE nos seguintes casos:

Aula 05 QUESTÕES OBJETIVAS. 1) Assinale a opção em que houve erro, ao se substituir a expressão sublinhada pelo pronome oblíquo:

Colocação Pronominal

Texto para a questão 1. Texto para as questões 2 e 3. Das vãs sutilezas. Belo Horizonte, 28 de julho de 1942.

Colocação dos pronomes pessoais átonos. Manoel Francisco Guaranha

Prefeitura Municipal de Itariri. Processo Seletivo - 01/2018 RECURSO CONTRA O GABARITO OFICIAL

Tira-Dúvidas e Revisão para o ENEM de Linguagens

SUMÁRIO ORTOGRAFIA... 29

REVISÃO DOS TEMPOS VERBAIS DO MODO INDICATIVO. Profª. Fernanda Machado

BANCO DE QUESTÕES - LÍNGUA PORTUGUESA - 4 ANO - ENSINO FUNDAMENTAL

Professor Jailton.

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Planificação Anual º Ciclo- Português- Curso Vocacional

COLOCAÇÃO PRONOMINAL. A colocação pronominal: Brasil e Portugal

Aula 10 Pronomes: relativos, indefinidos e interrogativos. Professor Guga Valente

UDESC 2015/2 PORTUGUÊS. Gabarito do departamento de português sem resposta. Comentário

REVISÃO PROFESSORA FÁTIMA DANTAS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DANIEL SAMPAIO. Departamento de 1º Ciclo. Ano letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO. 4º ANO DISCIPLINA: Português

Uso dos pronomes pessoais e colocação dos pronomes átonos

Próclise facultativa Há casos em que se pode usar indiferentemente próclise ou ênclise, próclise ou mesóclise. É o que se entende por próclise

Pronomes: emprego, formas de tratamento e colocação.

CONCURSO DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE/2014 FORMULÁRIO DE RESPOSTA AOS RECURSOS - DA LETRA PARA A LETRA

Conteúdo: - Emprego do Eu e Mim, Onde e Aonde, Há e A. LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER 1 FORTALECENDO SABERES

PLANO DE ESTUDOS DE PORTUGUÊS - 5.º ANO

Professor Marlos Pires Gonçalves

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO LÍNGUA PORTUGUESA 1º BIMESTRE

Planificação a longo prazo - programa do 6º ano - disciplina de Português Ano letivo de AULAS PREVISTAS (blocos 90)

A ORDEM DOS CLÍTICOS EM LÉXIAS VERBAIS SIMPLES: UMA ANÁLISE DAS GRAMÁTICAS TRADICIONAIS Cristiane Jardim Fonseca (UERJ)

(...) Eu canto em português errado. Acho que o imperfeito não participa do passado. Troco as pessoas. Troco os pronomes ( ).

Súmario APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO SINOPSES PARA CARREIRAS FISCAIS APRESENTAÇÃO PARTE I FONÉTICA

COLOCAÇÃO PRONOMINAL. Profª Giovana Uggioni Silveira

Roteiro de estudo para recuperação 3º trimestre - Gramática

Professor Marlos Pires Gonçalves

LISTA DE EXERCÍCIOS GRAMÁTICA

1 Introdução. 1 Nesta dissertação, as siglas PL2E, PL2 e PLE estão sendo utilizadas, indistintamente, para se

AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL

Resoluções de Exercícios

COLOCAÇÃO DO PRONOME OBLÍQUO ÁTONO

PROFESSOR: ÁTILA ABIORANA MATÉRIA: COLOCAÇÃO PRONOMINAL

Lições de Português pela análise sintática

OBSERVAÇÃO Considera-se errado o emprego de si e consigo quando estes não indicam reflexividade: Carlos, quero falar consigo. (errado) Carlos, quero

Ano: 8 Turma: 8.1 e 8.2

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL

ESCOLA SECUNDÁRIA DE SAMPAIO Ano Lectivo 2008/ Planificação a Longo Prazo ESPANHOL L/E (Iniciação nível I) 10ºAno Formação Específica

Professor Marlos Pires Gonçalves

COLOCAÇÃO PRONOMINAL. Fernanda Fonseca Pessoa Rossoni. e-tec Brasil Redação e Expressão Oral

Apresentação 11 Lista de abreviações 13. Parte I: NATUREZA, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA LINGUAGEM

ESTUDO DO VERBO TEMPOS DO MODO INDICATIVO. Profª Fernanda Machado

4.2 Emprego de tempos e modos. verbais. O que é verbo? Os verbos flexionam-se em: número; pessoa; modo; tempo; voz.

Português. Colocação Pronominal. Professor Arthur Scandelari.

Objectivos / Competências Conteúdos Descrição dos Domínios de referência: Unidades temáticas

PORTUGUÊS ABEL MOTA PREPARAR OS TESTES

Solução Comentada Prova de Língua Portuguesa

TRABALHO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL

MÃE, QUANDO EU CRESCER...

Papagaio Congelado. 01- A história que você acabou de ler se passa: (C) em uma floresta.

Sumário PARTE 1. Gramática

Colocação Pronominal II

AULA: MARCADORES CONVERSACIONAIS INTERACIONAIS

A LOIRA DO CEMITÉRIO. Por JULIANO FIGUEIREDO DA SILVA

O JACARÉ QUE COMEU O SOL Joel Rufino dos Santos

PERFIL DE APRENDIZAGENS 5ºANO

Formulário de Resposta aos Recursos CONCURSO IBGE 2004

Resoluções de Exercícios

Dica: Antes de fazer as atividades abaixo, leia o documento Pretérito perfeito do indicativo, no Banco de Gramática.

QUESTÕES DE PORTUGUÊS BANCA : EPL - CONCURSOS

IBGE / FGV Gramática

QUESTÃO SOBRE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

CAPÍTULO 1 O ESTUDO DAS PALAVRAS

CAPÍTULO 01 - INTERPRETAÇÃO DE TEXTO TIPOS DE TEXTO GÊNERO DE TEXTO TIPOS DE DISCURSO... 21

DISCIPLINA DE LÍNGUA PORTUGUESA

ENSINO FUNDAMENTAL 2 ª FASE

ENSINO FUNDAMENTAL II

Transcrição:

Morfologia do Nome e do Verbo 1. A colocação pronominal é a posição que os pronomes pessoais oblíquos átonos ocupam na frase em relação ao verbo a que se referem. São pronomes oblíquos átonos: me, te, se, o, os, a, as, lhe, lhes, nos e vos. Esses pronomes podem assumir três posições na oração em relação ao verbo. Próclise, quando o pronome é colocado antes do verbo, devido a partículas atrativas, como o pronome relativo. Ênclise, quando o pronome é colocado depois do verbo, o que acontece quando este estiver no imperativo afirmativo ou no infinitivo impessoal regido da preposição a ou quando o verbo estiver no gerúndio. Mesóclise, usada quando o verbo estiver flexionado no futuro do presente ou no futuro do pretérito. A mesóclise é um tipo de colocação pronominal raro no uso coloquial da língua portuguesa. No entanto, ainda é encontrada em contextos mais formais, como se observa em: a) Não lhe negou que era um improviso. b) Faz muito tempo que lhe falei essas coisas. c) Nunca um homem se achou em mais apertado lance. d) Referia-se à D. Evarista ou tê-la-ia encontrado em algum outro autor? e) Acabou de chegar dizendo-lhe que precisava retornar ao serviço imediatamente. 2. Para convencer o leitor, o anúncio emprega como recurso expressivo, principalmente, a) as rimas entre Niciga e nicotina. b) o uso de metáforas como força de vontade. c) a repetição enfática de termos semelhantes como fácil e facilidade. d) a utilização dos pronomes de segunda pessoa, que fazem um apelo direto ao leitor. e) a informação sobre as consequências do consumo do cigarro para amedrontar o leitor. 3. Alguns estudos sobre fenômenos de mudança no brasileiro mostram que a forma a gente originou-se de um substantivo, gente, que, ao assumir, em certos contextos discursivos, determinados valores, passou a fazer parte de outra classe, a dos pronomes. Trata-se, pois, de um caso de gramaticalização, que, grosso modo, ocorre quando um item lexical se torna um item gramatical, ou quando itens gramaticais se tornam ainda mais gramaticais. Um desses estudos

indica que, ao longo do tempo, o substantivo gente foi perdendo a especificação de número e de certas propriedades sintáticas e ganhando traços de pronome. Considere dois grupos de exemplos relativos aos traços de número e ao arranjo sintático. Grupo A 1a. Quem viu o mundo como eu vi viu as gentes como eram. 2a. E sua gente foi com ele. 3a. Esta gente anda não se sabe para onde. 4a. Todas as gentes da aldeia ficaram arrasadas. Grupo B 1b. E hoje a gente mora junto, por assim dizer. 2b. A gente pegou a estrada. 3b. A gente vai mudar as nossas coisas para outro lugar. 4b. O que a gente comia muito lá é sanduíche e sopa. Considerando o texto e os grupos de exemplos apresentados, assinale a opção correta. a) Quanto à flexão de número, os exemplos do grupo A não apresentam, com nitidez, a distinção pertinente a esse traço. b) Quanto à flexão de número, os dados do grupo B não trazem casos de gente flexionados. c) Quanto ao arranjo sintático, nos exemplos do grupo A, a expressão gente ocorre sem modificadores, característica dos pronomes. d) Quanto ao arranjo sintático, nos exemplos do grupo B, a gente ocorre com diferentes modificadores, o que indica seu cárater de substantivo comum. e) De acordo com as informações do texto, a ordem diacrônica do português deve ser evolução da gramática do grupo B para a do grupo A. 4. Já na segurança da calçada, e passando por um trecho em obras que atravanca nossos passos, lanço à queima-roupa: Você conhece alguma cidade mais feia do que São Paulo? Agora você me pegou, retruca, rindo. Hã, deixa eu ver... Lembro-me de La Paz, a capital da Bolívia, que me pareceu bem feia. Dizem que Bogotá é muito feiosa também, mas não a conheço. Bem, São Paulo, no geral, é feia, mas as pessoas têm uma disposição para o trabalho aqui, uma vibração empreendedora, que dá uma feição muito particular à cidade. Acordar cedo em São Paulo e ver as pessoas saindo para trabalhar é algo que me toca. Acho emocionante ver a garra dessa gente. R. Moraes e R. Linsker. Estrangeiros em casa: uma caminhada pela selva urbana de São Paulo. National Geographic Brasil. Adaptado. Ao reproduzir um diálogo, o texto incorpora marcas de oralidade, tanto de ordem léxica, caso da palavra garra, quanto de ordem gramatical, como, por exemplo, a) lanço à queima-roupa. b) Agora você me pegou.

c) deixa eu ver. d) Bogotá é muito feiosa. e) é algo que me toca. 5. Constatar que dominar a leitura é se apropriar de alguma forma de poder está na base de duas atitudes antagônicas dos tempos modernos. Uma, autoritária, tenta impedir que a leitura se espalhe por todos, para que não se tenha de compartilhar o poder. Outra, democrática, defende a expansão da leitura para que todos tenham acesso a essa parcela de poder. Do jeito que a alfabetização está conseguindo aumentar o número de leitores, paralelamente à expansão da produção editorial que está oferecendo material escrito em quantidades jamais imaginadas antes, e ainda com o advento de meios tecnológicos que eliminam as barreiras entre produção e consumo do material escrito, tudo levaria a crer que essa questão está sendo resolvida. Será? Na verdade, creio que ela se abre sobre outras questões. Que tipo de alfabetização é esse, a que tipo de leitura tem levado, com que tipo de utilidade social? (MACHADO, Ana Maria. www.dubitoergosum.xpg.com.br) Observe o trecho: tudo levaria a crer que essa questão está sendo resolvida. Será? O emprego da forma verbal levaria e a forma interrogativa que se segue Será? sugerem um procedimento argumentativo, empregado no texto. Esse procedimento está explicitado em: a) a exposição de um problema que será detalhado b) a incerteza diante de fatos que serão comprovados c) a divergência em relação a uma ideia que será contestada d) o questionamento sobre um tema que se mostrará limitado 6. Todo o barbeiro é tagarela, e principalmente quando tem pouco que fazer; começou portanto a puxar conversa com o freguês. Foi a sua salvação e fortuna. O navio a que o marujo pertencia viajava para a Costa e ocupava-se no comércio de negros; era um dos combóis que traziam fornecimento para o Valongo, e estava pronto a largar. Ó mestre! disse o marujo no meio da conversa, você também não é sangrador? Sim, eu também sangro... Pois olhe, você estava bem bom, se quisesse ir conosco... para curar a gente a bordo; morre-se ali que é uma praga. Homem, eu da cirurgia não entendo muito... Pois já não disse que sabe também sangrar? Sim... Então já sabe até demais. No dia seguinte saiu o nosso homem pela barra fora: a fortuna tinha-lhe dado o meio, cumpria sabê-lo aproveitar; de oficial de barbeiro dava um salto mortal a médico de navio negreiro; restava unicamente saber fazer render a nova posição. Isso ficou por sua conta. Por um feliz acaso logo nos primeiros dias de viagem adoeceram dois marinheiros; chamou-se o médico; ele fez tudo o que sabia... sangrou os doentes, e em pouco tempo estavam bons, perfeitos. Com isto ganhou imensa reputação, e começou a ser estimado.

Chegaram com feliz viagem ao seu destino; tomaram o seu carregamento de gente, e voltaram para o Rio. Graças à lanceta do nosso homem, nem um só negro morreu, o que muito contribuiu para aumentar-lhe a sólida reputação de entendedor do riscado. Manuel Antônio de Almeida, Memórias de um sargento de milícias. Para expressar um fato que seria consequência certa de outro, pode-se usar o pretérito imperfeito do indicativo em lugar do futuro do pretérito, como ocorre na seguinte frase: a) era um dos combóis que traziam fornecimento para o Valongo. b) você estava bem bom, se quisesse ir conosco. c) Pois já não disse que sabe também sangrar?. d) de oficial de barbeiro dava um salto mortal a médico de navio negreiro. e) logo nos primeiros dias de viagem adoeceram dois marinheiros. A chegada E quando cheguei à tarde na minha casa lá no 27, ela já me aguardava andando pelo gramado, veio me abrir o portão pra que eu entrasse com o carro, e logo que saí da garagem subimos juntos a escada pro terraço, e assim que entramos nele abri as cortinas do centro e nos sentamos nas cadeiras de vime, ficando com nossos olhos voltados pro alto do lado oposto, lá onde o sol ia se pondo, e estávamos os dois em silêncio quando ela me perguntou que que você tem?, mas eu, muito disperso, continuei distante e quieto, o pensamento solto na vermelhidão lá do poente, e só foi mesmo pela insistência da pergunta que respondi você já jantou? e como ela dissesse mais tarde eu então me levantei e fui sem pressa pra cozinha (ela veio atrás), tirei um tomate da geladeira, fui até a pia e passei uma água nele, depois fui pegar o saleiro do armário, me sentando em seguida ali na mesa (ela do outro lado acompanhava cada movimento que eu fazia, embora eu displicente fingisse que não percebia), e foi sempre na mira dos olhos dela que comecei a comer o tomate, salgando pouco a pouco o que ia me restando na mão, fazendo um empenho simulado na mordida pra mostrar meus dentes fortes como os dentes de um cavalo, sabendo que seus olhos não desgrudavam da minha boca, e sabendo que por baixo do seu silêncio ela se contorcia de impaciência, e sabendo acima de tudo que mais eu lhe apetecia quanto mais indiferente eu lhe parecesse, eu só sei que quando acabei de comer o tomate eu a deixei ali na cozinha e fui pegar o rádio que estava na estante lá de casa, e sem voltar pra cozinha a gente se encontrou de novo no corredor, e sem dizer uma palavra entramos quase juntos na penumbra do quarto. (NASSAR, Raduan. Um copo de cólera. São Paulo: Cia das Letras, 1992, pp. 9-11.) 7. Em textos que reproduzam o registro coloquial, são frequentes os desvios em relação à norma culta do idioma. Retire do texto acima um trecho em que se encontre um exemplo de: a) colocação pronominal inadequada. b) falta de paralelismo entre as pessoas do discurso empregadas. 8. I (...) e estávamos os dois em silêncio quando ela me perguntou (...). II (...) e como ela dissesse mais tarde eu então me levantei e fui sem pressa pra cozinha (...).

Com base nos trechos acima, dê o que se pede. a) Explique a relação semântica entre os pretéritos perfeito e imperfeito do indicativo no trecho I. b) Qual é o valor semântico de como no fragmento II?

Gabarito 1. D 2. D 3. B 4. C 5. C 6. B 7. a) me sentando em seguida ali na mesa b) a gente se encontrou de novo no corredor, e sem dizer uma palavra entramos 8. a) O pretérito imperfeito estávamos demarca o estado permanente entre emissor e receptor; o perfeito perguntou representa uma ação pontual que rompe esse estado de equilíbrio. b) Causa.