CI/SfB (23) Gf (Ajs) CDU 692.5 ISSN 1646.3595 pavimentos Pré-Esforçados, Lda. Sede e fábrica Rua de Penouços, 72 Apartado 59 Nogueira 4711-906 BRAGA tel.: (+ 351) 25 324 00 fax: (+ 351) 25 324 00 37 e-el: pavimentos.imperio@mail.telepac.pt www.pavimentos-imperio.com PAVIMENTOS ALIGEIRADOS DE S PREFABRICADAS DE BETÃO PRÉ-ESFORÇADO pavimentos FLOORS PLANCHERS NOVEMBRO de 2015 A situação de validade do DA pode ser verificada no portal do LNEC (www.lnec.pt). O presente Documento de Aplicação (DA), de carácter voluntário, define as características e estabelece as condições de execução e de utilização do sistema de pavimentos, constituídos por vigotas prefabricadas de betão pré-esforçado, blocos de cofragem e betão complementar moldado em obra, do qual é detentora a empresa Pavimentos Pré-Esforçados, Lda. O Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) emite um parecer técnico favorável relativamente aos pavimentos IMPÉRIO (BRAGA), descritos na secção 1 do presente Documento de Aplicação, nas seguintes condições: a empresa Pavimentos Pré-Esforçados, Lda. assegura a constância das condições de produção que permite a aposição da marcação CE às vigotas, nomeadamente através de um adequado controlo da produção em fábrica, sintetizado na secção 3; o campo de aplicação dos pavimentos respeita as regras descritas na secção 2; as condições de projeto e execução dos pavimentos respeitam as regras descritas na secção 6. A utilização dos pavimentos fica também condicionada pelas disposições aplicáveis da regulamentação e da documentação normativa em vigor. Este Documento de Aplicação é válido até de novembro de 2018, podendo ser renovado mediante solicitação atempada ao LNEC. O LNEC reserva-se o direito de proceder à suspensão ou ao cancelamento deste Documento de Aplicação caso ocorram situações que o justifiquem, nomeadamente perante qualquer facto que ponha em dúvida a constância da qualidade dos pavimentos ou dos seus elementos constituintes. Lisboa e Laboratório Nacional de Engenharia Civil, em novembro de 2015. O CONSELHO DIRETIVO Carlos Pina Presidente LNEC Departamento de Edifícios AV DO BRASIL 101 1700-066 LISBOA PORTUGAL fax: (+ 351) 21 844 28 lnec@lnec.pt www.lnec.pt
2 1 DESCRIÇÃO DOS PAVIMENTOS 1.1 Descrição geral Os pavimentos são constituídos por vigotas prefabricadas de betão pré-esforçado e blocos de cofragem, recebendo em obra uma camada de betão armado (betão complementar) com função resistente e de solidarização do conjunto. O seu funcionamento estrutural é comparável ao de uma laje com armadura resistente unidirecional, sendo indispensável, para que tal semelhança tenha validade, que se assegure e mantenha a necessária aderência entre o betão complementar e as vigotas. As vigotas colocadas nos pavimentos são objeto de marcação CE, de acordo com a Norma Portuguesa NP EN 137-1 Produtos prefabricados de betão. Pavimentos com vigotas e blocos de cofragem. Parte 1: Vigotas. Os blocos de cofragem colocados nos pavimentos IMPÉRIO (BRAGA) são objeto de marcação CE, de acordo com a Norma Portuguesa NP EN 137-3 Produtos prefabricados de betão. Sistemas de pisos com vigas e blocos. Parte 3: Abobadilhas cerâmicas. 1.2 Características dos elementos constituintes 1.2.1 Vigotas As vigotas são prefabricadas, de betão pré-esforçado, com armadura constituída por fios de aço aderentes. No Anexo I são representados em corte transversal os diferentes tipos de vigotas com indicação dos valores relativos às suas dimensões e à posição dos fios de aço. O betão, de comportamento especificado, de massa volúmica normal e consistência terra húmida, satisfaz a Norma Portuguesa NP EN 206-1 e apresenta a seguinte designação: C35/45; XC1(Pt); Cl 0,20; D11. Os fios de aço com as designações Y 1770 C 4,0 I e Y 1770 C 5,0 I, certificados pela Associação para a Certificação (CERTIF), satisfazem as características mecânicas estabelecidas na Especificação LNEC E452-2011 Fios de aço para pré-esforço. Características e ensaios, a que correspondem os valores apresentados no Quadro I: d (mm) A (mm 2 ) Quadro I Características dos fios de aço R m (MPa) F m (kn) F m, máx. (kn) F p0,1 (kn) 4,0 12,6 22,3 25,6 19,6 1770 5,0 19,6 34,7 39,9,5 A gt (%) E (GPa) 3,5 205 ± 10 em que: d diâmetro (valor nominal) A área da secção transversal (valor nominal) R m tensão de rotura à tração (valor nominal) F m força de rotura à tração (valor característico mínimo referente ao quantilho de 95%) F m, máx força de rotura à tração máxima (valor nominal) F p0,1 força limite convencional a 0,1% (valor característico mínimo referente ao quantilho de 95%) A gt extensão total na força máxima (valor mínimo) E módulo de elasticidade A relaxação dos fios de aço, às 1000 horas, em ensaios realizados nas condições definidas na secção 9.4 da referida Especificação, não deve exceder 2,5%. 1.2.2 Blocos de cofragem Os blocos de cofragem utilizados são blocos não resistentes, cerâmicos. Todos os blocos são furados e têm formas de extradorso poligonais e ressaltos laterais para apoio nos banzos das vigotas. A geometria e as massas nominais dos blocos são apresentadas no Anexo II. 1.2.3 Betão complementar O betão complementar é aplicado em camada contínua de espessura variável, mas nunca inferior a mm, e incorpora uma armadura de distribuição. Este betão, de comportamento especificado, de massa volúmica normal, satisfaz a Norma Portuguesa NP EN 206-1 e apresenta a seguinte designação: C25/; XC1(Pt); Cl 0,. A consistência do betão fresco e a máxima dimensão dos agregados devem permitir o preenchimento fácil e completo dos espaços entre as vigotas e os blocos de cofragem. Nos quadros de Elementos de Medição do Anexo IV são fornecidos os valores da secção da armadura de distribuição a incorporar na camada de betão complementar. 2 CAMPO DE APLICAÇÃO Tal como para outros pavimentos com a mesma constituição e o mesmo sistema estrutural, o campo de aplicação para os diversos tipos considerados dos pavimentos abrange apenas o seu emprego em edifícios de habitação ou com ocupação e utilização semelhantes. Não se consideram abrangidas as situações em que seja previsível a atuação predominante de ações resultantes de cargas concentradas ou de cargas dinâmicas, de choque e vibração, por mais elevada que seja a capacidade resistente dos pavimentos. Por este motivo, a utilização dos pavimentos nestes últimos casos cai fora do âmbito deste Documento de Aplicação e carece
3 de prévio estudo específico, eventualmente por verificação experimental. A utilização dos pavimentos com vãos superiores a oito metros fica igualmente fora do âmbito do presente Documento de Aplicação, devendo ser objeto de estudo adequado em cada caso de aplicação. 3 FABRICO E CONTROLO DA QUALIDADE 3.1 Vigotas a) Instalações e processo de fabrico As vigotas são fabricadas nas instalações da empresa IMPÉRIO (BRAGA) localizadas em Rua de Penouços, 72, Nogueira - Braga, por sistema mecanizado, sendo a sua moldagem feita, sem moldes fixos, sobre uma plataforma de betão, ao longo da qual se desloca um dispositivo mecânico de distribuição, moldagem lateral e compactação do betão por vibração. A fim de evitar a aderência da base das vigotas à superfície da plataforma, esta é previamente humedecida com um produto líquido apropriado. O pré-esforço é aplicado individualmente em cada fio utilizando macaco hidráulico acionado eletricamente e no qual se pode medir o alongamento dos fios e controlar, por manómetro, a força a aplicar de harmonia com a tensão de pré-esforço na origem indicada no Anexo I. Terminada a betonagem, as vigotas são conservadas no local de fabrico em condições ambientais naturais, efetuando-se a molhagem da superfície do betão com água, até à data em que o respetivo betão atinja o valor característico da tensão de rotura à compressão, f ckj, indicado no Anexo I. Quando tais valores são atingidos, o que normalmente se pode verificar entre 2 e 5 dias após a moldagem das vigotas, é feita a transmissão gradual e simultânea do pré-esforço dos fios às vigotas de cada plataforma, por meio de sistema hidráulico. Após esta operação, as vigotas são cortadas nos comprimentos desejados e retiradas do local de fabrico para depósito, com os cuidados de transporte necessários. As instalações de fabrico são constituídas por 9 plataformas para moldagem simultânea de 10 linhas de vigotas por plataforma, a que correspondem cerca de 14 8 m de linhas de fabrico. b) Controlo da qualidade A empresa efetua um controlo da qualidade que incide basicamente sobre os seguintes aspetos: equipamento, matérias- -primas (cimento, agregados e aço de pré-esforço), processo de fabrico e produto acabado. Sobre o equipamento são efetuadas as seguintes verificações: calibração do equipamento de laboratório; calibração do equipamento de pesagem e de medição dimensional e volumétrica; aferição dos manómetros do macaco hidráulico; inspeções da betoneira, do macaco hidráulico e da máquina de moldagem (incluindo moldes e guia-fios). Sobre o cimento, com marcação CE, é efetuada, na receção, inspeção da guia de remessa. Sobre os agregados, com marcação CE, são efetuadas as seguintes verificações: na receção, inspeção da guia de remessa; e, na descarga, inspeção do aspeto e da granulometria. Sobre o aço de pré-esforço são efetuadas, na receção dos rolos de fio, inspeções das etiquetas de identificação que acompanham esses rolos e do certificado de características dos aços. Sobre o processo de fabrico são efetuadas as seguintes verificações: ensaios para determinação da resistência à compressão de provetes moldados com o betão utilizado no fabrico das vigotas, na data de transmissão do pré-esforço às vigotas e aos 28 dias; medição do alongamento obtido na extremidade dos fios para confirmação das forças de pré-esforço aplicadas e registadas em manómetro; inspeção do aspeto das superfícies de betão, durante a moldagem das vigotas, e das condições de proteção contra a secagem, durante a cura do betão das vigotas. Sobre o produto acabado são efetuadas as seguintes verificações: medição das dimensões da secção transversal, do posicionamento e do deslizamento da armadura de pré-esforço nas suas extremidades; medição da curvatura lateral e da flecha das vigotas; inspeção do estado das superfícies de betão, de defeitos aparentes, de marcação/etiquetagem, das condições de armazenamento e de fornecimento das vigotas. 3.2 Blocos de cofragem a) Instalações e processo de fabrico Os blocos de cofragem cerâmicos fornecidos pela empresa produtora de pavimentos são fabricados por diversas empresas produtoras de blocos. b) Controlo da qualidade Sobre os blocos de cofragem cerâmicos, com marcação CE, são efetuadas as seguintes verificações: na receção, inspeção das guias de remessa; e, na descarga, inspeção do aspeto, medição das dimensões e medição da massa. 4 IDENTIFICAÇÃO As vigotas e os blocos de cofragem devem ser marcados, de forma clara, com registo do nome da marca do pavimento, do tipo de vigota ou de bloco de cofragem e da data do respetivo fabrico. Quando tal não aconteça, cada fornecimento deve ser acompanhado da informação acima indicada relativa às vigotas ou aos blocos de cofragem. As vigotas e os blocos de cofragem colocados no mercado têm aposta a marcação CE, acompanhada da informação constante do Anexo ZA da Norma Portuguesa NP EN 137-1 e do Anexo ZA da Norma Portuguesa NP EN 137-3. As empresas produtoras de vigotas e dos blocos de cofragem devem disponibilizar, a pedido, a respetiva declaração de desempenho.
4 5 APRECIAÇÃO DOS PAVIMENTOS 5.1 Características mecânicas No Anexo I e no Anexo III são fornecidos os valores das características mecânicas, respetivamente, das vigotas isoladas e dos pavimentos, necessários para a verificação da segurança em relação aos diferentes estados limites. A determinação dos valores dessas características mecânicas foi efetuada através de cálculo. O cálculo teve por base os valores das características mecânicas dos materiais constituintes dos pavimentos registados em 1.2 e o valor de pré-esforço na origem indicado no Anexo I. Ao valor da tensão de pré-esforço na origem referido correspondem os valores médios da tensão de pré-esforço, determinados por cálculo, ao fim dos intervalos de tempo indicados no Anexo I, para as diferentes vigotas produzidas. A determinação dos valores de cálculo dos esforços resistentes das vigotas e dos pavimentos teve em conta as disposições definidas na regulamentação em vigor aplicável, com as adaptações necessárias a este tipo de pavimentos. As exigências mecânicas a que estes pavimentos devem satisfazer são as que resultam da aplicação do Regulamento de Segurança e Acções em Estruturas de Edifícios e Pontes (RSA), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 235/83, de 31 de maio, e do Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado (REBAP), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 349-C/83, de de julho, tendo em conta as condições estabelecidas em 6. 5.2 Comportamento em caso de incêndio Os materiais constituintes dos pavimentos quer os dos seus componentes prefabricados quer o betão complementar são da classe de reação ao fogo A1 (não-combustíveis). No que se refere à resistência ao fogo estes pavimentos podem ser classificados, no mínimo, nas seguintes classes: REI desde que apresentem um revestimento na face inferior com uma espessura mínima de 15 mm de argamassa de cimento e areia ou de cimento, cal e areia; REI 60 desde que apresentem um revestimento na face inferior com uma espessura mínima de 15 mm de argamassa de cimento e agregados leves (vermiculite, perlite ou fibras minerais). Estas classes de resistência ao fogo podem ser adotadas desde que nos apoios se garanta um valor de cálculo do momento resistente último negativo não inferior a 15% do valor de cálculo do momento resistente último positivo, fornecido nas tabelas. No caso de edifícios de habitação as exigências a satisfazer são as que constam do Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de novembro, que estabelece o regime jurídico da segurança contra incêndios em edifícios, e do Regulamento Técnico de Segurança contra Incêndio em Edifícios (SCIE), aprovado pela Portaria n.º 1532/2008, de 29 de dezembro. Os pavimentos podem satisfazer às exigências deste regulamento mediante uma criteriosa escolha do revestimento de teto. 5.3 Isolamento sonoro Os pavimentos acabados, como elementos de compartimentação entre espaços interiores sobrepostos de edifícios, contribuem largamente para o isolamento sonoro que se pode estabelecer entre esses espaços, o qual, de acordo com o disposto na regulamentação em vigor, deve ser determinado com base em ensaios a realizar no local. Os parâmetros que caracterizam esse isolamento sonoro são o índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea e o índice de isolamento sonoro a sons de percussão, podendo esses índices, no projeto dos pavimentos, ser estimados de acordo com a metodologia a seguir referida. O índice de isolamento sonoro a sons aéreos, R w, dos pavimentos acabados, incluindo os revestimentos de piso e de teto rigidamente ligados à laje, depende da sua massa, o que permite que os valores do R w possam ser estimados através da lei da massa, embora esta lei se aplique a elementos homogéneos. No caso destes pavimentos, a existência dos blocos de aligeiramento conduz a ligeiras reduções dos valores do R w que serão tanto maiores quanto maior for o aligeiramento produzido, no pavimento, pelos blocos. Nos casos em que o isolamento proporcionado pelo pavimento é superior a 35 db e inferior a 45 db deve também prever-se a contribuição da transmissão marginal, que se traduz, em termos médios, numa redução de 3 db nos valores de R w. Para valores de R w superiores a 45 db é aconselhável recorrer à verificação do comportamento em obra, pois as previsões podem revelar-se bastante falíveis. Se não se considerarem as reduções anteriormente referidas, para um pavimento com uma massa de 260 kg/m 2 estima-se um valor de R w próximo de 48 db. O índice de isolamento sonoro a sons de percussão, L n,w, para além de depender da constituição da laje é função do tipo de revestimento de piso a adotar. É possível estimar-se esse índice recorrendo à aplicação do invariante R w + L n,w, desde que se conheça a massa por unidade de superfície do pavimento, admitindo a aplicabilidade da lei da massa para a determinação de R w. No caso de lajes aligeiradas de vigotas, não revestidas, é recomendada a adoção do valor 120 para o invariante R w + L n,w referido [L n,w, em db/(oit./3)], o que, conhecido o valor de R w, permite a determinação de L n,w. Analogamente ao referido para os sons aéreos, deve admitir-se a ocorrência de uma transmissão marginal dos sons de percussão, que se traduz em média num acréscimo dos valores do L n,w, inicialmente estimados, em cerca de 2 db. As exigências de isolamento sonoro a satisfazer são as que constam do Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios
5 (RRAE), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 129/2002, de 11 de maio, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 96/2008, de 9 de junho. 5.4 Isolamento térmico Os parâmetros que caracterizam o isolamento térmico resistência térmica, R, ou coeficiente de transmissão térmica superficial, U podem ser determinados recorrendo a métodos convencionais. Estes parâmetros devem ser determinados nas situações em que os pavimentos têm de satisfazer exigências de isolamento térmico, como é o caso de lajes de esteira ou de cobertura e de pavimentos sobre espaços exteriores ou locais não aquecidos. Estes pavimentos, por si sós, não garantem a satisfação das exigências aplicáveis, que constam do Decreto-Lei n.º 118/2013, de 20 de agosto, que estabelece o regime jurídico do Sistema de Certificação Energética dos Edifícios (SCE), o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Habitação (REH) e o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Comércio e Serviços (RECS). As Portarias n.º 349-B/2013, de 29 de novembro, e n.º 349-D/2013, de 2 de dezembro, estabelecem os requisitos de conceção para edifícios novos e intervenções, respetivamente, para os edifícios de habitação e para os edifícios de comércio e serviços. 6 CONDIÇÕES DE PROJETO E EXECUÇÃO DOS PAVIMENTOS 6.1 Critérios gerais de verificação da segurança estrutural A verificação da segurança estrutural dos pavimentos, com base nos valores de cálculo fornecidos no Anexo III, deve ser efetuada em relação aos estados limites últimos de resistência e em relação aos estados limites de utilização fendilhação e deformação, conforme os critérios definidos no Regulamento de Segurança e Acções para Estruturas de Edifícios e Pontes e no Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-esforçado. a) Segurança em relação aos estados limites últimos de resistência A condição de segurança em relação aos estados limites últimos de resistência exprime-se verificando que os valores de cálculo do momento fletor resistente e do esforço transverso resistente, designados por M Rd e V Rd, são iguais ou superiores aos correspondentes esforços atuantes, relativos às combinações de ações especificadas no artigo 9.º do Regulamento de Segurança e Acções para Estruturas de Edifícios e Pontes. b) Segurança em relação aos estados limites de fendilhação A condição de segurança em relação ao estado limite de fendilhação exprime-se verificando que o valor do momento resistente designado por M fctk, correspondente à formação de fendas, é igual ou superior ao momento atuante devido às combinações de ações definidas de acordo com o artigo 12.º do Regulamento de Segurança e Acções para Estruturas de Edifícios e Pontes. Estas combinações de ações podem ser, conforme as condições do meio ambiente, combinações frequentes, em ambiente pouco ou moderadamente agressivo, e combinações raras, em ambiente muito agressivo. c) Segurança em relação aos estados limites de deformação A condição de segurança em relação ao estado limite de deformação exprime-se verificando que o valor da flecha admissível, definida de acordo com o artigo 72.º do Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-esforçado, é igual ou superior ao valor da flecha devida à combinação frequente de ações. No cálculo da flecha instantânea devem ser utilizados os valores do fator de rigidez, fornecidos no Anexo III. A flecha a longo prazo, em que são tidos em conta os efeitos da fluência dos betões, pode ser determinada multiplicando o valor da flecha instantânea por um fator dado pela expressão MSg 1+ ϕ M Sg + Σ Ψ1 MSq em que M Sg e M Sg + Ψ 1 M Sq são, respetivamente, os valores dos momentos fletores atuantes devido às ações permanentes e à combinação frequente de ações e ϕ é o coeficiente de fluência, a que se pode em geral atribuir o valor 2. 6.2 Condições gerais de execução dos pavimentos Nos casos correntes, a execução dos pavimentos deve satisfazer a Norma Portuguesa NP ENV 13670-1 Execução de estruturas em betão. Parte 1: Regras gerais, em conformidade com o Decreto-Lei n.º 1/2007, de 23 de agosto, e realizar-se de acordo com o seguinte: Nivelamento dos apoios para o assentamento das vigotas. Montagem de escoramento provisório, para apoio intermédio das vigotas. Deve notar-se que este escoramento tem de ser criteriosamente disposto de modo a evitar esforços de flexão capazes de provocar fendilhação das vigotas não só na sua face inferior, nas zonas entre os apoios, como também na face superior, sobre os apoios. Montagem das cofragens junto dos apoios dos pavimentos, para moldagem de zonas maciças nas condições recomendadas em 6.3, e ao longo das nervuras transversais que, no referido parágrafo, são preconizadas. Colocação das vigotas, dispostas paralelamente entre si, e acerto do seu afastamento por meio de cércea. Colocação dos blocos de cofragem entre vigotas, apoiados nos banzos destas, com eliminação das filas de blocos correspondentes às faixas maciças do pavimento. Disposição, nas condições recomendadas em 6.3, da armadura de distribuição, na camada de betão
6 complementar, das armaduras das nervuras transversais e das armaduras nos apoios, quando previstas. Instalação de passadiços para trânsito de pessoal e de transporte do betão, a fim de evitar a circulação sobre os blocos de cofragem. Rega abundante das vigotas e dos blocos de cofragem, precedendo a betonagem, com vista a evitar a dessecação e melhorar a aderência do betão complementar. Lançamento, espalhamento, regularização e compactação do betão complementar, tendo o cuidado de assegurar a sua perfeita aderência às faces expostas das vigotas e a manutenção da espessura prevista da camada de betão acima dos blocos de cofragem. Deve notar-se que, por motivo da relativa e natural fragilidade da estrutura, quando em execução, estará restringido o uso de meios potentes de compactação, o que exige especial cuidado na condução da betonagem. Manutenção da humidade do betão em obra, durante os primeiros dias do endurecimento, por exemplo, por meio de rega ou de recobrimento, conservado humedecido, da superfície betonada. A extensão e duração destes cuidados dependem das condições de temperatura e humidade ambientais. 6.3 Disposições construtivas e condições especiais de execução dos pavimentos Definem-se seguidamente as principais disposições construtivas a adotar na execução dos vários tipos de pavimentos, nos casos abrangidos pelo campo de aplicação que lhes fica atribuído em 2. Independentemente das disposições construtivas a seguir recomendadas, deve o produtor dos pavimentos fornecer aos utilizadores indicações sobre os cuidados a ter no transporte das vigotas, sua movimentação e colocação em obra. a) Armadura de distribuição Os pavimentos devem comportar sempre uma armadura de distribuição constituída por varões dispostos nas duas direções e integrada na camada contínua do betão complementar. As secções mínimas desta armadura de distribuição, na direção perpendicular à das vigotas e para o caso de emprego de varões de aço A235, A0 ou A0, são as que se indicam nos quadros do Anexo IV e devem ser satisfeitas por varões com espaçamento máximo de 2 mm. Na direção das vigotas, o espaçamento dos varões da armadura de distribuição pode ser maior, mas não excedendo 3 mm. Nos pavimentos com vão igual ou superior a quatro metros devem ser dispostas, além da armadura de distribuição, nervuras transversais contínuas de betão armado espaçadas cerca de 2 metros. A largura destas nervuras deve ser, no mínimo, de 100 mm. A armadura deve ser constituída, no mínimo, por dois varões colocados imediatamente acima das vigotas. A área da sua secção deve ser obtida multiplicando metade da área da armadura de distribuição do pavimento, indicado no Anexo IV, pela distância entre nervuras transversais ou, no caso de existir apenas uma nervura, pela distância entre esta e o apoio. b) Ações provenientes de paredes divisórias Estes pavimentos podem ser considerados com condições estruturais que permitam ter em conta as ações resultantes de paredes divisórias desde que essas ações sejam consideradas aplicadas nas suas condições reais. Na zona das divisórias, a armadura de distribuição, referida anteriormente, deve ser convenientemente reforçada. Porém, no caso de as paredes divisórias se encontrarem na direção das vigotas dos pavimentos, deve o reforço da armadura de distribuição ser complementado com a colocação de vigotas suplementares dispostas a par das previstas para o pavimento. c) Apoio das vigotas e solidarização As vigotas devem ter, em geral, a entrega mínima de 100 mm, nos apoios, a menos que razões especiais imponham menor entrega e sem prejuízo da segurança que, neste caso, deve ser convenientemente comprovada. Os extremos das vigotas, nos apoios dos pavimentos, devem ser solidarizados através de cintas ou de vigas betonadas em conjunto com a camada de betão complementar dos pavimentos. Os painéis dos pavimentos devem ser limitados lateralmente, segundo a direção longitudinal das vigotas, por cintas ou por vigas também betonadas em conjunto com a camada de betão complementar dos pavimentos. As cintas devem ter uma largura igual à largura da parede que encimam e uma altura não inferior a 0,20 m, devendo este valor mínimo da altura ser aumentado no caso de paredes muito espessas, com largura superior a 0, m. As cintas devem ser armadas longitudinalmente com, pelo menos, 4 varões de 12 mm de diâmetro quando se utilize aço A235, ou 4 varões de 10 mm de diâmetro quando se utilizem aços A0 ou A0, e transversalmente com estribos de 6 mm de diâmetro espaçados no máximo de 0,20 m. Nas regiões do País de maior sismicidade, recomenda-se a redução deste espaçamento máximo dos estribos para 0,10 a 0,15 m, nas zonas das cintas próximas dos montantes, num comprimento de 0,75 a 1,00 m. Quando se trate de pavimentos com apoios de encastramento ou continuidade, devem prever-se faixas maciças de betão armado para resistência aos momentos negativos. A betonagem destas faixas faz-se nos intervalos entre vigotas deixados livres pela não colocação de fiadas de blocos de cofragem, convindo que, nos sucessivos intervalos, o número de blocos seja alternado para evitar que a ligação da faixa maciça à zona aligeirada do pavimento se faça em alinhamento reto, mais propício ao aparecimento de fendas ao longo dessa ligação. A largura das faixas maciças assim como a armadura a utilizar para a resistência aos momentos negativos atuantes devem ser convenientemente dimensionadas.
7 Quando se trate de pavimentos dimensionados considerando a existência de apoios simples é recomendável que nos apoios exista uma armadura capaz de absorver os esforços de tração na face superior dos pavimentos resultantes da restrição da rotação dos apoios, que sempre se verificam em condições normais de serviço. A referida armadura deve ser constituída por varões dispostos na direção das vigotas, com comprimento mínimo, a partir da face de apoio, igual a 1/10 de vão livre do pavimento, de secção, por metro de largura, não inferior à da armadura de distribuição recomendada e cujos varões integrados na camada de betão complementar devem ser convenientemente amarrados nas cintas ou nas vigas em que as vigotas se apoiam. d) Aberturas A execução de aberturas com a interrupção de vigotas é possível desde que se adotem disposições construtivas especiais como, por exemplo, nervuras transversais devidamente dimensionadas onde as vigotas interrompidas possam ser devidamente apoiadas. A adoção destas disposições deve ser convenientemente justificada. A execução de aberturas conseguidas pela eliminação de um ou mais blocos de cofragem entre duas vigotas contíguas não necessita, em geral, de verificação de segurança complementar, a menos que essas aberturas possam condicionar a capacidade resistente do pavimento. e) Ações provenientes de cargas suspensas Não possuindo os blocos de cofragem resistência suficiente para suportar eventuais ações resultantes de equipamentos ou de instalações a suspender dos tetos, esta suspensão tem de ser assegurada por peças apropriadas, incluídas no pavimento durante a sua execução. Para tal, podem ser usadas pequenas lajetas de betão armado apoiadas em duas vigotas contíguas e substituindo blocos de cofragem, às quais se encontram ligados ganchos de suspensão dos equipamentos a fixar na parte inferior dos pavimentos. 7 ANÁLISE EXPERIMENTAL 7.1 Condições dos ensaios Os ensaios realizados no âmbito do presente Documento de Aplicação incidiram sobre os componentes prefabricados dos pavimentos vigotas e blocos de cofragem e sobre os materiais constituintes das vigotas. Os ensaios de vigotas, efetuados de acordo com as Especificações LNEC E 437-1995, E 438-1995 e E 4-1995, constaram de: verificação das dimensões da secção das vigotas e do posicionamento da armadura; determinação do valor da tensão de pré-esforço nas armaduras das vigotas. Os ensaios de blocos de cofragem consistiram na verificação das suas dimensões, massa e capacidade resistente e foram efetuados de acordo com as Especificações LNEC E 442-1995, E 443-1995 e E 444-1995. Sobre o betão constituinte das vigotas foi realizado o seguinte ensaio: verificação da resistência à compressão. 7.2 Resultados dos ensaios Os resultados dos ensaios foram globalmente satisfatórios, permitindo comprovar que os componentes prefabricados dos pavimentos ensaiados possuem as características definidas em 1.2 e satisfazem as exigências condicionantes das Normas Portuguesas NP EN 206-1, NP EN 137-1 e NP EN 137-3 e das Especificações LNEC E 435-2012 e E 436-1995, aplicáveis a betão, a vigotas e a blocos de cofragem. Os resultados dos ensaios e a respetiva apreciação constam da Nota Técnica n.º 22/2015-DED/NEG, de fevereiro de 2015. 8 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO Em face dos resultados dos ensaios realizados no âmbito do estudo efetuado pelo LNEC, considera-se que o sistema de pavimentos, constituído por vigotas prefabricadas de betão pré-esforçado, blocos de cofragem e betão complementar moldado em obra, é adequado ao uso previsto. Desde que o sistema em questão seja aplicado nas condições definidas no presente Documento de Aplicação e sejam respeitadas outras prescrições nele incluídas, nomeadamente em relação à qualidade dos componentes prefabricados empregues e às condições de projecto e de execução dos pavimentos, pode estimar-se que o sistema possui um período de vida de cinquenta anos. A indicação acerca do período de vida útil não pode ser interpretada como uma garantia dada pelo fabricante ou pelo LNEC. Essa indicação deve apenas ser considerada como um meio para a escolha de produtos e sistemas adequados em relação à vida útil prevista e economicamente razoável das obras. O período de vida útil pode ser consideravelmente mais longo em condições normais de utilização sem que ocorra uma degradação do pavimento afetando os requisitos básicos das obras. Salienta-se a necessidade de, em determinadas situações particulares, poder ser necessário prever soluções construtivas complementares com vista ao cumprimento pelos pavimentos das exigências regulamentares de segurança contra incêndio, de isolamento acústico e de isolamento térmico. 9 ENSAIOS DE RECEÇÃO Os ensaios de receção em obra justificar-se-ão para verificar a identidade dos componentes do sistema fornecidos relativamente aos que foram objeto do presente Documento
8 de Aplicação. Compete à fiscalização tomar essa decisão. Em tal caso, devem ser realizados os ensaios sobre as vigotas e os blocos de cofragem que seguidamente se especificam. Os ensaios a efetuar, por amostragem, sobre vigotas constarão de: verificação das dimensões das vigotas e do posicionamento dos fios (num mínimo de duas vigotas), os quais devem satisfazer aos valores respetivos indicados no Anexo I; verificação da tensão de pré-esforço instalada nos fios (num mínimo de duas vigotas), a qual deve satisfazer aos valores indicados no Anexo I. Os ensaios a efetuar, por amostragem, sobre blocos de cofragem constarão de: verificação das dimensões e da massa dos blocos (num mínimo de três blocos), as quais devem satisfazer aos valores indicados no Anexo II; a diferença entre as larguras efetivas dos blocos de um mesmo tipo, num mesmo fornecimento, não deve ultrapassar 10 mm; verificação da capacidade resistente dos blocos (num mínimo de três blocos), a qual deve satisfazer as condições indicadas na Norma Portuguesa NP EN 137-3.
9 ANEXO I CARACTERÍSTICAS DAS S GEOMETRIA TRANSVERSAL P1 P2 P3 P4 P5 ELEMENTOS DE CÁLCULO MASSA kg/m P1 18,6 P2 18,7 P3 18,8 P4 18,8 P5 18,9 NÍVEL na origem ARMADURA PRÉ-ESFORÇO (1) MPa 28 dias 2 meses 1 ano tempo infinito Superior 11 980 960 900 870 Inferior 1290 1090 1060 1000 9 Superior 1290 1090 1060 1000 9 Inferior 1290 10 1000 9 870 Superior 1290 10 1020 9 900 Médio 1290 1020 990 910 860 Inferior 1290 1010 960 880 8 Superior 1290 1090 1060 1000 9 Inferior 1290 9 910 820 760 Superior 1290 10 1000 920 870 Médio 1290 960 910 820 770 Inferior 1290 910 860 760 710 fckj (2) MPa MRd kn.m ÚLTIMOS ESFORÇOS ESTADOS LIMITES VRd kn DE UTILIZAÇÃO M0 kn.m EI kn.m 2 20 2,34 3,61 0,87 255 20 2,79 3,61 1,27 256 21 2,76 3,61 1,43 256 28 3,12 3,61 1,84 258 33 3,00 3,61 2,04 258 (1) Valores médios da tensão de pré-esforço nas armaduras das vigotas ao fim dos intervalos de tempo indicados. Estes intervalos são definidos a partir da data de moldagem e correspondem ao pré-esforço na origem acima indicado. (2) f ckj - valor característico da tensão de rotura à compressão do betão das vigotas quando da transmissão do pré-esforço às vigotas, a verificar em ensaios sobre provetes cúbicos de 15 cm de aresta, conservados nas mesmas condições das vigotas.
10 ANEXO II CARACTERÍSTICAS DOS BLOCOS DE COFRAGEM GEOMETRIA TRANSVERSAL Cx12x25 C32x12x25 Cx15x25 massa = 6,5 kg massa = 5,5 kg massa = 7,5 kg C32x15x25 Cx20x25 C32x20x25 massa = 6,5 kg massa = 10,0 kg massa = 7,5 kg C22x20x25 Cx24x25 C32x24x25 massa = 5,5 kg massa = 11,0 kg massa = 8,5 kg C22x24x25 C32x29x25 massa = 6,0 kg massa = 9,5 kg
11 ANEXO III ELEMENTOS DE CÁLCULO (1) TIPO DE PAVIMENTO CORTE TRANSVERSAL ESPESSURA mm TOTAL ACIMA DO BLOCO PESO PRÓPRIO kn/m 2 MRd ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS VRd kn/m DE UTILIZAÇÃO Mfctk P1/P5-Cx12-15/17 1 P1 1,83 10,4 15,0 5,8 33 120 0 510 1 160 170 EI knm 2 /m 160 P1 2,07 11,5 16,1 6,5 4286 170 P1 2,31 12,5 17,3 7,1 5138 1 P2 1,83 14,5 15,0 8,1 3529 160 P2 2,07 15,9 16,1 9,1 4318 170 P2 2,31 17,2 17,3 10,0 5175 1 P3 1,84 17,6 15,0 9,1 3541 160 P3 2,08 19,3 16,1 10,1 4334 170 P3 2,32 20,9 17,3 11,2 5195 1 P4 1,84 21,1 15,0 11,5 3573 160 P4 2,08 23,0 16,1 12,8 4371 170 P4 2,32 24,9 17,3 14,2 5238 1 P5 1,85 25,6 15,0 12,7 3591 160 P5 2,09 28,1 16,1 14,1 4396 170 P5 2,33,5 17,3 15,6 5269 P1/P5-C32x12-15/17 1 P1 1,95 12,3 17,8 6,7 3913 120 4 1 160 170 160 P1 2,19 13,5 19,1 7,5 4796 170 P1 2,43 14,7 20,5 8,3 5757 1 P2 1,96 17,1 17,8 9,4 3941 160 P2 2,20 18,7 19,1 10,5 4831 170 P2 2,44 20,2 20,5 11,6 5798 1 P3 1,96 20,6 17,8 10,6 3954 160 P3 2,20 22,6 19,1 11,8 4848 170 P3 2,44 24,6 20,5 13,0 5820 1 P4 1,97 24,7 17,8 13,4 3988 160 P4 2,21 27,0 19,1 14,9 4889 170 P4 2,45 29,3 20,5 16,5 5867 1 P5 1,98 29,8 17,8 14,7 08 160 P5 2,22 32,7 19,1 16,4 4916 170 P5 2,46 35,6 20,5 18,1 5900 P1/P5-Cx15-18/20 180 P1 2,12 13,5 18,4 7,9 5882 1 0 510 180 190 200 190 P1 2,36 14,5 19,6 8,6 7054 200 P1 2,60 15,5 20,7 9,4 8287 180 P2 2,12 18,5 18,4 11,1 5921 190 P2 2,36 19,9 19,6 12,1 7101 200 P2 2,60 21,2 20,7 13,1 8341 180 P3 2,13 22,6 18,4 12,4 5943 190 P3 2,37 24,3 19,6 13,6 7128 200 P3 2,61 26,0 20,7 14,7 8374 180 P4 2,13 26,9 18,4 15,7 5987 190 P4 2,37 28,8 19,6 17,2 7179 200 P4 2,61,7 20,7 18,6 8432 180 P5 2,14 32,9 18,4 17,3 6020 190 P5 2,38 35,4 19,6 18,9 7221 200 P5 2,62 37,8 20,7 20,4 8482
12 ANEXO III ELEMENTOS DE CÁLCULO (2) TIPO DE PAVIMENTO CORTE TRANSVERSAL ESPESSURA mm TOTAL ACIMA DO BLOCO PESO PRÓPRIO kn/m 2 MRd ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS VRd kn/m DE UTILIZAÇÃO Mfctk P1/P5-C32x15-18/20 180 P1 2,29 15,9 21,9 9,2 6561 1 4 180 190 200 EI knm 2 /m 190 P1 2,53 17,1 23,2 10,1 7877 200 P1 2,77 18,3 24,6 10,9 9266 180 P2 2, 21,8 21,9 12,9 6604 190 P2 2,54 23,4 23,2 14,1 7928 200 P2 2,78 25,0 24,6 15,3 9326 180 P3 2, 26,6 21,9 14,4 6627 190 P3 2,54 28,6 23,2 15,8 7958 200 P3 2,78,6 24,6 17,1 9361 180 P4 2,31 31,5 21,9 18,3 6676 190 P4 2,55 33,8 23,2 20,0 8015 200 P4 2,79 36,1 24,6 21,6 9426 180 P5 2,32 38,5 21,9 20,1 6711 190 P5 2,56 41,4 23,2 22,0 8060 200 P5 2,80 44,3 24,6 23,8 9480 P1/P5-Cx20-23/25 2 P1 2,63 18,5 24,2 11,8 11762 200 0 510 2 2 2 2 P1 2,87 19,5 25,4 12,6 13818 2 P1 3,11 20,5 26,5 13,3 15903 2 P2 2,63 25,2 24,2 16,5 11828 2 P2 2,87 26,6 25,4 17,6 13895 2 P2 3,11 27,9 26,5 18,7 15991 2 P3 2,64 31,0 24,2 18,5 11870 2 P3 2,88 32,7 25,4 19,7 13946 2 P3 3,12 34,3 26,5 20,9 160 2 P4 2,64 36,4 24,2 23,3 11939 2 P4 2,88 38,3 25,4 24,9 125 2 P4 3,12,2 26,5 26,4 16138 2 P5 2,65 45,1 24,2 25,6 12004 2 P5 2,89 47,5 25,4 27,4 14104 2 P5 3,13 49,9 26,5 29,0 162 P1/P5-C32x20-23/25 2 P1 2,77 21,8 28,7 13,7 13113 200 4 2 2 2 2 P1 3,01 23,0,1 14,6 15399 2 P1 3,25 24,2 31,4 15,6 17737 2 P2 2,77 29,8 28,7 19,2 13186 2 P2 3,01 31,4,1 20,5 15484 2 P2 3,25 33,0 31,4 21,8 17833 2 P3 2,78 36,5 28,7 21,5 13231 2 P3 3,02 38,5,1 23,0 15539 2 P3 3,26,5 31,4 24,4 17898 2 P4 2,78 42,9 28,7 27,1 138 2 P4 3,02 45,1,1 29,0 15626 2 P4 3,26 47,4 31,4,8 17995 2 P5 2,79 53,0 28,7 29,8 13379 2 P5 3,03 55,8,1 31,9 15712 2 P5 3,27 58,7 31,4 33,9 18095
13 ANEXO III ELEMENTOS DE CÁLCULO (3) TIPO DE PAVIMENTO CORTE TRANSVERSAL ESPESSURA mm TOTAL ACIMA DO BLOCO PESO PRÓPRIO kn/m 2 MRd ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS VRd kn/m DE UTILIZAÇÃO Mfctk EI knm 2 /m P1/P5-Cx24-27/ P1 2,96 22,5 28,8 15,0 18481 280 P1 3,20 23,5,0 15,8 21465 290 P1 3,44 24,6 31,1 16,6 24442 0 60 P1 3,68 25,6 32,3 17,4 27465 P2 2,96,6 28,8 21,0 18573 280 P2 3,20 32,0,0 22,2 21570 290 P2 3,44 33,3 31,1 23,2 24561 60 2 0 510 280 290 0 0 60 P2 3,68 34,7 32,3 24,3 27597 P3 2,97 37,7 28,8 23,5 18636 280 P3 3,21 39,4,0 24,8 21645 290 P3 3,45 41,0 31,1 26,1 24647 0 60 P3 3,69 42,7 32,3 27,3 27693 P4 2,97 44,0 28,8 29,6 18727 280 P4 3,21 45,9,0 31,3 21748 290 P4 3,45 47,8 31,1 32,9 24760 0 60 P4 3,69 49,7 32,3 34,4 27818 P5 2,98 54,8 28,8 32,6 18825 280 P5 3,22 57,2,0 34,5 21863 290 P5 3,46 59,6 31,1 36,2 24893 0 60 P5 3,70 62,0 32,3 37,9 27968 P1/P5-C32x24-27/ P1 3,16 26,6 34,2 17,4 20619 280 P1 3, 27,8 35,5 18,5 23910 290 P1 3,64 29,0 36,9 19,4 27228 0 60 P1 3,88,2 38,3 20,3 618 P2 3,16 36,2 34,2 24,4 20721 280 P2 3, 37,7 35,5 25,9 227 290 P2 3,64 39,3 36,9 27,2 27359 60 2 4 280 290 0 0 60 P2 3,88,9 38,3 28,5 763 P3 3,17 44,5 34,2 27,4 20790 280 P3 3,41 46,5 35,5 29,0 24108 290 P3 3,65 48,4 36,9,5 27453 0 60 P3 3,89,4 38,3 31,9 868 P4 3,17 51,9 34,2 34,5 20892 280 P4 3,41 54,1 35,5 36,6 24223 290 P4 3,65 56,4 36,9 38,5 27579 0 60 P4 3,89 58,7 38,3,3 31007 P5 3,18 64,6 34,2 38,0 20999 280 P5 3,42 67,4 35,5,3 24349 290 P5 3,66 70,2 36,9 42,3 27724 0 60 P5 3,90 73,1 38,3 44,3 31171
14 ANEXO III ELEMENTOS DE CÁLCULO (4) TIPO DE PAVIMENTO CORTE TRANSVERSAL ESPESSURA mm TOTAL ACIMA DO BLOCO PESO PRÓPRIO kn/m 2 MRd ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS VRd kn/m DE UTILIZAÇÃO Mfctk EI knm 2 /m P1/P5-C32x29-32/35 P1 3,61 32,6 41,0 22,3 33311 60 290 4 3 3 3 3 P1 3,85 33,8 42,4 23,4 38151 3 P1 4,09 35,0 43,7 24,4 42980 3 60 P1 4,33 36,2 45,1 25,3 47851 P2 3,61 44,1 41,0 31,2 33455 3 P2 3,85 45,7 42,4 32,7 38314 3 P2 4,09 47,3 43,7 34,1 43160 3 60 P2 4,33 48,9 45,1 35,4 48049 P3 3,62 54,5 41,0 34,9 33559 3 P3 3,86 56,4 42,4 36,7 38434 3 P3 4,10 58,4 43,7 38,2 43296 3 60 P3 4,34 60,4 45,1 39,7 48200 P4 3,62 63,3 41,0 44,1 33697 3 P4 3,86 65,4 42,4 46,2 38587 3 P4 4,10 67,7 43,7 48,2 43464 3 60 P4 4,34 70,0 45,1,1 48382 P5 3,63 79,1 41,0 48,5 33859 3 P5 3,87 81,8 42,4,9 38773 3 P5 4,11 84,6 43,7 53,1 43675 3 60 P5 4,35 87,5 45,1 55,1 48618 2P2/2P5-Cx12-15/17 1 P2 2,16 23,1 29,1 12,5 4885 120 0 620 1 160 170 160 P2 2, 25,3 31,3 14,0 6022 170 P2 2,64 27,6 33,5 15,5 7259 1 P3 2,17 27,7 29,1 14,0 4898 160 P3 2,41,5 31,3 15,6 60 170 P3 2,65 33,2 33,5 17,3 7283 1 P4 2,18 33,1 29,1 17,7 4939 160 P4 2,42 36,3 31,3 19,8 6089 170 P4 2,66 39,4 33,5 21,9 7339 1 P5 2,19 38,3 29,1 19,4 4959 160 P5 2,43 42,9 31,3 21,7 6117 170 P5 2,67 47,1 33,5 24,0 7375 2P2/2P5-C32x12-15/17 1 P2 2,31 26,2 33,4 14,0 56 120 5 1 160 170 160 P2 2,55 28,7 35,9 15,7 65 170 P2 2,79 31,3 38,5 17,4 7887 1 P3 2,32 31,2 33,4 15,7 5319 160 P3 2,56 34,4 35,9 17,6 6558 170 P3 2,80 37,6 38,5 19,5 7911 1 P4 2,33 36,8 33,4 19,9 5364 160 P4 2,57,7 35,9 22,2 6611 170 P4 2,81 44,5 38,5 24,6 7972 1 P5 2,34 42,2 33,4 21,8 5384 160 P5 2,58 47,6 35,9 24,4 6639 170 P5 2,82 52,5 38,5 27,1 8009
15 ANEXO III ELEMENTOS DE CÁLCULO (5) TIPO DE PAVIMENTO CORTE TRANSVERSAL ESPESSURA mm TOTAL ACIMA DO BLOCO PESO PRÓPRIO kn/m 2 MRd ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS VRd kn/m DE UTILIZAÇÃO Mfctk EI knm 2 /m 2P2/2P5-Cx15-18/20 180 P2 2,53 29,8 35,8 17,1 8191 190 P2 2,77 32,0 38,0 18,8 9867 200 P2 3,01 34,2,2 20,4 11644 180 P3 2,54 36,0 35,8 19,1 8216 1 0 620 180 190 200 190 P3 2,78 38,8 38,0 21,0 9898 200 P3 3,02 41,6,2 22,9 11683 180 P4 2,54 42,7 35,8 24,2 8275 190 P4 2,78 45,8 38,0 26,6 9967 200 P4 3,02 48,9,2 28,9 11760 180 P5 2,55,7 35,8 26,6 8312 190 P5 2,79 55,5 38,0 29,2 10015 200 P5 3,03 59,5,2 31,8 11821 2P2/2P5-C32x15-18/20 180 P2 2,73 33,8 41,1 19,2 8909 190 P2 2,97 36,4 43,6 21,1 10715 200 P2 3,21 38,9 46,2 23,0 12643 180 P3 2,74,8 41,1 21,5 8934 1 5 180 190 200 190 P3 2,98 44,0 43,6 23,6 10748 200 P3 3,22 47,2 46,2 25,8 12684 180 P4 2,74 48,1 41,1 27,2 8998 190 P4 2,98 51,8 43,6 29,9 10822 200 P4 3,22 55,4 46,2 32,6 12768 180 P5 2,76 56,0 41,1 29,8 9038 190 P5 3,00 61,9 43,6 32,8 10873 200 P5 3,24 66,8 46,2 35,8 12831 2P2/2P5-Cx20-23/25 2 P2 3,16,8 46,9 25,5 16354 2 P2 3, 43,0 49,2 27,5 19199 2 P2 3,64 45,2 51,4 29,3 22139 2 P3 3,17 49,9 46,9 28,6 165 200 0 620 2 2 2 2 P3 3,41 52,6 49,2,7 19261 2 P3 3,65 55,4 51,4 32,8 22212 2 P4 3,17 58,5 46,9 36,1 16498 2 P4 3,41 61,5 49,2 38,8 19366 2 P4 3,65 64,6 51,4 41,4 223 2 P5 3,18 71,5 46,9 39,7 16577 2 P5 3,42 75,7 49,2 42,7 19463 2 P5 3,66 79,6 51,4 45,5 22443
16 ANEXO III ELEMENTOS DE CÁLCULO (6) TIPO DE PAVIMENTO CORTE TRANSVERSAL ESPESSURA mm TOTAL ACIMA DO BLOCO PESO PRÓPRIO kn/m 2 MRd ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS VRd kn/m DE UTILIZAÇÃO Mfctk EI knm 2 /m 2P2/2P5-C32x20-23/25 2 P2 3,35 46,6 53,9 28,7 17836 200 5 2 2 2 2 P2 3,59 49,1 56,5 31,0 20876 2 P2 3,83 51,6 59,0 33,0 243 2 P3 3,36 56,8 53,9 32,2 17891 2 P3 3,60 59,9 56,5 34,7 20942 2 P3 3,84 63,1 59,0 37,0 24121 2 P4 3,37 66,4 53,9,6 17992 2 P4 3,61 69,9 56,5 43,8 21057 2 P4 3,85 73,5 59,0 46,7 24248 2 P5 3,38 79,7 53,9 44,7 18077 2 P5 3,62 85,8 56,5 48,1 21159 2 P5 3,86 90,3 59,0 51,4 24369 2P2/2P5-Cx24-27/ P2 3,60 49,7 55,9 32,7 25693 60 2 0 620 280 290 0 280 P2 3,84 51,8 58,1 34,7 29719 290 P2 4,08 54,0 60,3 36,6 33829 0 60 P2 4,32 56,3 62,6 38,5 38059 P3 3,61 61,0 55,9 36,6 25772 280 P3 3,85 63,6 58,1 38,9 29812 290 P3 4,09 66,4 60,3 41,0 33936 0 60 P3 4,33 69,2 62,6 43,1 38181 P4 3,61 71,1 55,9 46,2 25896 280 P4 3,85 74,1 58,1 49,1 29951 290 P4 4,09 77,2 60,3 51,8 390 0 60 P4 4,33 80,3 62,6 54,4 38349 P5 3,63 87,7 55,9,8 26019 280 P5 3,87 91,8 58,1 54,0 095 290 P5 4,11 95,7 60,3 57,0 34256 0 60 P5 4,35 99,7 62,6 59,8 38538 2P2/2P5-C32x24-27/ P2 3,86 56,7 64,2 36,8 28094 60 2 5 280 290 0 280 P2 4,10 59,2 66,7 39,2 32369 290 P2 4,34 61,7 69,3 41,4 36771 0 60 P2 4,58 64,3 71,8 43,5 41331 P3 3,87 69,6 64,2 41,3 28179 280 P3 4,11 72,6 66,7 43,9 32469 290 P3 4,35 75,8 69,3 46,4 36886 0 60 P3 4,59 78,9 71,8 48,8 41461 P4 3,87 80,9 64,2 52,1 28316 280 P4 4,11 84,4 66,7 55,4 32621 290 P4 4,35 88,0 69,3 58,5 37054 0 60 P4 4,59 91,6 71,8 61,5 41644 P5 3,89 98,9 64,2 57,3 28448 280 P5 4,13 104,3 66,7 61,0 32776 290 P5 4,37 108,8 69,3 64,4 37232 0 60 P5 4,61 113,3 71,8 67,7 41845
17 ANEXO III ELEMENTOS DE CÁLCULO (7) TIPO DE PAVIMENTO CORTE TRANSVERSAL ESPESSURA mm TOTAL ACIMA DO BLOCO PESO PRÓPRIO kn/m 2 MRd ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS VRd kn/m DE UTILIZAÇÃO Mfctk EI knm 2 /m 2P2/2P5-C32x29-32/35 P2 4,46 69,5 77,0 47,3 45495 60 290 5 3 3 3 3 P2 4,70 71,9 79,5 49,8 51625 3 P2 4,94 74,4 82,1 52,2 57881 3 60 P2 5,18 77,0 84,7 54,4 64296 P3 4,47 85,5 77,0 53,0 45629 3 P3 4,71 88,5 79,5 55,8 51777 3 P3 4,95 91,6 82,1 58,4 58052 3 60 P3 5,19 94,8 84,7 60,9 64486 P4 4,47 99,0 77,0 66,8 45815 3 P4 4,71 102,5 79,5 70,4 51982 3 P4 4,95 106,0 82,1 73,7 58275 3 60 P4 5,19 109,6 84,7 76,8 64728 P5 4,49 122,2 77,0 73,5 46022 3 P5 4,73 127,4 79,5 77,5 52218 3 P5 4,97 131,9 82,1 81,1 58541 3 60 P5 5,21 136,4 84,7 84,5 623 3P3/3P5-Cx20-23/25 2 P3 3,54 62,5 61,7 35,2 19119 200 0 7 2 2 2 2 P3 3,78 66,0 64,7 37,9 22358 2 P3 4,02 69,5 67,6,5 25745 2 P4 3,55 72,9 61,7 44,4 19226 2 P4 3,79 77,0 64,7 47,9 22480 2 P4 4,03 80,9 67,6 51,2 25880 2 P5 3,56 86,2 61,7 48,8 19314 2 P5 3,80 93,3 64,7 52,6 22585 2 P5 4,04 99,1 67,6 56,3 26004 3P3/3P5-C32x20-23/25 2 P3 3,74 69,4 69,3 38,8 20581 200 6 2 2 2 2 P3 3,98 73,4 72,6 41,9 23979 2 P3 4,22 77,3 75,9 44,8 27556 2 P4 3,75 80,2 69,3 49,0 20697 2 P4 3,99 85,5 72,6 52,9 24110 2 P4 4,23 90,0 75,9 56,6 27701 2 P5 3,77 94,4 69,3 53,9 20790 2 P5 4,01 102,1 72,6 58,1 24221 2 P5 4,25 109,1 75,9 62,2 27831 3P3/3P5-C22x20-23/25 2 P3 4,15 79,9 81,9 44,7 22928 200 220 5 2 2 2 2 P3 4,39 85,3 85,9 48,2 26545 2 P3 4,63 90,0 89,8 51,6 388 2 P4 4,16 91,7 81,9 56,5 258 2 P4 4, 98,4 85,9 60,9 26690 2 P4 4,64 104,5 89,8 65,2 549 2 P5 4,18 107,6 81,9 62,0 23159 2 P5 4,42 116,2 85,9 66,9 26810 2 P5 4,66 124,3 89,8 71,7 688
18 ANEXO III ELEMENTOS DE CÁLCULO (8) TIPO DE PAVIMENTO CORTE TRANSVERSAL ESPESSURA mm TOTAL ACIMA DO BLOCO PESO PRÓPRIO kn/m 2 MRd ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS VRd kn/m DE UTILIZAÇÃO Mfctk EI knm 2 /m 3P3/3P5-Cx24-27/ P3 4,06 76,7 73,1 45,2 142 280 P3 4, 80,1 76,0 48,1 34674 290 P3 4,54 83,6 78,9,9 39360 60 2 0 7 280 290 0 0 60 P3 4,78 87,1 81,8 53,5 44226 P4 4,07 89,0 73,1 57,0 286 280 P4 4,31 93,1 76,0 60,7 34835 290 P4 4,55 97,0 78,9 64,2 39537 0 60 P4 4,79 101,0 81,8 67,5 44420 P5 4,08 107,3 73,1 62,7 425 280 P5 4,32 114,5 76,0 66,8 34997 290 P5 4,56 119,7 78,9 70,6 39722 0 60 P5 4,80 124,7 81,8 74,3 44629 3P3/3P5-C32x24-27/ P3 4,33 85,3 82,1 49,9 32539 280 P3 4,57 89,3 85,3 53,2 37272 290 P3 4,81 93,2 88,6 56,3 42198 60 2 6 280 290 0 0 60 P3 5,05 97,2 91,9 59,3 47341 P4 4,34 98,8 82,1 63,0 32697 280 P4 4,58 103,6 85,3 67,1 37446 290 P4 4,82 108,1 88,6 71,0 42389 0 60 P4 5,06 112,5 91,9 74,8 47549 P5 4,35 117,8 82,1 69,3 32844 280 P5 4,59 126,0 85,3 73,9 37617 290 P5 4,83 132,9 88,6 78,2 42585 0 60 P5 5,07 138,6 91,9 82,3 47770 3P3/3P5-C22x24-27/ P3 4,81 99,2 97,0 57,7 36417 280 P3 5,05 104,2 100,8 61,5 41421 290 P3 5,29 108,8 104,7 65,1 46679 60 2 220 5 280 290 0 0 60 P3 5,53 113,5 108,6 68,6 52211 P4 4,82 114,0 97,0 72,8 36595 280 P4 5,06 120,5 100,8 77,5 41616 290 P4 5, 125,9 104,7 82,1 46892 0 60 P4 5,54 131,2 108,6 86,5 52442 P5 4,84 135,1 97,0 80,1 36758 280 P5 5,08 143,9 100,8 85,3 41804 290 P5 5,32 152,3 104,7 90,3 47105 0 60 P5 5,56 160,2 108,6 95,2 52680
19 ANEXO III ELEMENTOS DE CÁLCULO (9) TIPO DE PAVIMENTO CORTE TRANSVERSAL ESPESSURA mm TOTAL ACIMA DO BLOCO PESO PRÓPRIO kn/m 2 MRd ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS VRd kn/m DE UTILIZAÇÃO Mfctk EI knm 2 /m 3P3/3P5-C32x29-32/35 P3 5,03 105,2 97,9 64,4 52900 3 P3 5,27 109,2 101,1 67,8 59617 3 P3 5,51 113,0 104,4 71,1 66546 60 290 6 3 3 3 3 60 P3 5,75 116,9 107,6 74,2 73711 P4 5,04 121,4 97,9 81,2 53117 3 P4 5,28 126,3 101,1 85,5 59854 3 P4 5,52 1,6 104,4 89,6 66802 3 60 P4 5,76 135,1 107,6 93,6 73988 P5 5,06 147,7 97,9 89,3 53351 3 P5 5, 155,6 101,1 94,1 60118 3 P5 5,54 161,7 104,4 98,6 67098 3 60 P5 5,78 167,4 107,6 103,0 74316
20 ANEXO IV ELEMENTOS DE MEDIÇÃO (1) TIPO ESPESSURA DA LAJE mm S m QUANTIDADES POR M 2 BLOCOS un BETÃO l ARMADURA DE DISTRIBUIÇÃO mm 2 /m A235 A0 A0 1,6 P1 99 58 47 160 1,96 7,84,6 P2 132 78 62 P1/P5-Cx12-15/17 170 60,6 P3 165 97 78 P4 188 110 88 P5 2 141 113 1 42,5 P1 118 69 55 160 2,33 9, 52,5 P2 157 92 74 P1/P5-C32x12-15/17 170 62,5 P3 196 115 92 P4 223 131 105 P5 284 167 134 180 49,0 P1 99 58 47 190 1,96 7,84 59,0 P2 132 78 62 P1/P5-Cx15-18/20 200 69,0 P3 165 97 78 P4 188 110 88 P5 2 141 113 180 52,5 P1 118 69 55 190 2,33 9, 62,5 P2 157 92 74 P1/P5-C32x15-18/20 200 72,5 P3 196 115 92 P4 223 131 105 P5 284 167 134 2 62,0 P1 99 58 47 2 1,96 7,84 72,0 P2 132 78 62 P1/P5-Cx20-23/25 2 82,0 P3 165 97 78 P4 188 110 88 P5 2 141 113 2 68,0 P1 118 69 55 2 2,33 9, 78,0 P2 157 92 74 P1/P5-C32x20-23/25 2 88,0 P3 196 115 92 P4 223 131 105 P5 284 167 134 72,5 P1 99 58 47 P1/P5-Cx24-27/ 280 82,5 P2 132 78 62 1,96 7,84 290 92,5 P3 165 97 78 0 102,5 P4 188 110 88 P5 2 141 113
21 ANEXO IV ELEMENTOS DE MEDIÇÃO (2) TIPO ESPESSURA DA LAJE mm S m QUANTIDADES POR M 2 BLOCOS un BETÃO l ARMADURA DE DISTRIBUIÇÃO mm 2 /m A235 A0 A0 80,4 P1 118 69 55 P1/P5-C32x24-27/ 280 90,4 P2 157 92 74 2,33 9, 290 100,4 P3 196 115 92 0 110,4 P4 223 131 105 P5 284 167 134 96,0 P1 118 69 55 P1/P5-C32x29-32/35 3 106,0 P2 157 92 74 2,33 9, 3 116,0 P3 196 115 92 3 126,0 P4 223 131 105 P5 284 167 134 1 47,8 P2 217 128 102 2P2/2P5-Cx12-15/17 160 3,23 6,45 57,8 P3 272 160 128 170 67,8 P4 9 182 145 P5 394 231 185 1,5 P2 2 147 117 2P2/2P5-C32x12-15/17 160 3,70 7,41 60,5 P3 312 183 147 170 70,5 P4 355 208 167 P5 452 266 213 180 60,1 P2 217 128 102 2P2/2P5-Cx15-18/20 190 3,23 6,45 70,1 P3 272 160 128 200 80,1 P4 9 182 145 P5 394 231 185 180 64,5 P2 2 147 117 2P2/2P5-C32x15-18/20 190 3,70 7,41 74,5 P3 312 183 147 200 84,5 P4 355 208 167 P5 452 266 213 2 79,7 P2 217 128 102 2P2/2P5-Cx20-23/25 2 3,23 6,45 89,7 P3 272 160 128 2 99,7 P4 9 182 145 P5 394 231 185 2 87,0 P2 2 147 117 2P2/2P5-C32x20-23/25 2 3,70 7,41 97,0 P3 312 183 147 2 107,0 P4 355 208 167 P5 452 266 213
22 ANEXO IV ELEMENTOS DE MEDIÇÃO (3) TIPO ESPESSURA DA LAJE mm S m QUANTIDADES POR M 2 BLOCOS un BETÃO l ARMADURA DE DISTRIBUIÇÃO mm 2 /m A235 A0 A0 95,4 P2 217 128 102 2P2/2P5-Cx24-27/ 280 105,4 P3 272 160 128 3,23 6,45 290 115,4 P4 9 182 145 0 125,4 P5 394 231 185 105,1 P2 2 147 117 2P2/2P5-C32x24-27/ 280 115,1 P3 312 183 147 3,70 7,41 290 125,1 P4 355 208 167 0 135,1 P5 452 266 213 127,7 P2 2 147 117 2P2/2P5-C32x29-32/35 3 137,7 P3 312 183 147 3,70 7,41 3 147,7 P4 355 208 167 3 157,7 P5 452 266 213 3P3/3P5-Cx20-23/25 3P3/3P5-C32x20-23/25 3P3/3P5-C22x20-23/25 2 92,0 P3 346 203 163 2 4,11 5,48 102,0 P4 394 231 185 2 112,0 P5 2 295 236 2 99,6 P3 389 228 183 2 4,62 6,15 109,6 P4 442 260 208 2 119,6 P5 564 331 265 2 112,3 P3 459 216 2 5,45 7,27 122,3 P4 523 7 246 2 132,3 P5 666 391 313 111,4 P3 346 203 163 3P3/3P5-Cx24-27/ 280 121,4 P4 394 231 185 4,11 5,48 290 131,4 P5 2 295 236 0 141,4 121,4 P3 389 228 183 3P3/3P5-C32x24-27/ 280 131,4 P4 442 260 208 4,62 6,15 290 141,4 P5 564 331 265 0 151,4 138,0 P3 459 216 3P3/3P5-C22x24-27/ 280 148,0 P4 523 7 246 5,45 7,27 290 158,0 P5 666 391 313 0 168,0 148,6 P3 389 228 183 3P3/3P5-C32x29-32/35 3 158,6 P4 442 260 208 4,62 6,15 3 168,6 P5 564 331 265 3 178,6
Descritores: Pavimento prefabricado aligeirado / Pavimento com vigotas / Pavimento de betão / Betão pré-esforçado / Pavimento de edifício / / Documento de aplicação Descriptors: Precast floor / Beam floor / Concrete floor / Prestress concrete / Building floor / Application document
Divisão de Divulgação Científica e Técnica