E.M.E.F. PADRE EUGÊNIO TYCK LOCALIDADE: Estreito RESPONSÁVEIS TÉCNICOS: Sarah Thae Silveira Lieberknecht e Ricardo Moço Batista RELATÓRIO DE VISTORIA NOVEMBRO DE 2014
Conforme vistoria realizada no dia 04 de novembro de 2014, na E.M.E.F. Padre Eugênio Tyck, foi verificado rachaduras no encontro das paredes da sala n 5 em dois pontos pelos lados interno e externo, na parede da porta de acesso da secretaria e em dois pontos do refeitório pelos lados interno e externo. Também foi verificado o deslocamento do forro da sala n 4, sala n 5, sala/biblioteca, no alçapão do banheiro masculino, na circulação de acesso da secretaria e na despensa. Seguem as fotos tiradas no local no momento da vistoria com as patologias existentes. RELATÓRIO FOTOGRÁFICO Foto 01 e Foto 02- Rachaduras no encontro das paredes internas na sala n 05.
Foto 03- Deslocamento do forro em toda lateral da sala n 05. Foto 04- Deslocamento do forro na lateral da sala n 04.
Foto 05 e Foto 06- Rachaduras na parede externa da sala n 05 (circulação). Foto 07- Rachaduras na parede externa da sala n 05 (jardim).
Foto 08- Rachadura na parede da secretaria e Foto 09- falta de acabamento do forro de PVC. Foto 10- Deslocamento do forro na lateral da sala/biblioteca.
Foto 11- Falta do alçapão de PVC no banheiro masculino. Foto 12- Rachadura na parede externa do refeitório (alpendre).
Foto 13- Rachadura na parede interna do refeitório. Foto 14- Rachadura na parede interna do refeitório.
Foto 15- Deslocamento do forro na lateral da despensa. A provável causa das rachaduras é o recalque da fundação, proveniente da má execução. No caso das rachaduras nos encontros das paredes de alvenaria, uma das soluções possíveis para estabilizar a edificação, seria a utilização de telas metálicas galvanizadas para alvenarias eletrossoldadas. A rachadura deve ser preenchida com revestimento semi-flexível, impermeabilizante e protetor, bicomponente, à base de cimento, areias selecionadas e resina acrílica para uso em alvenaria com excelente aderência e impermeabilidade. A malha da tela deve ter dimensão mínima de 25mm x 25mm e diâmetro mínimo de 1,65mm, sendo necessária a remoção do revestimento existente (reboco) no local da colocação da tela, com margem de aproximadamente 50 centímetros da rachadura para ambos os lados. Devem ser aplicadas de maneira centralizada, buscando uma colocação uniforme. Recomenda-se a fixação com a utilização de pinos, o que garantirá uma fixação segura, bem como o espaçamento ideal para os lançamentos do revestimento de argamassa. Para melhor eficiência das telas, é recomendado utilizar parafusos com cabeça de borracha, colocados na horizontal com espaçamento de três alturas: alta, média e baixa. Também deverá ser feito um grampeamento com ferro 10mm a cada 45 centímetros (Conforme figuras 01 e 02). Após a colocação da tela, a parede deve ser nivelada com argamassa e pintada.
Figura 01- Detalhe da colocação da malha e reforço estrutural planta baixa. Figura 02- Detalhe da colocação da malha e reforço estrutural vistas.
Considerando que as fissuras têm o papel de juntas, concentram as movimentações da parede. Sendo assim, boa parte das técnicas recomendadas para a recuperação requer uso de telas ou matérias deformáveis. Nos casos de deslocamento dos forros de PVC e da tampa do alçapão, os mesmos devem ser devidamente recolocados, assim como eventuais danos da cobertura devem ser reparados. Conforme a vistoria realizada, informo que as patologias identificadas necessitam manutenção e reparos. Evitando o comprometimento da segurança dos alunos, professores e cidadãos que frequentam a escola. Ricardo Moço Batista Eng. Civil CREA RS195404 SMCP / SJN Sarah Thae Silveira Lieberknecht Arquiteta e Urbanista CAU A71911-0 SMCP / SJN