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Transcrição:

SE LIGA NESSA HISTÓRIA Prof. Walter www.seliganessahistoria.com.br IDADE CONTEMPORÂNEA EXERCÍCIO (EMC001) Morada dos Reis (ENEM/2009) O que se entende por Corte do antigo regime é, em primeiro lugar, a casa de habitação dos reis de França, de suas famílias, de todas as pessoas que, de perto ou de longe, dela fazem parte. As despesas da Corte, da imensa casa dos reis, são consignadas no registro das despesas do reino da França sob a rubrica significativa de Casas Reais. ELIAS, N. A sociedade de corte. Lisboa: Estampa, 1987. Algumas casas de habitação dos reis tiveram grande efetividade política e terminaram por se transformar em patrimônio artístico e cultural, cujo exemplo é: a) o palácio de Versalhes. b) o Museu Britânico. c) a catedral de Colônia. d) a Casa Branca. e) a pirâmide do faraó Quéops.

EXERCÍCIO (EMC002) Peso no Peito (UFG) Analise a gravura a seguir. Disponível em: cache02.stormap.sapo.pt/fotostore02/fotos/b4/b6/8a/1811516_g5szw.jpeg. Acesso: em 10 mar. 2009. Essa caricatura é obra de um artista francês anônimo, produzida no século XVIII, tematizando o contexto da Revolução Francesa. Nessa cena, a composição das personagens e de outros símbolos evoca a: a) posição privilegiada do Exército na Era Napoleônica, representada pelo soldado posicionado em cima da pedra. b) superioridade do Primeiro Estado em relação ao Segundo, expressa pela posição ocupada pelas personagens na gravura. c) promessa da Primeira República em punir a desigualdade entre os Estados, simbolizada pela vestimenta das personagens. d) permanência, após a Revolução, dos privilégios do clero e da nobreza, retratados nos dois sujeitos que se encontram sobre a pedra. e) pressão sobre o Terceiro Estado para o pagamento de mais impostos, traduzida pelo homem que se encontra esmagado pela pedra.

EXERCÍCIO (EMC003) Diversos Grupos Envolvidos (Cesgranrio) A Revolução Francesa insere-se em um conjunto de profundas transformações históricas ocorridas na sociedade europeia da segunda metade do século XVIII. As etapas do processo revolucionário, entre 1789 e 1799, expressaram os conflitos sociais e os diferentes projetos políticos dos diversos grupos envolvidos na Revolução. Assinale a opção que relaciona corretamente a atuação de um desses grupos com uma etapa do processo revolucionário. a) A reação armada do clero monarquista (refratário) contra os revolucionários determinou a instituição da Constituição Civil do Clero, em 1790, que garantiu o pagamento de indenizações e a devolução de suas propriedades confiscadas no início da Revolução. b) A manutenção prolongada do Período do Terror, instituído pelos monarquistas, determinou a derrota dos segmentos revolucionários liderados pelos "sans-coulottes" frente ao Golpe do 18 Brumário, em 1799, que elevou Napoleão Bonaparte à direção do Comitê de Salvação Pública. c) A burguesia liberal definiu seu modelo de Estado com a promulgação da Primeira Constituição da França, em 1791, durante a Assembleia Nacional, que instituiu uma monarquia constitucional baseada no sufrágio censitário e na divisão dos poderes do Estado em executivo, legislativo e judiciário. d) Os jacobinos extremistas, formados pela nobreza parisiense e provincial, retornaram ao poder com a Convenção Termidoriana, entre 1794 e 1795, anulando diversas conquistas revolucionárias, tais como a Lei do Preço Máximo e a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. e) Os camponeses, representados pelo Partido Girondino, formavam uma poderosa facção, cujo apoio popular permitiu que controlassem politicamente a Revolução durante a fase da Convenção Montanhesa, entre 1793 e 1794, na qual aboliram os privilégios feudais e a escravidão nos territórios coloniais franceses.

EXERCÍCIO (EMC004) Problemas na França Antes de 1789, inúmeros problemas devastavam a França, o que levou à grande revolução de 14 de Julho. Assinale a alternativa que contém os fatores que propiciaram o surgimento da Revolução. a) O decreto do Bloqueio Continental por Napoleão Bonaparte, o que levou praticamente toda Europa a uma guerra. Esta, fazendo milhares de vítimas entre os franceses, trouxe um colapso à economia (pela diminuição da mão de obra), o que levou o país à Revolução de 14 de Julho. b) A coroação de Luís XIV como rei sol. Monarca vaidoso construiu o palácio de Versalhes solapando as finanças francesas, o que levou o país a imensos déficits. Descontentes com a situação, filósofos iluministas pregavam a substituição da monarquia por uma república e a luta entre monarquistas e republicanos levou ao início da revolução. c) A França estava devastada pelas guerras de religião, havendo perseguições e assassinatos de huguenotes pelos católicos. Buscando a paz social, o rei Luís XIV estabeleceu o Édito de Nantes, trazendo a liberdade religiosa. Descontentes com a medida real, os católicos aprisionaram o rei, o que deu início à revolução. d) O surgimento da Revolução Industrial na França, o que levou milhares de camponeses às cidades, em busca de melhores condições de vida. Não encontrando trabalho, vivendo nas ruas e lançados a miséria, grande parte da população de Paris invadiu a Bastilha, buscando um teto para se abrigar do rigoroso inverno francês. O rei reagiu expulsando os invasores, o que deu início à Revolução. e) O enorme déficit causado por altos gastos com a Corte e o pagamento de dívidas aliado às baixas receitas, recaindo todo o ônus dos impostos sobre o Terceiro Estado. Além disso, o ideário iluminista adotado pela burguesia fez com que esta se dispusesse a lutar por uma igualdade jurídica.

EXERCÍCIO (EMC005) Dois Conceitos de Liberdade (UFPR) O Jacobinismo transpôs a linha diante da qual hesitavam os constituintes. *...+ Colocouse no lugar de uma liberdade negativa que não atribui ao homem qualquer objetivo, uma liberdade dependente da ação virtuosa. Colocou-se no lugar da livre associação dos indivíduos independentes, anteriormente a qualquer sociedade, uma cadeia social que em toda parte e sempre manifestava sua preeminência sobre as individualidades. Em lugar da liberdade dos modernos, colocou-se a liberdade militante e mobilizada dos antigos. Nesse ponto naufragou o individualismo dos direitos do homem. É preciso reconhecer a coerência dos Jacobinos. Embora tenham continuado a evocar a liberdade em fórmulas paradoxais e exaltadas (o despotismo da liberdade ) não camuflaram o reino do extraordinário. Opuseram a liberdade da Constituição à liberdade da Revolução: A Constituição, disse Saint-Just, é o reino da liberdade vitoriosa e pacífica. A Revolução consiste na guerra da liberdade contra os seus inimigos. (OZOUF, Mona. Liberdade. In: OZOUF, M. & FURET, François. Dicionário crítico da Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989, p. 784 785.) Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, é correto afirmar que estiveram em jogo no episódio da Revolução Francesa dois conceitos de liberdade: a) aquele que se fundava no direito natural e se opunha à ordem aristocrática do Antigo Regime e aquele que se fundava na ideia de um contrato social que, por meio da vontade geral, regularia o estado civil. b) o dos antigos, que definia liberdade como ausência de coerção, e o dos modernos, que a definia como vontade positiva; o segundo postulava uma representação objetiva da felicidade humana, e o primeiro não contemplava qualquer representação de tal felicidade. c) um deles de concepção aristotélica, que subordinava os objetivos morais à liberdade, e o outro que submetia a vida humana à finalidade virtuosa e justificava, por antecipação, as restrições impostas à liberdade. d) as liberdades no plural franquias e privilégios dos modernos em oposição à liberdade absoluta, isto é, a garantia da liberdade individual vigente no Antigo Regime em oposição ao aniquilamento dessas liberdades em favor do bem-estar coletivo preconizado pelos revolucionários. e) a liberdade francesa, que se define pela supressão da necessidade de igualdade, e a liberdade inglesa, fundada na ideia de que os indivíduos apresentam uma mesma solução se confrontados com os termos de um mesmo problema político.

EXERCÍCIO (EMC006) Revolução Ecumênica (PUC-SP) "(...) a revolução que não se radicaliza morre melancolicamente, como a burguesa. A rigor, uma só revolução existe, a que se deflagrou em 1789: enquanto viveu, ela quis expandirse, e, assim, a República Francesa se considerou e tentou universal - até o momento em que a pretensão de libertar o mundo se converteu na de anexá-lo, em que os ideais republicanos se reduziram ao imperialismo bonapartista." (Ribeiro, Renato Janine. A ÚLTIMA RAZÃO DOS REIS. São Paulo, Cia. das Letras, 1993.) O motivo pelo qual o conjunto de mudanças políticas que resultou na implantação do regime republicano na França, no século XVIII, pode, genericamente, ser classificado como uma revolução burguesa, é o fato de que nesse processo: a) a estrutura social francesa viu-se reduzida a uma polarização entre o bloco de apoio ao antigo regime - no qual se encontravam a aristocracia, os camponeses e os trabalhadores urbanos - de um lado, e o bloco de apoio à república operário-burguesa, de outro. b) a burguesia conseguiu a adesão ideológica da aristocracia, especialmente no que respeita à "abertura das carreiras públicas aos talentos individuais", o que possibilitou a ascensão de seus representantes ao poder do Estado. c) o comando da burguesia desde o início se revelou como irrefutável, uma vez que ela colocou a serviço de seus objetivos revolucionários os mais variados setores da população, - liderando assim uma restauração do Antigo Regime. d) as vanguardas operário-camponesas colocaram-se ao lado da burguesia, pois tinham claro que suas reivindicações somente alcançariam um patamar de consequência numa sociedade em que as relações burguesas de produção já estivessem desenvolvidas. e) os resultados políticos das sucessivas convulsões sociais geradas nos quadros da crise do estado monárquico francês foram, ao final, capitalizados pela burguesia, que pôde assim dar início à viabilização de seus interesses políticos e econômicos.