Fotogrametria: fundamentos e processos.

Documentos relacionados
FOTOGRAMETRIA: FUNDAMENTOS E PROCESSOS. LEB 450 Topografia e Geoprocessamento II Prof. Carlos A. Vettorazzi

O que é Fotogrametria?

Fotogrametria. Laboratório de Topografia e Cartografia - CTUFES

FOTOGRAMETRIA E FOTOINTERPRETAÇÃO

Compreendendo os efeitos da projeção nas imagens aéreas. Fotogrametria e Fotointerpretação Prof. Dr. Raoni W. D. Bosquilia

Restituição / Pontos de Apoio. Fotogrametria e Fotointerpretação Prof. Dr. Raoni W. D. Bosquilia

Projeto Fotogramétrico. Fotogrametria e Fotointerpretação Prof. Dr. Raoni W. D. Bosquilia

PLANO DE ENSINO ANO 2016

Câmeras Fotogramétricas. Fotogrametria e Fotointerpretação Prof. Dr. Raoni W. D. Bosquilia

História da fotogrametria. Fotogrametria aérea / terrestre. História da fotogrametria. Câmaras métricas Fotogrametria

Disciplina: Aerofotogrametria e Tratamento de imagem

Objectivo. História da fotogrametria. História da fotogrametria. Fotogrametria aérea / terrestre. História da fotogrametria.

Conceitos e Classificação da Fotogrametria. Fotogrametria e Fotointerpretação Prof. Dr. Raoni W. D. Bosquilia

FOTOGRAMETRIA. Engenharia de Faixa de Dutos Terrestres. Implantação de Faixa de Dutos

Topografia Aplicada à Engenharia Civil. Aula 09 Altimetria e Fotogrametria. Laboratório de Cartografia Digital - CTUFES

Paralaxe, Ponto Flutuante e Escala. Fotogrametria e Fotointerpretação Prof. Dr. Raoni W. D. Bosquilia

AQUISIÇÃO DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA

Engenharia de Faixa de Dutos Terrestres

3. TOPOGRAFIA. Definição, Objectivo. Cartas Topográficas. Coordenação do Apoio Horizontal. Medição de Ângulos Medição de Distâncias.

FOTOGRAMETRIA. Universidade do Minho/ Escola de Engenharia/ Departamento de Engenharia Civil/Topografia/Elisabete Freitas 1

Sensoriamento Remoto Aplicado à Geografia. Sensores. Prof. Dr. Reinaldo Paul Pérez Machado Prof. Dr. Fernando Shinji Kawakubo

Disciplina: Aerofotogrametria e Tratamento de imagem

MODELAGEM DE SUPERFÍCIES. Prof. Dr. Cristiano Zerbato

Exercícios. 8) Relacione a tecnologia Laserscanner (perfilamento a Laser) com a aerofotogrametria. Fale sobre suas aplicações.

Programa Analítico de Disciplina ENF310 Fotogrametria e Fotointerpretação

9º Encontro Técnico DER-PR

Fotointerpretação. Fotogrametria e Fotointerpretação Prof. Dr. Raoni W. D. Bosquilia

Fotogrametria Básica - Métodos Fotogramétricos Aproximados

TRIANGULAÇÃO RADIAL. fototriangulação surgiu como solução para diminuir a quantidade de pontos de apoio;

NOTA DE AULA CURVAS DE NÍVEL e REPRESENTAÇÃO DO RELEVO

CARTOGRAFIA CURSINHO TRIU- MARÇO 2016

Projecto de Engª Geográfica

ACH 1056 Fundamento de Cartografia Profª. Mariana Soares Domingues

Planejamento de Uso Integrado da Terra Disciplina de Classificação de Solos

GEOPROCESSAMENTO. Aula 1

Aerofotogrametria no contexto do processo cartográfico. Profa. Ligia F. A. Batista. Cartografia

A representação topográfica na Geografia. Disciplina FLG 141 Introdução à Cartografia Prof a Fernanda Padovesi Fonseca

FOTOGRAMMETRIAMETRIA 21/03/ :57:35 2

ELABORAÇÃO DE MAPA GEOMORFOLÓGICO DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP.

processos de formação e suas inter-relações com o ambiente. As diversas combinações de fatores (clima, relevo,

Módulo 3 Análise de Bacias de Drenagem

Capítulo 3 Morfologia de uma bacia de drenagem. Introdução a Hidrologia de Florestas

UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Laboratório de Topografia de UNICAP - LABTOP Topografia 2. Fotogrametria. Parte 2

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL

Projecto de Engª Geográfica

Trabalho Prático 01 EMENTA PROJETO FOTOGRAMÉTRICO ORIENTAÇÕES PARA A EXECUÇÃO DO TRABALHO PRÁTICO

Projeto Geométrico de Rodovias. Escolha do Traçado

INSTITUTO FEDERAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SC CAMPUS FLORIANÓPOLIS DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL CURSO TÉCNICO DE AGRIMENSURA

Fotogrametria II. Restituidores Analógicos

Sistema de Esgotamento Sanitário

732,50. Titulo 729,80 725, ,32 721,40. Copyright EPUSP-PTR -LTG 2016 LTG/PTR/EPUSP

Carta topográfica: planimetria e altimetria. Profa. Dra. Rúbia Gomes Morato Prof. Dr. Reinaldo Paul Pérez Machado

Aula 2 Desenho Topográfico

INTRODUÇÃO AO SENSORIAMENTO REMOTO

Disciplina: FOTOGRAMETRIA NOS PROJETOS DE OBRAS CIVIS. Código: GEOC0002 Obrigatória : Eletiva : Sim Período : 8º Carga Horária : 60 HORAS

Projeto Geométrico de Rodovias. Estudo de Traçado

Bacia Hidrográfica divisores de água rede de drenagem seção de controle.

ACH 1056 Fundamento de Cartografia Profª. Mariana Soares Domingues

SENSORIAMENTO REMOTO. Tipos de Fotografias Aéreas. Geometria de Fotografias Aéreas. Sensores Aerofotográficos PARTE II

Mapas - Papel. Mapas - Papel. Coleta de informações sobre a distribuição geográfica.

FOLHAS PARA AS AULAS PRÁTICAS 2017/2018 DE TOPOGRAFIA ANO LETIVO DOCENTES: ANA PAULA FALCÃO ALEXANDRE GONÇALVES

Definição de sensoriamento remoto. Professor: Enoque Pereira da Silva

Modelagem Numérica do Terreno. Prof. Maria Isabel C. de Freitas Adaptado de INPE - DPI

Fotogrametria. João Matos Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura

PRINCÍPIOS DE CARTOGRAFÍA BÁSICA

O TRAÇADO DE UMA ESTRADA

BACIA HIDROGRÁFICA. Nomenclatura. Divisor de água da bacia. Talweg (talvegue) Lugar geométrico dos pontos de mínimas cotas das seções transversais

O TRAÇADO DE UMA ESTRADA

PRODUÇÃO CARTOGRÁFICA UD 4 ATUALIZAÇÃO

ϕ =Ângulo paralático d= profundidade Oe O intervalo médio para visão de profundidade varia de 25 cm a 600 metros;

Saneamento Urbano I TH052

Mapeamento Temático. Fotogrametria e Fotointerpretação Prof. Dr. Raoni W. D. Bosquilia

REPRESENTAÇÃO DO RELEVO

Geoprocessamento Introdução parte 2

GASODUTOS DE TRANSMISSÃO UM ESTUDO DOS DESENHOS DE PLANTA E PERFIL DOS PROJETOS DE CONSTRUÇÃO E MONTAGEM 1. INTRODUÇÃO

SENSORIAMENTO REMOTO NÍVEL TERRESTRE

PROJETO DE ESTRADAS Prof o. f D r D. An A de rson on Ma M nzo zo i

Hidrologia e Recursos Hídricos 2008 / 2009

Tipos de representação cartográfica. Escalas. Profa. Ligia F. A. Batista

CARGA HORÁRIA (horas) VI DISTRIBUIÇÃO DE CARGA HORÁRIA

PRINCÍPIOS DE CARTOGRAFÍA BÁSICA

Lista de exercícios Aluno (a):

Bacias Hidrográficas. Universidade de São Paulo PHA3307 Hidrologia Aplicada. Escola Politécnica. Aula 3

Saneamento Urbano TH419

CARTOGRAFIA - MAPA, CARTA E PLANTA - ELEMENTOS DE REPRESENTAÇÃO. Prof. Luiz Rotta

Modelos Numéricos de Terreno. Disciplina: Geoprocessamento Profª. Agnes Silva de Araujo

ELEMENTOS GEOMÉTRICOS DAS ESTRADAS

CARTOGRAFIA. (do grego chartis = mapa e graphein = escrita) é a ciência que trata da concepção, produção, difusão, utilização e estudo dos mapas.

GEOGRAFIA. Prof. Daniel San.

GEOGRAFIA. Prof. Daniel San.

ANÁLISE VISUAL DE IMAGENS ORBITAIS MULTIESPECTRAIS

Transcrição:

Fotogrametria: fundamentos e processos.

FOTOGRAFIAS AÉREAS Rio Mata Lago Estrada Cana-de-açúcar Área Urbana

FOTOGRAFIAS AÉREAS 1993 2005

Histórico Origem vinculada a fotografia 1839 Invenção da fotografia 1849 - Cel. Aimé Laussedat (fotogrametria no mapeamento topográfico). 1860/70 Fotografias a bordo de balões. 1906 Santos Dumont inventa o avião. 1917/20 I Grande Guerra Mundial.

Histórico 1936/45 II Grande Guerra Mundial. Podemos dividir em dois períodos: 1860-1960 (fotografias aéreas) 1960 - hoje (fotografias e imagens) Desenvolvimento do Sensoriamento Remoto: Matemática; Física; Química Biologia; Ciências da Terra e Computação.

Definição: Sensoriamento Remoto É a ciência ou a arte de se obterem informações sobre um objeto, área ou fenômeno, através de dados coletados por aparelhos denominados sensores, que não entram em contato direto com os alvos em estudo (Crepani, 1983)

Princípios Físicos do SR Aquisição/Armazenamento/Processamento Plataforma Imagens R.E.M. Sensor INPE Comp. Espectral Alvo

FOTOGRAFIAS AÉREAS AQUISIÇÃO DE DADOS 920 km 400 km 3000 m PLATAFORMA AÉREAS - Alta altitude - Baixa altitude 300 m 20 m

FOTOGRAFIAS AÉREAS - SENSOR Suporte da máquina fotográfica - sistema evita choques e vibrações, realiza o ajustamento para compensar a deriva e o desvio do avião enquanto percorre a linha de vôo; - mantém a câmara sempre paralela ao terreno.

FOTOGRAFIAS AÉREAS - SENSOR CÂMARA FILME PANCROMÁTICO magazine plano focal filme rolo filme conexão vácuo guia do filme Haletos de prata (AgCl, AgBr, AgI) Gelatinosa Emulsão distância focal BASE cone Camada Anti-halo lentes obturador Detalhes na Foto filtro diafragma Tamanho dos grânulos Tempo de exposição Menor detalhamento

FOTOGRAFIAS AÉREAS LINHA DE VÔO

FOTOGRAFIAS AÉREAS DERIVA, DESVIO E INCLINAÇÃO Câmara fotográfica Linha de vôo atual Linha de vôo projetada Desvio (Crab): é o efeito da deriva. Deriva (Drift): é o ângulo que o lado Observado na montagem das fotos. a foto faz com a linha de vôo correta centro ótico Eixo ótico da fotografia vertical centro ótico ângulo da inclinaçã Eixo ótico da fotografia inclinada Correção da orientação da câmara Inclinação (Tilt): é a inclinação da câmara no momento da exposição

Objeto (Terreno) FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL GEOMETRIA DE AQUISIÇÃO Negativo H f Câmera aérea Plano Nodal Interior Centro de projeção (Lente) Plano Nodal Redução Exterior f Cópia na Escala do Negativo H Terreno f = distância focal H = altura de vôo Ampliação

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - ESCALA m n Lente o p q f H Escala do Plano de Referência (Nível médio do mar) mn f = MN H S = f/h Escala Média (média das elevações) Sm = f/h-hm M N O O P h h Q Escala Foto - Escala Mapa Esc. Foto Esc. Mapa = Dist. Foto Dist. Mapa Escala Foto - Terreno Dist. Foto S = Dist. Terreno

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - ESCALA Altura de Vôo Relevo H > h H > h S = f H constante

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - RECOBRIMENTO B f b b Plano de Vôo Aerofotogramétrico H Longitudinal 60% f H Lateral 30 % B - Base aérea = percurso do avião

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - RECOBRIMENTO B H f b b Longitudinal 60% f H Qual a importância do recobrimento longitudinal e lateral em fotografias aéreas? Lateral 30 %

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - ESTEREOSCOPIA é a ciência e a arte que permite a visão estereoscópica ( 3 D ) Visão monocular - visão num único plano, fotografia simples; Visão binocular - permite a noção de profundidade no intervalo correspondente a distância interpupilar do observador (+/- 7 cm). A profundidade é dada pela diferença de ângulos com que as imagens são recebidas. FOTOGRAFIAS AÉREAS São obtidas de tal maneira que um mesmo objeto aparece em duas fotografias sucessivas, tiradas em ângulos diferentes. Uma vez feita a fusão das duas,imagens, obtém-se a percepção estereoscópica (3 a dimensão).

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - ESTEREOSCOPIA Fotografia

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - ESTEREOSCOPIA Visão em terceira dimensão

Direção do Vôo FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - MOSAICO Fotoíndice Distribuição dos centros principais, transferidos e pontos auxiliares (mosaico)

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - FOTOGRAMETRIA Distribuição dos centros principais, transferidos e pontos auxiliares Fotografia aérea Marcas Fiduciais Ponto Principal

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - FOTOGRAMETRIA t w t w z w z 221 222 30% 347 Distribuição dos centros principais, transferidos e pontos auxiliares 60% 1 2 1 2 3 2 3 A B A B C B C Linha de vôo 223 A B A B C B C 346 345 17 16 17 16 15 16 15 K L K L M L M Linha de vôo K L K L M L M 468 469 470 38 39 38 39 40 39 40 Y O Y O P O P 1, 2, 3... Posição central da fotografia aérea 1, 2, 3... Posições em determinada cópia fotográfica dos centros principais das fotografias anteriores e posteriores A, B, C... K, L, M,... Pontos comuns entre fotografias, permitem a junção entre fografias de faixas contíguas (recobrimento lateral).

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - FOTOGRAMETRIA Distribuição dos centros principais, transferidos e pontos auxiliares FX. 15-2908 - 19-06-78 1:35.000 t w FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 t w z FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 w z 1 2 1 2 3 2 3 A B A B C B C

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - FOTOGRAMETRIA Distribuição dos centros principais, transferidos e pontos auxiliares FX. 15-2908 - 19-06-78 FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 1:35.000 FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 t t w z 1 1 2 22 3 3 A A B B C

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - FOTOGRAMETRIA RESTITUIÇÃO 1- determinar uma rede de pontos de controle suficientemente densa (pontos facilmente identificados nas fotos e com as posições conhecidas no terreno) 2- estabelecidos os pontos de controle e representados na Folha Base na escala requerida, por meio das coordenadas, transfere-se para a folha base os pormenores fotográficos de importância cartográfica (rios, estradas, pontes...). Dificuldade Direção do Vôo Fotoíndice número de pontos de controle Métodos topográficos custo tempo Método de laboratório (Triangulação Radial) número de pontos de controle (terreno) estabelece-se pontos suplementares de controle

Aerosketchmaster a) b) c) d-e) f) RESTITUIÇÃO a) pontos principais e transferidos (Pontos Radias) ( + número) b) pontos de controle do terreno ( + Letra) c) Pontos Auxiliares ( + número), ser comum no mínimo 3, na área mediana do recobrimento lateral fácil identificação(cruzamentos de estradas, etc...) d) relevo acidentado + pontos (picos e fundos de vales), transferir esses pontos para todas as fotografias na qual aparecem. e) Corta-se papel vegetal, transfere-se todos os pontos, liga-se os pontos - Linhas radiais e Linha axial (molde ou templeto templet ) f) Faz-se a montagem desses moldes sobre a folha base previamente preparada e que conterá os pontos de controle do terreno. Folha base representa área a ser restituída.

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - FOTOGRAMETRIA RESTITUIÇÃO Foto Folha Base

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - FOTOGRAMETRIA RETIFICAÇÃO - Sistema de Posicionamento Global - GPS

RETIFICAÇÃO - Sistema de Posicionamento Global - GPS

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - FOTOGRAMETRIA ELABORAÇÃO DE CARTAS Projetores Balplex Mesa traçadora Manuscrito do mapa Modelo Obtendo uma carta planialtimétrica Pontos de controle no campo - mínimo de 6 para nivelamento - programas de correções Orientação interna - montagem das fotografias - visão estereoscópica Orientação relativa - reprodução do modelo estereoscópico momento da exposição da câmara Orientação absoluta - escolha da escala desejada para o modelo e seu nivelamento em relação a um plano de referência

Pontos de controle

Curvas de nível Altitudes Coordenadas horizontais

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - FOTOGRAMETRIA TOPOGRAFIA DO TERRENO 505 510 515 520 EQÜIDISTÂNCIAS DAS CURVAS DE NÍVEL 5 m 10 m 20 m ESCALAS 565

A IMAGEM AÉREA NA AVALIAÇÃO DO RELEVO DO TERRENO

FOTOGRÁFIA AÉREA Exemplos de utilização das fotografias aéreas

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - FOTOGRAMETRIA ELABORAÇÃO DE CARTAS as fotografias aéreas apesar de proporcionarem uma correta leitura de ângulos, apresentam erros nas leituras de distância devido as mudanças da escala horizontal (distorções das bordas das fotos) Marcheti & Garcia (1978) - Cartas Planimétricas: permite obter a posição horizontal (distância) correta de todas as características naturais e culturais do terreno. - Cartas Planialtimétricas: além de permitir obter a posição correta, nos dá a elevação (nível médio do mar) das características naturais e culturais através de curvas de nível. - Mapas temáticos: uso da terra, estradas, rios, cidades, culturas...

FOTOGRÁFIA AÉREA VERTICAL - FOTOINTERPRETAÇÃO ELABORAÇÃO DE CARTAS Obtendo uma carta temática (uso da terra) 1) Cortar os moldes no tamanho da fotografia aérea (filme de poliester) denominado templeto; 2) Fixar com durex (no bordo superior da fotografia aérea) templeto; 3) Identificar a fotografia aérea em cada templeto (faixa, número da fotografia e marcas fiduciais);

t w t w z w z 221 222 30% 347 60% 223 1 2 1 2 3 2 3 A B A B C B C A B A B C B C 346 345 17 16 17 16 15 16 15 K L K L M L M K L K L M L M 468 469 470 ELABORAÇÃO DE CARTAS Obtendo uma carta temática (uso da terra) Linha de vôo Linha de vôo 38 39 38 39 40 39 40 4) Marcar em cada foto os centros principais e transferidos, e transferir para os templetos; 5) Marcar em cada fotografia os pontos auxiliares transferir as posições para o templeto; Y O Y O P O P

ELABORAÇÃO DE CARTAS Obtendo uma carta temática (uso da terra) FX. 15-2908 - 19-06-78 1:35.000 FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 t w t w z w z 1 2 1 2 3 2 3 A B A B C B C

ELABORAÇÃO DE CARTAS Obtendo uma carta temática (uso da terra) FX. 15-2908 - 19-06-78 FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 1:35.000 FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 t t w z 1 1 2 22 3 3 A A B B C

ELABORAÇÃO DE CARTAS Obtendo uma carta temática (uso da terra) N Fotointerpretação FX. 15-2908 - 19-06-78 FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 1:35.000 FX. 15-2909 - 19-06-78 1:35.000 t w z 11 2 2 3 Área Área A B C

ELABORAÇÃO DE CARTAS Obtendo uma carta temática -SIG - (uso da terra) Registro Pontos de controle

Digitalização na Tela

Opções: Classificação Supervisionada Classificação não Supervisionada

Área 271,6516 ha

PRINCIPAIS RECURSOS VISUAIS DO TERRENO (FOTOINTERPRETAÇÃO) - BACIAS HIDROGRÁFICAS - TOPOGRÁFIA DO TERRENO - HIDROGRÁFIA - COBERTURA VEGETAL - EROSÃO ACELERADA - AÇÃO DO HOMEM - GEOLOGIA E SOLO

BACIAS HIDROGRÁFICAS Rio principal perene Constituindo-se numa bacia de 3 a ou 4 a ordem É composta por bacias de ordens inferiores

Divisores de água Drenagem

TOPOGRÁFIA DO TERRENO

RELEVO - SOL

Carta Clinográfica

HIDROGRÁFIA Hidrografia: conjunto das águas correntes ou estáveis de uma região. É formada pela rede de escoadouros naturais (canais, córregos, ribeirões rios, lagos etc.) A rede de escoadouros (canais temporários ou permanentes), é resultado das condições de clima, geologia e solos.

1 2 3 6 4 5 HIDROGRÁFIA 1 - Dendrítico = pouco efeito dos controles estruturais/topográficos; 2 - Trepliça 3 - Retangular = climas secos forte controles da estrutura geológica relacionadas a direção das falhas; 4 - Anular 5- Circular = áreas de domos (vulcões ); 6 - Paralelo = clima úmido, com expressivo controle estrutural devido as falhas,fissuras. IMPORTÂNCIA NA FOTOPEDOLOGIA

COBERTURA VEGETAL Padrões Fotográficos Cana-de-açúcar Tonalidade Textura Telhado Estrutura Porte Linha de alta tensão Mata

COBERTURA VEGETAL Pomar Padrões Fotográficos Cultura anual Tonalidade Textura Telhado Estrutura Porte

EROSÃO ACELERADA

EROSÃO ACELERADA

EROSÃO ACELERADA

A IMAGEM AÉREA NA AVALIAÇÃO DO RELEVO DO TERRENO HIDROGRÁFIA

EROSÃO LIGAÇÕES DE VERTENTES - Lateralmente Espigão Garupa Esporão

EROSÃO TOPOGRAFIA DO TERRENO VERTENTE DECLIVIDADE CURVAS DE NÍVEL Plana Constante Igualmente espaçados Côncava Convexa Diminui à medida que a encosta desce Aumenta à medida que a encosta desce Próximos no cume e afastados na parte baixa Espaçadas no cume e próximas na parte baixa H 2 O EROSÃO

EROSÃO LIGAÇÕES DE VERTENTES - Pela parte superior Divisor de águas - Pela parte inferior Talvegue (rios)

A IMAGEM AÉREA NA AVALIAÇÃO DO RELEVO DO TERRENO EROSÃO ACELERADA Equação Universal de Perdas de Solo (EUPS) A = R. K. L. S. C. P A= perda média anual de solo por unidade de área, t/ha; R= fator erosividade das chuvas K= fator erodibilidade do solo L= fator comprimento de encosta (CURVAS DE NÍVEL) S= fator grau do declive (CURVAS DE NÍVEL) C= fator uso e manejo P= fator práticas conservacionistas (CURVAS DE NÍVEL) SIG

EROSÃO ACELERADA Fator (R) X Fator (LS) X Fator (K) X Fator (C) X Fator (P) Perda t/ha (Tolerância)

EROSÃO ACELERADA 0 2000 m Mapa de Tolerância de Perdas de Solos, 1995 Níveis Tolerável 1 vez a tolerância 5 vezes a tolerância 10 vezes a tolerância Área ha 648,60 138,00 474,20 240,00 Níveis > 10 vezes a tolerância Área Urbana Represa Área ha 240,00 39,16 5,52

AÇÃO DO HOMEM

GEOLOGIA E SOLO Relevo A B A B Posição das unidades de solos no relevo

GEOLOGIA E SOLO Topossequências A Latossolos Argissolos Gleissolos B Relevo - Suave ondulado A Latossolos Argissolos Cambissolos Neosssolos B Relevo - Ondulado