TEXTOS UNIVERSITÁRIOS DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS ESTUDOS DE DETERMINAÇÃO A OPERAÇÃO DE QUANTIFICAÇAO-QUALIFICAÇAO EM SINTAGMAS NOMINAIS CLARA NUNES CORREIA FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN Fundação para a Ciência e a Tecnologia MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E DO ENSINO SUPERIOR
ÍNDICE GERAL PREFÁCIO 9 NOTA PRÉVIA 11 INTRODUÇÃO 13 1. Objectivos 13 2. Apresentação do conteúdo do trabalho 16 3. Apresentação dos aspectos formais do trabalho 19 4. Abreviaturas e símbolos mais utilizados ao longo do texto 20 1." PARTE Teoria Formal Enunciativa: algumas propostas para um programa de trabalho 1. PRINCÍPIOS TEÓRICOS 23 1.1. Domínio nocional, operação de localização abstracta e operações de determinação 30 1.2. Da noção ao enunciado 33 1.3. A construção da determinação nominal em português 37 2. A TEORIA DE ANTOINE CUUOLI EM CONTRASTE COM OUTRAS TEORIAS 43 2.1. Culioli e Benveniste 44 2.2. A teoria das posições sintácticas e a teoria das operações enunciativas 52 2.3. A definição de uma filosofia linguística 61
386 2.' PARTE As classes de nominais 1. Os NOMES E OS VERBOS 69 2. MASSIVOS, NÃO-MASSIVOS, CONTÁVEIS E NÃO-CONTÁVEIS: A ONTOLOGIA NAS CLASSIFICAÇÕES DE NOMINAIS 73 3. DISCRETOS, DENSOS E COMPACTOS: DEFINIÇÃO TOPOLÓGICA DAS CLASSES DE NOMINAIS 91 3.1. Os nomes discretos 92 3.2. Os nomes densos 95 3.3. Os nomes compactos 97 3.4 Os nomes abstractos e os nomes concretos 100 4. AS T1POLOGIAS DOS NOMES, OS ADJECTIVOS E AS ORAÇÕES RELATIVAS 103 4.1. Adjectivos e nomes 103 4.2. Orações relativas contáveis e não-contáveis 109 4.2.1. Relativas restritivas e relativas explicativas 110 4.2.2. Relativas discretas e relativas densas 111 5. Os NOMES PRÓPRIOS 117 5.1. Introdução 117 5.2. Os nomes próprios na literatura 118 5.3. Os nomes próprios em português europeu 121 5.4. Determinantes e nomes próprios 122 5.5. Nomes próprios e nomes comuns: uma aproximação topológica 123 6. CONCLUSÕES 127
387 3.' PARTE Os valores dos determinantes nominais 1. DETERMINANTES, CLASSES DE DETERMINANTES E OPERAÇÕES DE DETERMINAÇÃO 131 2. DETERMINANTES DEFINIDOS E DETERMINANTES INDEFINIDOS 143 2.1. A oposição definido/indefinido 143 2.2. Definidos e indefinidos na 'teoria do artigo' 157 2.3. Valor intensional e valor extensional dos artigos 161 3. OS DETERMINANTES NOMINAIS E A OPOSIÇÃO GENÉRICO/ESPECÍFICO 165 4. O DETERMINANTE 0 183 4.1. Introdução 183 4.2. O determinante 0 em algumas gramáticas de línguas românicas 184 4.3. A delimitação da existência do determinante 0 199 4.4. Como se caracteriza o determinante 0? 203 4.5. O determinante 0 e a construção partitiva 217 5. QUANTIFICAÇÃO E DETERMINAÇÃO 225 5.1. Introdução 225 5.2. Os numerais 229 5.3. A teoria dos Quantificadores Generalizados 235 5.3.1. Os Quantificadores Generalizados em português 239 5.3-2. Um caso de estudo: os Quantificadores Generalizados e os nomes compactos 242 5.4. A quantificação no modelo da TFE 248 5.4.1. A operação de quantificação/qualificação 248 5.4.2. Os valores de outro 256 6. ARTIGOS, DEMONSTRATIVOS E POSSESSIVOS 265
388 6.1. Demonstrativos e possessivos: algumas propostas de caracterização 265 6.2. Os demonstrativos 266 6.2.1. Os demonstrativos e o artigo definido 266 6.2.2. Os demonstrativos como marcadores de deixis e/ou de anáfora 274 6.2.3. Deixis e a operação de localização abstracta 275 6.3. Os marcadores de 'posse' em português europeu 282 6.3-1. A distribuição sintáctica dos 'possessivos' 284 6.3.2. 'Posse' e 'pertença': alguns critérios diferenciadores... 286 6.3-3- Os marcadores de 'posse': a operação de extracção... 289 7. CONCLUSÕES 295 4." PARTE A determinação nominal: proposta de uma análise transcategorial 1. INTRODUÇÃO 301 2. DETERMINAÇÃO NOMINAL E DETERMINAÇÃO VERBAL 307 2.1. A oposição massivo/contável 307 2.2. Discretos, densos e compactos: proposta para uma construção topológica das ocorrências 313 3. AS NOMINALIZAÇÕES DEVERBAIS 325 3.1. As nominalizações deverbais e a tipologia aspectual dos predicados 325 3.2. Para uma tipologia das nominalizações deverbais 329 4. A CATEGORIA DIÁTESE 337 4.1. As 'passivas nominais' 341
389 4.2. O valor da categoria número na definição do termo de partida de uma relação predicativa 345 5. CONCLUSÕES \ 353 CONCLUSÕES FINAIS 355 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 359 ÍNDICE REMISSIVO 379