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Transcrição:

I. Curso: DIREITO II. Disciplina: DIREITO AMBIENTAL (D-39) Área: Direito Período: Sétimo Turno: Noturno Ano: 2013.1 Carga Horária: 36 H; Créd.: 02 III. Pré-Requisito: DIREITO CONSTITUCIONAL II (D- 24 ) IV. Ementa: EMENTA. PROGRAMA DE DISCIPLINA Ecologia e Meio Ambiente. A crise ambiental. O movimento ecológico. Ecodesenvolvimento e desenvolvimento sustentável: Conceito e evolução. Direito Ambiental: Conceito, fontes. Princípios, campos de avaliação. O Direito e os recursos ambientais. Direito Ambiental Brasileiro. Direito Ambiental Comparado. As conferência internacionais sobre meio ambiente e ecologia. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Princípios legais supranacionais para a proteção ambiental e o desenvolvimento sustentável. Perspectivas do Direito Ambiental. V. Objetivos: 1. Geral Possibilitar ao estudante de Direito a compreender o Direito Ambiental e sua relação jurídica tanto no ordenamento jurídico interno como internacional, doutrina e Jurisprudência e legislação especial. 2. Específicos - Oportunizar o conhecimento do Direito Ambiental, a partir de uma análise comparativa com a Carta Constitucional em vigor, legislação Civil, Penal e Administrativa. 1

- Desenvolver atividades para conhecimento estudo e solução de problemas associados ao conteúdo das aulas, estimulando a inteligência crítica do aluno. - Possibilitar o estudo do Direito Ambiental e sua interação sócio-política, seus valores e valorações básicas na organização judiciária nacional. - Desenvolver habilidades essenciais para uma verdadeira formação do Profissional em Direito. VI. Conteúdo Programático: UNIDADE 1 DOS FUNDAMENTOS DO DIREITO AMBIENTAL 1.1 Considerações Gerais 1.2 Origem e Evolução do Direito Ambiental 1.3 Conferência de Estocolmo 1972 1.4 - Lei nº 6.938/81 1.5 - Eco 92, Agenda 21 1.6 - Política nacional do Meio Ambiente 1.7 Referencias Doutrinária UNIDADE 2 A CONSTITUIÇÃO FEDERAL EM MATÉRIA AMBIENTAL 2.1 Conteúdo da Constituição Federal 2.2 Patrimônio Genético (art. 225, 1, II e IV) 2.3 Meio Ambiente Cultural (arts. 215, 216 e 225) 2.4 Meio Ambiente Artificial (atrs. 182, 183 e 225) 2.5 Meio Ambiente do Trabalho (arts. 200, VIII, 7º e 225) 2.6 Meio Ambiente Natural (arts. 225 e art. 5º XXXV) 2.7 - Regulamentação do artigo 225 e Lei nº 11.105/05 2.8 - Organismos Geneticamente Modificados 2.9 - Plano Nacional de Bio-segurança 2.10 - Federalismo e Meio Ambiente 2.11 Competência da União art. 21 e 22 CF 2.12 Competência dos Estados art. 25, 1º 2.13 Municípios,art.30, II e IX UNIDADE 3 DA PROTEÇÃO AMBIENTAL 3.1 Proteção da Qualidade do Solo 3.2 Proteção da Qualidade do Ar 3.3 Proteção da Qualidade da Água 3.4 Proteção do Meio Ambiente Marinho 3.5 Gerenciamento Costeiro 3.6 Proteção do Patrimônio Florestal 3.7 Proteção à Fauna UNIDADE 4- PRINCÍPIOS 4.1 Desenvolvimento Sustentável, Visão Social, Econômica e Ambiental 2

4.2 - Os objetivos e Princípios Ambientais 4.3 - Princípio da Integração 4.4 - Princípio da Proibição do Retrocesso Ecológico 4.5 - Princípio do Progresso Ecológico 4.6 - Princípio da Precaução 4.7 - Princípio da Prevenção 4.8 - Princípio da Correção na Fonte 4.9 - Princípio do Poluidor-Pagador 4.10 Licença Ambiental 4.11- PPP e a responsabilidade civil por danos causados ao meio ambiente 4.12- O PPP e a eficácia ecológica, a econômica e a equidade social 4.13 Valoração Econômica Frente ao Valor Social no Direito Ambiental UNIDADE 5 legislação 5.1 Lei nº12.651, de 25 de maio de 2012. 5.2 Lei nº6.938, de 31 de Agosto 1981. 5.3 Lei nº9.393, de 19 de Dezembro de 1996. 5.4 Lei nº11.428, de dezembro de 2006. VII. Bibliografia: 1. Básica ANTUNES, Paulo de Bessa. Direito ambiental. 13. ed. Rio de Janeiro: Lúmem Júris, 2011. MACHADO, Paulo Afonso Leme. Direito ambiental brasileiro. 19. ed. São Paulo: Malheiros, 2011. FIORILLO, Celso Antônio Pacheco. Curso de direito ambiental brasileiro. 2. ed. São Paulo: Saraiva. 2. - Complementar: BITTENCOURT, Sidney. Comentários a nova lei de crimes contra o meio ambiente e suas sanções administrativas. Temas e Ideias. São Paulo. COSTA NETO, Nicolau Dino de Castro E. Proteção jurídica do meio ambiente. Belo Horizonte: Del Rey. FREITAS, Vladimir Passos de. A constituição federal e a efetividade das normas ambientais. 3. ed. São Paulo: RT. SILVA, Bruno Campos. Direito ambiental Enfoques Variados. São Paulo: Lemos e Cruz. DALLARI, Adilson Abreu. Direito urbanístico e ambiental. Belo Horizonte: Fórum. 3

VIII. Metodologia: - Aulas expositivas participadas; - Estudos de Casos; - Dinâmica de grupo: leitura, interpretação e discussão de texto; - Pesquisas individuais e em grupo; - Produção de textos; - Seminários orientados; - Outros métodos didático-pedagógicos. IX. Recursos Metodológicos: - Quadro; pincel; retro-projetor; textos digitados; data show; fitas de vídeo; - Exposição de trabalhos de pesquisa; - Entrevista (Rádio e TV); - Outras técnicas didático-pedagógicas adequadas a cada disciplina. X. Avaliação: 1. Avaliação qualitativa - A avaliação deve ser mais um momento no processo de ensino-aprendizagem destinado à formação do aluno, à pesquisa e ao questionamento, e não simplesmente para verificação do nível de apreensão dos conteúdos, o que, todavia, também deve ser aferido, utilizando-se para tanto dos critérios e métodos pedagógicos conhecidos para aferição do aprendizado (critério subjetivo). - A avaliação envolverá, além do aproveitamento de cada aluno nas provas (critério objetivo), também os seguintes requisitos: assiduidade, pontualidade, dedicação, participação, interesse, uso da interdisciplinaridade, capacidade de interpretação e crítica, bem como a postura ética e compromissada na condução das atividades acadêmicas relacionadas a cada disciplina (critério subjetivo). 2. Avaliação quantitativa - Dentro dessa perspectiva, poderão ser aplicadas provas (escritas e/ou orais), questionários (inopinados ou previamente marcados), trabalhos escritos, fichamentos de livros, dissertações sobre temas relacionados a cada disciplina, trabalhos de pesquisa (individual ou em grupo), seminários e outros métodos didático-pedagógicos de avaliação mais adequados a cada disciplina, ressaltando sempre a importância do domínio do vernáculo pátrio como importante instrumento na atividade profissional do futuro jurista/operador do direito, que será objeto de avaliação obrigatória em todas as atividades acadêmicas (critério objetivo). 3. Atribuição de nota ao aluno - As 2 (duas) notas atribuídas ao aluno serão obtidas através da avaliação feita pelo professor da disciplina, mediante análise dos critérios objetivos e subjetivos acima descritos. O aluno que obtiver o somatório mínimo de 14,0 (quatorze vírgula zero) pontos nas duas notas será considerado aprovado por média; entre 10,0 (dez vírgula zero) pontos e 13,9 (treze vírgula zero) pontos será submetido à prova final, necessitando de nota mínima, que será obtida através da diferença de 10,0 (dez vírgula zero) pontos e da média das duas notas atribuídas ao aluno; e, finalmente, caso obtenha de 0,0 (zero vírgula zero) a 9,9 (nove vírgula nove) pontos nas duas notas será considerado reprovado, sem direito à realização de prova final. As notas atribuídas aos alunos em cada avaliação terão como parâmetro de 0,0 (zero vírgula zero) a 10,0 (dez vírgula zero). 4

4. Condições de aprovação na disciplina - Será considerado aprovado na disciplina o aluno que atender, sucessivamente, aos seguintes requisitos: a) aprovado por média (média acima de 7,0) ou submetido à prova final e que obtenha a nota mínima necessária (média final 5,0); e, b) não ultrapassar a 25% (vinte e cinco por cento) de faltas não justificadas da carga-horária total na respectiva disciplina. 5