Instrumentação Norma ISA 5.1

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Transcrição:

Introdução: Instrumentação Norma ISA 5.1 A Norma ISA 5.1 (Instrument Society of America) estabelece uma padronização para designar os instrumentos e sistemas de instrumentação usados para medição e controle em equipamentos e processos industriais. Para isso a norma define símbolos, elementos gráficos, códigos de identificação alfa e numéricos, abreviaturas, blocos de função e linhas de conexão. A norma é adequada para uso em indústrias químicas, de petróleo, de geração de energia, refrigeração, mineração, refinação de metal, papel e celulose e muitas outras. A norma é adequada para uso sempre que qualquer referência a um instrumento ou a uma função de um sistema de controle for necessária com o objetivo de simbolização de identificação. A norma destina-se a fornecer informações suficientes a fim de permitir que qualquer pessoa, ao revisar qualquer documento sobre medição e controle de um processo industrial, possa entender as maneiras de medir e controlar o processo. Esta Norma é utilizada na elaboração dos seguintes documentos: - Fluxogramas de processo e mecânico; - Diagramas de sistemas de instrumentação; - Especificações, listas de instrumentos; - Identificação de instrumentação e funções de controle. Para os Fluxogramas de Processo admite-se uma simplificação na utilização dos símbolos gráficos recomendados por esta Norma. Definições: Instrumentação É a aplicação de instrumentos. Instrumentos Dispositivos usados direta ou indiretamente para medir ou controlar uma variável, ou ambos.

Processo Qualquer operação ou sequencia de operações envolvendo uma mudançade estado, de composição, de dimensão ou outras propriedades que possam ser definidas relativamente a um padrão. Alarme Indicação da existência de uma condição anormal por meio de um sinal sonoro, visual ou de ambos. Atrás do Painel Termo aplicado a instrumentos inacessíveis ao operador e que normalmente estão localizados no interior do painel ou em armários separados. Chave (Switch) Dispositivo que conecta, desconecta ou transfere um ou mais circuitos, manualmente ou automaticamente. Neste caso deverá ser atuado diretamente pela variável de processo ou seu sinal representativo e, sua saída poderá ser utilizada para acionar alarmes, lâmpadas pilotos, intertravamentos ou sistemas de segurança. Controlador Dispositivo que tem por finalidade manter em um valor pré-determinado, uma variável de processo. Esta atuação poderá ser feita manual ou automaticamente, agindo diretamente na variável controlada ou indiretamente através de outra variável, chamada de variável manipulada. Variável de Processo Qualquer propriedade mensurável de um processo, são sempre grandezas físicas, tais como pressão, nível, vazão, peso, densidade etc. Variável Diretamente Controlada Variável cujo valor medido origina um sinal de modo a originar um controle de "feedback". Variável Manipulada Quantidade ou condição que varia em função do sinal de erro para mudar o valor de uma variável controlada.

Controlador Programável Controlador com múltiplas entradas e saídas, que contém um programa que poderá ser configurado. Conversor Dispositivo que emite um sinal de saída padronizado modificado (ex.: 4-20 ma, 1-5Vcc, 0~10Vcc), em relação à natureza do correspondente sinal de entrada, também padronizado. O instrumento que converte o sinal de um sensor para um sinal padronizado deverá ser designado como transmissor. Dessa forma na malha de temperatura o componente ligado ao elemento primário (TE) deverá ser designado como transmissor (TT) e não como conversor (TY). Digital Designação aplicada a dispositivos ou sinais que utilizem dígitos binários para representar valores contínuos ou estados discretos. Elemento Final de Controle Dispositivo que altera diretamente o valor da variável manipulada de uma malha de controle. Elemento Primário ou Sensor Parte de uma malha ou de um instrumento que primeiro sente o valor da variável de processo e que assume um estado ou sinal de saída, prédeterminado e inteligível, correspondente ao valor da variável de processo. Estação de Controle É uma estação manual de controle provida de chave de transferência de controle manual para automático e vice-versa. É também conhecida como estação seletora auto/ manual. Como extensão, podemos dizer que a interface homem-máquina de um sistema de controle distribuído pode ser considerada como uma Estação de Controle. Lâmpada Piloto Lâmpada que indica estados operacionais de um sistema ou dispositivo. Local Termo que designa a localização de um instrumento que não está montado em painel ou sala de controle. Os instrumentos locais deverão estar próximos aos elementos primários ou finais de controle. A palavra "campo" é frequentemente utilizada como sinônimo de local.

Malha (Loop) Combinação de dois ou mais instrumentos ou funções de controles interligados para medir e/ou controlar uma variável de processo. Medição Determinação da existência ou magnitude de uma variável. Todos os dispositivos usados direta ou indiretamente com esse propósito são chamados de instrumentos de medida. Mostrador Compartilhado Parte do dispositivo (usualmente uma tela de vídeo) que permite apresentar ao operador as informações de diversas malhas de controle. Painel É um conjunto de instrumentos montados em estruturas, que abriga a interface do operador com o processo. O painel pode consistir de uma ou mais seções, cubículos, consoles ou mesas de operador. Painel Local Painel que não é considerado central ou principal e que contém os instrumentos de controle, indicação e/ou segurança de determinado equipamento ou sistema. Em geral deverá ser montado próximo do equipamento ou sistema. Ponto de Controle/Ajuste (Set Point) O valor desejado da variável controlada. Ponto de Teste Tomada de conexão do sensor ao processo onde normalmente se instala um instrumento em caráter temporário ou intermitente para medição de uma variável de processo. Relé (Relay) Dispositivo que conecta, desconecta ou transfere um ou mais circuitos, automaticamente, não atuado diretamente pela variável de processo ou seu sinal representativo, isto é, atuado por chaves, controladores de duas posições ou outros relés.

Sistema de Controle Distribuído Sistema que embora funcionalmente integrado, consiste de subsistemas que poderão estar fisicamente separados e montados remotamente um do outro, obedecendo a uma hierarquia configurável. Transmissor Dispositivo que sente uma variável de processo por meio de um elemento primário e que produz uma saída cujo valor é geralmente proporcional ao valor da variável de processo. O elemento primário poderá ser ou não parte integrante do transmissor. Válvula de Controle Dispositivo que manipula diretamente a vazão de um ou mais fluídos de processo. Não deverão ser consideradas as válvulas manuais de bloqueio e as válvulas de retenção auto-atuadas. A designação de válvula de controle manual deverá ser limitada a válvulas atuadas manualmente que são usadas para regulagem de vazões de fluídos de processo ou necessitem de identificação como instrumento. Varredura Função que consiste em amostrar, intermitentemente, de uma maneira prédeterminada cada uma das variáveis de um grupo. Normalmente, a finalidade de dispositivos com varredura é indicar o estado ou valor de variáveis, porém poderão estar associados a outras funções tais como registro e alarme. Identificação de Instrumentos TAG Cada instrumento ou função programada deverá ser identificado por um conjunto de letras que o classifica funcionalmente e por um conjunto de algarismos que indica a malha a qual pertence o instrumento ou função programada, obedecendo a seguinte estrutura: Identificação Funcional A identificação funcional deverá ser formada por um conjunto de letras cujo significado está indicado na Tabela do Anexo I. O 1º Grupo de Letras identificará a variável medida ou iniciadora e o 2º Grupo de Letras identificará as funções do instrumento ou função programada. A identificação funcional deverá ser estabelecida de acordo com a função do instrumento ou função programada e não de acordo com sua construção.

Assim, um registrador de pressão diferencial usado para registro de vazão deverá ser identificado por FR. Um indicador de pressão e um pressostato conectado à saída de um transmissor de nível deverão ser identificados respectivamente como LI e LS. O 2º Grupo de Letras identifica as funções do instrumento ou função programada, que poderão ser: - função passiva - elemento primário, orifício de restrição, poço; - função de informação - alarme, indicador, registrador; - funções ativa ou de saída - controlador, transmissor, chave. Algumas letras poderão ser utilizadas como modificadoras. A letra modificadora altera ou complementa o significado da letra precedente. A seleção das letras de identificação deverá estar de acordo com a Tabela do Anexo I, como segue: (a) Variável medida ou iniciadora: 1ª letra (ex.: Pressão - P); (b) Modificadora da variável medida ou iniciadora, quando necessário. (ex.: Diferencial - D); (c) Funções passivas ou de informação, em qualquer ordem entre si. (ex.: Alarme - A); (d) Modificadora das funções, quando necessário. (ex.: Baixo - L). Identificação da Malha Complementando a identificação funcional, cada instrumento deverá receber um número que identificará a malha a qual ele pertence. Este número deverá ser comum a todos os instrumentos que compõem uma mesma malha. As malhas deverão ser numeradas sequencialmente por números de processo e subprocesso, isto é, dentro de um mesmo sequencial de processo e subprocesso haverá uma sequência numérica, para cada variável. Na fase inicial de um projeto as malhas deverão ser preferencialmente numeradas em sequência crescente de acordo com o fluxo principal do processo. Quando no decorrer do projeto forem acrescentados novos instrumentos, a sequência estabelecida não deverá sofrer revisões, sendo as malhas novas acrescidas à sequência existente.

Sempre que numa malha houver mais que um instrumento com a mesma identificação, deverá ser utilizado um sufixo para identificar cada um dos instrumentos. Acessórios de instrumentos tais como, reguladores de ar, rotâmetros de purga e outros que não estejam simbolizados nos fluxogramas, mas que precisam de designação em outros documentos, deverão ser identificados pela primeira letra de identificação funcional e pelo número da malha a que pertencem. Símbolos Gráficos Os símbolos que deverão ser utilizados com o objetivo de representar a instrumentação em fluxogramas, outros desenhos, e estender sua aplicação para uma variedade de processos. Os símbolos gráficos gerais para instrumentos ou funções programadas do Anexo V são usados com finalidades distintas: (a) representar e identificar um instrumento (ex.: controlador); (b) identificar um instrumento que tem símbolo próprio (ex.: válvula de controle). Neste caso o traço que une o símbolo com identificação do instrumento ao símbolo representativo do instrumento não deverá tocar este último. O número de identificação de um componente de uma malha de controle não precisará ser obrigatoriamente, colocado em todos os componentes da malha. Por exemplo, válvulas de controle, placas de orifícios e termopares poderão deixar de ser identificados. Os símbolos poderão ser traçados com qualquer orientação. As linhas de sinal poderão ser desenhadas entrando ou saindo de um símbolo em qualquer ângulo. As fontes de suprimento elétrico, pneumático ou outras poderão ser omitidas, a não ser que a sua representação seja essencial para se entender a operação de um instrumento ou malha de controle. De um modo geral apenas uma linha de sinal é suficiente para representar as interconexões entre dois instrumentos, embora fisicamente, tais interconexões se façam através de várias linhas.

Fluxogramas São desenhos esquemáticos onde não é obedecido nenhum rigor dimensional (sem escala) e tem por objetivo visualizar o funcionamento sequencial de um sistema fabril. Os equipamentos fundamentais do processo industrial, como: britadores, moinhos, peneiras, pilhas de materiais, escavadeiras, correias, transportadoras, elevadores, etc. Os tanques, reservatórios, vasos, torres, fornos, com as indicações dimensionais, capacidades, pressões, temperaturas, etc. As moto-bomba, compressores, caldeiras, filtros, trocadores de calor, com suas características básicas de vazão, pressão, temperatura, carga térmica, etc. Os equipamentos de menor porte, como: filtros, placas de orifício, revestimentos térmicos, etc. As tubulações mais importantes onde são indicados como fluidos, seus sentidos, e os diâmetros. As válvulas de bloqueio, de regulagem de vazão, de controle, de segurança ou de alivio, redutora de pressão, etc. Todos os instrumentos de indicação e controle. Toda a tubulação secundária e auxiliar, de ar comprimido, ar de instrumentação, vapor de utilidades, etc. Terminologia Range (Faixa de medida): Conjunto de valores da variável analisada, compreendido dentro do limite inferior e superior da capacidade de medida ou de transmissão do instrumento. Alcance (span): É a diferença algébrica entre o valor superior e o inferior da faixa de medida do instrumento. Erro: É a diferença entre o valor lido ou transmitido pelo instrumento em relação ao valor real da variável medida. Repetibilidade: é a máxima diferença entre diversas medidas de um mesmo valor da variável, adotando sempre o mesmo sentido de variação. Zona Morta: É a máxima variação que a variável pode ter sem que provoque alteração na indicação ou sinal de saída de um instrumento.

Exemplo: Um instrumento com range de 0 a 200 C possui uma zona morta de ± 1% do span. ± 1% = (1 / 100 x 200) = ± 2 C Sensibilidade: é a razão entre a variação do valor indicado ou transmitido por um instrumento e a da variável que o acionou, após ter alcançado o estado de repouso. Denota a capacidade de resolução do dispositivo. Exemplo: Um termômetro de vidro com range de 0 a 500 C, possui uma escala de leitura de 50cm. Sensibilidade = (50cm/500 C) = 0,1cm/ C Exatidão: Descreve a proximidade das medidas do valor verdadeiro ou aceito. Precisão: Descreve as proximidades das medidas. A proximidade dos resultados que foram obtidos experimentalmente da mesma forma Símbolos de Linhas para Instrumentação

Símbolos de Instrumentos

Letras de Identificação Tipos de Suprimentos AS - AR; ES - ELÉTRICO; GS - GÁS; HS - HIDRÁULICO; NS - NITROGÊNIO; SS - VAPOR; WS - ÁGUA;