Mensagem do Presidente Reunir-se é um começo, permanecer juntos é um progresso, e trabalhar juntos é um sucesso." Henry Ford Antonio Mazurek Presidente do Conselho de Administração do Sicoob Brasília Começamos, há anos, nos reunindo. Trabalhamos juntos. Cada um dando a sua contribuição no esforço coletivo, fomos avançando e progredindo. E justamente por estarmos sempre unidos, a nossa cooperativa venceu vários obstáculos, cresceu com uma estrutura sólida e conquistou seu espaço. Foi acolhendo mais associados. E quanto mais a cooperativa foi crescendo, mais foi se arraigando no coração e no espírito de cada um a certeza de que juntos venceríamos. E realmente vencemos. O sucesso apareceu porque ficamos sempre juntos, comungando dos mesmos ideais. E é nesse diapasão que atravessamos o ano de 2013. Um ano marcado por uma conjuntura difícil, em que os países mais desenvolvidos experimentaram verdadeiramente uma estagnação econômica e com altas taxas de desemprego. Evidentemente que esse quadro adverso, numa economia globalizada, afetou o ritmo da economia nacional. Esse ambiente econômico atinge todos os agentes econômicos. O conjunto de todos esses players é atingido inevitavelmente. Em que pese esse ambiente adverso, a nossa cooperativa registra em seu balanço o patrimônio líquido na ordem de R$ 22,5 milhões. As nossas reservas totais atingiram mais de R$ 4 milhões. Temos, na nossa Central, um capital integralizado da ordem de R$ 5,4 milhões. Concedemos aos nossos associados, durante o ano de 2013, operações de crédito em diversas modalidades que somaram mais de R$ 113 milhões. Os depósitos dos nossos associados atingiram, ao final do ano, mais de R$ 39 milhões, o que denota a confiança que o quadro tem na sua instituição. No campo dos recursos humanos, contratamos mais funcionários e fizemos treinamentos permanentemente. Com isso, melhorou a qualidade do atendimento e o desempenho da instituição. Inauguramos o nosso prédio próprio na cidade de São João D Aliança. Planejamos e definimos uma nova unidade de atendimento na cidade Formosa, no Estado de Goiás, que será inaugurada brevemente. Será, sem dúvida, uma agência moderna, funcional e localizada em endereço privilegiado naquela progressista cidade. O fato mais relevante do ano foi, sem dúvida, a transformação da nossa cooperativa do modelo segmentado para o de livre admissão, por autorização do Banco Central. A nossa cooperativa está pronta, organizada, estruturada, com excelente imagem institucional, que continuará crescendo e ajudando os nossos associados nas suas atividades. Com efeito, ganhará o sistema cooperativista. Ganhará a sociedade. E ganhará, também, o nosso país na somatória do esforço coletivo da nação para a construção de um país melhor, mais justo e mais desenvolvido social e economicamente. 4 SICOOB Brasília
Órgãos Estatutários Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Executiva Relatório de Gestão 2013 5
RELATÓRIO ANUAL 2013 Senhores Associados, Submetemos à apreciação de V.Sas as Demonstrações Contábeis do exercício de 2013 da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. SICOOB BRASÍLIA, na forma da Legislação em vigor. Panorama do Cooperativismo de Crédito O Cooperativismo de Crédito reúne mais de 200 milhões de pessoas associadas a 55.952 instituições financeiras de crédito em 101 países. No Brasil o cooperativismo de crédito encontra-se em continua expansão, atualmente com mais de 6 milhões de associados e 5 mil pontos de atendimento. Na Europa, Estados Unidos e Canadá, as cooperativas de crédito atingem percentuais em torno de 20% de participação no mercado financeiro, enquanto que no Brasil o percentual é próximo de 3%. Dentro do território brasileiro ocupa a 14ª posição. Atualmente, a rede de atendimento das cooperativas representa 18% das agências bancárias. Em alguns estados 40% dos pontos de atendimento pertencem às cooperativas de crédito. Em muitos municípios ficam atrás somente do Banco do Brasil. No país, as cooperativas de crédito ocupam a sexta posição no ranking em volume de ativos. Estamos organizados em sistemas, compostos por cooperativas de 1º grau, denominadas singulares; cooperativas de 2º grau, que são as centrais e de 3º grau, as confederações. Atualmente há 1.214 cooperativas de crédito singulares, 38 Centrais e quatro Confederações, apoiadas principalmente por cinco sistemas: Sicoob, Sicredi, Unicred, Cecred e Confesol. O Sicoob é o maior dos sistemas, possui 2,5 milhões de associados em 23 estados e no Distrito Federal. A exemplo das demais instituições financeiras, também somos integrantes do Sistema Financeiro Nacional (SFN), estamos sujeitos às mesmas normas ditadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e somos fiscalizados pelo Banco Central do Brasil (Bacen), Possuímos praticamente todos os serviços e produtos de um banco, ou seja, conta corrente, cartões de crédito, cheques, caixas eletrônicos, poupança, previdência privada, consórcio e outros produtos e serviços. Porém quem abre uma conta conosco não é apenas cliente, mas sócio. "O cooperativismo de crédito está cada vez mais presente na vida dos brasileiros. A cada ano o Sicoob é mais conhecido e reconhecido pelos serviços que presta à população, pois o cooperativismo de crédito contribui para o desenvolvimento das comunidades e regiões onde está inserido, uma vez que os recursos captados são reaplicados em empréstimos e investimentos na própria região. 6 SICOOB Brasília
MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E DIRETORIA EXECUTIVA Fatos Relevantes Com o crescimento, ao longo de 18 anos de história de nossa cooperativa, chegou o dia que sentimos necessidade de ampliar nosso segmento de atuação, face a uma nova realidade. No futuro não haverá espaço para cooperativas de crédito com baixa estrutura patrimonial e sem escala vigorosa de negócios e número de associados. Cientes disso, a Diretoria Executiva iniciou em junho de 2011, junto ao Banco Central e com o auxílio da Central Sicoob Planalto Central, tratativas no sentido de transformar nossa cooperativa em Cooperativa de Crédito de Livre Admissão. Em março de 2013, o projeto foi aprovado em Assembleia Geral, e em maio de 2013 fomos agraciados, pelo Banco Central, com a decisão positiva sobre nosso pleito. Desde então pudemos iniciar o processo de admissão de novos associados dos mais diversos segmentos, tanto pessoas físicas quanto jurídicas. No médio e longo prazo essa mudança de paradigma abre enorme perspectiva de crescimento para nossa instituição. Todavia, no curto prazo é preciso, entender que há e haverá por um bom período o descasamento de custos e despesas versus receitas. Sendo que as primeiras acontecem de imediato e as receitas demoram um pouco mais, uma vez que elas dependem do resultado de relacionamento de confiança e conhecimento negocial mais apurado em relação aos novos associados. Neste sentido, em 2013, tivemos que dotar nossos 5 pontos de atendimento de todos os requisitos necessários para enfrentar as novas demandas, como por exemplo, vigilância armada, transporte de numerários, câmeras de vigilância, sistema de atendimento por senha, aumento do quadro de funcionários, seguros patrimoniais, dentre tantas outras medidas impactantes em termos de investimentos e despesas. Salienta-se ainda, que o projeto de Livre Admissão prevê a inauguração de dois novos pontos de atendimento nos próximos dois anos. Não temos dúvidas em afirmar que o futuro da cooperativa será promissor. Os primeiros levantamentos sobre a participação negocial dos novos associados, que entraram a partir da livre admissão, apontam nesta direção. Nossa Cooperativa está sólida, com instalações modernas, oferecendo amplo leque de produtos e serviços e, mais do que nunca, apoiando o produtor rural, haja vista nossa participação desde a primeira edição da Agrobrasília. Neste período, o incremento havido nos financiamentos de máquinas e equipamentos é significativo. Queremos continuar oferecendo o melhor atendimento, com segurança e tranquilidade aos que sempre foram parceiros da cooperativa e contribuíram na construção dessa história. Finalizando, contamos com o apoio de todos os associados no sentido de continuar apoiando e acreditando em sua cooperativa. Relatório de Gestão 2013 7
Nossas Unidades SEDE SIA Sul - Quadra 4C - Loja 36 Brasília/DF Fone: (61) 3361-4978 Fundada em: 11 de Março de 1996. SÃO JOÃO D'ALIANÇA-GO Rua Minas Gerais - Qd. L - Lote 08 São João D'Aliança - GO Fone: (62) 3438-1886 Fundada em: 01 de Junho de 2004 8 SICOOB Brasília
PAD/DF Rod. BR 241 - Km 07 PAD/DF - Brasília/DF Fone: (61) 3339-6530 Fundada em: 15 de Fevereiro de 1999. FORMOSA-GO Av. Visconde de Porto Seguro, 377 Formosa - GO Fone: (61) 3642-3752 Fundada em: 01 de Julho de 2000. PLANALTINA-DF Av. Independência - Qd. 34 Lt. 08 - Lj. 01 - Planaltina Brasília/DF Fone: (61) 3388-3315 Fundada em: 01 de Março de 2011. Relatório de Gestão 2013 9
Relatório da Administração»» Política Operacional Em 2013 o SICOOB BRASÍLIA completou 17 anos mantendo sua vocação de instituição voltada ao fomento do crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos.»» Quadro Social O quadro de associados, em 31 de dezembro de 2013, era composto por 2.268 (dois mil duzentos e sessenta e oito) cooperados, havendo um acréscimo de 28% em relação ao mesmo período do exercício anterior. Número de Associados 2.268 1.576 1.769 1.147 1.254 Legenda Nº Associados 2009 2010 2011 2012 2013 Distribuição do Número de Associados por localidade (em percentuais) 27,69% 24,87% 16,62% 18,69% 12,13% Legenda Associados Sede PAD/DF Formosa São João D Aliança Planaltina 10 SICOOB Brasília
»» Avaliação de Resultados No exercício de 2013, o SICOOB BRASÍLIA obteve um resultado de R$ 429.872,74 (quatrocentos e vinte e nove mil oitocentos e setenta e dois reais e setenta e quatro centavos), representando um retorno anual sobre o Patrimônio Líquido de 2%. Distribuição do Resultado 2013 R$ 429.872,74 181.929,57 127.350,70 36.385,91 84.206,56 Sobras Fates Reserva Estatutária Reserva Legal»» Ativos Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 20.286.809,72 (vinte milhões duzentos e oitenta e seis mil oitocentos e nove reais e setenta e dois centavos). Por sua vez a carteira de créditos representava R$ 70.691.773,44 (setenta milhões seiscentos e noventa e um mil setecentos e setenta e três reais e quarenta e quatro centavos). A carteira de crédito encontrava-se assim distribuída: Carteira Rural 35.893.209,82 50,77% Carteira Comercial 34.798.563,62 49,23% TOTAL 70.691.773,44 100,00% Relatório de Gestão 2013 11
Operações de Crédito em Geral (em mil reais) 61.726 73.942 75.220 31.315 38.838 Legenda Operações de Crédito 2009 2010 2011 2012 2013 48,94% Distribuição do Número de Associados por localidade (em percentuais) 50,18% 45,35% 18,8% 11,94% 10,69% 10,70% 22,58% 18,47% 16,96% 12,37% 9,97% 9,52% 8,19% 5,34% Legenda Crédito Rural Crédito Comercial BNDES Sede PAD/DF Formosa São João D Aliança Planaltina»» Captação As captações, no total de R$ 39.192.674,22 (trinta e nove milhões cento e noventa e dois mil seiscentos e setenta e quaro reais e vinte e dois centavos), apresentaram um acréscimo em relação ao mesmo período do exercício anterior de 21,59%. As captações encontravam-se assim distribuídas: Depósitos à Vista 11.735.295,51 29,94% Depósitos à Prazo 27.457.378,71 70,06% TOTAL 39.192.674,22 100,00% 12 SICOOB Brasília
Depósitos (em mil reais) 27.457 22.042 5.141 9.760 5.916 11.530 10.104 11.724 10.190 11.735 Legenda À Vista À Prazo 2009 2010 2011 2012 2013 Distribuição dos Depósitos à Vista X Aplicação por localidade 48,94% 45,35% 18,80% 10,69% 10,70% 18,47% 12,37% 16,96% 9,52% 8,19% Legenda À Vista Aplicações Sede PAD/DF Formosa São João D Aliança Planaltina»» Evolução Patrimonial O Patrimônio Líquido do SICOOB Brasília, em dezembro de 2013, era de R$ 22.509.073,60 (vinte e dois milhões quinhentos e nove mil e setenta e três reais e sessenta centavos), sendo que o capital social representava R$ 18.145.101,23 (dezoito milhões cento e quarenta e cinco mil cento e um reais e vinte e três centavos). Patrimônio Líquido e Capital Social (em mil reais) 22.509 13.317 12.850 16.649 15.393 20.063 18.145 6.365 9.421 9.550 Legenda Capital Social Patrimônio Liquido 2009 2010 2011 2012 2013 Relatório de Gestão 2013 13
Capital Social (em percentuais) 34,37% 29,70% 14,72% 13,29% 7,92% Legenda Capital Social Sede PAD/DF Formosa São João D Aliança Planaltina»» Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a cooperativa de todas as consultas cadastrais internas e externas, além da análise do associado através do RATING (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. O SICOOB BRASÍLIA adota a política de classificação de risco de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682/99, havendo uma concentração de 91,52% nos níveis de A a C.»» Plano de Negócios No exercício de 2012 a cooperativa elaborou o plano de negócio e estudo de viabilidade econômica com vistas à concessão de autorização para funcionamento ou alteração estatutária para cooperativa de livre admissão, em conformidade com o disposto no artigo 11º da Resolução CMN nº 3.859/2010. O plano de negócio foi elaborado com projeções para os exercícios de 2013, 2014 e 2015. Atualmente o desempenho é satisfatório, estando as projeções parcialmente atingidas e com grande chance de que venham a ser cumpridas. O quadro abaixo descreve as projeções: Acompanhamento BACEN Projeções para Livre Admissão Descrição Inicial Projetado Realizado 12/2013 A Realizar até 2015 Associados 1.552 2.477 2.268 209 Patrimônio Líquido 16.649.268,70 29.000.000,00 22.509.073,60 6.490.926,40 Depósitos Totais 16.597.766,55 29.000.000,00 39.192.674,22 Realizado Operações de Crédito 59.307.053,95 111.000.000,00 70.691.773,44 40.308.226,56 Postos de Atendimento 05 07 05 02»» Governança Corporativa Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, ainda, a adoção de boas práticas de gestão. 14 SICOOB Brasília
Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembleia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão. A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabe ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB PLANALTO CENTRAL, que, por sua vez, faz as auditorias internas. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos de Administração e Fiscal e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa. Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação e homologado pela Central. Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal e o Regulamento Eleitoral. A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição.»» Conselho Fiscal Eleito anualmente na AGO, com mandato até a AGO de 2014, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual.»» Código de Ética Todos os integrantes da equipe de funcionários do SICOOB BRASÍLIA aderiram, em 2008, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso.»» Sistema de Ouvidoria A Ouvidoria, constituída em 2007, representou um importante avanço a serviço dos cooperados. Dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria. Tem a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. Relatório de Gestão 2013 15
No ano de 2013, a Ouvidoria do SICOOB BRASÍLIA registrou 06 (seis) manifestações de cooperados sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Cooperativa. Nelas, havia reclamações, pedidos de esclarecimento de dúvidas e solicitações de providências relacionadas principalmente a atendimento, conta corrente, cartão de crédito e operações de crédito. Das reclamações e dúvidas constantes nas manifestações, 03 (três) foram consideradas procedentes e resolvidas dentro dos prazos legais, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente, e 03 (três) foram consideras improcedentes.»» Gerenciamento de Risco e de Capital Risco Operacional O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. SI- COOB BRASÍLIA objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.380/06. Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/09, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. SICOOB BRASÍLIA aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação, a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. O processo de gerenciamento do risco operacional do Sicoob consiste na avaliação qualitativa dos riscos, objetivando a melhoria contínua dos processos. Está estruturado com base no preenchimento da Lista de Verificação de Conformidades (LVC), baseadas na metodologia Control Self Assessment (CSA), processo por meio do qual, sob a responsabilidade da Diretoria Executiva e a coordenação do Agente de Controles Internos e Risco, são identificadas situações de risco que são avaliadas quanto ao impacto e à probabilidade de ocorrência, de forma padronizada. O uso da lista de verificação de conformidade (LVC) tem por objetivo identificar situações de risco de não conformidade, que após identificadas são cadastradas no sistema de Controles Internos de Riscos Operacionais (SCIR). As informações cadastradas no sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (SCIR) são mantidas em banco de dados fornecidos pelo Sicoob Confederação. A documentação que evidencia a efetividade, a tempestividade e a conformidade das ações para tratamento dos riscos operacionais, bem como as informações referentes às perdas associadas ao risco operacional são registradas e mantidas em cada entidade do Sicoob, sob a supervisão da respectiva entidade auditora (se cooperativa singular, da cooperativa central; se cooperativa central e Bancoob, do Sicoob Confederação). Para situações de risco identificadas são estabelecidos planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento pelo Agente de Controles Internos e Riscos (ACIR). Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. SICOOB BRASÍLIA possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional. 16 SICOOB Brasília
Risco de Mercado O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. SI- COOB BRASÍLIA objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.464/07. Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/09, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. SICOOB BRASÍLIA aderiu à estrutura única de gestão do risco de mercado do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www. sicoob.com.br. No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de estresse e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting). Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado e de liquidez, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. SICOOB BRASÍLIA possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da Entidade. Risco de Crédito O gerenciamento de risco de crédito da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. SICOOB BRASÍLIA objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos. Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº 3.721/09, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. SICOOB BRASÍLIA aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www. sicoob.com.br. Compete aos responsáveis pela estrutura centralizada de riscos a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. SICOOB BRASÍLIA possui estrutura compatível com a natureza das operações, com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. Gerenciamento de Capital A estrutura de gerenciamento de capital da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. SICOOB BRASÍLIA objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída da Resolução CMN 3.988/2011. Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. SICOOB BRASÍLIA aderiu estrutura de gerenciamento de capital centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. Relatório de Gestão 2013 17
O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo continuo de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do Sicoob com objetivo de: I - Avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do Sicoob estão sujeitas; II - Planejamento de metas e de necessidades de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades do Sicoob. III - Adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado. Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de mercado, com a consequente avaliação de seus impactos no capital das entidades do Sicoob. 18 SICOOB Brasília
Balanço Patrimonial em 31/12/2013 (em reais - R$) Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. - Sicoob Brasília CNPJ/MF nº 01.187.961/0001-10 ATIVO 31/12/2013 31/12/2012 CIRCULANTE 78.979.294,09 66.511.233,87 DISPONIBILIDADES 1.225.830,01 689.740,44 APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ (NOTA 04) 451.147,70 617.940,67 CDI Pós Fixado Centralização 451.147,70 617.940,67 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS (NOTA 05) 20.286.809,72 8.834.952,96 Correspondentes no país - 34.049,35 Centralização Financeira Cooperativas 20.286.809,72 8.800.903,61 OPERAÇÕES DE CRÉDITO (NOTA 06) 56.415.960,43 55.556.432,92 Operações de Crédito 63.087.610,22 61.054.858,91 (Rendas a Apropriar) (3.757.606,31) (3.974.484,31) (Provisão Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa) (2.914.043,48) (1.523.941,68) OUTROS CRÉDITOS (NOTA 07) 493.727,86 711.562,11 Rendas a Receber 227.773,08 108.089,92 Diversos 265.954,78 603.472,19 OUTROS VALORES E BENS (NOTA 08) 105.818,37 100.604,77 Despesas Antecipadas 105.818,37 100.604,77 NÃO CIRCULANTE 22.703.390,06 21.256.182,55 REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 14.275.813,01 15.635.389,26 OPERAÇÕES DE CRÉDITO (NOTA 06) 14.275.813,01 15.635.389,26 Operações de Crédito 18.335.661,25 19.764.685,78 (Rendas a Apropriar) (2.445.415,63) (2.902.936,35) (Provisão Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa) (1.614.432,61) (1.226.360,17) PERMANENTE (NOTA 09) 8.427.577,05 5.620.793,29 INVESTIMENTOS (NOTA 09a) 5.686.321,77 3.699.120,06 Outros Investimentos 5.686.321,77 3.699.120,06 IMOBILIZADO DE USO (NOTA 09b) 2.104.642,68 1.053.608,88 Imóveis de Uso 1.355.215,27 653.996,24 Outras Imobilizações de Uso 1.055.898,95 624.471,36 (Depreciação acumulada) (306.651,54) (224.858,72) DIFERIDO (NOTA 09c) 616.868,62 815.271,91 Benfeitorias 1.180.249,90 1.180.249,90 (Amortização acumulada) (563.381,28) (364.977,99) INTANGÍVEL (NOTA 09d) 19.923,98 52.792,44 Outros Ativos Intangíveis 188.764,59 187.728,59 (Amortização acumulada) (168.840,61) (134.936,15) TOTAL DO ATIVO 101.682.684,15 87.767.416,42 As notas explicativas da administração são parte integrante das Demonstrações Contábeis. Relatório de Gestão 2013 19
PASSIVO 31/12/2013 31/12/2012 CIRCULANTE 74.712.113,93 51.819.003,92 DEPÓSITOS (NOTA 10) 38.442.055,61 17.467.861,51 Depósitos à Vista 11.735.295,51 10.190.004,59 Depósitos à Prazo 26.706.760,10 7.277.856,92 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS (NOTA 11) 32.391.965,57 29.967.923,01 Obrigações por Repasses interfinanceiros 32.391.965,57 29.967.923,01 Recursos do Crédito Rural 32.993.101,62 30.867.187,13 (-) Despesas a apropriar Recursos de Crédito Rural (601.136,05) (899.264,12) OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMO (NOTA 11) 1.224.728,81 2.841.657,29 Empréstimos País - Outras Instituições 1.262.216,15 2.985.403,24 (-) Despesas a apropriar (37.487,34) (143.745,95) OUTRAS OBRIGAÇÕES 2.653.363,94 1.541.562,11 Cobrança e Arrecadação de Tributos 6.269,76 11.315,96 Sociais e Estatutárias (NOTA 12) 221.650,01 175.481,90 Fiscais e Previdenciárias (NOTA 13) 144.929,66 149.272,50 Diversas (NOTA 13) 2.280.514,51 1.205.491,75 NÃO CIRCULANTE 4.461.496,62 15.885.087,65 EXIGÍVEL A LONGO PRAZO 3.677.426,59 15.101.017,62 DEPÓSITOS (NOTA 10) 750.618,61 14.764.405,26 Depósitos a Prazo 750.618,61 14.764.405,26 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS (NOTA 11) 2.926.807,98 336.612,36 Recursos do Crédito Rural 3.196.973,69 - (-) Despesas a apropriar Recursos de Crédito Rural (270.165,71) - OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMO (NOTA 11) - 336.612,36 Empréstimos no País - 360.663,20 (-) Despesa a apropriar - (24.050,84) OUTRAS OBRIGAÇÕES (NOTA 13) 784.070,03 784.070,03 Provisão para riscos tributários 784.070,03 784.070,03 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 22.509.073,60 20.063.324,85 CAPITAL SOCIAL (NOTA 16) 18.145.101,23 15.393.031,75 De Domiciliados no País (NOTA 16a) 18.245.671,43 15.473.225,92 (Capital a Realizar) (NOTA 16a) (100.570,20) (80.194,17) RESERVAS DE SOBRAS (NOTA 16b e c) 4.182.042,80 4.018.306,19 SOBRAS OU PERDAS ACUMULADAS (NOTA 16d) 181.929,57 651.986,91 TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 101.682.684,15 87.767.416,42 As notas explicativas da administração são parte integrante das Demonstrações Contábeis. 20 SICOOB Brasília
Demonstração de Sobras ou Perdas (em reais - R$) Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. - Sicoob Brasília CNPJ/MF nº 01.187.961/0001-10 Descrição das Contas 2º SEM/2013 31/12/2013 31/12/2012 INGRESSOS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 5.995.271,88 11.907.373,76 12.911.936,89 Operações de Crédito 5.973.104,89 11.864.514,27 12.767.546,61 Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários 22.166,99 42.859,49 144.390,28 DISPÊNDIOS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA (4.344.716,47) (7.206.803,20) (6.795.325,11) Operações de Captação no Mercado (1.102.625,70) (1.940.756,83) (1.958.479,52) Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses (1.138.422,32) (2.341.560,62) (2.524.763,71) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (2.103.668,45) (2.924.485,75) (2.312.081,88) RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 1.650.555,41 4.700.570,56 6.116.611,78 OUTROS INGRESSOS E RECEITAS/DISPÊNDIOS E DESPESAS OPERACIONAIS 2.039.923,54 (4.178.310,10) (4.509.479,61) Ingressos e Receitas de Prestação de Serviços 616.680,06 907.471,44 601.985,84 Receitas de Prestação de Serviços de Atos Não Cooperativos 196.774,88 363.338,07 350.149,74 Rendas de Tarifas Bancárias 211.250,39 423.901,38 410.824,63 Resultado de Participações em Coligadas e Controladas - 505.683,10 205.940,64 Dispêndios e Despesas de Pessoal (2.327.117,45) (4.274.630,02) (3.445.020,99) Outros Dispêndios e Despesas Administrativas (2.250.841,51) (4.000.952,75) (3.036.948,25) Dispêndios e Despesas Tributárias (31.731,40) (73.621,35) (39.093,50) Outros Ingressos e Receitas Operacionais 1.633.784,84 2.131.236,85 1.513.730,10 Outros Dispêndios e Despesas Operacionais (88.723,35) (160.736,82) (1.071.047,82) RESULTADO OPERACIONAL (389.368,13) 522.260,46 1.607.132,17 RESULTADO NÃO OPERACIONAL (41.835,52) (61.154,63) (271.393,91) RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO (431.203,65) 461.105,83 1.335.738,26 IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (11.708,65) (31.233,09) (9.746,51) RESULTADO ANTES DAS PARTICIPAÇÕES (442.912,30) 429.872,74 1.325.991,75 FATES - Ato não Cooperativo (66.013,60) (22.017,94) FATES - Ato Cooperativo (18.192,96) (65.198,69) Reserva Legal (127.350,70) (391.192,14) Reserva Estatutária (36.385,91) (195.596,07) RESULTADO ANTES PROVISÃO JUROS AO CAPITAL (442.912,30) 181.929,57 651.986,91 JUROS AO CAPITAL 915.282,65 As notas explicativas da administração são parte integrante das Demonstrações Contábeis. Relatório de Gestão 2013 21
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (em reais - R$) Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. - Sicoob Brasília CNPJ/MF nº 01.187.961/0001-10 Capital Subscrito Capital a Realizar Reserva Legal Reserva Estatutária Sobras ou Perdas Acumuladas Total Saldos em 01/01/2012 12.912.030,75 (61.402,49) 2.093.506,33 1.338.011,65 367.122,46 16.649.268,70 Destinação de Sobras Exercício Anterior Ao Capital 367.122,46 - - - (367.122,46) - Por Subscrição/Realização 1.913.866,90 (18.791,68) - - - 1.895.075,22 Por Devolução ( - ) (497.784,44) - - - - (497.784,44) Subscrição do Juros ao Capital 915.282,65 - - - - 915.282,65 IRRF sobre Juros ao Capital (137.292,40) - - - - (137.292,40) Sobras ou Perdas Líquidas - - - - 1.325.991,75 1.325.991,75 FATES - Atos Não Cooperativos - - - - (22.071,94) (22.071,94) Destinação das Sobras ou Perdas: Fundos de Reservas 391.192,14 195.596,07 (586.788,21) - F A T E S (65.198,69) (65.198,69) Saldos em 31/12/2012 15.473.225,92 (80.194,17) 2.484.698,47 1.533.607,72 651.986,91 20.063.324,85 Mutações do Período 2.561.195,17 (18.791,68) 391.192,14 195.596,07 284.864,45 3.414.056,15 Saldos em 01/01/2013 15.473.225,92 (80.194,17) 2.484.698,47 1.533.607,72 651.986,91 20.063.324,85 Destinação de Sobras Exercício Anterior Ao Capital 651.986,91 - - - (651.986,91) - Por Subscrição/Realização 2.416.728,71 (20.376,03) 2.396.352,68 Por Devolução ( - ) (296.270,11) (296.270,11) Sobras ou Perdas Líquidas 429.872,74 429.872,74 FATES - Atos Não Cooperativos (66.013,60) (66.013,60) Destinação das Sobras ou Perdas: Fundos de Reservas 127.350,70 36.385,91 (163.736,61) - F A T E S - (18.192,96) (18.192,96) Saldos em 31/12/2013 18.245.671,43 (100.570,20) 2.612.049,17 1.569.993,63 181.929,57 22.509.073,60 Mutações do Período 2.772.445,51 (20.376,03) 127.350,70 36.385,91 (470.057,34) 2.445.748,75 As notas explicativas da administração são parte integrante das Demonstrações Contábeis. 22 SICOOB Brasília
Demonstração dos Fluxos de Caixa (em reais - R$) Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Brasília Ltda. - Sicoob Brasília CNPJ/MF nº 01.187.961/0001-10 2º SEMESTRE/2013 31/12/2013 31/12/2012 ATIVIDADES OPERACIONAIS 1.347.082,30 2.562.779,75 2.087.982,85 Sobras/Perdas do Exercício (442.912,30) 437.691,81 1.335.738,26 Provisão para Operações de Crédito 1.570.826,66 1.778.174,24 331.257,69 Depreciações e amortizações 189.167,94 354.732,77 430.733,41 VARIAÇÃO DE ATIVOS E PASSIVOS OPERACIONAIS Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 168.430,30 166.792,97 2.022.105,26 Relações Interdependências (passivo) 13.539.257,04 5.350.850,54 3.573.487,53 Operações de Crédito (18.249.670,32) (1.278.125,50) (12.216.025,92) Outros Créditos 314.438,89 217.834,25 (493.500,98) Outros Valores e Bens (5.784,37) (5.213,60) (15.404,77) Depósitos 2.648.741,88 6.960.407,45 10.403.683,79 Obrigações por Empréstimos e Repasses (1.221.929,95) (1.953.540,84) 475.203,46 Outras Obrigações 1.216.751,22 1.111.801,83 (308.528,06) ATIVIDADES OPERACIONAIS Caixa Líquido Proveniente/ (Aplicado) (1.589.748,31) 10.570.807,10 3.441.020,31 Alienação de Investimento (390.084,41) (1.987.201,71) (698.488,57) Inversões em Imobilizado de Uso (624.582,49) (1.190.140,80) (88.391,72) Aplicação no Intangível (356,00) (1.036,00) - Baixa de Imobilizado por desuso 6.435,52 16.861,98 - ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS Caixa Líquido Proveniente/ (Aplicado) (1.008.587,38) (3.161.516,53) (786.880,29) Aumento por novos aportes de Capital 1.573.255,34 2.416.728,71 1.913.866,90 Devolução de Capital à cooperados (186.245,05) (296.270,11) (497.784,44) Movimentação Capital a realizar (14.318,72) (20.376,03) (18.791,68) FATES - Atos Não Cooperativos (66.013,60) (66.013,60) (22.017,94) FATES - Sobras Exercício (18.192,96) (18.192,96) (65.198,69) Subscrição do Juros ao Capital - - 915.282,65 IRRF sobre Juros ao Capital - - (137.292,40) ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS Caixa Líquido Proveniente/ (Aplicado) AUMENTO / DIMINUIÇÃO LÍQUIDA DE CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA 1.288.485,01 2.015.876,01 2.088.064,40 7.231,62 11.987.946,33 6.830.187,27 No início do período 21.505.408,11 9.524.693,40 2.694.506,13 No fim do período 21.512.639,73 21.512.639,73 9.524.693,40 VARIAÇÃO LÍQUIDA DE CAIXA 7.231,62 11.987.946,33 6.830.187,3 As notas explicativas da administração são parte integrante das Demonstrações Contábeis. Relatório de Gestão 2013 23
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 NOTA 01 - CONTEXTO OPERACIONAL A Cooperativa de Crédito de Livre Admissão Ltda. - SICOOB BRASÍLIA é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 11/03/1996, filiada à Central das Cooperativas de Economia e Crédito do Planalto Central Ltda. SICOOB PLANALTO CENTRAL e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/1964, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/1971, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/2009, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 3.859/2010, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. Tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos. O SICOOB BRASILIA possui 5 (cinco) Postos de Atendimento (PA) nas seguintes localidades: SIA - DF, PAD-DF, FORMOSA - GO, SÃO JOÃO D ALIANÇA - GO E PLANALTINA - DF. NOTA 02 - APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, consideradas as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/2007 e nº 11.941/2009, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil BACEN, especificamente aquelas aplicadas às entidades cooperativas, as disposições das Leis nº 4.595/1964 e nº 5.764/1971, com alterações da Lei Complementar 130/2009 bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional COSIF. Consideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC. Desta forma, as demonstrações contábeis foram revisadas e aprovadas pelo Conselho de Administração, em sua reunião datada de 24/02/2014. Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (R1) - Resolução CMN nº4.144/2012; CPC 01(R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - Resolução CMN nº 3.566/2008; CPC 03 (R2) - Demonstrações do Fluxo de Caixa - Resolução CMN nº 3.604/2008; CPC 05 (R1) - Divulgação sobre Partes Relacionadas - Resolução CMN nº 3.750/2009; CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações - Resolução CMN nº 3.989/11; CPC 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. Resolução CMN nº 4.007/11; CPC 24 - Evento Subsequente - Resolução CMN nº 3.973/2011; e CPC 25 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes Resolução CMN nº 3.823/2009. Os demais pronunciamentos serão aplicáveis a partir de sua aprovação pelo órgão regulador. 24 SICOOB Brasília
A autorização para a conclusão e emissão destas demonstrações contábeis foi dada pela Diretoria em 24 de fevereiro de 2014. NOTA 03 - RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS a) Apuração do resultado Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério pro-rata temporis e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não cooperativo, quando não identificados com cada atividade. De acordo com a Lei 5.764/1971, o resultado é segregado e apresentado em atos cooperativos, aqueles praticados entre as cooperativas e seus associados ou pelas cooperativas entre si, para a consecução de seus objetivos estatutários, e atos não cooperativos, aqueles que importam em operações com terceiros não associados. As cooperativas estão sujeitas à tributação pelo imposto de renda IR e contribuição social CSLL quando auferirem resultados positivos em atos não cooperativos. Nesses casos, a provisão é constituída com base nas alíquotas vigentes, considerando as adições e exclusões e a compensação de prejuízos fiscais e de base negativa de CSLL limitados a 30% do lucro tributável. b) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente. c) Caixa e equivalente de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/2008, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e equivalente de caixa compreendem: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Caixa e depósitos bancários 1.225.830,01 689.740,44 Relações interfinanceiras centralização financeira 20.286.809,72 8.834.952,96 Total 21.512.639,73 9.524.693,40 Relatório de Gestão 2013 25
d) Operações de crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas pro rata temporis, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. e) Provisão para operações de Crédito Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. A Resolução CMN nº 2.682/1999 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo). f) Depósitos em garantia Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo. g) Investimentos Representados substancialmente por quotas do SICOOB PLANALTO CENTRAL e ações do BANCOOB, avaliadas pelo método de custo de aquisição. h) Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. i) Diferido O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 06 anos. Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/2008, devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização. j) Intangível Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada. 26 SICOOB Brasília
k) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. l) Obrigações por empréstimos e repasses As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos de transação. Em seguida, os empréstimos tomados são apresentados pelo custo amortizado, isto é, acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido ( pro rata temporis ). m) Demais ativos e passivos São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos. n) Provisões São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. o) Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. p) Obrigações legais São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. q) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. r) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante). s) Valor recuperável de ativos impairment A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por impairment, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. Em 31 de dezembro de 2013 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros. Relatório de Gestão 2013 27
t) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por: Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de Dezembro de 2013. NOTA 04 - APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ Em 31 de Dezembro de 2013 e de 2012, as aplicações em Títulos e Valores Mobiliários do SICOOB BRASÍLIA estavam assim compostas: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Aplicações em Depósitos Interfinanceiros (CDI) 451.147,70 617.940,67 Total 451.147,70 617.940,67 Tal recurso tem por objetivo garantir operações firmadas junto ao Bancoob referente aos recursos repassados para o Crédito Rural. NOTA 05 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB PLANALTO CENTRAL, conforme determinado no art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/2010. NOTA 06 OPERAÇÕES DE CRÉDITO E PROVISÃO PARA CRÉDITOS DE LI- QUIDAÇÃO DUVIDOSA A carteira de créditos está assim composta e classificada: a) Composição da carteira de créditos por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682 de 21/12/1999: 28 SICOOB Brasília
Nível de Risco % Situação Emprest./Tit. Desc. * Financiamento Rural Adiantamento a depositante Cheque Especial/ Conta Garantida Total em 31/12/2013 Total da Provisão em 31/12/2013 Total em 31/12/2012 Total da Provisão em 31/12/2012 AA Normal - - - - - - - - - A 0,5% Normal 21.372.983,81 3.924.904,65 35.324.442,47 66.098,24 1.659.136,03 62.347.565,20 311.737,97 62.477.103,57 312.385,51 A 0,5% Vencidas - - - - - 1.170.773,79 5.853,88 B 1% Normal 1.755.367,06 164.678,49 596.279,98 2.650,19 308.916,15 2.827.891,87 28.278,92 3.654.083,46 36.540,81 B 1% Vencidas 287.485,91 69.230,76-51,63 20.322,97 377.091,27 3.770,91 112.209,65 1.122,10 C 3% Normal 2.581.472,01 99.159,74 159.868,45 11.289,35 130.712,29 2.982.501,84 89.475,06 1.357.226,52 40.716,77 C 3% Vencidas 261.810,40 22.095,41-22.051,15 305.956,96 9.178,71 390.523,59 11.715,72 D 10% Normal 1.836.311,62 - - 54,07 6.148,04 1.842.513,73 184.251,37 2.336.930,11 233.693,03 D 10% Vencidas 23.661,86-23.661,86 2.366,19 78.257,23 7.825,72 E 30% Normal 126.065,04 - - 99,88 15.231,68 141.396,60 42.418,98 22.753,41 6.826,02 E 30% Vencidas 494.640,24 99.571,86 - - 594.212,10 178.263,63 81.924,45 24.577,34 F 50% Normal - - - 2.000,00 2.000,00 1.000,00 50.323,47 25.161,74 F 50% Vencidas - 28.535,10 - - 28.535,10 14.267,55 272.748,48 136.374,25 G 70% Normal 4.346,24 - - 17,21 1.000,00 5.363,45 3.754,42 - - G 70% Vencidas 272.823,85 - - 272.823,85 190.976,70 99.191,15 69.433,81 H 100% Normal 261.286,03 - - 109,88 13.650,00 275.045,91 275.045,91 619.556,39 619.556,39 H 100% Vencidas 2.853.716,03 40.277,19 197.220,02 102.476,55-3.193.689,79 3.193.689,79 1.218.518,76 1.218.518,76 Total Normal 27.937.831,81 4.188.742,88 36.080.590,90 80.318,82 2.136.794,19 70.424.278,60 935.962,62 70.517.976,93 1.274.880,27 Total Vencido 4.170.476,43 283.372,18 197.220,02 102.528,18 42.374,12 4.795.970,93 3.592.513,47 3.424.147,10 1.475.421,58 Total Geral 32.108.308,24 4.472.115,06 36.277.810,92 182.847,00 2.179.168,31 75.220.249,53 4.528.476,09 73.942.124,03 2.750.301,85 Provisões (-) (3.891.455,90) (112.383,79) (384.601,10) (103.330,05) (36.705,25) (4.528.476,09) - (2.750.301,85) - Total Líquido 28.216.852,34 4.359.731,27 35.893.209,82 79.516,95 2.142.463,06 70.691.773,44 (4.528.476,09) 71.191.822,18 - * Em Empréstimos estão contidos os valores das Operações Renegociadas. Relatório de Gestão 2013 29
b) Composição da carteira de créditos segregada por faixas de vencimento Descrição Até 90 De 91 a 360 Acima de 360 Total em 31/12/2013 Empréstimos 9.344.263,59 8.613.753,89 10.621.343,42 28.579.360,90 Títulos Descontados 3.486.379,25 42.568,09-3.528.947,34 Financiamentos 425.556,64 1.641.765,45 2.404.792,97 4.472.115,06 Financiamentos Rurais 493.666,13 32.920.035,56 2.864.109,23 36.277.810,92 Total 13.749.865,61 43.218.122,99 15.890.245,62 72.858.234,32 Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida. d) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Saldo Inicial (2.750.301,85) (2.419.044,16) Constituições/Reversões no período (2.924.485,75) (2.302.081,88) Transferência/Reversões para Prejuízo no período 1.146.311,51 1.970.824,19 Total (4.528.476,09) (2.750.301,85) e) Concentração dos principais devedores: Descrição 31/12/2013 % Total Carteira 31/12/2012 % Total da Carteira Maior Devedor 2.815.843,52 3,74% 1.796.801,30 2,43% 10 Maiores devedores 13.440.043,58 17,87% 13.260.004,39 17,92% 50 Maiores devedores 32.710.150,79 43,49% 34.038.054,49 46,01% f) Créditos Baixados como Prejuízo, Renegociados e Recuperados em conformidade com a Resolução n 2.682/1999 (CMN), artigo 11º, III, os montantes de operações estão assim compostos: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Saldo Inicial 4.425.220,23 2.983.073,02 Valor das operações transferidas no período 1.146.311,51 1.970.824,19 Valor das operações recuperadas no período (277.938,61) (460.602,96) Valor dos juros recebidos nas operações recuperadas 9.985,25 25.588,43 Valor dos descontos concedidos nas operações recuperadas (32,53) (68.074,02) Total 5.293.560,60 4.425.220,23 NOTA 07 OUTROS CRÉDITOS Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado: 31/12/2013 31/12/2012 Descrição Circulante Não Circulante Total Total Rendas a Receber (a) 227.773,08-227.773,08 108.089,92 Devedores Diversos (b) 265.954,78-265.954,78 603.472,19 Total 493.727,86-493.727,86 711.562,11 30 SICOOB Brasília
(a) Em Rendas a Receber estão registrados: serviços prestados a receber (R$ 9.693,29), receita sobre saldo mantido na Centralização Financeira do SICOOB PLANALTO CENTRAL (R$187.398,23), rendas a receber da previdência social INSS (R$5.681,56) e outras (R$25.000,00); (b) Em devedores Diversos, classificados no grupo de outros créditos do ativo, estão assim compostos: 31/12/2013 31/12/2012 Descrição Circulante Não Circulante Total Total Adiantamentos e antecipações salariais 25.206,00-25.206,00 15.979,19 Adiantamentos para pagamentos de nossa conta (b1) 128.061,05-128.061,05 392.376,40 Devedores por Depósito e Garantia (b2) 33.884,99-33.884,99 32.929,40 Outros 1.324,85-1.324,85 1.324,85 Pagamentos a ressarcir 9.828,99-9.828,99 7.742,21 Títulos e créditos a receber 4.114,49-4.114,49 4.962,14 Devedores diversos - País * 63.534,41-63.534,41 148.158,00 Total 265.954,78-265.954,78 603.472,19 (b1) Em Adiantamentos para pagamentos de nossa conta refere-se a adiantamentos para a reforma de São João d Aliança; (b2) Em Devedores por Depósito em Garantia estão registrados depósitos judiciais para: PIS sobre Atos Cooperativos (R$12.609,99), COFINS sobre Atos Cooperativos (R$21.275,00); * A conta Devedores Diversos, está assim composta: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Diferenças de caixa 550,00 66,60 Pendências a regularizar 50.816,76 148.091,40 Proagro - Adicional 12.167,65 - Total 63.534,41 148.158,00 NOTA 08 OUTROS VALORES E BENS Em Bens Não de Uso Próprio está registrado o valor de R$105.818,37, referente a bens recebidos como dação em pagamento de dívidas, não estando sujeitos a depreciação ou correção. Composto por: 31/12/2013 31/12/2012 Descrição Circulante Não Circulante Total Total Prêmios de seguros 397,37-397,37 11.090,07 Imóveis 50.000,00 50.000,00 50.000,00 Vale Refeição e Alimentação 51.643,00-51.643,00 36.674,00 Vales transporte 3.778,00-3.778,00 2.840,00 Total 105.818,37-55.818,37 100.604,07 Relatório de Gestão 2013 31
NOTA 09 PERMANENTE a) Investimentos O saldo é representado por quotas do SICOOB PLANALTO CENTRAL, ações do BANCOOB e outros investimentos, conforme demonstrado: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 SICOOB PLANALTO CENTRAL 5.424.888,69 3.499.260,53 Banco Cooperativo do Brasil S.A. BANCOOB 261.433,08 199.859,53 Total 5.686.321,77 3.699.120,06 b) Imobilizado de uso Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: Descrição Custo Corrigido Depreciação Acumulada 31/12/2013 31/12/2012 Taxas Total Líquido Total anuais de depreciação Terrenos 612.898,27-612.898,27 612.898,27 - Imóveis 742.317,00-742.317,00 41.097,97 - Veículos 54.288,89 (48.166,08) 6.122,81 16.980,53 20% Móveis e equipamentos de uso 433.826,62 (76.947,00) 356.879,62 212.333,12 10% Sistema de comunicação 16.707,90 (1.280,30) 15.427,60-10% Sistema de processamento de dados 468.249,64 (152.977,90) 315.271,74 159.112,37 20% Sistema de segurança 82.825,90 (27.280,26) 55.545,64 11.186,62 20% Total 2.411.114,22 (306.651,54) 2.104.462,68 1.053.608,88 - Tomando por base as determinações do pronunciamento técnico CPC 01, a entidade não identificou a necessidade de adequação do valor dos ativos contabilizados, uma vez que os bens registrados no imobilizado apresentam valor contábil inferior àqueles preços praticados pelo mercado. c) Diferido Nesta rubrica registram-se as benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros. Descrição Custo Corrigido 31/12/2013 31/12/2012 Taxas Depreciação anuais de Total Líquido Total Acumulada depreciação Benfeitorias 1.180.249,90 (563.381,28) 616.868,62 815.271,91 16,67% Total 1.180.249,90 (563.381,28) 616.868,62 815.271,91 16,67% 32 SICOOB Brasília
d) Intangível Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da companhia, como as licenças de uso de softwares. Descrição Custo Corrigido 31/12/2013 31/12/2012 Depreciação Acumulada Total Líquido Total Taxas anuais de depreciação Intangível 188.764,59 (168.840,61) 19.923,98 52.792,44 20,00% Total 188.764,59 (168.840,61) 19.923,98 52.792,44 20,00% Está demonstrado o valor gasto com aquisição de licenças de uso do Sistema de Informática do Sicoob - SIS- BR, da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação. Na mesma data, a Central cedeu exclusivamente às suas filiadas (cooperativas singulares associadas), devidamente autorizado pelo Sicoob Confederação, com prazo até 31 de maio de 2019, o direito de uso do SISBR. NOTA 10 DEPÓSITOS a) Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros contratados. Descrição 31/12/2013 % Total Carteira 31/12/2012 % Total da Carteira Maior Aplicador 2.536.071,09 6,39% 4.309.637,69 13,28% 10 Maiores aplicadores 12.057.914,09 30,38% 13.510.238,23 41,63% 50 Maiores aplicadores 25.449.228,85 64,11% 22.674.848,15 69,86% b) Composição das operações segregadas por tipo de depósito e clientes. Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Pessoa a Vista 11.735.295,51 10.190.004,59 Pessoa Física 7.084.109,32 5.307.105,72 Pessoa Jurídica 4.651.186,19 4.882.898,87 Depósito a Prazo 27.457.378,71 22.042.262,18 Total 39.192.674,22 32.232.266,77 Os depósitos, até o limite de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil), por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do SICOOB - FGS, o qual é um Fundo constituído pelas Cooperativas do Sistema SICOOB regido por regulamento próprio. NOTA 11 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS / OBRIGAÇÕES POR EMPRÉS- TIMOS E REPASSES São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades (art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/2010) e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados. Relatório de Gestão 2013 33
Os empréstimos são apresentados a seguir: 31/12/2013 31/12/2012 Descrição Circulante Não Circulante Total Total Sicoob Planalto Central obrigações por empréstimos 642.874,42-642.874,42 2.344.976,06 BANCOOB obrigações por empréstimos 581.854,39-581.854,39 833.293,59 Total obrigações por empréstimos 1.224.728,81-1.224.728,81 3.178.269,65 Bancoob recursos crédito rural 32.993.101,62 3.196.973,69 36.190.075,31 30.867.187,13 (-) Bancoob Despesas a apropriar recursos de crédito rural (601.136,05) (207.165,71) (871.301,76) (899.264,12) Total relações interfinanceiras* 32.391.965,57 2.926.807,98 35.318.773,55 29.967.923,01 * As obrigações por repasses interfinanceiros foram contraídas junto ao Bancoob - Banco Cooperativo do Brasil S/A, e são compostas pela linha de crédito rural de recursos obrigatórios (RO). NOTA 12 OBRIGAÇÕES SOCIAIS E ESTATUTÁRIAS Descrição 31/12/2013 31/12/2012 FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (a) 197.068,77 115.442,21 Cotas de capital a pagar (b) 24.581,24 60.039,69 Total 221.650,01 175.481,90 (a) O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não cooperativos e 5% das sobras líquidas, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional COSIF. (b) As Cotas de Capital são valores de devolução de capital de ex-associados. NOTA 13 OBRIGAÇÕES FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS Os impostos Fiscais e Previdenciários estão assim divididos: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Circulante Não Circulante Total Total Provisão para impostos e contribuições s/ lucros 305,47 305,47 2.351,06 Impostos e contribuições s/ serviços de terceiros 1.574,78 1.574,78 1.475,04 Impostos e contribuições s/ serviços de salários 128.839,44 128.839,44 352,55 IRRF sobre aplicações financeiras 12.516,66 12.516,66 7.816,19 ISSQN a recolher 1.693,31 1.693,31 - IRRF de juros ao capital - - 137.277,66 Provisão para riscos tributários PIS - 84.150,06 84.150,06 84.150,06 Provisão para riscos tributários - COFINS - 699.919,97 699.919,97 699.919,97 Total 144.929,66 784.070,03 928.999,69 933.342,53 34 SICOOB Brasília
NOTA 14 OUTRAS OBRIGAÇÕES DIVERSAS As obrigações diversas, classificadas no passivo na conta de Outras Obrigações estão assim compostas: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Circulante Não Circulante Total Total Cheques administrativos (a) 725.024,88-725.024,88 361.000,00 Obrigações por prestação de serviços de pagamento 54.648,39-54.648,39 77.801,97 Despesas de Pessoal 284.281,50-284.281,50 231.059,92 Outras Despesas Administrativas (b) 206.323,33-206.323,33 178.659,88 Cheques Descontados (c) 222.173,91-222.173,91 25.823,05 Credores diversos País (d) 788.062,50-788.062,50 331.146,93 Total 2.280.514,51-2.280.514,51 1.205.491,75 (a) Refere-se a cheques emitidos pela Cooperativa contra o próprio caixa da instituição, porém não compensados até a data-base de 31/12/2013. (b) Refere-se a provisão para pagamento de assessoria técnica (R$ 20.540,41), seguro (R$185.782,92); (c) Refere-se a cheques depositados, relativo a descontos enviados a compensação, porém não baixados até a data-base de 31/12/2013. (d) A conta Credores Diversos - país, está assim composta: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Sobras de caixa 2.181,21 1.765,75 Pendências a regularizar 40.786,97 229.361,69 Pagamentos a processar 7.316,61 7.316,61 Conta transitória 49.165,38 26.915,99 Cooperativa Central 56.372,10 50.262,21 Saldos credores - encerramento de c/c 17.884,74 15.524,68 Taxa de alienação de veículos a repassar 2.029,26 - Outros (d1) 611.030,00 - Credores diversos - liquidação cobrança 1.296,23 - Total 788.062,50 331.146,93 (d1) Valor refere-se ao recebimento da primeira parcela da venda do lote da SEPS 709/909 a ser devolvido ao comprador por desistência da operação. NOTA 15 - INSTRUMENTOS FINANCEIROS O SICOOB BRASÍLIA opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, aplicações interfinanceiras de liquidez, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos e repasses. Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, conforme critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas. Relatório de Gestão 2013 35
NOTA 16 - PATRIMÔNIO LÍQUIDO (a) Capital Social O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do número de suas cotas-partes. O Capital Social e número de associados estão assim compostos: (b) Reserva Legal Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Capital Social 18.245.671,43 15.473.225,92 Capital a Realizar (100.570,20) (80.194,17) Total 18.145.101,23 15.393.031,75 Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Total de associados 2.268 1.769 Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 35%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. (c) Reserva Estatutária A Reserva Estatutária refere-se a destinação de 10% das sobras auferidas para conservação e reforma das unidades da cooperativa. (d) Sobras ou Perdas Acumuladas As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/2006, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/1971. Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 16 de março de 2013, os cooperados deliberaram pelo aumento do Capital social com as sobras do exercício findo em 31 de dezembro de 2012, no valor de R$ 651.986,81. (e) Destinações estatutárias e legais De acordo com o estatuto social da cooperativa e a Lei nº 5.764/1971, as sobras líquidas do exercício terão a seguinte destinação: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Sobras /lucro líquido do exercício 429.872,74 1.325.991,75 Lucro líquido decorrente de atos não cooperativos apropriado ao FATES (66.013,60) (22.017,94) Sobras líquidas, base de cálculo das destinações. 363.859,14 1.303.973,81 Destinações estatutárias (181.929,57) (651.986,90) Reserva legal - 35% (127.350,70) (391.192,14) Reserva Estatutária - 10% (36.385,91) (195.596,07) Fundo de assistência técnica, educacional e social - 5% (18.192,96) (65.198,69) Sobras à disposição da Assembleia Geral 181.929,57 651.986,90 36 SICOOB Brasília
Reserva legal destina-se a reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades; A Reserva estatutária destina-se a à conservação e reforma das unidades da Cooperativa, ou conforme deliberação das Assembleias Gerais, até a prestação de contas na Assembleia de 2025; O Fundo de assistência técnica, educacional e social (FATES) é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa; e Os resultados decorrentes de atos não cooperativos são destinados ao FATES. NOTA 17 TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária. Montante das operações ativas e passivas no exercício de 2013: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 % em relação ao total Ativo 6.409.623,82 6.241.104,71 8,52% Operações de Crédito 6.409.623,82 6.241.104,71 8,52% Passivo 2.852.144,92 1.019.716,59 7,28% Depósitos à vista e a prazo 2.852.144,92 1.019.716,59 7,28% Patrimônio Líquido 1.160.880,51 1.022.481,22 6,40% Capital Social 1.160.880,51 1.022.481,22 6,40% No exercício de 2013, os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários, apresentando-se da seguinte forma: BENEFÍCIOS MONETÁRIOS DE PARTES RELACIONADAS EXERCÍCIO 2013 Descrição Total dos Benefícios Honorários 875.855,97 NOTA 18 COOPERATIVA CENTRAL O SICOOB BRASILIA, em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à Cooperativa - SICOOB PLANALTO CENTRAL, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas. O SICOOB PLANALTO CENTRAL é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos Relatório de Gestão 2013 37
na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB PLANALTO CENTRAL a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras. O SICOOB BRASILIA responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB PLANALTO CENTRAL perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas operações. NOTA 19 SEGUROS CONTRATADOS A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes. Em 31 de dezembro de 2013, os seguros contratados estão assim compostos: Descrição 31/12/2013 31/12/2012 Seguro Patrimonial Limitado a 7.485.000,00 Limitado a 4.000.000,00 Seguro de Valores Limitado a 350.000,00 Limitado a 155.000,00 NOTA 20 ÍNDICE DE BASILÉIA O Patrimônio de Referência - PR da cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da estrutura dos ativos, apresentando margem para o limite de compatibilização de R$ 12.186.277,19 em 30 de setembro de 2013. O Banco Central do Brasil concedeu prazo para parametrização do sistema e geração dos arquivos para preenchimento do DLO das cooperativas enquadradas no RPS, visto que a partir de outubro/13 entra em vigor novo critério de cálculo. NOTA 21 CONTINGÊNCIAS PASSIVAS Segundo a assessoria jurídica do SICOOB BRASÍLIA, dos processos judiciais em que figura como pólo passivo, foram classificadas como perdas possíveis processos, totalizando R$ 773.198. Brasília-DF, 31 de dezembro de 2013. ANTONIO MAZUREK Presidente ADEMIR LOPES CANÇADO Diretor Administrativo HÉLIO DE OLIVEIRA PINHA JÚNIOR Diretor Operacional JORGE LUIZ MOREIRA Contador CRC nº 7534 38 SICOOB Brasília
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Órgãos Estatutários e Funcionários Assembleia Geral Todos os associados Presidente do Conselho de Administração Antonio Mazurek Vice-Presidente do Conselho de Administração Derci Cenci CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Antonio Mazurek Derci Cenci Ernesto José Pierdoná Hélio de Oliveira Pinha Júnior Jaito Carlos Costa Luciano Ribeiro Machado José Flávio Loyola Maurício Severino de Rezende Parecido Mancini Telmo Hein Diretoria Executiva Diretor Administrativo Ademir Lopes Cançado Diretor de Operações Hélio de Oliveira Pinha Júnior Conselho Fiscal Luiz Angelo Capelesso Leandro da Silva Lima Paulo Cezar Corazza Harley José Cordeiro Valadares Helmuth Eurico Dieter Olivio Ulisses Otto Funcionários Sede Administrativa Gerências Gerente Administrativa Juraci Maria Kolling Schwantes Gerente Operacional Adriana Piccoli Gerente de Relacionamento Gutemberg Leonel Pereira Setor Administrativo Emanuel Sardinha Farias da Silva Eric Jansen Pinheiro Maykon Douglas da Silva Santos Wanderson J. Gomes de Oliveira Setor Operacional Aline Barbosa Lobo Alessandra Arêa Leão Gil Wagner da Silva Kárita Faleiro de Jesus Késsio Gonçalves Ribeiro Lúcia Alves do Nascimento Maria Aderivânia dos Santos Souza Mariana Merlin Falqueto Maria Gilmara Duarte Michele Silva Cardoso Raquel Pertusatti Sandra Marques de Souza Setor Financeiro Suélen Almeida Cardoso Aline Maria Bossa Antonio Junior Alves Mota Kayth Francyelle Siqueira Borges Aprendiz Legal Ana Lucia Alves dos Santos Helloan Ferreira Sales AGÊNCIAS SEDE Sandra Correa Débora Gomes Viana Eliete Souza Ornelas José Marques Neto Kézia Guimarães Rodrigues Silva Marly Siqueira Pedro Severina Marinho de Siqueira PAD/DF Fabiola Saggin Dalva Tome Pereira de Souza Rodolfo Brunetto Tomazini Silvani Vieira de Souza FORMOSA-GO Erica Karoline Mota Corazza Gerlane de Melo Alvares Janaina de Sousa Silva Jane Pereira de Macedo Marcio Cristovão Silva da Rosa Maxwel dos Santos Santana Mirelly Medeiros de Souza SÃO JOÃO D'ALIANÇA-GO Simone Bily Luiz Chrisostomo Aldianne Marques Araujo de Oliveira Angelica Dieter Mancini Cristiano Nunes de Oliveira Fernando André Parca Vanessa Adona PLANALTINA-DF Fabio Monteiro Macedo Andreia Luiza Conceição Andreia Neres de Souza Deisielle Lopes Pereira Marcelo Ferreira de Lacerda Relatório de Gestão 2013 41
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