INQUÉRITO MULTI-OBJECTIVO CONTÍNUO ESTATÍSTICAS DE CONDIÇÕES DE VIDA

Documentos relacionados
PERFIL DA POBREZA TENDÊNCIA DA POBREZA ABSOLUTA RESULTADOS DEFINITIVOS III INQUÉRITO ÀS DESPESAS E RECEITAS FAMILIARES IDRF

Censo Demográfico 2010 FAMÍLIA E DOMICÍLIO

Workshop de disseminação dos resultados da pobreza em Cabo Verde RESULTADOS DO QUIBB

Inquérito Multi-Objectivo Contínuo

IV RECENSEAMENTO GERAL DA POPULAÇÃO E HABITAÇÃO 2012 CARACTERÍSTICAS E CONDIÇÕES DE VIDA DAS FAMÍLIAS E DA HABITAÇÃO

A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010

MicroGeração. Energia Solar

DIAGNÓSTICO DO SECTOR DE ÁGUA E SANEAMENTO EM CABO VERDE

Utilização da Internet cresce quase 20 por cento nos últimos dois anos nas famílias portuguesas

REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Sociall

Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010

Data Publicação. Instituto Nacional de Estatística. Inquérito Multi-objectivo Contínuo 2014 Estatísticas das Migrações

Perfil Municipal - Florianópolis (SC)

Sistema de Monitoramento e avaliação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio em Belo Horizonte

Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04

QUESTIONÁRIO UNIFICADO DE INDICADORES BÁSICOS DO BEM-ESTAR (QUIBB-2005)

Região Metropolitana Oeste de São Paulo

A taxa de desemprego do 3º trimestre de 2007 foi de 7,9%

EFICIÊNCIA HÍDRICA. Relatório de experiência realizada no Colégio xxxxxxxxx de Campo de Ourique. Experiência de 13/09 a 09/11 de 2010

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA

O palácio de Belém Um exemplo pioneiro

Perfil Municipal - Rio Bom (PR)

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DE HABITAÇÃO

SECRETRIA REGIONAL DOS ASSUNTOS SOCIAIS I SÉRIE - N.º Assim, determina-se:

SANTO ANTÔNIO ENERGIA SA

Dinâmica de longo prazo da migração em Cabo Verde

PRAZO DE RETIRADA E ENTREGA DO QUESTIONÁRIO

QUESTIONÁRIO DO DOMICÍLIO

DADOS DE MERCADO 2010/2011 BRASIL

InfoReggae - Edição 20 Risco Social Familiar 29 de novembro de Coordenador Executivo José Júnior

Energias Renováveis (ER) Sustentabilidade Económica e Ambiental

8 de Março E urgente acabar com as discriminações que a mulher continua sujeita em Portugal Pág. 2

Do total das despesas das famílias em 2006, Habitação, Alimentação e Transportes representavam mais de metade

Rendimento Médio Populacional (R$) Total 288,39 Urbana 309,57 Rural 167,10

EDUCAÇÃO Total de Escolas no Município Ensino Fundamental Ensino Médio Número de Matrículas Educação Infantil Creche 237

INDICADORES ESTATÍSTICOS

Panorama Municipal. Município: Barreiros / PE. Aspectos sociodemográficos. Demografia

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Ananindeua DEMOGRAFIA População Total 471.

COLECTORES SOLARES TÉRMICOS

A Rede Social no Contexto da RAA A Reconfiguração do Território da Amadora

Pesquisa inédita avalia conhecimento da população sobre a tuberculose

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional

Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa

Questionário para caracterização da População Idosa do concelho de Bombarral

Panorama Municipal. Município: Cabo de Santo Agostinho / PE. Aspectos sociodemográficos. Demografia

Lei /13 Lei Florestal Mineira

Emprego e Formação Profissional

Será uma carta entregue em mãos após uma marcha que terá início em São Paulo logo após a eleição e terminará no Palácio do Planalto em Brasília.

Taxa de desemprego estimada em 11,9%

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME. Nota MDS Brasília, 02 de maio de 2011.

Jornadas Técnicas de Água e Saneamento da África Sub-Saheliana Apresentação da Situação de Abastecimento de Água e Saneamento em Cabo Verde

EDITAL TARIFÁRIO DE ÁGUA

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA ENGENHEIRO CARLOS RODRIGUES, BLOCO N.º 4, 1º D Localidade ÁGUEDA

MENOS PAPEL, MAIS AMBIENTE!

Síntese da Conferência

Ao dormir, todos somos vulneráveis. William Shakespeare NOTA TÉCNICA. Adma Figueiredo. Eloisa Domingues. Ivete Rodrigues

Projecto de Acompanhamento do Uso Educativo da Internet nas Escolas Públicas do 1.º ciclo no distrito de Bragança

Plano de Acção Ano Avaliação

MINUTA MATRIZ DE VULNERABILIDADE E RISCO SOCIAL DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

9 Fórum de Saneamento e Meio Ambiente ASSEMAE ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS SERVIÇOS MUNICIPAIS DE SANEAMENTO. Arnaldo Luiz Dutra Presidente Nacional

Sistema de Informação da Atenção Básica Situação de Saneamento desde 1998 Notas Técnicas

Pesquisa TIC Domicílios 2013

ANEXO A. Carta Educativa do Concelho de Mafra Anexo A, Pág. 305

Termos de Referência

Desenvolvimento Sustentável para controlo da população humana.

Dr. Orlando Santos Monteiro Responsável do Inquérito ao Emprego orlando.monteiro@ine.go.cv

MATRIZ DOS INDICADORES

Certificado Energético Edifício de Habitação

97% dos indivíduos com idade entre os 10 e os 15 anos utilizam computador, 93% acedem à Internet e 85% utilizam telemóvel

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA PADRE AMÉRICO, 131, 2.º ANDAR - AP. 25 Localidade CAMPO VLG

DADOS DE MERCADO 2010/2011 ITÁLIA

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA GENERAL HUMBERTO DELGADO, BLOCO F, 181, 3.º DIR. Localidade MATOSINHOS

X Ambiente e Salubridade

Gênero e Pobreza no Brasil: contexto atual

REGULAMENTO DO PROJECTO MUNICIPAL LOURES REPARA PEQUENAS REPARAÇÕES DOMÉSTICAS AO DOMICÍLIO

Escola E. B. 2º e 3º ciclos do Paul. Trabalho elaborado por: Ana Bonifácio nº 1 Débora Mendes nº8 Diana Vicente nº 9-8ºB

Transcrição:

INQUÉRITO MULTI-OBJECTIVO CONTÍNUO ESTATÍSTICAS DE CONDIÇÕES DE VIDA Praia, 16 de Maio 2016

OBJECTIVOS O módulo sobre as condições de vida surge com o objectivo magno de contribuir para o conhecimento das características sociodemográficas dos agregados familiares e dos seus representantes, assim como, indicadores de condições de vida, entre outras informações que contribuirão para a adopção e formulação de políticas e programas de reabilitação e infra-estruturação dos alojamentos e políticas e programas ambientais e de saúde. Em particular tem como objectivo fornecer indicadores relativos a: Características físicas dos alojamentos Nível de acesso aos serviços básicos: Acesso à água, Acesso à electricidade Acesso ao saneamento Acesso aos meios de informação e comunicação Acesso a bens de equipamento e conforto

METODOLOGIA PLANO DE AMOSTRAGEM: AMOSTRA 9.918 agregados familiares Taxa resposta 75,5% NÍVEL CONFIANÇA 90% PRECISÃO RELATIVA 10% VARIÁVEL INTERESSE Taxa de desemprego população 15 anos ou mais 10% REPRESENTATIVIDADE A mesma em cada nível do concelho PERÍODO DE RECOLHA: 4º trimestre de 2015

INQUÉRITO MULTI-OBJECTIVO CONTÍNUO AGREGADOS FAMILIARES

POPULAÇÃO 2015 524 623

AGREGADOS FAMILIARES 2015

Evolução 1970-2015 População Agregados Familiares 434 625 491 875 505 848 512 097 518 468 524 623 270 999 295 703 331 504 56 254 57 123 67 619 93 975 116 873 124 377 127 330 129 014 138 948 1970 1980 1990 2000 2010 2012 2013 2014 2015

AGREGADOS FAMILIARES 68,9 31,1

REPRESENTANTE DO AGREGADO 62 60 39 40 52 48 55 56 55 46 44 45 52 48 1990 2000 2010 2012 2013 2014 2015

REPRESENTANTE DO AGREGADO Idade média 48,6 60% 35 64 anos 20% 25 34 anos 48 49 IDADE MÉDIA 46 47 52 55 3% 15 24 anos 17% 65+ anos Total Urbano Rural

REPRESENTANTE DO AGREGADO 23% 22% Número médio de anos de estudo do representante e o número médio de anos de estudo máximo no AF 8% 9% Secundário 23% Superior 9% Alfabetização 6% 9% 4% Básico 63% 64% 6,4 9,5 7,5 10,2 5,2 8,9 9,4 9,6 6,5 6,1 62% Total Urbano Rural Masculino Feminino Número médio de anos de estudo do Representante Número médio de anos de estudo máximo no AF

REPRESENTANTE DO AGREGADO ESTADO CIVIL 29% 23% 3% Divorciado / Separado Viuva(o) 12% 17% 22% 13% 12% 20% 10% 30% União de facto 30% Casados 21% 42% 17%

TIPOLOGIA MONOPARENTAIS 39% Dimensão média 3,8 CONJUGAIS 45%

TIPOLOGIA Feminino Masculino 5,0 4,8 3,9 17,5 18,6 15,1 9,9 1,3 12,2 4,1 1,9 5,0 UNIPESSOAL CASAIS SEM FILHOS CASAIS COM FILHOS CONJUGAIS COMPOSITOS MONOPARENTAL MONOPARENTAL COMPOSITO NUCLEAR SEM RELAÇÃO DE PARENTESCO

TIPOLOGIA Evolução da tipologia dos agregados 2000-2015 2000 2015 27 24 22 22 12 15 19 16 17 17 4 6 0 1 UNIPESSOAL CASAIS ISOLADOS CASAIS ISOLADOS COM FILHOS CONJUGAIS COMPOSITOS MONOPARENTAL NUCLEAR MONOPARENTAL COMPOSITOS AGREGADOS SEM RELACAO DE PARENTESCO

DIMENSÃO E ESTRUTURA Urbano 3,6 Rural 4,1 Masculino 3,7 Feminino 3,9 Conjugais nucleares 4,1 Conjugais compósitos 6,0 Monoparental nuclear 3,0 Monoparental compósito 4,7 AF sem relação parentesco 2,5

DIMENSÃO E ESTRUTURA Existência de menores 15 anos MONOPARENTAL COMPOSITOS 2,0 71 % MONOPARENTAL NUCLEAR 1,6 62 % CONJUGAIS COMPOSITOS 2,1 86 % CONJUGAIS NUCLEARES 1,8 79 % Feminino 1,9 65 % Masculino 1,8 54 % Total 1,9 59 %

DIMENSÃO E ESTRUTURA 3% Tem pelo menos um filho casado / em união 30 17 Tem pelo menos uma criança menor de 15 anos 59% 21% Tem pelo menos um idoso(a) com 65+ anos Urbano Rural vive pelo menos um 36% Vive o(s) pais do representante 3%

MONOPARENTAIS FEMININOS 46% Nuclear Urbano Rural 50 50 39 61 Agregados monoparentais representadas por mulheres representam 33% 54% Compósito MONOPARENTAL NUCLEAR MONOPARENTAL COMPOSITOS

RG PL PN SV RB TASN SL BV MA TA SC SZ PR SD SM SLO SSM RGST MO SF SCFO BR MONOPARENTAIS FEMININOS FAMILIAS MONOPARENTAIS CHEFIADAS POR MULHERES 34,8 DISTRIBUIÇÃO DAS FAMILIAS MONOPARENTAIS CHEFIADAS POR MULHERES 65,2 25 17 10 3 1 4 2 1 5 3 1 4 5 3 3 2 1 2 2 4 1 1

MONOPARENTAIS FEMININOS CARACTERISTICAS DAS MULHERES CHEFES FAMILIA 50 IDADE MÉDIA 47 55 Nº MÉDIO DE ANOS DE ESTUDO 6,4 7,1 4,7 Total Urbano Rural Total Urbano Rural

MONOPARENTAIS FEMININOS CARACTERISTICAS DAS MULHERES CHEFES FAMILIA 43% DAS MULHERES SÃO SEPARADAS / DIVORCIADAS 43 50 23 22 25 13 14 12 31 31 20 14 Solteira(o) Casada(o) / União de facto Divorciada(o) / Separada(o) Viúva(o) Total Urbano Rural

INQUÉRITO MULTI-OBJECTIVO CONTÍNUO INDICADORES DE CONDIÇÕES DE VIDA

HABITAÇÃO 86% Casas independentes COBERTURA 79% EM TERRAÇO 11% INCLINADAS COBERTAS DE TELHAS REVESTIMENTO EXTERIOR 81% COM REBOCO 69% COM PINTURA 12% SEM PINTURA 13% Apartamentos PAVIMENTO 54% CIMENTO 45% MOSAICO DIVISÕES 3,2 UCUPADAS 2 UTILIZADAS PARA DORMIR 1% Barracas

ACESSO À ELECTRICIDADE 89,8 78,1 86% Urbano Rural 93 92 91 90 90 90 89 89 89 87 86 85 85 85 83 81 80 78 76 2010 2015 73 73 69 SL BR SLO BV PR RB MA SD SV RG PN SM MO PL SCFO TASN SF SC SZ RGST SSM TA

EVOLUÇÃO DO ACESSO A ELECTRICIDADE 1990-2015 86% 72 Evolução do acesso à electricidade 1990-2015 89 80 92 91 89 90 87 87 85 86 78 79 78 78 50 62 26 21 1990 2000 2010 2012 2013 2014 2015 CABO VERDE Urbano Rural

FONTE ABASTECIMENTO ÁGUA

ACESSO À ÁGUA 64% Tem ligação à rede pública de abastecimento de água 64 TEM LIGAÇÃO À REDE REDE PRINCIPAL FONTE 68 55 62 67 52 Total Urbano Rural 89 88 86 83 82 79 77 76 72 69 68 65 63 2010 2015 58 57 57 56 56 53 31 26 30 13 TASN RB RG TA BR MA PL PN SF SSM SL SV SZ RGST PR SC SCFO MO SM BV SLO SD

ACESSO À ÁGUA Evolução do acesso a agua da rede pública como principal fonte de abastecimento. 1990-2015 67 65 64 66 67 16 25 38 62 50 59 59 61 52 48 48 48 43 CABO VERDE Urbano Rural 1990 2000 2010 2012 2013 2014 2015

ÁGUA PARA BEBER 85% USA A MESMA FONTE DE ABASTECIMENTO 92% USA LIXÍVIA 43% HÁBITO TRATAR A ÁGUA DE BEBER 8% FERVE FILTRA

SANEAMENTO 85,3 59,7 Urbano Rural 29% REDE ESGOTO 69% FOSSA SÉPTICA 5,7% COMPARTILHA COM OUTRO AF

92 89 87 85 84 84 84 82 81 81 EVOLUÇÃO DO ACESSO A INSTALAÇÕES SANITÁRIAS 1990-2015 22 39 64 73 72 75 77 1990 2000 2010 2012 2013 2014 2015 77 72 70 68 67 67 66 2010 2015 56 55 53 50 49 SL MA MO SV PR BR TASNSCFO RB SF RG PL TA PN BV SC SSM SLO SD SZ RGST SM

MODO DE EVACUAÇÃO ÁGUAS SUJAS Distribuição percentual dos agregados segundo o modo de evacuar água suja. INE, Total Urbano Rural 82 53 54 39 42 8 6 4 9 1 1 1 Fossa septica / Rede esgoto Redor da casa Natureza (mar, encosta, ribeiras) Outro

MODO DE EVACUAÇÃO ÁGUAS SUJAS Percentagem de agregados com ligação à fossa séptica ou rede esgoto e percentagem de agregados que tem por hábito deitar ao suja ao redor da casa. INE, TEM FOSSA/ESGOTO DEITA AGUA AO REDOR DA CASA 96 94 94 94 90 90 84 82 77 76 75 74 71 70 56 54 50 48 45 41 29 20 RGST BR SM SLO SSM SC SF MO SCFO RB SZ TA SD MA BV PN RG PL PR TASN SL SV

MODO DE EVACUAÇÃO DOS RESIDUOS SÓLIDOS

ENERGIA PARA COZINHAR CONSUMO DO GÁS E DA LENHA Gás Lenha 89 40 58 7 URBANO RURAL

ENERGIA PARA COZINHAR Evolução do consumo do gás e da lenha a nível nacional. INE, Censos 1990, 2000, 2010, IMC 2012, 2013 73 70 71 73 74 66 52 41 33 26 25 25 25 23 1990 2000 2010 2012 2013 2014 2015 GÁS LENHA

ENERGIA PARA COZINHAR Percentagem dos agregados que consomem gás e lenha. GÁS LENHA 95 93 92 90 82 81 79 71 64 60 59 55 53 52 7 13 15 17 25 26 38 39 43 45 44 50 52 53 57 61 67 67 74 SL BV SV PR BR RB TASN PN MA PL RG TA SF MO SC SZ SCFO RGST SD SM SSM SLO

INDICADORES TIC ACESSO NO ALOJAMENTO Percentagem de agregados que possuem um dos bens e acesso a televisão a cabo e internet no alojamento. Total 77 82 Urbano Rural 65 58 66 25 26 24 12 15 5 31 38 16 15 18 7 41 Telefone fixo Televisão Televisao a cabo Computador / Portatil Tablet / Ipad Acesso a internet

INDICADORES TIC UTILIZAÇÃO DA POPULAÇÃO 2014 65% POPULAÇÃO 10 ANOS OU MAIS POSSUI UM TELEMÓVEL. 65% 69 87 73 66% 19 24 10-14 15-24 25-34 35-64 65+ IMC 2014

INDICADORES TIC UTILIZAÇÃO DA POPULAÇÃO 2014 36,8% POPULAÇÃO 10 ANOS OU MAIS UTILIZOU COMPUTADOR NOS ULTIMOS TRÊS MESES 38% 36% 37,1% POPULAÇÃO 10 ANOS OU MAIS UTILIZOU INTERNET NOS ULTIMOS TRÊS MESES 38% 37% IMC 2014

INDICADORES TIC UTILIZAÇÃO DA POPULAÇÃO 2014 PERCENTAGEM DA POPULAÇÃO QUE UTILIZOU COMPUTADOR E INTERNET NOS ULTIMOS TRÊS MESES 55 56 48 50 31 27 25 26 4 4 10-14 15-24 25-34 35-64 65+ COMPUTADOR INTERNET IMC 2014

Famílias fortes são os fundamentos da sociedade. Através delas passamos as nossas tradições, rituais e valores. Delas recebemos amor, encorajamento e toda a educação necessária para enfrentar todos os desafios humanos. Ronald Reagen

Obrigado! Noemi Rute Ramos Coordenadora do IIIº IDRF Responsável pelas estatísticas de condições de vida e pobreza Email: nramos@ine.gov.cv Telefone INE: 261 38 27 / 333 65 45