ESCOLA DE ENFERMAGEM REGIMENTO



Documentos relacionados
Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Educação Superior Norte - RS/UFSM Departamento de Enfermagem

Faculdade de São Paulo. Regimento do ISE

REGULAMENTO DE CURSO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS

REGULAMENTO OPERACIONAL DA DIRETORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

MANUAL DE NORMAS Ato: Resolução Nº 012/2011- CONSUP

TÍTULO I DA NATUREZA, DAS FINALIDADES CAPÍTULO I DA NATUREZA. PARÁGRAFO ÚNICO Atividade curricular com ênfase exclusiva didático-pedagógica:

Normas Gerais de Estágios

REGIMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS URBANOS - NEURB CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP

RESOLUÇÃO nº 03 DE 28 DE JANEIRO DE 2016

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS INGLÊS.

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE EXTENSÃO

VAGAS PCD VAGAS AP DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS ATIVIDADES INERENTES AOS CARGOS CARGO FUNÇÃO PRÉ -REQUISITOS

RESOLUÇÃO Nº 08/03-COUN

Educação Profissional Cursos Técnicos. Regulamento de Estágio Supervisionado

RESOLUÇÃO N 54/2009/CONEPE. O CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, no uso de suas atribuições legais,

Faculdade de São Paulo. Regimento Consu

RESOLUÇÃO 41/97. Vitória da Conquista, 10 de novembro de REGIMENTO DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - CONSEPE

REGIMENTO INTERNO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU: ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO DE CURRÍCULO NA FORMAÇÃO DOCENTE CAPÍTULO 1 DA ORGANIZAÇÃO GERAL

RESOLUÇÃO CD 28/2009. O CONSELHO DEPARTAMENTAL DA FACULDADE TRÊS DE MAIO - SETREM, no uso de suas atribuições legais e regimentais, considerando:

ANEXO II DA DEFINIÇÃO E OBJETIVO DO ESTÁGIO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ FACULDADE DE MATEMÁTICA CURSO DE MATEMÁTICA REGULAMENTO N 001, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013

REGIMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DE PSICOLOGIA CAPÍTULO 1 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO

NORMAS REGIMENTAIS BÁSICAS PARA AS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL)

DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991.

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DAS LICENCIATURAS (NEPEx LICENCIATURAS) DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO


ANEXO II. Regulamentação da Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrado. Capítulo I Da admissão

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES INICIAIS

DIRETRIZES GERAIS PARA CUMPRIMENTO DOS CURRÍCULOS DOS CURSOS DE ENSINO MÉDIO E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO, ESTUDOS E PESQUISAS AMBIENTAIS E DIREITO SANITÁRIO - NEPADIS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 05/2014/PROEN

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO

CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICAS CULTURAIS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE PAULISTA - UNORP

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013

REGIMENTO INTERNO MUSEU DA MEMÓRIA E PATRIMÔNIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS CAPÍTULO I CATEGORIA, SEDE E FINALIDADE

RESOLUÇÃO Nº 29/08-CEPE

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. Art. 1º Este regulamento normatiza a estruturação, funcionamento, atribuições e

PREFEITURA MUNICIPAL DE MACUCO GABINETE DO PREFEITO

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS E PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU. TITULO I Da Natureza, dos Fins e da Aprovação dos Cursos

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DAS FACULDADES OSWALDO CRUZ


PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

RESOLUÇÃO Nº. 074, DE 20 DE ABRIL DE 2016.

. REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LETRAS LICENCIATURA - DA USJT DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA

REGIMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA

REGIMENTO INTERNO DO SISTEMA DOS LABORATÓRIOS DO CAMPUS CAÇAPAVA DO SUL TÍTULO I DOS FINS

UNIÃO DINÂMICA DE FACULDADES CATARATAS Centro Universitário Dinâmica das Cataratas

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA FACULDADE DO GUARUJÁ

RESOLUÇÃO Nº 044/2015, DE 01 DE SETEMBRO DE 2015

REGIMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUIVOLOGIA

ESTATUTO 10 de setembro de 2014

Regimento da Biblioteca Rev.: 01 Data: 07/07/2008

Anexo I Resolução nºc21/2009 CD/FAP de

a) Estar regularmente matriculados no curso;

Regulamento de Estágio Supervisionado Licenciatura em Música

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA REGIMENTO INTERNO DO MUSEU DE PORTO ALEGRE JOAQUIM JOSÉ FELIZARDO

Artigo 3º São objetivos secundários da FEPE:

Universidade de Caxias do Sul Programa de Pós-Graduação em Direito Mestrado

REGIMENTO ESCOLAR DA FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO - FAD MANTIDA PELA FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO - FESPSP

REGIMENTO INTERNO DA FAZENDA EXPERIMENTAL DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS/UFGD TÍTULO I DA NATUREZA, DA CONSTITUIÇÃO, DAS FINALIDADES E OBJETIVOS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PASSO FUNDO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO INFANTIL REGIMENTO ESCOLAR PASSO FUNDO,

REGULAMENTO DA MONITORIA

FACITEC - Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas

da Escola de Aplicação da Universidade de São CE EAFEUSP

PROJETO DE LEI N o, DE 2012

REGIMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA MARIA TEREZA GAVA

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 71/2014-CONSUNIV/UEA Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Ciências Regimento

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N. 638, DE 22 DE JANEIRO DE 2008

ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL DE POUSO ALEGRE EAPA REGIMENTO INTERNO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO

MANUAL DO PROGRAMA DE ESTAGIO SUPERVISIONADO CAMPUS COLINAS DO TOCANTINS-TO

MUNICÍPIO DE BOM PRINCÍPIO Estado do Rio Grande do Sul

UNIVERSIDADE DE CRUZ ALTA UNICRUZ CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DO CURSO DE DIREITO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL

Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional

Transcrição:

ESCOLA DE ENFERMAGEM REGIMENTO Organização Administrativa e Técnica TÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E TÉCNICA CAPÍTULO I DA ESTRUTURA FUNCIONAL Art. 7º A organização administrativa e técnica da ESCOLA DE ENFERMAGEM DA SANTA CASA abrangerá os seguintes núcleos de atividades: I - Direção; II - Núcleo Técnico-Pedagógico; III - Núcleo Administrativo; IV - Núcleo Operacional; V - Corpo Docente. SEÇÃO I DA DIREÇÃO Art.8º A Direção é o núcleo executivo que planeja, organiza, superintende, coordena, avalia e integra todas as atividades desenvolvidas no âmbito da unidade escolar. Art. 9º A Escola será dirigida por educador qualificado, legalmente habilitado, a quem caberá presidir todas as atividades escolares e as relações da Escola com a comunidade. Art. 10. São atribuições do Diretor: I - dirigir a Escola, cumprindo e fazendo cumprir a legislação em vigor, bem como os regulamentos, diretrizes e normas emanadas dos órgãos superiores e as disposições deste Regimento, de modo a garantir a consecução dos objetivos do processo educacional; II - coordenar e garantir a elaboração, a execução e a avaliação da proposta pedagógica da Escola, do Plano de Curso e do Plano Escolar; III - garantir a disciplina de funcionamento da organização escolar; IV - promover a administração do pessoal da Escola e dos recursos materiais e financeiros necessários para o aperfeiçoamento do trabalho educacional; V - zelar pelo cumprimento da carga horária prevista para os módulos dos cursos de Educação Profissional de nível técnico, inclusive da carga horária destinada ao estágio profissional supervisionado, estabelecidas no Plano de Curso;

VI - promover a articulação escola-comunidade, criando processos de integração da sociedade com a Escola; VII - prover os meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento escolar; VIII- velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente; IX - assinar juntamente com o Secretário, todos os documentos relativos à vida escolar dos alunos, expedidos pela Escola; X - garantir a legalidade, a regularidade e a autenticidade da vida escolar dos alunos; XI - presidir os Conselhos de Classe ou delegar competência a qualquer dos membros desses Conselhos; XII - presidir solenidades e cerimônias promovidas pela Escola, bem como representá-la em atos oficiais e atividades da comunidade; XIII- delegar competências e atribuições aos seus subordinados em tarefas próprias às suas funções bem como indicar o pessoal docente, administrativo e técnico a ser contratado pela entidade mantenedora; XIV- avocar, de modo geral e em casos especiais, as atribuições e competências de qualquer subordinado; XV - aplicar penalidades previstas neste Regimento, aos membros dos corpos discente, docente, dos núcleos técnico-pedagógico, administrativo e operacional da Escola; XVI- Decidir sobre recursos interpostos por alunos ou seus responsáveis, relativos à verificação do rendimento escolar; XVII- decidir quanto a questões de emergência ou omissas no presente Regimento ou nas disposições legais, representando imediatamente às autoridades superiores. SEÇÃO II DO NÚCLEO TÉCNICO-PEDAGÓGICO Art. 11. O Núcleo Técnico-Pedagógico tem a função de proporcionar apoio técnico aos docentes e discentes, relativo a: I - elaboração, desenvolvimento e avaliação da proposta pedagógica; II - coordenação técnica e pedagógica; III - acompanhamento e avaliação do processo de ensino-aprendizagem. Art. 12. ntegram o Núcleo Técnico-Pedagógico, as atividades de: I - Coordenação Técnica e Pedagógica; II - Conselho de Classe; III - Multimeios, compreendendo biblioteca, laboratórios e ambientes especiais. SUBSEÇÃO I DA COORDENAÇÃO TÉCNICA E PEDAGÓGICA

Art. 13. A Coordenação Técnica e Pedagógica destina-se à supervisão, coordenação, acompanhamento, avaliação e controle das atividades curriculares no âmbito da Escola. Art. 14. As atividades de Coordenação Pedagógica serão exercidas por educador qualificado, portador de habilitação específica, na forma da legislação vigente. Art. 15. Compete ao Coordenador Pedagógico: I - promover a coordenação, o acompanhamento, controle e avaliação das atividades educacionais da Escola; II - participar da elaboração e execução da proposta pedagógica, do Plano de Curso e do Plano Escolar; III - acompanhar, avaliar e controlar a execução do Plano de Trabalho de cada docente da Escola; IV - prestar assistência técnica aos professores, visando ao cumprimento da proposta pedagógica, do Plano de Curso e do Plano Escolar e assegurar a eficiência e a eficácia do desempenho dos docentes para melhoria dos padrões de ensino; V - propor e coordenar atividades de aperfeiçoamento e atualização dos professores; VI - propor técnicas e procedimentos de sistemática de avaliação, de classificação e reclassificação dos alunos e de atividades que melhor conduzam à consecução dos objetivos da Escola; VII- prover, juntamente com os professores, meios para a recuperação de aprendizagem dos alunos, acompanhando sua aplicação e avaliando cada professor em sua atuação nesse processo; VIII- organizar as reuniões pedagógicas e do Conselho de Classe. Art. 16. A Coordenação Técnica será exercida por profissional(is) de nível superior da(s) subárea(s) de Saúde, devidamente qualificado(s) e habilitado(s), a quem serão atribuídas todas as atividades de coordenação e de suporte ligadas à prática profissional dos cursos de Educação Profissional de nível técnico da área de Saúde, mantidos pela Escola. SUBSEÇÃO II DOS CONSELHOS DE CLASSE Art. 17. Os Conselhos de Classe, enquanto colegiados de natureza consultiva e/ou deliberativa, são responsáveis pelo processo coletivo de acompanhamento e avaliação do ensino e da aprendizagem. Art. 18. Os Conselhos de Classe são constituídos por professores da mesma classe sob a presidência do Diretor e com a participação dos Coordenadores Técnico e Pedagógico. Art. 19. Os Conselhos de Classe tem as seguintes atribuições:

I - participar da elaboração, execução, acompanhamento e avaliação da proposta pedagógica da Escola, apresentando sugestões que contribuam para a eficiência do processo de ensino e aprendizagem de modo a: a) possibilitar a inter-relação entre profissionais e alunos; b) favorecer a integração e seqüência dos conteúdos das disciplinas de cada classe; II - avaliar o rendimento da classe e confrontar os resultados de aprendizagem relativos às diferentes disciplinas: a) diagnosticando os avanços e dificuldades de aprendizagem dos alunos de forma a nortear as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos curriculares básicos; b) observando e analisando os progressos individuais e coletivos de aquisição e construção de conhecimentos, em função do trabalho didático-pedagógico desenvolvido; c) fornecendo subsídios quanto à necessidade de procedimentos de reforço e recuperação da aprendizagem, de classificação ou reclassificação e adaptação dos alunos; d) propondo medidas para superar as dificuldades encontradas pelos alunos de aproveitamento insatisfatório. III - avaliar a conduta da classe: a) confrontando o relacionamento da classe com os diferentes professores; b) identificando os alunos de ajustamento insatisfatório à situação da classe e da Escola; c) propondo medidas que visem ao melhor ajustamento do aluno. IV - decidir sobre a promoção do aluno: a) procedendo, ao final do Módulo, à análise do desempenho global e dos resultados obtidos na prática profissional, incluindo o estágio profissional supervisionado, do aluno cujo o aproveitamento e freqüência foi inferior ao mínimo exigido, determinando a sua promoção ou retenção; b) homologando os resultados finais do aluno que compensou as ausências porque teve suas faltas justificadas; c) homologando os resultados finais do aluno recebido por transferência que se submeteu ao processo de adaptação; d) analisando a possibilidade do aluno cursar disciplinas em regime de progressão parcial, em turmas subsequentes, nos termos previstos no presente Regimento; V - decidir sobre a vida escolar do aluno:

a) homologando ou não a classificação e a reclassificação de alunos da própria Escola, ou procedentes de outros estabelecimentos ou provenientes do exterior; b) acolhendo ou não o parecer da comissão sobre a possibilidade do aluno recebido por transferência de ser submetido ao processo de adaptação; c) analisando e decidindo sobre a oportunidade e conveniência de proporcionar ao aluno, a compensação de ausências tendo em vista o pedido de justificativa de faltas feito pelo aluno; d) acolhendo ou não o parecer da comissão sobre o aproveitamento de estudos anteriores realizados pelo aluno; e) analisando e opinando sobre os recursos interpostos por alunos relativos à avaliação do rendimento escolar. Art. 20. Os Conselhos de Classe reunir-se-ão: I - ordinariamente, a cada mês; II - extraordinariamente, quando convocado pelo Diretor ou por proposta de no mínimo 2/3(dois terços) de seus membros. 1º Todas as reuniões dos Conselhos deverão ser registradas em livro de ata, que deverá ser assinada por todos os membros presentes à reunião. 2º O Diretor poderá delegar a presidência dos Conselhos ao Coordenador Técnico ou Pedagógico ou a um membro do Corpo Docente. SUBSEÇÃO III DOS MULTIMEIOS Art. 21.A Biblioteca, o Laboratório e os Ambientes Especiais constituem-se em recursos pró-curriculares a serviço dos trabalhos realizados pelos professores e alunos. Art. 22.As atividades desenvolvidas na Biblioteca, nos Laboratórios e nos Ambientes Especiais deverão ser programadas pelos professores em seu Plano de Trabalho e estar de acordo com a proposta pedagógica da Escola. SEÇÃO III DO NÚCLEO ADMINISTRATIVO Art. 23. O Núcleo Administrativo terá a função de oferecer suporte operacional às atividades educacionais, relativas a: I - documentação e escrituração escolar e de pessoal; II - organização e atualização dos arquivos escolares; III- expedição, registro e controle de expedientes;

IV - registro e controle de recursos financeiros. Art. 24. Integram o Núcleo Administrativo: I - Secretaria; II - Tesouraria e Contabilidade. SUBSEÇÃO DA SECRETARIA Art.25. A Secretaria é o órgão administrativo encarregado da execução dos trabalhos pertinentes à escrituração, correspondência e aos arquivos da Escola. Parágrafo único. Os serviços da Secretaria estarão sob a responsabilidade de elemento qualificado e habilitado legalmente para a função. Art.26.A Secretaria organizar-se-á de modo a permitir a verificação da identidade de cada aluno, a autenticidade e regularidade de sua vida escolar, bem como a qualificação profissional do pessoal docente, técnico e administrativo. Art.27. São atribuições do Secretário: I - responder perante a Direção, pelo expediente e execução dos serviços gerais da Secretaria; II - organizar, superintender e realizar serviços de escrituração escolar e os registros relacionados com a administração do pessoal; III - organizar e manter sob guarda os prontuários dos alunos, fichários e arquivos zelando pela sua ordem e conservação; IV - promover e manter atualizados os registros de aproveitamento escolar e freqüência dos alunos, a escrituração dos livros, documentos, papéis, disquetes e CD-ROM, de sua responsabilidade; V - prestar informações e esclarecimentos referentes à escrituração e legislação, ao pessoal docente, técnico e administrativo; VI - dar atendimento, na área de sua competência, às pessoas que tenham assuntos a tratar no estabelecimento; VII - fazer expedir toda a correspondência da Escola; VIII- expedir atestados, certificados e diplomas de curso e outros documentos necessários à vida escolar dos alunos; IX - assinar os livros e documentos que, por lei, devem conter sua assinatura; X - verificar a regularidade da documentação referente à matrícula e transferência de alunos, submetendo os casos especiais à deliberação da Direção.

Art. 28. O arquivamento dos documentos escolares obedecerá às seguintes modalidades: a) o próprio documento no original ou em xerocópia; b) em disquete ou CD-ROM obtido por sistema computadorizado. Art. 29. Quando o arquivamento ocorrer de acordo com o disposto na alínea a do artigo anterior, será organizado de dois modos: a) arquivo vivo ou de movimento, para pronta consulta e escrituração; b) arquivo morto ou permanente, quando concluída a escrituração pela conclusão de curso, transferência ou abandono de curso. Art.30. O manuseio e reprodução dos documentos arquivados será de responsabilidade do Secretário da Escola, pessoalmente ou por pessoa habilitada, por ele indicada. Parágrafo único. O documento reproduzido, de preferência em suas cores originais, será autenticado pelo Secretário e, quando for o caso, com a declaração Cópia do computador. Art.31. Os disquetes e CD-ROM serão reproduzidos em duas vias, sendo uma arquivada na Secretaria do Estabelecimento e outra, como instrumento de trabalho para consulta, expedição de declaração ou certidão. Art.32. As cópias dos registros da vida escolar dos alunos, quando individuais, serão arquivadas em prontuários e, quando coletivas, reunidas em atas ou pastas ou encadernações por curso e ano de realização de estudos. Art.33. Os profissionais que atuam na Secretaria da Escola são responsáveis pela escrituração, digitação, documentação e arquivos escolares, devendo garantir o fluxo de documentos e informações que permitam o pleno funcionamento dos serviços que lhes foram atribuídos. Art.34. Nenhum documento da vida escolar poderá ser retirado dos arquivos do estabelecimento. Parágrafo único. Os documentos de identificação de alunos serão retidos apenas para anotação em ficha própria e devolvidos posteriormente ao interessado. Art.35. Encerrado o período letivo, os diários de classe deverão ser arquivados pela Secretaria da Escola, podendo ser incinerados, decorridos cinco anos letivos, lavrando-se as atas competentes. Art. 36. Ao Auxiliar Administrativo, subordinado ao Secretário compete executar todos os serviços pertinentes à Secretaria, que lhe forem atribuídos. SUBSEÇÃO II DA TESOURARIA E CONTABILIDADE Art.37. A Tesouraria é o serviço de cooperação da contabilidade nos assuntos econômicos e administrativos da Escola.

Parágrafo único. O contrato, o acompanhamento, a avaliação e controle dos serviços de Tesouraria e Contabilidade serão disciplinados e realizados pela Entidade Mantenedora. SEÇÃO IV DO NÚCLEO OPERACIONAL Art. 38.O Núcleo Operacional terá a função de proporcionar apoio ao conjunto de ações complementares de natureza administrativa e curricular, relativas às atividades de: I - controle da portaria, vigilância e atendimento de alunos; II - limpeza, manutenção e conservação da área interna e externa do prédio escolar; III - controle, manutenção e conservação de mobiliários, equipamentos e materiais didático-pedagógicos. SEÇÃO V DO CORPO DOCENTE Art. 39. O Corpo Docente da ESCOLA DE ENFERMAGEM DA SANTA CASA será constituído de professores que ministram aulas teóricas e práticas de todos os componentes curriculares. Art. 40. São atribuições dos professores: I - participar da elaboração da proposta pedagógica e do Plano Escolar; II - planejar, elaborar e cumprir o plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica da Escola; III - zelar pela aprendizagem dos alunos; IV - estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento; V - cumprir carga horária de efetivo trabalho escolar, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional; VI - colaborar com as atividades de articulação da Escola com as famílias e a comunidade. São Paulo, 25 de outubro de 2001. OCTÁVIO DE MESQUITA SAMPAIO Provedor Representante legal da Mantenedora