Evolução dos Processadores



Documentos relacionados
BARRAMENTO DO SISTEMA

O hardware é a parte física do computador, como o processador, memória, placamãe, entre outras. Figura 2.1 Sistema Computacional Hardware

ARQUITETURA DE COMPUTADORES

Unidade Central de Processamento (CPU) Processador. Renan Manola Introdução ao Computador 2010/01

Tais operações podem utilizar um (operações unárias) ou dois (operações binárias) valores.

3. Arquitetura Básica do Computador

Curso de Instalação e Gestão de Redes Informáticas

Sistemas Computacionais II Professor Frederico Sauer

Microprocessadores. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Sistemas Operacionais. Revisando alguns Conceitos de Hardware

Capítulo 4. MARIE (Machine Architecture Really Intuitive and Easy)

Introdução à Arquitetura e Linguagem Assembly de Processadores IA-32

Introdução à Organização e Arquitetura de Computadores. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Curso EFA Técnico/a de Informática - Sistemas. Óbidos

Estrutura de um Computador

Disciplina: Introdução à Informática Profª Érica Barcelos

INSTITUTO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I.P.

Sistema de Computação

SIS17 - Arquitetura de Computadores

Organização Básica do Computador

ARQUITETURA DE COMPUTADORES

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto

Bits internos e bits externos. Barramentos. Processadores Atuais. Conceitos Básicos Microprocessadores. Sumário. Introdução.

O Nível ISA. Modelo de programação Arquitecturas CISC e RISC Introdução ao IA-32 da Intel

Organização e Arquitetura de Computadores I. de Computadores


SIS17-Arquitetura de Computadores

ARQUITETURA DE COMPUTADORES

ARQUITETURA DE COMPUTADORES

Arquitetura de Computadores. Tipos de Instruções

Arquitetura de Computadores - Revisão -

PROJETO LÓGICO DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: ARQUITETURA DE COMPUTADORES

Arquitetura de Computadores - Processadores Superescalares. por Helcio Wagner da Silva

Informática I. Aula 4. Aula 4-11/09/2006 1

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto

Capítulo 2 (Livro Texto*) - Notas de Aula - Parte II

Arquitetura de Computadores Paralelismo, CISC X RISC, Interpretação X Tradução, Caminho de dados

RISC X CISC - Pipeline

Componentes do Computador e. aula 3. Profa. Débora Matos

1.3. Componentes dum sistema informático HARDWARE SOFTWARE

AULA4: PROCESSADORES. Figura 1 Processadores Intel e AMD.

Técnicas de Manutenção de Computadores

PROJETO LÓGICO DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar

Unidade Central de Processamento

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 02 - Estrutura dos Sistemas Operacionais. Cursos de Computação

Introdução. ULA: Faz os Cálculos UC: Como isso tudo ocorre?

Capacidade = 512 x 300 x x 2 x 5 = ,72 GB

Arquitetura de Computadores. Prof. João Bosco Jr.

O quê um Processador e qual a sua função?

O processador é composto por: Unidade de controlo - Interpreta as instruções armazenadas; - Dá comandos a todos os elementos do sistema.

CPU Unidade Central de Processamento. História e progresso

3/9/2010. Ligação da UCP com o barramento do. sistema. As funções básicas dos registradores nos permitem classificá-los em duas categorias:

Linguagem de Montagem

O Hardware Dentro da Unidade do Sistema

Arquitetura de processadores: RISC e CISC

ORGANIZACÃO DE COMPUTADORES PROCESSADORES CHIPS TRANSISTORES

Capítulo 3 Processadores de Propósito Geral: Software

Introdução à Arquitetura de Computadores

IFPE. Disciplina: Sistemas Operacionais. Prof. Anderson Luiz Moreira

Edeyson Andrade Gomes

Introdução aos Computadores

28/3/2011. Família Intel 80x86. Arquitetura dos Processadores Intel 80x86

Processadores. Prof. Alexandre Beletti Ferreira

Processadores de Núcleo Duplo

NOTAS DE AULA Prof. Antonio Carlos Schneider Beck Filho (UFSM) Prof. Júlio Carlos Balzano de Mattos (UFPel) Arquitetura de Von Neumann

A história do Processadores O que é o processador Características dos Processadores Vários tipos de Processadores

Arquitetura de Computadores RISC x CISC. Gustavo Pinto Vilar

Guilherme Pina Cardim. Relatório de Sistemas Operacionais I

SISTEMAS OPERACIONAIS CAPÍTULO 3 CONCORRÊNCIA

CAPÍTULO 7 NÍVEL DE LINGUAGEM DE MONTAGEM

Organização de Computadores 2005/2006 Processadores Intel

28/9/2010. Unidade de Controle Funcionamento e Implementação

Visão Geral da Arquitetura de Computadores. Prof. Elthon Scariel Dias

ULA Sinais de Controle enviados pela UC

Componentes de um Computador: Modelo Von Neumann

Aula 26: Arquiteturas RISC vs. CISC

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 03 Conceitos de Hardware e Software parte 01. Cursos de Computação

Máquina Multinível. Um programa pode ser definido como uma seqüência de instruções que descrevem como executar uma determinada tarefa.

Unidade 11: A Unidade de Controle Prof. Daniel Caetano

Organização e Arquitetura de Computadores. Hugo Barros @hugobarros.com.br

MODELO DE S.O. DEFINIÇÕES

Arquitetura de Von Neumann e os Computadores Modernos

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto

Comparativo de desempenho do Pervasive PSQL v11

Processadores. Guilherme Pontes

29/3/2011. Primeira unidade de execução (pipe U): unidade de processamento completa, capaz de processar qualquer instrução;

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini prof.andre.luis.belini@gmail.com /

MÓDULO 7 Modelo OSI. 7.1 Serviços Versus Protocolos

Processador ( CPU ) E/S. Memória. Sistema composto por Processador, Memória e dispositivos de E/S, interligados por um barramento

Introdução à Computação: Arquitetura von Neumann

Organização e Arquitetura de Computadores I

Cap. 5 - Microprocessadores

CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA

FACULDADE PITÁGORAS PRONATEC

CPU Fundamentos de Arquitetura de Computadores. Prof. Pedro Neto

20/09/2009 TRANSFORMANDO DADOS EM. PROCESSANDO DADOS George Gomes Cabral SISTEMAS NUMÉRICOS INFORMAÇÕES

Sistemas Operacionais

Transcrição:

Evolução dos Processadores

Arquitetura Intel Arquitetura x86 Micro Arquitetura P5 P6 NetBurst Core Processador Pentium Pentium Pro Pentium II Pentium III Pentium 4 Pentium D Xeon Xeon Sequence Core 2 Duo Core i7

Arquitetura x86 8 Registradores de Uso Geral, 32 bits cada. EAX Acumulador. Usado em operações aritméticas; EXC Contador. Usado em Loops; EDX Registrador de Dados. Usado em operações de Entrada/Saída de dados e em multiplicações de divisões; EBX Base. Usado para apontar dados no segmento DS; ESP StackPointer. Aponta para o endereço mais baixo dos elementos da pilha; EBP Apontador da Base do Frame; ESI Índice da fonte de dados a copiar; EDI Índice do destino de dados a copiar.

Arquitetura x86 6 Registradores de segmento CS Segmento de Código; DS Segmento de Dados; ES Segmento com Dados Extra; FS Segmento com mais dados; GS Segmento com mais dados que a FS; SS Segmento da Pilha.

Arquitetura x86 1 Registrador de Flags EFLAGS Ao carregar um novo valor no EFLAGS, osbitsque aparecem no esquema como 1 ou 0 devem ser carregados como tal, de modo a preservar a compatibilidade dosoftwarecom gerações futuras da arquitetura. Note-se que utilizar um método convencional para aceder a este registrador produz um erro do montador (assembler), uma vez que o x86 não fornece nenhuma forma de aceder directamenteao registrador das flags. Para modificar ou ler o eflagsé necessário utilizar a instrução pushf(16 bits) ou pushaf(32 bits).

Arquitetura x86 1 Apontador de Execução O apontador de execução, ou Instruction Pointer (genericamente conhecido naciência da computaçãopor Program Counter), do x86 é um registo interno que aponta para a próxima instrução a ser executada. O seu nome é EIP e a parte que contem os 16 bits menos significativos denomina-seip. Tal como no caso do registo das flags, não é possível utilizar um método convencional para aceder ao apontador de Execução. Ele tem de ser introduzido no stack por meio de uma instrução call ou semelhante.

P5 Utilizado em sua primeira versão nos processadores Intel Pentium, substituindo o 486. Arquitetura Superescalar-O Pentium possui dois canais de execução de dados ("pipelines") que lhe permitem completar mais do que uma instrução por ciclo de clock. Um canal (denominado "U") lida com qualquer tipo de instrução, enquanto o outro (denominado"v") lida apenas com as instruções mais simples e comuns. O uso de mais do que um canal de dados era uma característica quase exclusiva dos processadoresrisc. A sua adopçãono Pentium foi uma novidade significativa na linha da plataforma x86 que até então era totalmentecisc. Depois seguiram-se outras melhorias inspiradas em tecnologias já conhecidas das máquinasrisc, mostrando ser possível combinar as duas filosofias

P5 Barramento externo de dados de64-bit-tal implementação duplica a quantidade de informação em cada operação de leitura da memória. Entretanto, isto não quer dizer que o Pentium pode executar aplicações de 64 bits; seus registradores ainda são de 32 bits. InstruçõesMMX(apenas nos modelos posteriores) -Uma extensão com um conjunto básico de instruçõessimddesenhadas para uso em aplicações multimídia.

NetBurst

NetBurst Trabalha transferindo 4 dadosporclock(qdr), fazendo com que o barramento local tenha um desempenho 4x maior que o seu clockreal; Caminho de dados entre o cachede memória L2 e o cachede dados é de 256 bits, aumentando em 4x sua velocidade de comunicação; O cachel1 passou a se localizar depois do decodificador de instruções. Anteriormente, ele se localizava perto da unidade de busca; Aumento de 40 para 128 registradores internos; Possui 5 unidades de execução trabalhando em paralelo e 2 para carregar e armazenar dados na memória RAM

Core Multinúcleo Capacidade de incorporar 2 ou mais núcleos em um único chip, dividindo entre si as tarefas (multitarefa); EM64T VirtualizaçãoIntel método em que sistemas operacionais x86 são executados sob outro sistema operacional x86. Seu funcionamento é semelhante a uma máquina virtual, mas implementada em hardware. Bit NX - é uma tecnologia usada em algunsprocessadoresesistemas operacionaisque separa de modo rígido as áreas dememóriaque podem ser usadas para execução decódigodaquelas que só podem servir para armazenar dados. Ele é usada com propósitos de segurança. Uma área da memória que esteja marcada com o atributo NX pode ser usada somente para guardar dados, então quaisquer instruções que estejam nela não serão executadas. A técnica serve para prevenir certos tipos de ataques feitos pormalwares, quando o programa malicioso insere instruções na área de dados de outro programa, tentando que elas sejam executadas a partir de lá. Esse tipo de ataque é chamado debuffer overflow.

Core SpeedStep-é uma tecnologia daintelque gerencia funções do processador para uma maior eficiência em economia de energia e resfriamento. É usada atualmente na linhacore 2e nos populares processadores Atom da série Nxxx(mais usados nos netbooks). Quando o computador não está sendo utilizado, ou usando pouco recursos (exemplo: fazendo umdownload) o SpeedStepreduz avoltageme oclockdo processador, diminuindo o consumo de energia e baixando a temperatura dos componentes. Isso além de gastar menos energia aumenta o tempo de vida útil do processador e das demais peças, que também serão menos exigidas (regulador de voltagem, fonte de alimentação, cooler, etc.)