TERMO DE REFERÊNCIA PGRSI



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ANEXO II: ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA TÉCNICA E ECONÔMICA ÁREA DE PLANEJAMENTO 3.1

Transcrição:

TERMO DE REFERÊNCIA PGRSI Termo de Referência para apresentação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos para Empreendimentos Industriais PGRSI. 1. OBJETIVO Em atendimento à Política Estadual de Resíduos Sólidos, todos os empreendimentos industriais, sujeitos ao licenciamento ambiental, conforme previsto na Instrução Normativa CPRH nº 004/2006, deverão elaborar e apresentar o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais (PGRSI) de acordo com o roteiro apresentado neste Termo de Referência. Este Termo de Referência tem por objetivo fornecer critérios básicos aos empreendimentos industriais, passíveis de licenciamento ambiental, para auxiliar na elaboração de Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais PGRSI, que deverá ser submetido à análise e aprovação da Agência CPRH. O PGRSI deverá apontar e descrever as ações relativas ao gerenciamento de resíduos sólidos, buscando minimizar a geração de resíduos na fonte, adequar a segregação na origem, controlar e reduzir riscos ao meio ambiente e assegurar o correto manuseio e destinação ou disposição final, em conformidade com a legislação vigente, em especial com a Lei Estadual nº 12.008/2001, regulamentada pelo Decreto Estadual nº 23.941/2002 e a Resolução CONAMA nº 313/2002. 2. CONSIDERAÇÕES INICIAIS A partir da consolidação do PGRSI como instrumento de apoio ao Controle Ambiental, a Agência CPRH estabeleceu novas regras para a apresentação desse planejamento pelas indústrias, através da Instrução Normativa nº 004/2006, para as atividades econômicas constantes no Anexo I deste Termo de Referência, em função da quantidade e do tipo de resíduos gerados ou prospectados pela indústria. De acordo com a Instrução Normativa acima referida os empreendimentos industriais, não classificados como grandes geradores de resíduos, deverão apresentar à Agência CPRH apenas a Declaração Anual de Resíduos Sólidos Industriais - DARSI, conforme modelo disponibilizado no Portal da Agência CPRH. O PGRSI deverá ter horizonte de planejamento de médio a longo prazos, no mínimo de 5 (cinco) anos, compatibilizado com o período de implantação de seus programas e projetos, e deve refletir a complexidade relativa às atividades desenvolvidas. Os Responsáveis Técnicos da indústria, que atuam na implantação do Plano de Gerenciamento de Resíduos, deverão estar atentos para

as situações em que o PGRSI, ora apresentado e aprovado pela CPRH, deverá ser revisto 1. 3. CONCEITOS BÁSICOS Para os efeitos deste Termo de Referência, apresentam-se abaixo alguns conceitos que são empregados ao longo do documento: Resíduos sólidos industriais: Aqueles que resultem de atividades industriais e se encontram nos estados: sólido, semi-sólido (pastoso) ou líquido (cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgoto ou corpos d'água, ou exijam para isso soluções técnicas e economicamente inviáveis em face da melhor tecnologia disponível - é o caso, por exemplo, dos banhos exauridos de galvanoplastia e óleos lubrificantes usados). Ficam incluídos nesta definição os lodos provenientes de sistemas de tratamento de água e aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição. Classificação de um resíduo: envolve a identificação do processo ou atividade que lhes deu origem, de seus constituintes e características, e a comparação destes constituintes com listagens de resíduos e substâncias cujo impacto à saúde e ao meio ambiente é conhecido. (ABNT NBR 10.004:2004) Periculosidade de um resíduo: Característica apresentada por um resíduo que, em função de suas propriedades físicas, químicas ou infecto-contagiosas, pode apresentar: a) risco à saúde pública, provocando mortalidade, incidência de doenças ou acentuando seus índices; b) riscos ao meio ambiente, quando o resíduo for gerenciado de forma inadequada.(abnt NBR 10.004:2004) Passivos ambientais: Condições e impactos decorrentes de atividades e/ou processos industriais, minerários, agropastoris, urbanos e florestais. (Decreto Estadual 24.017, de 07 de fevereiro de 2002). Sistema de Gerenciamento de resíduos sólidos: procedimentos de manuseio, coleta, transporte, armazenamento, tratamento e destinação final. Transbordo: procedimento de repasse de transporte de resíduos. Transportador: agente responsável pelo transporte do gerador ao receptor de resíduos. Receptor: agente responsável pelo reprocessamento/tratamento e/ou disposição final de resíduos. 1 Ver a seção II da Instrução Normativa nº 004/2006. 2

Destinação final: medida adotada para o descarte final do resíduo gerado,dentre as alternativas de reprocessamento (reutilização/recuperação e reciclagem), tratamento e/ou disposição final. 4. APRESENTAÇÃO DO PLANO O PGRSI, além de ser apresentado obedecendo ao Roteiro exposto no Anexo II, deverá ser formalizado em processo específico no Setor de Protocolo da Agência CPRH, sendo entregue 1 (uma) via, impressa em formato A4, devidamente assinada pelos responsáveis pela Indústria (técnico e legal), acompanhada de arquivo em meio magnético, preferencialmente em formato gerado para apenas leitura, como por exemplo do Adobe Acrobat (*.pdf). Todas as informações sobre os resíduos deverão utilizar a codificação padronizada pela CPRH apresentada no formulário correspondente à DARSI, disponível no Portal da CPRH (www.cprh.pe.gov.br) sob pena de ser o PGRSI reprovado pela Agência. O Plano deverá conter, inclusive, ilustrações na forma de planta de localização interna do empreendimento, onde constem os pontos de geração e armazenamento de resíduos, figuras, gráficos ou outros elementos, que possam ampliar a compreensão do Plano na análise a ser efetuada na CPRH. Será oportuno indicar referências bibliográficas, quando for o caso. O PGRSI deverá ser estruturado em, no mínimo, três seções: 4.1. Identificação do empreendimento e responsabilidade pela elaboração e implantação do Plano Devem ser fornecidas informações detalhadas conforme orientação constante no item I do Anexo II deste Termo de Referência. Os Responsáveis Técnicos pela elaboração e Implantação do PGRSI poderão ser empregados da empresa ou terceirizados, que possuam formação adequada (nível técnico ou superior) e compatível com a atividade da empresa, devidamente registrados em Conselho Profissional pertinente. 4.2. Análise da Geração dos Resíduos Industriais 4.2.1. Situação da indústria quanto ao Gerenciamento dos Resíduos A análise da situação atual da geração dos resíduos sólidos deverá ser apresentada nos casos em que a indústria não possui as informações cabíveis em um plano de gerenciamento já em implantação, ou se houver alguma alteração significativa de informações constantes em planos anteriores, ou, ainda, nas seguintes situações: I) A indústria está em operação, porém ainda não apresentou qualquer Plano à Agência CPRH e pretende se regularizar; II) A indústria apresentou um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, aprovado pela CPRH, porém este não contém as informações 3

III) sobre a caracterização dos resíduos no formato e/ou grau de detalhamento solicitado neste Termo de Referência; e A indústria está solicitando a primeira Licença de Operação. 4.2.2. Levantamento das informações de geração de resíduos Esta Seção objetiva classificar, quantificar e indicar formas para a correta identificação e segregação na origem, dos resíduos gerados por área/unidade/setor da empresa. Envolve a identificação do processo ou atividade que deu origem a cada resíduo, bem como de seus constituintes e características e, ainda, uma comparação destes constituintes com listagens de resíduos e substâncias, cujo impacto à saúde e ao meio ambiente é conhecido, incluindo, no mínimo, os aspectos contidos no item II do Anexo II. As substâncias e/ou elementos químicos a serem rastreados para fins de classificação dos resíduos serão identificados pelo gerador, com base no seu processo de produção, considerando, ainda, aqueles passíveis de serem formados em decorrência de reações químicas, inerentes ao processo produtivo, que são descartados juntamente com os resíduos. A classificação dos resíduos, acima referida, deverá ser realizada de acordo com o Anexo II da Resolução CONAMA nº 313, e com base na norma NBR- 10.004:2004 da ABNT. Esta classificação poderá, quando for o caso, ser embasada nos laudos de análise submetendo os resíduos aos testes de solubilidade e lixiviação, conforme as NBR-10.006 e NBR-10.005 respectivamente, ou, ainda, outro tipo de análise (análise química, cromatografia, absorção atômica, espectrofotometria UV, dentre outros) que os responsáveis pelas indústrias julgarem necessários para melhor identificar os componentes dos resíduos gerados. Quando a indústria ainda não estiver em operação, a quantificação dos resíduos identificados deverá ser estimada com base na produção prevista e com base nas matérias-primas a serem utilizadas, ou em fatores de geração por tipologia industrial. Quando a indústria estiver em operação, a informação sobre a quantificação deverá ser real, obtida através de medição por peso ou volume. Caso a indústria não possua histórico sobre a quantificação dos resíduos gerados, esta medição deverá ser feita por 7 (sete) dias consecutivos, tirando-se a média diária e projetando-se uma média mensal. 4.3. Diretrizes e estratégias para adoção de procedimentos operacionais de gerenciamento de resíduos sólidos A Política Estadual de Resíduos Sólidos de Pernambuco prevê a obrigatoriedade da implantação de sistemas de gerenciamento de resíduos em todas as empresas industriais instaladas no Estado, assegurando o controle de seus resíduos sólidos e o atendimento aos princípios de sustentabilidade e melhoria contínua. 4

Esta Seção do Plano deverá contemplar, portanto, uma proposta para implantação de Sistema de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e/ou para a contínua melhoria do sistema existente, contendo a descrição dos procedimentos que estão sendo previstos, abordando os aspectos organizacionais, técnicooperacionais e de recursos humanos, contemplando no mínimo os aspectos do item III do Anexo II. 5. MONITORAMENTO DO PLANO O acompanhamento das ações de implantação do PGRSI se dará através da Declaração Anual de Resíduos Sólidos Industriais DARSI, instituída pela Instrução Normativa CPRH 001/2005, atualizada pela IN 003/2006, sem prejuízo de outras exigências estabelecidas pelas autoridades competentes. O responsável pela sistemática de gerenciamento dos resíduos na indústria deverá manter os registros atualizados da geração, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos, de forma compatível com o modelo da referida Declaração. Salienta-se que a obrigatoriedade de declarar abrange também os resíduos gerados de forma indireta ou no apoio operacional a atividade industrial como, por exemplo, pelas unidades ambulatoriais, de manutenção de frota e de equipamentos, de escritório, refeitório, recepção de matérias-primas, expedição de produtos e de sistemas de tratamentos e controle de poluentes ambientais. 6. DETERMINAÇÕES COMPLEMENTARES 6.1. As empresas deverão informar as ações de educação ambiental e/ou os programas de treinamento/capacitação desenvolvidos para os profissionais envolvidos com os procedimentos de manuseio, coleta, transporte, armazenamento, tratamento e destinação final e para sociedade em geral. 6.2. Após análise e aprovação pela CPRH do primeiro PGRSI elaborado, o responsável pelo empreendimento deverá implantar, dentro dos prazos definidos, as ações previstas no cronograma apresentado. As alterações e ajustes no cronograma deverão ser informados à CPRH no item correspondente ao acompanhamento das ações de gerenciamento de resíduos da Declaração Anual de Resíduos Sólidos Industriais (DARSI) com informações devidamente atualizadas. 6.3. Qualquer alteração significativa na Sistemática de Gerenciamento que tenha rebatimento no conteúdo do PGRSI deverá ser oficializada à Agência CPRH, em processo específico, para submeter-se à aprovação, sendo obrigatório informar o número do processo correspondente ao plano originalmente aprovado. 6.4. A aprovação do PGRSI pela CPRH não exime os estabelecimentos Industriais de sua responsabilidade quanto ao gerenciamento dos resíduos sólidos desde a sua geração até a sua destinação final, conforme determina a legislação em vigor. 5

7. NORMAS E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Como subsídio à elaboração do Plano, sugere-se, complementarmente, consultar as normas e referências bibliográficas sobre o assunto, destacando-se as aqui selecionadas. Norma Internacional sobre Fatores de Emissão: OMS (WHO); EPA. Lei Estadual n 12.008, de 01 de junho de 2001, a qual dispõe sobre a Política Estadual de Resíduos Sólidos de Pernambuco. Decreto Estadual n 23.941, de 11 de janeiro de 2002, a qual regulamenta a Lei n 12.008, de 1 de junho de 2001, que dispõe sobre a Política Estadual de Resíduos Sólidos, e dá outras providências. Resolução CONAMA n 313/02 Inventário Nacional de Resíduos Sólidos Industriais. Resolução CONAMA nº 316/02 Procedimentos e critérios para o funcionamento de sistemas de tratamento térmico dos resíduos. Resolução CONAMA nº 275/01 Código de cores para diferentes tipos de resíduos na coleta seletiva. Resolução CONAMA nº 257/99 e nº 263/99 Reutilização, reciclagem, tratamento e disposição final adequada p/ pilhas e baterias. Resolução CONAMA nº 258/99 Coleta e destinação final adequada aos pneus inservíveis. Resolução CONAMA n 09/93 Recolhimento e destinação adequada de óleos lubrificantes. ABNT NBR n 13.221, de novembro de 2000, a qual trata sobre transporte de resíduos. ABNT NBR n 7.500, de outubro de 2000, a qual trata sobre símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais. ABNT NBR n 9.191, de junho de 2000, a qual trata sobre a especificação de sacos plásticos para acondicionamento de lixo. ABNT NBR n 12.235, de abril de 1992, a qual trata sobre os procedimentos para armazenamento de resíduos sólidos perigosos. ABNT NBR n 11.174, de junho de 1990, a qual dispõe sobre o armazenamento de resíduos classe II (não inertes) e classe III (inertes). ABNT NBR n 9.190, de dezembro de 1985, a qual trata sobre a classificação de sacos plásticos para acondicionamento de lixo. ABNT NBR n 10.004:2004, a qual classifica os resíduos sólidos quanto aos seus riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública. 6

ANEXO I Descrição da Atividade Econômica INDÚSTRIA METALÚRGICA INDÚSTRIAS DE PRODUTOS DE MINERAIS NÃO-METÁLICOS INDÚSTRIAS DE MATERIAIS DE TRANSPORTE INDÚSTRIA MECÂNICA INDÚSTRIA DE PAPEL, PAPELÃO E CELULOSE INDÚSTRIA DE BORRACHA INDÚSTRIA DE COUROS, PELES E ASSEMELHADOS INDÚSTRIA QUÍMICA E PETROQUÍMICA INDÚSTRIA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS, VETERINÁRIOS E DE HIGIENE PESSOAL INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS INDÚSTRIA DE BEBIDAS E FUMO INDÚSTRIA TÊXTIL INDÚSTRIA DE PRODUTOS DE MATÉRIAS PLÁSTICAS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉTRICO ELETRÔNICO E DE COMUNICAÇÃO 7

ANEXO II ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS PGRSI, PARA EMPREENDIMENTOS INDUSTRIAIS I. Identificação do empreendimento e responsabilidade pela elaboração e implementação do PGRSI II. Análise da geração de resíduos industriais 1. CNPJ, razão social, nome de fantasia e outros registros legais. 2. Código CNAE; breve descrição da atividade principal e secundária do empreendimento. 3. Número da última Licença de Operação (LO). 4. Número do processo que aprovou o Plano original, em caso de reapresentação. 5. Endereço completo da indústria (logradouro, nº, bairro, cidade, CEP, telefone, fax), bem como o endereço a ser utilizado para correspondência, caso não seja o mesmo. 6. Endereço eletrônico da indústria, se houver. 7. Representante(s) legal(is) e pessoas de contato; 8. Responsável técnico pela elaboração do PGRSI, devidamente registrado em Conselho profissional pertinente. 9. Responsável(eis) técnico(os) pela implementação do PGRSI, se for o caso. 10. Assinatura dos responsáveis identificados. 1. Determinação ou identificação e quantificação dos pontos de geração de resíduos, dentro e fora do processo produtivo. 2. Determinação ou identificação e quantificação dos pontos de segregação de resíduos. 3. Classificação e quantificação dos resíduos gerados: 3.1. Identificação dos resíduos produzidos, utilizando a codificação correspondente ao formulário atualizado da DARSI. 3.2. Classificação do resíduo segundo a ABNT NBR 10004:2004. (Classe I e II A e II B). 3.3. Identificação dos pontos onde ocorre geração do referido resíduo. 3.4. Quantidade (real/estimada) mensal gerada utilizando as unidades de medida constantes na Tabela padrão para empreendimentos industriais, anexa ao formulário atualizado da DARSI. 3.5. Freqüência de geração, utilizando a codificação correspondente ao formulário atualizado da DARSI. 3.6. Indicação da destinação prevista, utilizando a 8

codificação correspondente ao formulário atualizado da DARSI. 3.7. Indicação da forma de acondicionamento, utilizando a codificação correspondente ao formulário atualizado da DARSI. 3.8. Plantas e/ou desenhos esquemáticos de localização interna do empreendimento onde constem os pontos de geração e armazenamento de resíduos. 4. Incluir figuras, gráficos e outros elementos que facilitem a análise do PGRSI. III - Diretrizes e estratégias para adoção de procedimentos operacionais de gerenciamento de resíduos sólidos 1. Informar a estrutura organizacional (Departamento, Unidade, Núcleo e/ou Setor) envolvida com o Sistema de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, fornecendo a definição de responsabilidades gerenciais e operacionais, informando a qualificação dos profissionais envolvidos com o controle dos resíduos e indicando, quando for o caso, a atuação de consultores externos. 2. Descrição das técnicas e procedimentos a serem adotados em cada fase do manuseio dos resíduos, relacionados a: segregação, coleta, acondicionamento, armazenamento, transporte, transbordo e destinação final. 3. Descrição dos procedimentos emergenciais e de contingências, a serem praticados nos casos de situações de manuseio incorreto, acidentes na indústria ou durante o transporte e/ou transbordo. 4. Descrição dos procedimentos relativos à identificação completa e ao acompanhamento do transportador e do receptor de resíduos, verificando o correto acondicionamento dos resíduos e solicitando do mesmo, licenciamento concedido pela CPRH, principalmente no caso de resíduos perigosos, e/ou credenciamento junto a órgãos governamentais de controle, no caso de Receptor (exemplo: Agência Nacional de Petróleo (ANP) para resíduos de óleo lubrificante usado). 5. Informar as ações previstas voltadas à Educação Ambiental: público interno, visando conscientizar os profissionais envolvidos com a geração dos resíduos,dentro e fora do processo produtivo, a eliminar desperdícios e a realizar a triagem e a coleta seletiva dos resíduos; e sociedade em geral, objetivando a conscientização das comunidades do entorno da industria e/ou dos usuários de seus 9

produtos, no sentido de estimular a adoção de práticas ambientalmente saudáveis de consumo, bem como de preservação ambiental. 6. Descrição sintética das atividades, vinculandoas às diretrizes e aos macro-objetivos indicados no PGRSI, como, por exemplo, direcionadas a: não-geração, minimização da geração, reutilização e reciclagem de resíduos, controle da poluição, monitoramento do passivo ambiental e responsabilidade pós-consumo. 7. Cronograma para a implantação e/ou desenvolvimento de ações integrantes do PGRSI. As atividades descritas devem, preferencialmente, indicar um dos macros objetivos informados no PGRSI. 8. Procedimentos adotados para coleta de dados e informações necessárias ao monitoramento dos resultados alcançados com a implantação do PGRSI. 10