RC 02/2005 (SEMA/SESA) ANEXO I
PGRSS Objetivo: redução, reaproveitamento e destinação final ambientalmente correta dos resíduos. Contempla os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final, bem como a proteção à saúde pública. Elaborado pelo empreendedor. Responsável Técnico pela elaboração e execução. Aponta e descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos.
1.IDENTIFICAÇÃO DO GERADOR Razão Social: Nome fantasia: CNPJ: Endereço: Bairro: Cidade Fone/fax: Email: Área construída: Área total do terreno:
Especialidades Médicas: Data de inicio de funcionamento: Horário de funcionamento: Número de pacientes atendidos por dia: Número de funcionários: Resp. Técnico pela Elaboração do Plano: REG: Reg.Cons.: Profissão: Endereço Residencial: Cidade Fone: Email:
Implantação do PGRSS
Etapas do manejo geração segregação acondicionamento coleta armazenamento transporte * tratamento * disposição final Intra-estabelecimento Extra-estabelecimento
GERAÇÃO 2.IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS GERADOS Fontes geradoras Tipos de resíduos gerados Produção média mensal
CLASSIFICAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Grupo E
Resíduos do GRUPO A RESIDUOS QUE APRESENTAM RISCO POTENCIAL À SAÚDE PÚBLICA E AO MEIO AMBIENTE DEVIDO À PRESENÇA DE AGENTES BIOLÓGICOS. Resíduos Biológicos ou Infectantes Tratamento dentro ou fora da unidade Sem tratamento
Resíduos do GRUPO A1 ESTES RESÍDUOS NÃO PODEM DEIXAR A UNIDADE SEM TRATAMENTO PRÉVIO Culturas e estoques de microorganismos resíduos de fabricação de produtos biológicos, exceto os hemoderivados; Meios de cultura e instrumentais utilizados para transferência, inoculação ou mistura de culturas; Resíduos de laboratório de manipulação genética;
Resíduos do GRUPO A1 Resíduos resultantes de atividades de vacinação com microorganismo vivos ou atenuados, incluindo frascos de vacinas com expiração de prazo de validade, com conteúdo inutilizado, vazios ou com restos do produto, agulhas e seringas. Resíduos resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais, com suspeita ou certeza de contaminação biológica por agentes Classe de Risco 4, microorganismo com relevância epidemiológica e risco de disseminação ou causador de doença emergente que se torne epidemiologicamente importante ou cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido;
Resíduos do GRUPO A1 Bolsas transfusionais contendo sangue ou hemocomponentes rejeitadas por contaminação ou por má conservação, ou com prazo de validade vencido, e aquelas oriundas de coletas incompleta; Sobra de amostras de laboratório contendo sangue ou líquidos corpóreos, recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, contendo sangue ou líquidos corpóreo na forma livre.
Resíduos do GRUPO A2 Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais submetidos a processos de experimentação com inoculação de microorganismos, bem como suas forrações, e os cadáveres de animais suspeitos de serem portadores de microorganismos de relevância epidemiológico e com risco de disseminação, que foram submetidos ou não a estudo anátomopatológico ou confirmação diagnóstica;
Resíduos do GRUPO A3 PEÇAS ANATOMICAS (MEMBROS) DO SER HUMANO; PRODUTOSDE FECUNDAÇÃO SEM SINAIS VITAIS,COM PESO MENOR QUE 500 GRAMAS OU ESTATURA MENOR QUE 25 CENTÍMETROS OU IDADE GESTACIONAL MENOR QUE 20 SEMANAS, QUE NÃO TENHAM VALOR CIENTÍFICO OU LEGAL E NÃO TENHA HAVIDO REQUISIÇÃO PELO PACIENTE OU FAMILIARES.
Resíduos do GRUPO A4 Kits de linhas arteriais, endovenosas e dialisadores, quando descartados; Filtros de ar e gases aspirados de área contaminadas (membrana filtrante de equipamentos médico-hospitalares e de pesquisa, entre outros similares); Sobras de amostras de laboratórios e seus recipientes contendo fezes, urina e secreções, provenientes de pacientes que não contenham e nem sejam suspeitos de conter agentes Classe de Risco 4, e nem apresentem relevância epidemiológica e risco de disseminação, ou microorganismos causador de doenças emergentes que se torne epidemiológicamente importante ou cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido ou com suspeita de contaminação com prions;
Resíduos do GRUPO A4 Resíduos de tecido adiposo proveniente de lipoaspiração, lipoescultura ou outro procedimento de cirurgia plástica que gere este tipo de resíduo; Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, que não contenha sangue ou líquido corpóreo na forma livre; Peças anatômicas (órgão e tecidos) e outros resíduos provenientes de procedimentos cirúrgicos ou de estudos anátomo-patológicos ou de confirmação diagnóstica; Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais não submetidos a processos de experimentação com inoculação de microorganismos, bem como suas forrações; Bolsas transfusionais vazias ou com volume residual pós-transfusão.
Resíduos do GRUPO A4 CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO LUVAS DE LÁTEX GAZE ALGODÃO GUARDANAPOS BABADORES RESTOS DE MATEREIAIS DE MOLDAGEM LENÇOL DE ISOLAMENTO DENTÁRIO DE LATÉX LIXAS MATRIZES TUBETES ANESTÉSICOS FIO DENTAL BARREIRAS DE PLÁSTICOS, TIPO FILME PVC COM RESTOS DE SANGUE E SALIVA GORROSA E MÁSCARAS DESCARTÁVEIS
Resíduos do GRUPO A4 CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO SUGADORES DESCARTÁVEIS PONTEIRAS PLÁSTICAS DESCARTÁVEIS PARA SERINGA TRÍPLECE ODONTOLÓGICA PEÇAS ANATÔMICAS (DENTES) FRAGMENTOS DE GENGIVA E OUTROS TECIDOS ORIUNDOS DE CIRURGIAS ORAIS
Resíduos do GRUPO A5 ÓRGÃOS, TECIDOS, FLUIDOS ORGÂNICOS, MATERIAIS PERFUROCORTANTRESOU ESCARIFICANTES E DEMAIS MARTERIAIS RESULTANTES DA ATENÇÃO À SAÚDE DE INDIVÍDUOS OU ANIMAIS, COM SUSPEITA OU CERTEZA DE CONTAMINAÇÃO COM PRÍONS.(VÍRUS)
Resíduos do GRUPO B RESÍDUOS QUE APRESENTAM RISCO POTENCIAL À SAÚDE PÚBLICA E AO MEIO AMBIENTE DEVIDO ÀS SUAS CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS. Resíduos Químicos
Resíduos do GRUPO B Medicamentos, saneantes, reagentes para laboratórios Efluentes dos equipamentos de laboratórios Reveladores e fixadores de imagem Todos os produtos tóxicos, corrosivos, inflamáveis e reativos (NBR 10.004 ABNT) Metais pesados (pilhas, baterias, lâmpadas, reagentes)
Resíduos do GRUPO B ODONTOLÓGICOS MEDICAMENTOS VENCIDOS OU INUTILIZADOS; SOBRAS DE AMÁLGAMA (em vidro c/ lâmina d agua); LÂMINAS DE CHUMBO E DE PELÍCULAS RADIOGRÁFICAS; RESÍDUOS DE REVELADORES E FIXADORES UTILIZADOS NA REVELAÇÃO DE FILMES; RESÍDUOS DE SANEANTES E SUAS EMBALAGENS; GESSO ODONTOLÓGICO.
Resíduos do GRUPO C Rejeitos Radioativos Materiais radioativos ou contaminados com radionuclídeos Qualquer material deste grupo deve ser manipulado por profissional cadastrado no CNEN Provenientes de: Laboratórios de análises clínicas Serviço de Medicina Nuclear Radioterapia
Resíduos do GRUPO D Resíduos equivalentes aos Domiciliares RESÍDUOS QUE NÃO APRESENTAM RISCO BIOLÓGICO, QUIMICO OU RADIOLOGICO À SAÚDE OU AO MEIO AMBIENTE, PODENDO SER EQUIPARADOS AOS RESÍDUOS DOMICILIARES. Papel de uso sanitário, fralda, absorvente higiênico, peças descartáveis de vestuário. Resto alimentar de refeitório e paciente, sobras de alimentos e do seu preparo. Resíduos das áreas administrativas. Resíduos de varrição, flores, podas e jardins.
Resíduos do GRUPO E RESÍDUOS PERFUROCORTANTES OU ESCARIFICANTES
Resíduos do GRUPO E Agulhas, escalpes, lancetas, lâmina de barbear, ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas, lâmina de bisturi; Tubos capilares; micropipetas; lâminas e lamínulas,espátulas; Utensílios de vidro quebrado no laboratório (pipetas, tubos de coleta sanguínea e placas de Petry); Outros materiais escarificantes;
Resíduos do GRUPO E ODONTOLOGIA AGULHAS ANESTÉSICAS E DE SUTURAS; LÂMINAS DE BISTURI; LÂMINAS ENDODÔNTICAS; TUBETES DE VIDROS, VIDROS QUEBRADOS; BROCAS ODONTOLÓGICAS; PONTAS DIAMANTADAS; PONTAS DE FIO ORTODONTICO.
3.QUANTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS GRUPOS RESÍDUOS A1 INFECTANTES A2 INFECTANTES A3 INFECTANTES A4 INFECTANTES A5 INFECTANTES B QUÍMICOS D COMUNS E PERFUROCORTANTE Qtdade L/sem. Qtdade Kg/seM
4.ACONDICIONAMENTO DOS RESÍDUOS (OBRIGAÇÕES LEGAIS) RESOLUÇÕES: RDC/ANVISA nº306/2004 CONAMA Nº 358/2005 ABNT NBR7500 ABNT NBR 10004 ABNT - NBR12807 ABNT - NBR12808
GRUPO A RESÍDUOS INFECTANTES SÃO ACONDICIONADOS EM SACOS PLASTICOS, IMPERMEÁVEIS E RESISTENTES, DE COR BRANCA LEITOSA,COM SIMBOLOGIA DE RESÍDUOS INFECTANTES. SÃO ARMAZENADOS EM RECIPIENTES ESTANQUES, METÁLICOS OU DE PLÁSTICOS, COM TAMPA, DE FÁCIL HIGIENIZAÇÃO E MANUSEIO.
GRUPO B RESÍDUOS QUÍMICOS SÃO ACONDICIONADOS EM DUPLO SACO PLÁSTICO DE COR BRANCA LEITOSA, COM IDENTIFICAÇÃO DO RESÍDUO E DOS RÍSCOS, OU ACONDICIONADOS EM RECIPIENTE RÍGIDO E ESTANQUE, COMPATÍVEL COM AS CARACTERÍSTICAS FÍSICOQUÍMICAS DO RESÍDUO OU PRODUTO A SER DESCARTADO, IDENTIFICADO DE FORMA VISÍVEL COM O NOME DO CONTEÚDO E SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS.
GRUPO D RESÍDUOS COMUNS NÃO RECICLÁVEIS: SÃO ACONDICIONADOS EM SACOS PRETOS RESISTENTES DE MODO A EVITAR DERRAMAMENTO DURANTE O MANUSEIO RECICLÁVEIS: PAPEIS PLÁSTICOS VIDROS METAIS
GRUPO E RESÍDUOS PERFUROCORTANTES OU ESCARIFICANTES OS RESÍDUOS PERFURANTES E CORTANTES DO GRUPO A SÃO ACONDICIOANADOS EM RECIPIENTES RÍGIDOS, RESISTENTES À PUNCTURA, ROMPIMENTO E VAZAMENTO, COM TAMPA, DEVIDAMENTE IDENTIFICADOSCOM A SIMBOLOGIA DE RESÍDUOS INFECTANTES E PERFUROCORTANTE.
5.COLETA INTERNA DOS RESÍDUOS (OBRIGAÇÕES LEGAIS) RESOLUÇÕES: RDC/ANVISA nº306/2004 CONAMA Nº 358/2005 ABNT NBR7500 ABNT NBR 10004 ABNT - NBR12807 ABNT - NBR12808 8. O TRANSPOARTE DOS RECIPIENTES DEVE SER REALIZADOS SEM ESFORÇO EXCESSIVO OU RISCO DE ACIDENTE PARA O FUNCIONÁRIO; 10. OS PROCEDIMENTOS DEVEM SER REALIZADOS DE FORMA A NÃO PERMITIR O ROMPIMENTO DOS RECIPIENTES. NO CASO DE ACIDENTE OU DERRAMAMENTO, DEVE-SE IMEDIATAMENTE REALIZAR A LIMAPEZA E DESINFECÇÃO SIMULTÂNEA DO LOCAL E NOTIFICAR A CHEFIA DO LOCAL.
6.ABRIGO DOS RESÍDUOS (OBRIGAÇÕES LEGAIS) RESOLUÇÕES: RDC/ANVISA nº306/2004 CONAMA Nº 358/2005 ABNT NBR7500 ABNT NBR 10004 ABNT - NBR12807 ABNT - NBR12808 O abrigo de resíduos deve ser constituído de um local fechado, ser exclusivo para guarda temporária de resíduos de serviço de saúde, devidamente acondicionados em recipientes; As dimensões do abrigo devem ser suficientes para armazenar a produção de resíduos de até três dias, sem empilhamento dos recipientes acima de 1,20m; O piso, paredes, porta e teto devem serdematerial liso, impermeável, lavável e de cor branca; A porta deve ostentar o símbolo de substancia infectante e/ou química; O abrigo de resíduo deve ser higienizado após a coleta externa ou sempre que ocorrer derramamento.
7.TRATAMENTO E DESTINO FINAL DOS RESÍDUOS (Obrigações Legais) OS RESÍDUOS DEVERÃO SER TRATADOS E DESTINADOS DE ACORDO COM A SEGUITNE LEGISLAÇÃO: RESOLUÇÕES: RDC/ANVISA nº306/2004 CONAMA Nº 358/2005 ABNT NBR7500 ABNT NBR 10004 ABNT - NBR12807 ABNT - NBR12808
8.COLETA EXTERNA DOS RESÍDUOS INDICAR A ENTIDADE, DEVIDAMENTE LICENCIADA PELO ÓRGÃO AMBIENTAL, QUE REALIZA A COLETA E TRANSPORTE EXTERNO DE CADA TIPO DE RESÍDUO, ATÉ SUA DESTINAÇÃO FINAL: PARA CADA GRUPO: RESPONSÁVEL PELO TRANSPORTE: VEÍCULO UTILIZADO: FREQUENCIA DE COLETA: TRATAMENTO:
9.SAÚDE E SEGURANÇA CUPACIONAL (Obrigações Legais e Recomendações) RESOLUÇÕES: RDC/ANVISA nº306/2004 CONAMA Nº 358/2005 4. EPIS NECESSÁRIOS 5. PROCEDIMENTOS PARA COLETA 6. PROCEDIMENTOS PARA HIGIENIZAÇÃO DOS EPIS 7. EXAMES ADMISSIONAIS (PCMSO), VACINAS(TÉTANO, HEPATITE) 8. MEDIDAS DE EMERGENCIA EM CASO DE ACIDENTES.
11.CONSIDERAÇÕES FINAIS Este estabelecimento se compromete a seguir as disposições e implantar as medidas contidas neste plano. Local: Data de de Assinatura do Responsável pelo Estabelecimento Gerador Assinatura do Responsável Técnico Pelo Plano de Gerenciamento
JOGO DOS ERROS
JOGO DOS ERROS
JOGO DOS ERROS