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UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ - UNOCHAPECÓ - PROGRAMA DE APRENDIZAGEM (PLANO DE ENSINO) - Prof a. Carolina R. Duarte Maluche Baretta carolmaluche@unochapeco.edu.br Chapecó SC, maio de 2014.

INTRODUÇÃO À CIÊNCIA DO SOLO Componente Curricular: Turma: Professor(a): 5010194- INTRODUÇÃO À CIÊNCIA DO SOLO A Período: 1 Carga horária: 48 h/a Ano/Semestre: 2014 / 1 729503 - Carolina R. Duarte Maluche Baretta PLANO DE ENSINO 1. EMENTA Estrutura da terra e sua Constituição. Geologia geral e mineralogia. Gênese do solo. Morfologia do solo. Matéria Orgânica do Solo

2. JUSTIFICATIVA Proporcionar ao estudante do Curso de Agronomia os fundamentos básicos da Ciência do Solo, considerando os seus principais aspectos de formação e a importância deste para as atividades de produção agropecuária. 3. OBJETIVOS 3.1 OBJETIVO GERAL Conhecer os fundamentos da Ciência do Solo, tendo entendimento sobre a formação dos solos e sobre as principais características e processos ocorrentes no solo que afetam a produção agropecuária sustentável e a qualidade ambiental.

3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Fornecer noções de geologia e mineralogia e sua influência na gênese do solo; Conhecer os processos e fatores de formação de solos; Mostrar noções de morfologia e classificação interpretativa do solo; Identificar as principais características da matéria orgânica do solo e sua importância para os solos.

4.4. Dinâmica interna da Terra com consequências na superfície 4.4.1 Tectonia de placas; 4.4.2 Sismicidade (terremotos); 4.4.3 Vulcanismo. GÊNESE E MORFOLOGIA DOS SOLOS 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 4.1 - Introdução 4.1.1. - Apresentação do professor e alunos; 4.1.2. - Apresentação do plano de curso; 4.1.3. - Metodologia de ensino-aprendizagem e avaliação. 4.2. Noções de Geologia 4.2.1 - Histórico da geologia; 4.2.2 - Subdivisão da geologia. 4.3. Estrutura da terra e sua constituição 4.3.1 - Forma; 4.3.2 - Densidade; 4.3.3 - Volume; 4.3.4 - Massa; 4.3.5 - Constituição interna do Globo Terrestre; 4.3.6 - Temperatura no interior da terra.

4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 4.5. Minerais 4.5.1 - Propriedades físicas dos minerais; 4.5.2 - Propriedades químicas dos minerais; 4.5.3 - Principais minerais. 4.6. Rochas 4.6.1 - Rochas magmáticas; 4.6.2 - Rochas sedimentares; 4.6.3 - Rochas metamórficas. 4.7. Intemperismo 4.7.1 - Intemperismo físico; 4.7.2 - Intemperismo químico. 4.8. Fatores de formação do solo 4.8.1 - Material de origem; 4.8.2 Clima; 4.8.3 Relevo; 4.8.4 Organismos; 4.8.5 Tempo;

4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 4.9. Conceitos de solo 4.9.1 - O que é solo; 4.9.2 - Histórico da ciência do solo; 4.9.3 - Sistema solum; 4.9.4 - Perfil do solo. 4.10 - Matéria Orgânica do Solo 4.10.1 - Classificação da matéria orgânica do solo; 4.10.2 - Funções da matéria orgânica do solo; 4.10.3 - Propriedades físicas, químicas e biológicas.

5. METODOLOGIA 5.1 - Verificação do conhecimento e concepções prévias acerca da área de estudo; 5.2 - Aulas expositivas e dialogadas com auxílio de datashow e quadro; 5.3 - Debates coletivos com mediação; 5.4 - Realização da indicação de leitura dos textos selecionados; 5.5 - Produções escritas, individuais e coletivas; 5.6 - Aulas práticas e visitas de estudo.

6. AVALIAÇÃO 6.1 - G1 6.1.1 - Entrega de relatório sobre aulas práticas e saída de campo (15% da G1); 6.1.2 - Desenvolvimento do Trabalho Discente Efetivo (TDE) (15% da G1) - aplicação de um questionário de campo sobre a percepção dos produtores rurais para a importância do solo com posterior seminários de apresentação; 6.1.3 - Realização de revisão bibliográfica sobre tema apresentado pelo professor (10% da G1); 6.1.4 - Avaliação escrita individual - prova (60% da G1). 6.2 - G2 6.2.1 - Avaliação escrita individual de todo o conteúdo - prova (100% da G2); Participação [Será avaliado a participação (entrega de todos os trabalhos) e assiduidade (entrega de todos os trabalhos na data combinada)] para fim de fechamento de média da disciplina.

7. REFERÊNCIAS 7.1. Referência Básica FREIRE, Octavio. Solos das regiões tropicais. Botucatu, SP: Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais, 2006. 271 p. ISBN 8598187038 (enc.) LEINZ, Viktor; AMARAL, Sérgio Estanislau do. Geologia geral. 11. ed. rev. São Paulo: Nacional, 1989. 399 p. (Biblioteca universitária. Série 3. Ciências puras ;1) SANTOS, Gabriel de Araújo; CAMARGO, Flávio A. de O.. Fundamentos da matéria orgânica do solo: ecossistemas tropicais & subtropicais. Porto Alegre: Genesis, 1999. 491 p. ISBN 85-87578-01-4

7. REFERÊNCIAS 7.2. Referência Complementar JORGE, José Antônio. Solo: manejo e adubação : compêndio de edafologia. 2. ed. São Paulo: Nobel, 1988. 309 p. KIEHL, Edmar José. Manual de edafologia. São Paulo: Agronômica Ceres, 1979. 262 p. RESENDE, Mauro; CURI, Nilton; SANTANA, Derli Prudente. Pedologia e fertilidade do solo: interações e aplicações. Brasília: Ministério da Educação, 1988. 83 p. TEIXEIRA, Wilson. Decifrando a terra. São Paulo: Oficina de Textos, c2001. 557 p. ISBN 8586238147 7.3. Referência Especial MUGLER, C.C. et al.. Conteúdos Básicos de Geologia e Pedologia. Viçosa - MG: Universidade Federal de Viçosa, 2005.

8. COMPROMISSOS E DEVERES 1. Frequência 1.1 - A chamada será realizada no início de cada turno sendo a mesma 5 min após a definição do horário de início de aula pela turma. Serão também definidos a hora de término da mesma e os intervalos de aula; 1.2 - O estudante deverá ter, ao final da disciplina, 75% DE FREQUÊNCIA, para ser aprovado; 1.3 - Para o acadêmico obter presença, deverá estar presente em sala de aula. 2. Trabalhos 2.1 - Em caso de atraso na entrega dos trabalhos será descontado 1 (um) ponto por dia de atraso, não ultrapassando 72 horas de entrega após a data definida pelo professor. O número máximo de alunos em cada trabalho será definido pelo professor em sala de aula; 2.2 - Em caso de PLÁGIO os trabalhos terão A NOTA 0 (ZERO); 2.3 - Todos os trabalhos escritos, exceto os que tiverem um padrão próprio para elaboração (como no caso de artigo para jornal e/ou revista), deverão ser entregue dentro das NORMAS CIENTÍFICAS sendo este CRITÉRIO CORRESPONDENTE POR 40% DA NOTA FINAL DO MESMO.

3. Atitudes em sala de aula 3.1 - A utilização de computador em sala de aula, será permitida apenas em momentos de trabalho em grupo, fora deste FICA PROIBIDA a utilização do mesmo; 3.2 - O telefone celular, deverá ser configurado para modo silencioso. Este critério obedece a Lei Estadual nº14.363 e n. 4.734 dando ao professor o direito atribuído por lei de proibir o uso em suas aulas quando não solicitado e a retirada do aluno da mesma quando do não obedecimento da mesma. A Lei nº14. 363 que proíbe o uso de telefone celular nas salas de aula de escolas públicas e privadas de Santa Catarina é de autoria do deputado Antônio de Aguiar. Foi aprovada pela Assembleia Legislativa (Alesc) e sancionada pelo governador no dia 25 de junho de 2008.

LEI n. 4.734, de 04 de janeiro de 2008. Proíbe a utilização de telefone celular e outros em sala de aula. Art. 1. Fica proibido o uso de telefone celular, games, ipod, mp3, equipamento eletrônico e similar em sala de aula. Parágrafo único. Quando a aula for aplicada fora da sala específica, aplica-se o princípio desta Lei. Art. 2. Fica compreendida como sala de aula todas as instituições de ensino, fundamental, médio e superior. Art. 3. Deverá ser fixado em local de acesso e nas dependências da instituição educacional, nas salas de aula e nos locais onde ocorrem aulas, placas indicando a proibição. Parágrafo único. Na placa deverá constar o seguinte: "É PROIBIDO O USO DE APARELHO CELULAR E EQUIPAMENTO ELETRÔNICO DURANTE AS AULAS - LEI n. 4.734, de 4 de janeiro de 2008 Art. 4. Em caso de menor de idade, deverão os pais serem comunicados pela direção do estabelecimento de ensino. Art. 5. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

4. Avaliações 4.1 - Nas avaliações com consulta ao material, será permitido apenas material impresso; 4.2 - O não comparecimento a qualquer avaliação, incluindo nesta a não entrega de qualquer avaliação de G1 dentro do prazo estipulado, não terá reposição da mesma. Salve guardo quando da apresentação de justificativa a ausência da mesma. CONFORME ORIENTAÇÃO DA DIREÇÃO DE ENSINO, RESERVA AO PROFESSOR O DIREITO DE COBRAR REGRAS DE COBRANÇA À AVALIAÇÃO G1. SENDO ASSIM, A APLICAÇÃO DE SEGUNDA CHAMADA A ESTA AVALIAÇÃO SÓ SERÁ PERMITIDA QUANDO DA APRESENTAÇÃO DE ATESTADO MÉDICO PROTOCOLADO JUNTO A SECRETARIA ACADÊMICA, E COMUNICAÇÃO DESTA PARA O PROFESSOR.