POR QUE INVESTIR DINHEIRO?



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Transcrição:

POR QUE INVESTIR DINHEIRO? INVESTIMENTO X POUPANÇA Antes de falar em investimentos, precisamos entender que investimento é diferente de poupança. Poupança é o mero ato de guardar dinheiro (por exemplo, guardar dinheiro embaixo do colchão ). Investimento é fazer algo com o dinheiro para que possamos obter mais dinheiro ao longo do tempo. É colocar o dinheiro para trabalhar. OBJETIVOS DE INVESTIMENTO Pessoas investem dinheiro basicamente com dois objetivos: 1) Proteger o dinheiro contra a infl ação: precisamos proteger o dinheiro, pois o efeito infl acionário faz com que nosso patrimônio perca valor ao longo do tempo. Investir é uma forma de tentar preservar o valor do patrimônio 2) Aumentar o patrimônio: obter retornos acima da infl ação (ter ganho real ). As pessoas querem ter ganhos reais (acima da infl ação) e aumentar o patrimônio para várias fi nalidades, como: Ter recursos para uma aposentadoria confortável; Ter uma reserva fi nanceira para emergências; Ter dinheiro para aquisição de bens; Eventos da vida que tenham impacto fi nanceiro (fi lhos, casamento, montar um negócio próprio etc). 3

PRIMEIRO ANDAR, DEPOIS CORRER PLANEJAMENTO É A CHAVE DO SUCESSO Para virar um investidor de sucesso, é importante que as fi nanças pessoais estejam organizadas e que não se tenha dívidas. Devemos aprender a andar antes de correr. Quando se tem dívidas, especialmente dívidas caras, com altas taxas de juros, o melhor investimento é pagar essas dívidas. O primeiro passo para virar um investidor de sucesso é colocar as contas em ordem e atingir uma situação fi nanceira equilibrada. IMPORTANTE: Pagar uma dívida que custa 5% ao mês equivale a fazer um investimento que rende 5% ao mês. 4

ENTENDA OS PERFIS DE INVESTIDOR Se o primeiro passo para virar um investidor de sucesso é colocar as contas em ordem, então o segundo passo é conhecer a si mesmo e saber qual o seu perfi l de investidor. A forma mais comum de determinar o perfi l de investidor é classifi cando entre três categorias: Investidor conservador Investidor moderado Investidor agressivo Para investir de forma efi ciente e adequada às suas necessidades, é importante saber qual é o seu perfi l de investidor. O investidor conservador É aquele investidor que tem como prioridade a proteção do patrimônio. Abre mão de altos retornos para ter maior segurança. O investidor moderado É aquele disposto a sacrifi car um pouco da segurança, para ter a possibilidade de obter retornos um pouco maiores que o investidor conservador. O investidor agressivo É o investidor que tem como prioridade o retorno do investimento. O investidor agressivo é, em geral, um investidor mais experiente, com um patrimônio maior e com mais conhecimento do mercado e dos produtos fi nanceiros. É um investidor que se sente mais a vontade com o risco. Qual é o seu perfil de investidor? Para virar um investidor de sucesso, é fundamental ter a resposta para esta pergunta. 5

OBJETIVOS E PRAZOS Os objetivos fi nanceiros estão associados a prazos. Alguns são de prazo mais curto e outros de prazo mais longo. Objetivos de curto prazo Em geral, objetivos de curto prazo demandam estratégias de investimento mais conservadoras, que priorizem a proteção do dinheiro e a liquidez. Objetivos de longo prazo Em geral, objetivos de longo prazo nos permitem adotar estratégias de investimento mais agressivas. Os objetivos estão associados a prazos. 6

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DINHEIRO: EMPRESTANDO E TOMANDO EMPRESTADO O QUE É O MERCADO FINANCEIRO? Na economia, existem indivíduos e entidades que têm dinheiro de sobra e aqueles que precisam de dinheiro. Chamamos, respectivamente, de agentes superavitários e agentes defi citários. Para facilitar e regular o fl uxo de dinheiro dos agentes superavitários para os defi citários (e assegurar o retorno desse dinheiro para os agentes superavitários), existe uma série de instituições intermediárias e autoridades fi nanceiras. Mercado fi nanceiro é o nome que se dá, genericamente, a essas instituições e autoridades fi nanceiras que intermedeiam e regulam as transações fi nanceiras entre os agentes superavitários e defi citários. Um exemplo de agente defi citário é uma empresa, que precisa de dinheiro para fi nanciar seus investimentos e suas atividades. Uma empresa que precisa de dinheiro tem diversas opções para obter esse dinheiro, entre elas: Novos aportes de dinheiro dos sócios atuais; Buscar novos sócios que aportem dinheiro (por exemplo, através da abertura de capital na bolsa de valores); Obter empréstimos e fi nanciamentos. Empréstimos e fi nanciamentos são operações de crédito, e operações de crédito são associadas a uma taxa de juros. 8

O QUE É, ENTÃO, RENDA FIXA? Investimentos de renda fi xa têm como característica o fato de serem associados a uma taxa de juros. Sabendo disso, podemos concluir que um investimento de renda fi xa é um EMPRÉSTIMO. Alguns exemplos de renda fi xa: Caderneta de Poupança O investimento mais popular do Brasil. Nele, emprestamos o dinheiro para uma instituição fi nanceira, que emprestará esse dinheiro para outras pessoas através de fi nanciamentos imobiliários. Certificado de Depósito Bancário É também um empréstimo que fazemos para uma instituição fi nanceira, que utilizará esse dinheiro em operações de crédito junto aos seus clientes. Tesouro Direto No Tesouro Direto, os investidores estão emprestando seu dinheiro para o Governo Federal. Debêntures Debêntures são títulos que representam empréstimos feitos para empresas. O nome renda fi xa vem do fato de que o investidor receberá apenas o dinheiro que foi emprestado, acrescido da taxa de juros, nada além disso. Taxas de juros podem ser prefi xadas ou pós-fi xadas. Taxas prefixadas São taxas que são nominalmente identifi cadas no começo da transação. Por exemplo: 10%. Taxas pós-fixadas São taxas que são vinculadas a algum indicador sujeito a variações no futuro. Por exemplo: DI, Taxa Selic ou índices de preço (infl ação). 9

ENTENDENDO OS JUROS OS JUROS REPRESENTAM O CUSTO DO DINHEIRO AO LONGO DO TEMPO Podemos dizer que os juros são o aluguel do dinheiro. É algo que recebemos por deixar de usar o dinheiro e permitir que outras pessoas usem. De forma inversa, pagamos juros quando utilizamos o dinheiro de outras pessoas. Os juros são expressos em termos percentuais e no tempo, por exemplo: 3% a.m. Três por cento ao mês 12% a.a.- Doze por cento ao ano. No Brasil, normalmente, se usam taxas mensais, especialmente no crédito ao consumo (mas também se usam taxas anuais). Nas economias desenvolvidas, o mais comum é o uso de taxas anuais. Os juros são o aluguel do dinheiro. 10

INVESTIMENTOS DE RENDA FIXA OS TIPOS MAIS COMUNS Os investimentos de renda fi xa mais comuns no Brasil são: Caderneta de Poupança Certifi cados de Depósito Bancário (CDB) Letras de Crédito imobiliário (LCI) Títulos públicos negociados no Tesouro Direto Debêntures É possível também investir em renda fi xa a partir de fundos de investimento. Os dois tipos mais populares de fundos de investimentos que investem em renda fi xa são os fundos de renda fi xa e os fundos DI. A Caderneta de Poupança é o investimento de renda fixa mais comum no Brasil. 11

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O QUE SÃO TÍTULOS PÚBLICOS? FINANCIAR A DÍVIDA PÚBLICA Títulos públicos são títulos emitidos pelo Governo Federal com o objetivo de fi nanciar a dívida pública federal. Os títulos públicos são emitidos, periodicamente, em leilões chamados ofertas públicas, dos quais participam instituições fi nanceiras. Alguns títulos são disponibilizados para investidores de varejo (pessoas físicas), através do Tesouro Direto. Uma observação importante: Apesar de serem chamados títulos, os títulos públicos não existem em sua forma física, apenas como registros eletrônicos. Títulos públicos existem apenas como registros eletrônicos. 13

AS ORIGENS DO TESOURO DIRETO O Tesouro Direto foi criado em 2002, como uma parceria entre a Secretaria do Tesouro Nacional e a BM&FBOVESPA. Até então, pessoas físicas só tinham acesso aos títulos públicos através de fundos de investimento. Porém, alguns investidores preferem ter maior autonomia em suas decisões e investir diretamente, inclusive benefi ciando-se de menores custos ao não pagar as taxas de administração dos fundos de investimento. Os custos são menores ao se investir diretamente no Tesouro 14

FUNCIONAMENTO BÁSICO DO TESOURO DIRETO Por ser operado pela BM&FBOVESPA, o Tesouro Direto é disponibilizado aos investidores através de corretoras de valores, que, no contexto do Tesouro Direto, são chamadas de agentes de custódia. Existem dois tipos de agentes de custódia: o agente de custódia comum e o integrado. AGENTE DE CUSTÓDIA COMUM Permite ao cliente o acesso à plataforma do Tesouro Direto. AGENTE DE CUSTÓDIA INTEGRADO Oferece ao cliente a possibilidade de investir no Tesouro Direto através de sua plataforma própria ( homebroker ). VALORES O valor mínimo para investir no Tesouro Direto é de R$ 30,00. O valor máximo permitido para compras de títulos no Tesouro Direto é de R$ 1 milhão por mês. 15

OS TÍTULOS NEGOCIADOS NO TESOURO DIRETO Podemos diferenciar os títulos negociados no Tesouro Direto através de três características: Remuneração Forma de pagamento da remuneração Data de vencimento REMUNERAÇÃO A REMUNERAÇÃO diz respeito ao tipo de taxa de juros que o título paga. No Tesouro Direto, temos títulos que são: Prefixados: Pagam uma taxa de juros já determinada previamente, que não sofre alterações até o vencimento. Pós-fixados vinculados a uma taxa de juros: Como a Selic. Pós-fixados vinculados a um índice de preços: Pagam uma taxa fi xa (prefi xada) mais a variação de um índice de preços (por exemplo, o IPCA). O resultado da soma da taxa prefi xada mais o índice de preços é um resultado desconhecido, por isso é tratado como pós-fi xado. FORMA DE PAGAMENTO DA REMUNERAÇÃO Quanto à FORMA DE PAGAMENTO DA REMUNERAÇÃO, um título pode devolver para o investidor o valor principal e os juros apenas no vencimento, ou pode pagar os juros periodicamente antes do vencimento (usualmente de forma semestral). Quando um título paga os juros periodicamente antes do vencimento, se diz que o título paga cupom (um resquício da época em que os títulos existiam em sua forma física). 16

DATA DE VENCIMENTO A DATA DE VENCIMENTO é a data em que a transação termina. O investidor recebe o valor de seu investimento e o título deixa de existir. Quais são os títulos negociados no Tesouro Direto? Tesouro Selic 2021 (LFT) - Pós-fi xado (indexado à Selic) - Não paga cupom Tesouro Prefixado 20XX (XX = ano de vencimento do título) (LTN) - Prefi xado - Não paga cupom Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2025 (NTN-F) - Prefi xado - Paga cupom semestral Tesouro IPCA + com juros semestrais 20XX (NTN-B, série B) - Pós-fi xado (indexado ao IPCA) - Paga cupom semestral Tesouro IPCA + 20XX (NTN-B Principal) - Pós-fi xado (indexado ao IPCA) - Não paga cupom Na plataforma do Tesouro Direto, conseguimos identifi car os títulos pelos nomes, pelas siglas e pela data de vencimento, que é expressa por seis dígitos que indicam o dia, mês e ano do vencimento do título. Por exemplo: LTN 010118 signifi ca uma Letra do Tesouro Nacional com vencimento em 1º de janeiro de 2018. 17

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OS PRIMEIROS PASSOS COMO COMEÇAR Para investir no TD, existem três requisitos: Ter um CPF Ter uma conta bancária (ou conta poupança) Ter conta (cadastro) num agente de custódia autorizado a participar do programa Tesouro Direto Obs: O Tesouro Direto não é aberto a pessoas jurídicas, apenas pessoas físicas podem investir. Apenas pessoas físicas podem investir 19

COMPRANDO E VENDENDO TÍTULOS Existem duas modalidades de compra e venda: a modalidade tradicional e a modalidade programada. MODALIDADE TRADICIONAL Na modalidade tradicional, o investidor executa a compra e a venda dos títulos. Acessa-se a plataforma de negociação, escolhe-se o título e executam-se os passos para compra ou venda. MODALIDADE PROGRAMADA O investidor programa antecipadamente a compra ou a venda do título. Determina um dia específi co e o título que será transacionado, e a operação será executada automaticamente. Na modalidade programada é possível fazer compras, vendas, reinvestimento de juros recebidos via cupom e reinvestimento do valor recebido após o vencimento de um título. HORÁRIOS A plataforma do Tesouro Direto permanece aberta 24 horas por dia para consultas por parte dos investidores. O investidor pode, a qualquer momento, acessar a plataforma do Tesouro Direto, para consultar sua posição, para consultar o valor atual dos títulos, o que mais for necessário. É possível comprar títulos todos os dias, exceto das cinco às nove da manhã, dos dias úteis, que é o período em que o sistema do Tesouro Direto para pra atualização e manutenção. 20

VENDA DE TÍTULOS Os títulos podem ser vendidos, antes do vencimento, todos os dias úteis, das 18 horas até às 5 horas da manhã do dia seguinte. Nos fi ns de semana e feriados, é possível vender os títulos em qualquer horário. A transação é processada no dia útil seguinte à ordem de venda (D+1). Pelas regras do Tesouro Direto, o governo se compromete a recomprar os títulos por seu valor de mercado no momento. VALORES DOS TÍTULOS Os títulos públicos são negociados por seu valor de mercado no momento da negociação. O valor de mercado do título é conhecido como preço unitário ou P.U., no jargão do mercado fi nanceiro. O investidor pode comprar frações do preço unitário de um título. O investidor que opta por investir pela modalidade tradicional ou programada pode comprar frações mínimas de um centésimo, ou 1% de um título. Porém, o valor a ser aplicado não pode ser menor do que R$ 30. A plataforma do Tesouro Direto permanece aberta 24 horas por dia para consultas por parte dos investidores. 21

ENTENDENDO A RENTABILIDADE DOS TÍTULOS São quatro os fatores que infl uenciam a rentabilidade dos títulos públicos: O valor de mercado A remuneração do título Os custos de negociação A tributação VALOR DE MERCADO Os títulos públicos (assim como os demais títulos de renda fi xa) pagam ao investidor o valor principal e a remuneração acordada (que pode ser paga antes do vencimento em caso de títulos com cupom ). Porém, antes do vencimento, eventos de diversas naturezas (políticas, econômicas) podem infl uenciar o valor daquele título, gerando volatilidade. Os fatores que mais afetam os títulos públicos antes do vencimento são a taxa de juros básica da economia (a Selic) e a infl ação. Observação importante: o valor de mercado só é um fator relevante para aquele investidor que tem a intenção de vender o título antes do vencimento. O investidor que pretende levar o título até seu vencimento não é afetado por oscilações de valor de mercado. 22

A REMUNERAÇÃO DO TÍTULO O tipo de remuneração que o título paga para o investidor: juros prefi xados ou pós-fi xados. CUSTOS DE NEGOCIAÇÃO Existem dois custos para se negociar no Tesouro Direto: Taxa de administração Valor pago para o agente de custódia. Taxa de custódia Valor pago para a BM&FBOVESPA. TRIBUTAÇÃO Imposto de renda devido em investimentos de renda fi xa. O investidor que pretende levar o título até seu vencimento não é afetado por oscilações de valor de mercado. 23

QUAIS SÃO OS RISCOS Existem dois riscos aos quais o investidor do Tesouro Direto deve fi car atento: Risco de mercado Risco de crédito RISCO DE MERCADO Sob certas circunstâncias econômicas, os títulos podem sofrer oscilações em seu valor de mercado antes do vencimento. Algumas dessas oscilações podem afetar negativamente o valor de mercado do título, levando o investidor a ter um retorno abaixo do esperado ou mesmo uma perda, caso venda o título naquele momento. RISCO DE CRÉDITO É o risco do emissor de um título. Risco de crédito é a possibilidade de que determinado título não seja honrado pelo emissor. Os títulos emitidos pelo Governo Federal têm aval do Tesouro Nacional por seu valor integral, diferentemente de títulos emitidos por bancos, que são garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos, até 250 mil reais. O risco de crédito de um título do governo federal existe, porém é um risco remoto se comparado a todos os outros ativos fi nanceiros. 24

TRIBUTAÇÃO Os títulos públicos negociados pelo Tesouro Direto, como grande parte dos títulos de renda fi xa, pagam imposto de renda baseado na chamada tabela regressiva. Até 180 dias 22,5% De 181 a 360 dias 20,00% De 361 a 720 dias 17,5% Acima de 721 dias 15,00% Duas coisas sobre tributação às quais o investidor deve fi car atento: A apuração e o recolhimento do imposto de renda são feitos pelo agente de custódia. O investidor será informado sobre os rendimentos pelo agente de custódia, no devido momento, para que ele faça sua declaração de imposto de renda. Nos títulos que pagam cupom, parte da remuneração (os quatro primeiros pagamentos semestrais) sofrerá tributação pelas alíquotas mais altas da tabela. Por essa razão, aqueles títulos que não pagam cupom (ou seja, que pagam a remuneração só no vencimento) e que tenham vencimento acima de 721 dias acabam tendo uma rentabilidade maior, pois se benefi ciam integralmente das alíquotas menores de imposto de renda. 25

OS TÍTULOS MAIS ADEQUADOS PARA CADA INVESTIDOR O que o investidor deve se perguntar: QUAIS SÃO AS PERSPECTIVAS DE CENÁRIO ECONÔMICO? Se, na percepção do investidor, houver uma expectativa de elevação de taxa de juros, títulos pós-fi xados são uma melhor opção. Da mesma forma, se a percepção apontar para uma queda dos juros, títulos prefi xados podem ser mais adequados. Se houver um receio com aumento de infl ação, títulos indexados à infl ação são mais indicados. Se o investidor não tem uma percepção clara do cenário, é uma boa medida fazer uma carteira diversifi cada, com títulos de características diferentes. QUAL O PRAZO DO INVESTIMENTO? Se o investidor tem intenção de utilizar o dinheiro investido no curto prazo, é recomendado que adote um perfi l de investimentos mais conservador. O investidor com horizonte de longo prazo pode adotar uma postura mais agressiva. Inclusive, os títulos de prazo maior costumam ter taxas de juros igualmente maiores. 26

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