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Transcrição:

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LEI Nº 8.078/1990 Código de Defesa do Consumidor - CDC Profª. Tatiana Marcello

RESPONSABILIDADE OBJETIVA FATO (art. 12) dano causado por um defeito exclui a responsabilidade: I - não colocou o produto no mercado; II - inexiste o defeito; III - culpa exclusiva do consumidor ou 3º. profissional liberal subjetiva Prazo 5 anos prescricional do conhecimento do dano e autoria. ----------------------------------------------------------- Quem responde? fabricante, produtor, construtor, nacional ou estrangeiro e importador. E o comerciante? I - não achar os outros; II - não tiver identificação dos outros; III - não armazenou bem produtos perecíveis VÍCIO (art. 18) Inadequação de quantidade/qualidade/serviço 30 dias ---------- não duráveis 90 dias ---------- duráveis Aparente/fácil constatação: entrega /fim execução Oculto: quando ficar evidente Fornecedor: 30 dias para sanar Se não sanar no prazo: - Substituição - Restituição Abatimento Complementação (se quantidade) Opções de imediato (qualidade): a) comprometer a característica ou qualidade, b) diminuir-lhe o valor; c) produto essencial. ---------------------------------------------------------- Quem responde?

A RESPONSA PELO FATO (Atirei o Pau no Gato) Na responsa pelo fato-to O cliente-te quase morreu-reu-reu O comerciante é subsidiário E o prazo é de 5 anos que o código deu Hits do CDC TEREZINHA E O VÍCIO (Terezinha de Jesus) Terezinha, comprou um produto Ta com vicio e não da pra usar 30 ou 90 dias Decadenciais para reclamar O fornecedor que é solidário Tem 30 dias para resolver Se não cumprir nesse prazo Terezinha pode escolher Prescricional!!! Se vai querer restituição Ou se quer substituição Ou se quer um abatimento Ou até complementação

Com base no Código de Defesa do Consumidor, marque certo ou errado. O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em 90 dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis. ( ) certo ( ) errado

Com base no Código de Defesa do Consumidor, marque certo ou errado. O fornecedor de serviços será responsabilizado mesmo que o dano for causado por culpa exclusiva do consumidor. ( ) certo ( ) errado

O prazo para determinado consumidor reclamar judicialmente uma indenização decorrente de fato do serviço será: (A) Prescricional de três anos, a contar da ciência do dano e de sua autoria. (B) Prescricional de cinco anos, a contar da ciência do dano e de sua autoria. (C) Decadencial de 180 dias. (D) Decadencial de 30 dias, se for serviço não durável. (E) Decadencial de 90 dias, se for serviço durável.

Ao instalar um novo aparelho de televisão no quarto de seu filho, o consumidor verifica que a tecla de volume do controle remoto não está funcionando bem. Em contato com a loja onde adquiriu o produto, é encaminhado à autorizada. O que esse consumidor pode exigir com base na lei, nesse momento, do comerciante? (A) A imediata substituição do produto por outro novo. (B) O dinheiro de volta. (C) O conserto do produto no prazo máximo de 30 dias. (D) Um produto idêntico emprestado enquanto durar o conserto.

Ações de Responsabilidade do Fornecedor Art. 101. Na ação de responsabilidade civil do fornecedor de produtos e serviços, serão observadas as seguintes normas: I - a ação pode ser proposta no domicílio do autor; II - o réu que houver contratado seguro de responsabilidade poderá chamar ao processo o segurador.

Com base no Código de Defesa do Consumidor, marque certo ou errado. Na ação de responsabilidade civil do fornecedor de produtos e serviços, a ação pode ser proposta no domicílio do autor. ( ) certo ( ) errado

OFERTA (art. 30) A oferta vincula o contrato e obriga o fornecedor Recusa: I exigir o cumprimento; II aceitar outro produto ou serviço; III - rescisão do contrato, com restituição de $ pagos + perdas e danos. - É proibida a publicidade de bens e serviços por telefone, quando a chamada for onerosa ao consumidor que a origina. - O fornecedor do produto ou serviço é solidariamente responsável pelos atos de seus prepostos ou representantes autônomos.

Com base no Código de Defesa do Consumidor, marque certo ou errado. O fornecedor de produtos ou serviços é solidariamente responsável pelos atos de seus prepostos ou representantes autônomos. ( ) certo ( ) errado

PUBLICIDADE (arts. 36 e 37) Tem que ser explicito que é publicidade ENGANOSA: inteira ou parcialmente falsa, induz em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços. Pode ser enganosa por omissão, quando deixa de informar dados essenciais. ABUSIVA: ofende valores (discriminatória de qualquer natureza, a que incite à violência, explore o medo ou a superstição, se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança, desrespeita valores ambientais, ou que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança).

Com base no Código de Defesa do Consumidor, marque certo ou errado. A publicidade é enganosa por omissão quando deixar de informar sobre dado essencial do produto ou serviço. ( ) certo ( ) errado

PRÁTICAS ABUSIVAS (ART. 39) É vedado ao fornecedor, dentre outras (rol exemplificativo): I - condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço (venda casada), bem como, sem justa causa, a limites quantitativos; II - recusar atendimento às demandas dos consumidores, na exata medida de suas disponibilidades de estoque, e, ainda, de conformidade com os usos e costumes; III - enviar ou entregar ao consumidor, sem solicitação prévia, qualquer produto, ou fornecer qualquer serviço; (se enviar?) IV - prevalecer-se da fraqueza ou ignorância do consumidor, tendo em vista sua idade, saúde, conhecimento ou condição social, para impingir-lhe seus produtos ou serviços; V - exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva; VI - executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor, ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes;

VII - repassar informação depreciativa, referente a ato praticado pelo consumidor no exercício de seus direitos; VIII - colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela ABNT ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro); IX - recusar a venda de bens ou a prestação de serviços, diretamente a quem se disponha a adquiri-los mediante pronto pagamento, ressalvados os casos de intermediação regulados em leis especiais; X - elevar sem justa causa o preço de produtos ou serviços; XII - deixar de estipular prazo para o cumprimento de sua obrigação ou deixar a fixação de seu termo inicial a seu exclusivo critério; XIII - aplicar fórmula ou índice de reajuste diverso do legal ou contratualmente estabelecido.

Sobre práticas abusivas: Súmula 532-STJ: Constitui prática comercial abusiva o envio de cartão de crédito sem prévia e expressa solicitação do consumidor, configurando-se ato ilícito indenizável e sujeito à aplicação de multa administrativa. Aprovada em 03/06/2015.

Bancos de Dados e Cadastros de Consumidores - art. 43 Art. 43. O consumidor, sem prejuízo do disposto no art. 86, terá acesso às informações existentes em cadastros, fichas, registros e dados pessoais e de consumo arquivados sobre ele, bem como sobre as suas respectivas fontes. 6 o Todas as informações de que trata o caput deste artigo devem ser disponibilizadas em formatos acessíveis, inclusive para a pessoa com deficiência, mediante solicitação do consumidor. (Incluído pela Lei nº 13.146, de 2015)* Entidades de caráter público; Comunicação por escrito; Prazos: - 5 dias úteis para o arquivista encaminhar as informações aos destinatários. - 5 anos máximo para ficar negativado pela mesma dívida, ou quando consumada a prescrição do débito.

Súmula 323 A inscrição de inadimplente pode ser mantida nos serviços de proteção ao crédito por, no máximo, 5 anos, independentemente da prescrição da execução. Súmula 359 Cabe ao órgão mantenedor do Cadastro de Proteção ao Crédito a notificação do devedor antes de proceder à inscrição. Súmula 404 - É dispensável o aviso de recebimento (AR) na carta de comunicação ao consumidor sobre a negativação de seu nome em bancos de dados e cadastros. Súmula 385 - Da anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito, não cabe indenização por dano moral, quando preexistente legítima inscrição, ressalvado o direito ao cancelamento. Súmula 548 - Incumbe ao credor a exclusão do registro da dívida em nome do devedor no cadastro de inadimplentes no prazo de cinco dias úteis, a partir do integral e efetivo pagamento do débito.*

Cobrança de Dívidas art. 42 O consumidor não poderá ser exposto a ridículo, constrangimento ou ameaça. Pagou quantia indevida = repetição do indébito em dobro + correção monetária e juros legais, salvo engano justificável (repetição simples). Documentos de cobrança - nome, o endereço e o número de CPF ou CNPJ.

Proteção Contratual Disposições Gerais - Contratos que não obrigam o consumidor Que não foi dado ao consumidor oportunidade de conhecimento prévio de seu conteúdo; Redigidos de modo a dificultar a compreensão e alcance do conteúdo. - Interpretação das Cláusulas Mais favorável ao consumidor

Direito de Arrependimento (art. 49) 7 dias, contados da assinatura ou do recebimento. fora do estabelecimento.

GARANTIAS (art. 50 + art. 26) Art. 26 legal - imposta por lei. Art. 50 contratual - faculdade do fornecedor. Contratual complementa a legal

CLÁUSULAS ABUSIVAS (ART. 51) São nulas de pleno direito, dentre outras, as cláusulas contratuais: I - impossibilitem, exonerem ou atenuem a responsabilidade do fornecedor por vícios de qualquer natureza dos produtos e serviços ou impliquem renúncia ou disposição de direitos. Nas relações de consumo entre o fornecedor e o consumidor pessoa jurídica, a indenização poderá ser limitada, em situações justificáveis; II - subtraiam ao consumidor a opção de reembolso da quantia já paga, nos casos previstos neste código; III - transfiram responsabilidades a terceiros; IV - estabeleçam obrigações consideradas iníquas, abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada, ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a eqüidade;

VI - estabeleçam inversão do ônus da prova em prejuízo do consumidor; VII - determinem a utilização compulsória de arbitragem; VIII - imponham representante para concluir ou realizar negócio jurídico pelo consumidor (ex.: cláusula-mandato em contrato de cartão de crédito); IX - deixem ao fornecedor a opção de concluir ou não o contrato, embora obrigando o consumidor; X - permitam ao fornecedor, direta ou indiretamente, variação do preço de maneira unilateral;

XI - autorizem o fornecedor a cancelar o contrato unilateralmente, sem que igual direito seja conferido ao consumidor; XII - obriguem o consumidor a ressarcir os custos de cobrança de sua obrigação, sem que igual direito lhe seja conferido contra o fornecedor; XIII - autorizem o fornecedor a modificar unilateralmente o conteúdo ou a qualidade do contrato, após sua celebração; XIV - infrinjam ou possibilitem a violação de normas ambientais; XV - estejam em desacordo com o sistema de proteção ao consumidor; XVI - possibilitem a renúncia do direito de indenização por benfeitorias necessárias.

A nulidade de uma cláusula não invalida o contrato, salvo se o comprometer (decorrer ônus excessivo a qualquer das partes). Súmula 381, STJ - nos contratos bancários, é vedado ao julgador conhecer, de ofício, da abusividade das cláusulas.

Com base no Código de Defesa do Consumidor, marque certo ou errado. São nulas de pleno direito as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que transfiram responsabilidades a terceiros. ( ) certo ( ) errado

CONTRATO DE ADESÃO (ART. 54) É aquele cujas cláusulas tenham sido aprovadas pela autoridade competente ou estabelecidas unilateralmente pelo fornecedor, sem que o consumidor possa discutir ou modificar substancialmente seu conteúdo. A inserção de cláusulas não desfigura a natureza de adesão; Redigidos em termos claros, caracteres ostensivos, fonte não inferior ao tamanho 12; Cláusulas que implicam em limitação de direitos deverão ser redigidas com destaque.

Com base no Código de Defesa do Consumidor, marque certo ou errado. Contrato de adesão é aquele cujas cláusulas tenham sido estabelecidas pelo fornecedor de produtos ou serviços e pelo consumidor, chanceladas pela autoridade competente. ( ) certo ( ) errado

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS (art. 4º) Art. 4º A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios:

1 Princípio da Vulnerabilidade - Ao estudar o Direito do Consumidor, deve-se ter como premissa que todo consumidor é presumidamente vulnerável na relação de consumo. A intenção do legislador foi de criar uma situação jurídica mais favorável à parte mais fraca na relação (consumidor), a fim de equilibrar as desigualdades.

2 Princípio do Dever Governamental É visto sob dois aspectos, o primeiro diz respeito ao dever do Estado em promover mecanismos suficientes à efetiva proteção do consumidor e o segundo diz respeito ao dever do Estado em promover a racionalização e melhoria do serviço público enquanto Estado-fornecedor.

3 Princípio da Harmonização das Relações A Política Nacional das Relações de Consumo deve propiciar a harmonia entre a necessidade de desenvolvimento econômico e tecnológico do mercado de consumo e a proteção do consumidor, evitando-se que um desses interesses prejudique ou inviabilize o outro.

4 - Princípio da Garantia de Adequação Emana da necessidade de garantir ao consumidor produtos e serviços adequados, atendendo-se sempre ao binômio qualidade/segurança.

5 Princípio da Boa-fé Objetiva Norma de conduta norteadora das relações de consumo, consubstanciada no dever de honestidade, lealdade e confiança entre fornecedor e consumidor.

6 Princípio da Transparência e Informação Quanto mais bem informado estiver o consumidor sobre os produtos e serviços, mais conscientes serão suas escolhas. Para tanto, é preciso que haja a educação para o consumo, ao mesmo tempo que os produtos e serviços ofertados devem trazer de forma correta e clara todas as informações ao consumidor.

7 Princípio do Acesso à Justiça De natureza constitucional, esse princípio é direcionado ao legislador, para que forneça mecanismos de acesso à justiça ao consumidor, como, por exemplo, a justiça gratuita para necessitados. Exemplos: Art. 5º, I - assistência jurídica, integral e gratuita para o consumidor carente; Art. 6º, VII- o acesso aos órgãos judiciários e administrativo, assegurada a proteção jurídica, administrativa e técnica aos necessitados. Art. 6º, VIII - a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova. Art. 100, I a ação de responsabilidade em face do fornecedor pode ser proposta no domicílio do consumidor.