CONCEITOS BÁSICOS DE UM SISTEMA OPERATIVO



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Transcrição:

4 CONCEITOS BÁSICOS DE UM SISTEMA OPERATIVO CONCEITOS BÁSICOS MS-DOS MICROSOFT DISK OPERATION SYSTEM INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DE UM SISTEMA OPERATIVO LIGAÇÕES À INTERNET O que é um sistema operativo? Um sistema operativo (Operating System OS) é o principal software de um computador, pois, sem este, o computador não funciona. O sistema operativo cria uma interligação entre o hardware do computador e o utilizador. Permite também que outro software funcione interagindo com o hardware instalado, para que possa executar funções, programar e abrir programas. O sistema operativo trabalha estritamente com o hardware do computador e com os programas aplicativos; todos estes componentes têm de ser projectados para trabalharam em conjunto. A parte do sistema operativo que faz a interligação com o hardware chama-se kernel. Um sistema operativo é projectado para trabalhar num tipo específico ou família de microprocessadores; O software aplicativo é desenvolvido para funcionar num sistema operativo específico; Actualmente existem diversos programas que são desenvolvidos em várias versões para correrem em sistemas operativos diferentes. 1

A evolução dos sistemas operativos Os computadores dos anos 50 não tinham sistema operativo. O operador trabalhava directamente com o hardware, o que obrigava a um grande conhecimento sobre ele; só mais tarde é que surgiram os primeiros sistemas operativos. Os sistemas operativos gerem um conjunto de funções básicas que têm evoluído ao longo dos tempos: Gestão de programas Controlo de recursos de hardware Gestão do microprocessador Gestão da memória Gestão dos periféricos de entrada e saída Meio de interacção (interface) do computador com o utilizador Segurança Gestão de programas A função mais importante de um sistema operativo, e que afecta directamente a sua fiabilidade, é o método como este gere a execução dos programas. Monotarefa No caso dos sistemas operativos classificados por monotarefa, estes executam apenas uma tarefa de cada vez. Multitarefa Um sistema operativo multitarefa permite que um utilizador trabalhe com dois ou mais programas em simultâneo. Na prática o microprocessador não executa os diversos programas de uma só vez, mas reserva uma fracção de tempo para cada um dos programas. Existem diferentes técnicas de gestão da multitarefa. Consoante o método utilizado, a estabilidade do sistema operativo é afectada. 2

Gestão de programas - Multitarefa Multitarefa cooperativa Neste caso de multitarefa, os utilizadores podem executar dois ou mais programas, mas o programa que se encontra em primeiro plano ganha o controlo sobre o microprocessador e mantém esse controlo até que a tarefa termine. Só depois é que o microprocessador é libertado para se ocupar com os restantes programas. Neste caso o que é que acontece se um dos programas pára de funcionar? O programa que está parado, ou travado, não liberta o microprocessador e consequentemente o computador congela, ou fica suspenso, e o utilizador tem que reiniciar o computador. O Windows 3.11 e as versões anteriores à versão Mac OS 8 utilizavam este tipo de multitarefa. Multitarefa preempetiva A multitarefa preempetiva é melhor do que a anterior e permite que o sistema operativo recupere o controlo caso um aplicativo interrompa a sua execução. O utilizador perde todos os trabalhos que não tinham sido guardados no programa que travou, mas a falha neste aplicativo não vai influenciar o funcionamento do restante sistema. Os sistemas operativos actuais para computadores pessoais já utilizam este tipo de multitarefa, como é o caso do Unix, Linux, Windows 95, 98, Me, Windows NT, 2000 e XP, Mac OS 8 e versões mais recentes, e o OS/2, entre outros. No entanto, nem todos os sistemas que utilizam a multitarefa preempetiva, a gerem de modo eficiente. Gestão de programas - Multitarefa Multitarefa multithreading Um sistema mais recente de multitarefa é designado por multithreading e permite que o computador execute mais do que uma tarefa de um único programa. Para facilitar o multithreading, os programadores devem dividir os programas em tarefas distintas, denominadas por threads. Com este tipo de multitarefa o utilizador pode estar a executar uma tarefa de um programa aplicativo e em simultâneo podem estar a ser executadas outras tarefas desse programa. Podemos também obter beneficio quando se executam vários programas aplicativos. Os sistemas operativos mais eficazes combinam a multitarefa preempetiva e o multithreading. Os sistemas operativos para computadores pessoais mencionados na multitarefa preempetiva também suportam o multithreading. 3

Controlo de recursos de hardware Gestão do microprocessador No caso da multitarefa preempetiva e do multithreading, o sistema operativo tem que gerir quanto tempo cada tarefa vai ocupar no microprocessador. Quando mandamos imprimir um documento e de imediato continuamos a escrever, não nos podemos esquecer que o sistema operativo vai atribuir uma fracção de tempo a cada tarefa e para o utilizador parece que este está a realizar tudo em simultâneo. Este tipo de processamento por partilha no tempo do microprocessador é conhecido por pseudoparalelismo. Neste caso, o tempo de execução das duas tarefas é o somatório das duas a trabalhar isoladamente. Nos sistemas informáticos constituídos por mais do que um microprocessador, é possível atribuir a cada um uma tarefa diferente para que o trabalho seja distribuído por todos. Os sistemas operativos têm de estar preparados para poderem realizar esta gestão e nem todos os sistemas operativos mais recentes têm esta potencialidade. O Linux, Unix, Windows NT, 2000, XP, o MacOS 8 e versões mais recentes são exemplos de sistemas operativos que suportam multiprocessamento. Controlo de recursos de hardware Gestão da memória O sistema operativo atribui a cada programa que se encontra em execução uma fatia de memória. Os sistemas operativos mais evoluídos implementam a memória virtual, que é um método de utilizar o disco rígido do computador como uma extensão da memória RAM. A memória virtual permite que se trabalhe com mais memória do que a memória RAM instalada na placa-mãe do computador, mas as operações de paginação, conhecida por troca (swap), prejudicam o desempenho do computador, dado que o tempo de escrita e leitura de uma página num disco rígido é muito superior relativamente ao tempo de escrita e leitura numa memória RAM. 4

Controlo de recursos de hardware Gestão dos periféricos de entrada e saída Os periféricos que são ligados ao computador têm de ser geridos pelo sistema operativo. Cada periférico gera interrupções, que são sinais enviados para o microprocessador. Por exemplo, se o utilizador pressionar uma tecla ou se mover o rato, geram-se interrupções e o sistema operativo vai dar ordem para executar o programa respectivo a cada pedido de interrupção. Dado que cada dispositivo de um modelo de uma determinada marca tem as suas próprias características, o sistema operativo necessita do drive desse periférico. Os drives dos periféricos são programas que contêm informações específicas destes e que são responsáveis pela interligação do periférico com o sistema operativo. O drive de um periférico é específico para um determinado sistema operativo. Se houver alteração de sistema operativo é necessário ter o drive do periférico adequado para que este funcione. Um periférico sem o drive não funciona. Meio de interacção (interface) do computador com o utilizador Do ponto de vista do utilizador de um computador, o que influencia a facilidade de utilização é a qualidade da interface do sistema operativo e o conhecimento que o utilizador tem dela. Um utilizador pode ter poucos conhecimentos de informática, mas uma das coisas que ele vê no computador é a interface do sistema operativo e, se ele estiver habituado a trabalhar com uma determinada interface, vai ser mais difícil habituar-se a trabalhar com outra. A parte do sistema operativo que faz de interface com o utilizador é designada por shell. Há três tipos de interfaces do sistema operativo com o utilizador: 1. interface de linha de comandos; 2. interface baseada em menus; 3. interface gráfica. 5

Meio de interacção (interface) do computador com o utilizador Interface de linha de comandos Este tipo de interface exige que o utilizador saiba os comandos e as respectivas regras de sintaxe. O utilizador tem de digitar esses comandos num determinado local, conhecido por linha de comandos. Meio de interacção (interface) do computador com o utilizador Interface baseada em menus As interfaces baseadas em menus evitam que o utilizador tenha necessidade de memorizar os comandos e a sintaxe de escrita. Os menus baseados em texto no ecrã mostram todas as opções existentes num determinado ponto. Os comandos podem ser seleccionados com auxílio das teclas de seta e de seguida pressionando Enter. Existem alguns sistemas deste tipo onde é possível seleccionar uma opção com o auxílio do rato. 6

Meio de interacção (interface) do computador com o utilizador Interface gráfica Nas GUI (Graphical User Interface), os recursos do computador (programas, conexões de rede, ficheiros de dados, entre outros) são representados por pequenas figuras, designadas por ícones. Podem-se iniciar diversas acções clicando nos ícones. Os programas são executados em janelas dimensionáveis, facilitando a mudança entre programas. Dentro dos programas, pode-se dar comandos através da selecção de itens dos menus e em alguns deles são exibidas caixas de diálogo. Os sistemas operativos com interface gráfica exigem hardware mais evoluído e consequentemente mais caro, pois é necessário um maior processamento do que em interfaces por linhas de comandos. Segurança nos sistemas operativos A segurança de um computador é um ponto fundamental para o bom funcionamento de um sistema informático. Existem, basicamente, dois aspectos que devem ser considerados quando se planeia a segurança de um sistema operativo: A segurança dos computadores e dos dados neles armazenados Exemplos: A eliminação ou alteração por falha técnica, acção humana ou desastres naturais de um ou mais ficheiros fundamentais ao sistema operativo podem ser suficientes para o computador bloquear. - A alteração ou intercepção do conteúdo de ficheiros de trabalho contendo conteúdo crítico da organização. A segurança da rede de comunicações e dos dados durante a transmissão Exemplos: Entrada no sistema da organização por pessoas exteriores, podendo apagar, alterar ou consultar dados, mensagens ou programas críticos para a organização. Entrada de programas via rede que poderão provocar funcionamento deficiente no sistema, como é o caso dos vírus. 7

Segurança nos sistemas operativos Dentro de diversos requisitos de segurança que devem ser tidos em conta, vamos analisar os seguintes: Secretismo a informação só deve estar acessível a quem tenha autorização para a mesma. Integridade os dados e o estado do sistema não devem poder ser alterados por acidente ou comportamento incorrecto. Disponibilidade os recursos só devem ser utilizados por aqueles a quem se destinam. Por muito avançado que um sistema seja a nível de segurança, tem-se constatado que até os sistemas considerados mais seguros têm sido alvos de intrusão. Como tal, a segurança não pode ser encarada como um sistema estático, isto é, mesmo que tecnicamente e administrativamente pareça que o sistema seja seguro, deve ser complementado por métodos de verificação dinâmicos na pesquisa de eventuais falhas. Devem ser adicionadas técnicas complementares de segurança, tais como firewalls (nem todos os sistemas operativos incluem esta funcionalidade), antivírus (esta situação vai ser focada na próxima subunidade) ou outras do género. Requisitos mínimos de hardware para um sistema operativo O hardware imprescindível para se poder instalar um sistema operativo varia consoante o sistema, mas existem componentes que são essenciais em praticamente todos, tais como: - Microprocessador - Memória RAM - Disco rígido - Placa de vídeo e monitor O hardware apresentado é o que mais influencia o funcionamento de um computador, mas há outros que devem ser tidos em conta, tais como: - Leitor de disquetes - Leitor de CD-ROM, DVD - Teclado - Rato - Placa de som Não se deve confundir os requisitos mínimos do hardware para se poder instalar um dado sistema com os requisitos necessários para se poder utilizar um sistema operativo de modo eficiente. Quando se pretende realmente usufruir de todas as características de um sistema operativo deve adquirir-se hardware com características superiores às apresentadas nos requisitos mínimos. 8