155 Anexo B Legislação

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Transcrição:

155 Anexo B Legislação

156 B.1 Decreto 31.601 de 1992 (HIS) Tabela 71- Coeficientes para uso residencial de acordo com o Decreto 31.601 de 1992 (HIS). Categoria de Uso Zona Taxa de ocupação máxima Coeficiente de Recuos aproveitamento máximo (1) Frente Fundos Laterais horizontal até 12 unidades Z2, Z3, Z4, Z6, Z9, Z10, Z11, Z12, Z13, Z19, Z8-100/1 Z5 0,6 1,2 5 ou - inciso VI art. 37 inciso VI horizontal acima de 12 unidades Z2, Z3, Z4, Z6, Z9, Z10, Z11, Z12, Z13, Z19, Z8-100/1 Z5 0,5 1,2 5 ou - inciso VI inciso VI Z2, Z11, Z13 3,0 (2) 0,5 Z3, Z10, Z12, Z19 4 5 ou 5 ou art. 42 vertical Z4 0,7 4 Z5 0,8 4,0 (3) - 3 acima do 2º pav. ou 3 de ambos os lados ou Z6 2,5 (4) 0,5 Z8-100/1, Z9 (5) 1,5 5 ou 5 ou (1) Sobre os coeficientes definidos neste quadro não é necessário e nem permitido aplicar as fórmulas previstas na legislação de uso e ocupação do solo. (2) Para os agentes promotores previstos no inciso III do parágrafo 1º do artigo 1º deste decreto, o coeficiente de aproveitamento máximo é 2, 5. (3) Pode atingir 6,0 conforme o disposto no parágrafo 2º do artigo 3º deste decreto. (4) Para os agentes promotores previstos no inciso III do parágrafo 1º do artigo 1º deste decreto, o coeficiente de aproveitamento máximo é 1,5. (5) Não se admitem nas zonas Z8-100/1 e Z9 empreendimentos habitacionais de interesse social promovidos pelos agentes previstos no inciso III do parágrafo 1º do artigo 1º deste decreto. Fonte: SÃO PAULO, 1991, anexo I, quadro II. B.1.1 Artigos selecionados do Decreto 31.601 de 1992 (HIS) Art. 35 - Nos lotes para edificação unifamiliar, será admitida a redução ou supressão dos recuos desde que sejam aprovados, concomitantemente à aprovação do parcelamento, os projetos

157 das unidades habitacionais representativos de todas as situações-tipo previstas, com as respectivas implantações nos lotes, indicadas no plano geral de implantação do parcelamento. 1º - Para redução ou supressão do recuo de frente, deverão ser atendidas, concomitantemente, as seguintes condições: I - O lote tenha frente para via local, mista, de pedestres, ou para via existente definida como secundária ou hierarquia inferior, de acordo com a classificação do órgão municipal de tráfego; II - A edificação atenda, em vias existentes, ao canto chanfrado de 3,50 metros previsto na legislação vigente; III - Todas as portas, janelas e demais aberturas dispostas a uma altura inferior a 1,80 metro da cota de nível da via atendam a um recuo mínimo de 1,50 m; IV - As águas pluviais de telhado sejam captadas e conduzidas ao sistema de drenagem de águas pluviais. - Os conjuntos horizontais deverão atender: I - Implantação em lotes com área máxima de 20.000,00 m² (vinte mil metros quadrados); II - Unidades habitacionais com área mínima de 42,00 m²; III - Desnível máximo de 4,00 metros entre o piso do pavimento mais baixo e o piso do pavimento mais alto de cada unidade habitacional; IV - Taxa de ocupação e coeficiente de aproveitamento de acordo com o Quadro II do Anexo I deste decreto; V - Recuos obrigatórios previstos no Quadro II do Anexo I, para o lote como um todo, admitindo-se redução ou supressão dos recuos de frente nos termos do parágrafo 1 do artigo 35 deste decreto; VI - Condições de implantação e de aeração, insolação e iluminação das unidades habitacionais previstas no Código de Edificações, atendendo ainda ao afastamento mínimo, em relação às divisas laterais e de fundo do lote e às demais edificações do conjunto, de: a) 3,00 (três) metros para as janelas de sala e de dormitório; b) 1,50 (um e meio) metro para as janelas de copa, de cozinha e de lavanderia. VII - Vagas para estacionamento dentro do lote, na proporção mínima de uma vaga para cada três unidades habitacionais, admitindo-se desnível máximo de 14,00 (quatorze) metros entre a vaga e a unidade habitacional vinculada; VIII - Condições de segurança estabelecidas pela Prefeitura do Município de São Paulo e pelo Corpo de Bombeiros. Parágrafo único - Admite-se que as unidades tenham área construída inferior a 42,00 m² desde que, concomitantemente: I - Sejam edificadas com área mínima de 24,00 m², equipada com instalações elétrica e hidráulicosanitária; II - Seja apresentado projeto das unidades, especificando a área que será edificada e a área para futura ampliação atendendo ao mínimo de 42,00 m² previstos neste artigo; III - Nos cálculos da Taxa de Ocupação e do Coeficiente de Aproveitamento seja computada a área total das unidades, incluindo aquelas para ampliação horizontal ou vertical, respectivamente. - Os conjuntos verticais deverão atender: I - Implantação em lotes com área máxima de 20.000,00 m² (vinte mil metros quadrados); II - Taxa de ocupação, coeficiente de aproveitamento e recuos de acordo com o Quadro II do Anexo I deste decreto; III - Implantação e afastamento entre edificações de acordo com o disposto no Código de Edificações do Município; IV - Condições de aeração, insolação e iluminação das unidades habitacionais previstas no Código de Edificações do Município; V - Vagas para estacionamento dentro do lote na proporção mínima de uma vaga para cada três unidades habitacionais, admitindo-se desnível máximo de 14,00 (quatorze) metros entre a vaga e a unidade habitacional vinculada, nas edificações sem elevado; VI - Condições de segurança estabelecidas pela Prefeitura do Município de São Paulo e pelo Corpo de Bombeiros. 1º - Admite-se a redução ou supressão do recuo de frente desde que sejam atendidas, concomitantemente, as seguintes condições: I - O lote tenha frente para via mista, local, coletora, ou para via existente definida como secundária ou de hierarquia inferior, de acordo com a classificação do órgão municipal de tráfego;

158 II - A edificação observe todas as condições fixadas nos incisos II, III e IV do parágrafo 1º do artigo 35 deste decreto, admitindo-se dispensa da exigência contida no inciso III quando houver uso comercial ou de serviços; III - A edificação tenha altura máxima, medida a partir da cota de nível mais baixa da via de acesso, no alinhamento, até a laje de cobertura do último andar, igual à largura da via de acesso, somada ao recuo de frente, observando o limite de 17,00 m (dezessete metros). 2º - Admite-se a redução ou supressão dos recuos laterais e de fundo desde que sejam atendidas, concomitantemente, as seguintes condições: I - As divisas em que se prevê a redução ou supressão dos recuos confrontem apenas com área verde ou lotes em que esteja prevista a implantação concomitante de habitação de interesse social, atendendo ao disposto no inciso II deste parágrafo; II - Garantia de insolação, aeração e iluminação de sala e dormitórios verificando-se que: a) a relação entre a área das janelas e dos pisos dos compartimentos seja no mínimo de 1/7; b) não haja edificações e taludes situados acima de uma linha de 45 graus, projetada verticalmente a partir dos peitoris das janelas do compartimento; c) as janelas estejam orientadas entre as direções sudoeste e sudeste, no sentido horário. III - Garantia de aeração e iluminação naturais das cozinhas, copas e lavanderias; IV - Esteja prevista e definida no projeto a captação, condução e disposição das águas pluviais e servidas; V - Seja implantada tubulação de drenagem subterrânea nos lotes nos quais a edificação for executada sem recuos laterais em ambos os lados. B.2 Decreto 44.667 de 2004 (HIS) Tabela 72. Coeficientes para uso residencial de acordo com o Decreto 44.667 de 2004 (HIS) Anexo 1 - Quadro 1 (parcial) ÍNDICES URBANÍSTICOS PARA EZEIS QUADRO 1 ZEIS USO COEFICIENTE DE TAXA DE APROVEITAMENTO OCUPAÇÃO (1) (2) RECUOS ( m ) FRENTE LATERAIS FUNDO Habitação unifamiliar 0,8 zero zero zero Conjunto Horizontal 0,6 zero zero zero 3 HIS e HMP Habitação Conjunto Vertical 4 0,8 zero zero 3 acima do 2º pavimento ou artigo 47 (4) Outros usos 0,7 Da zona de uso Z4, de acordo com a categoria de uso Notas (4) Somente será permitida a supressão ou a redução do recuo nos conjuntos com no máximo 5 ( cinco ) andares Fonte: SÃO PAULO, 2004, anexo I, quadro I (dados trabalhados pelo autor). B.2.1 Artigos selecionados do Decreto 44.667 de 2004 (HIS): Art. 47. Será admitida a redução ou supressão de recuo lateral ou de fundo no Conjunto Vertical com, no máximo, 5 (cinco) andares, desde que atendidas, concomitantemente, as seguintes condições:

divisas para as quais estejam previstas a redução ou supressão de recuos laterais lindeiras a: a) lotes integrantes do mesmo EHIS, nos quais também estejam aprovados e indicados, no plano geral de implantação do parcelamento, os projetos das unidades habitacionais que neles serão implantados; b) espaço livre ou área verde pública; II - garantia das condições de insolação, aeração e iluminação dos compartimentos destinados a dormitórios e salas, observando que não deverá haver edificações ou taludes situados acima de uma linha imaginária de 45º (quarenta e cinco graus), projetada verticalmente a partir dos peitoris das janelas dos compartimentos; III - garantia das condições de aeração e iluminação naturais das cozinhas, copas e áreas de serviço; IV - previsão e definição, em projeto, da captação, condução e disposição das águas pluviais e servidas; V - implantação de tubulação de drenagem subterrânea, nos lotes em que a unidade for edificada, sem recuos laterais em ambos os lados. 159