DETALHE PLANO DE 2008

Documentos relacionados
Av. Eliseu de Almeida. Projeto de Restauração do Pavimento. Projeto de Ciclovia e sinalização horizontal de interferência urbana

CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE MOBILIDADE URBANA. Lúcia Maria Mendonça Santos Ministério das Cidades

Grupo de Trabalho Copa do Mundo Brasil Mobilidade Urbana e a Copa 2014

Luiz Carlos Bueno de Lima

RELAÇÃO DAS VISAS MUNICIPAIS ATUALIZADA EM 15 DE MARÇO DE 2012 ARACAJÚ SE

3. Referenciais. 3.1 Referenciais teóricos O sistema cicloviário e seus elementos componentes

Apoio à Elaboração de Projetos de Sistemas Integrados de Transporte Coletivo Urbano

Manual do Ciclista. Ciclovia. Pronta pra você curtir uma vida mais saudável.

Elevadores para Automóveis e Carga

POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA. LEI de janeiro de 2012

PROGRAMA DE MOBILIDADE NÃO MOTORIZADA PARA O ESTADO DA BAHIA

Plano Cicloviário do Município de São Paulo. Secretaria Municipal de Transportes Companhia de Engenharia de Tráfego

Desenho de secções de infra-estrutura cicloviária

IDENTIFICAÇÃO: ESTAÇÃO DE CORREIOS DE SANTARÉM. Designação: Localização: Largo Cândido dos Reis. Empresa que presta serviços de comunicações

Elevador residencial levità.

Medidas para a Humanização do Tráfego. A Cidade que Queremos

PROJETO DE LEI N.º 2.624, DE 2015 (Do Sr. Rômulo Gouveia)

Mobilidade Urbana. Linhas gerais, resultados e desafios selecionados

11 ideias para ciclovias mais seguras

LEI MUNICIPAL COMPLEMENTAR Nº 003/2007

Mobilidade Suave Humanização de Cidades. outubro 2013

Diretrizes para a construção de ciclovias. Arq. Cristiane Bastos

EXCELENTÍSSIMO SENHOR PROMOTOR DA PROMOTORIA DE JUSTIÇA DO PATRIMÔNIO PÚBLICO DA CAPITAL

MOBILIDADE URBANA Marta Monteiro da Costa Cruz Fábio Romero Gesiane Silveira

João Fortini Albano Eng. Civil, Prof. Dr. Lastran/Ufrgs

IMPLANTAÇÃO DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL LINHA VERDE CIC

A INSERÇÃO DA BICICLETA COMO MODO DE TRANSPORTE NAS CIDADES

Segurança do trânsito 8. A sinalização rodoviária Fevereiro A sinalização

LEI Nº ,DE 21 DE JUNHO DE 2011.

PROJETO DE LEI Nº / 05

Mobilidade Urbana por Bicicletas

AlphaVille Urbanismo. Eficiência e qualidade, compromissos cumpridos. Sede - AlphaVille Urbanismo AlphaVille, São Paulo

MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015

Perfil Municipal de Fortaleza Tema V: Aspectos Educacionais. 23 de Agosto/2012 Fortaleza - Ceará

REDE DE VENDAS E SERVIÇOS MARCOPOLO

EMPRESA PÚBLICA DE TRANSPORTE E CIRCULAÇÃO PLANOS DE MOBILIDADE EM PORTO ALEGRE/RS SEMINÁRIO INTERNACIONAL CIDADE E MOBILIDADE

ANEXO XI: INTERVENÇÕES PRIORITÁRIAS NO SISTEMA VIÁRIO MUNICIPAL

SINALIZAÇÃO HORIZONTAL. Profa. Mariana de Paiva

CICLOVIAS EM SP INTEGRANDO E FAZENDO O BEM PARA A CIDADE JUNHO 2014

ORIENTAÇÕES BÁSICAS Lei Complementar 06/2013

PROJETO CICLOROTA DO GRAJAÚ

Sistema cicloviário em planos diretores de capitais brasileiras de grande porte.

RESOLUÇÃO Nº DE DE DE 2012

Produto 2: O Sistema Viário Estrutural: Análise e Diagnóstico decorrentes das Visitas de Campo

Programa de Requalificação de UBS. Março/2015

LEI Nº 370, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 A CÂMARA MUNICIPAL DE CAFEARA APROVA E EU, PREFEITO DO MUNICÍPIO, SANCIONO A SEGUINTE LEI:

Guia de Utilização. Mapa Cicloviário Unificado de São José dos Campos. Autor: Eric Sousa. Data de criação: 14/02/15

Segurança Viária em Corredores de Ônibus e BRT. Luis Antonio Lindau, PhD Presidente

PLANO DIRETOR CICLOVIÁRIO INTEGRADO DE PORTO ALEGRE

LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997

SEMINÁRIO DE TÚNEIS IMERSOS COMITÊ BRASILEIRO DE TÚNEIS

RESOLUÇÃO N 495, DE 5 DE JUNHO DE 2014

Unidade I: SEPN Bloco B - Ed. Ômega CEP: Brasília - DF Telefone: (61)

Empreendimento voltado para o público que busca o seu primeiro imóvel ou up grade do imóvel atual.

GE.01/202.75/00889/01 GERAL GERAL ARQUITETURA / URBANISMO INFRAERO GE.01/202.75/00889/01 1 / 6 REVISÃO GERAL ARQ. CLAUDIA

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. Art. 1.º Esta lei complementar estabelece as exigências quanto a:

Antecipação de destino e chamada

ANEXO V MODELO DE CARTA-CONSULTA. Estimativa do nº de usuários a serem beneficiados na área de intervenção: habitantes

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. Onofre Santo Agostini)

INTERSEÇÕES RODOVIÁRIAS E URBANAS

Guia de Boas Práticas para o Ciclista

Lei complementar Nº122, de 14 de Março de 2005 Autoria vereadores Jair Gomes de Toledo e Marilda Prado Yamamoto

BATALHÃO DE POLÍCIA RODOVIÁRIA

A seguir é apresentada a sistemática de cada um desses itens de forma mais completa.

Como garantir uma cidade mais acessível

CIRCULAÇÃO EM ROTUNDAS

3. Alguns itens imprescindíveis na elaboração do projeto:

MODELO DE CARTA-CONSULTA PAC 2 MOBILIDADE MÉDIAS CIDADES IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE

Relação das VISAS Municipais (capitais)

TESTE DA CICLOVIA DA AV. IPIRANGA

Assinalar como V (Verdadeiro), F (Falso) ou NSA (Não Se Aplica)

PROJETO DE LEI Nº 70/2011. A CÂMARA MUNICIPAL DE IPATINGA aprova:

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL DE GAROPABA

Ruas Tranquilas / Cidades Consistentes

Companhia de Engenharia de Tráfego MANUAL DE SINALIZAÇÃO URBANA. Espaço Cicloviário. Critérios de Projeto Volume 13 Revisão 0

Inicie a disciplina apresentando novamente o objetivo geral e agora os específicos para esta aula que estão no Plano

3. PLANO DE EMPREENDIMENTO SELECIONADO E SITUAÇÃO DE APOIO FINANCEIRO Projeto Ação Metrópole - Obras integradas de transporte

24º Fórum de Debates Brasilianas.org

Superintendência de Planejamento e Gestão Territorial (SGT)

Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana - SeMOB PROGRAMA BRASIL ACESSÍVEL ACESSIBILIDADE E REVITALIZAÇÃO DOS PASSEIOS PÚBLICOSP

Regulamento de Edificabilidade do Pólo Industrial da Lagoa Cortes - Monção

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO PLANO DE MOBILIDADE URBANA DE SÃO PAULO

Lei , de 9 de dezembro de 1994

Carlos Augusto Tavares. Patrícia Paulozi. Dênnia Almeida

NORMA TÉCNICA Nº 005/2013 CBMPB. Segurança relativa ao combate a incêndio e controle de pânico nos veículos de shows, palcos de show e similares

Rede Cicloviária Leblon. Rio de Janeiro 2012

Políticas de integração para mobilidade urbana em cidades coordenadas por diferente modais Wagner Colombini Martins 20/09/2013

ThyssenKrupp Elevadores Garantindo sustentabilidade, pensando no planeta

ANEXO VIII Características Geométricas e Perfis Viários Propostos 1. CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS DAS VIAS MUNICIPAIS

- O Desafio 24 horas das capitais será realizado:

ORIENTADORES DE TRÂNSITO PROJETO OPERAÇÃO DE TRÁFEGO

Transcrição:

CICLABILIDADE TEMA CIDADE RIO DE JANEIRO CURITIBA FORTALEZA CAMPO GRANDE SÃO PAULO ARACAJU RIO BRANCO BELO HORIZONTE MACEIÓ TERESINA VITÓRIA RECIFE FLORIANOPOLIS PORTO ALEGRE PALMAS NATAL JOÃO PESSOA SALVADOR BELÉM GOIÂNIA SÃO LUIS MACAPÁ MANAUS PORTO VELHO CUIABÁ BOA VISTA EMPREGO VIAS CICLAVEIS EMPREGOS FORMAIS 0 A 50% MAIS DE 20MIL 50 A 75% DE 10 A 20 MIL 75 A 90% DE 5 A 10 MIL 90 A 100% DE 1 A 5 MIL ĦÌ 361 127 74 73 60 60 59 52 30 29 29 28 25 20 19 15 13 13 6 5 5 3 3 3 2 0 MOTIVO ESTIMULAM USO ĠĜĪ Ė I CICLOVIA BICICLETARIO INTEGRAÇÃO VESTIARIOS NENHUM DELES 47% 31% 12% 7% 3% MOTIVOS ATRAPALHAM USO ĠĜĪ Ė I MEDO ACIDENTES FALTA LUGAR SEGURO MEDO ASSALTO RELEVO CLIMA TEMPO DE VIAGEM ELEVADO 30% 24% 22% 11% 9% 4% SISTEMA VIÁRIO E ONIBUS LOTES E EMPREENDIMENTOS PLANO DE DENSIFICAÇÃO

DETALHE PLANO DE 2008 PLANO DE 2008 ILUMINAÇÃO FOCADA NA RUA Foto: Rua Vasco da Gama / Rodrigo Lima ARVORES COMO OBSTÁCULOS Foto: Avenida Ipiranga / Rodrigo Lima FALTA DE DRENAGEM FOTO: Avenida Loureiro da Silva CONFLITO CALÇADA Foto: Edvaldo Pereira Paiva / Rodrigo Lima BIDIRECIONAIS EM VIAS ARTERIAIS FOTO: Avenida Ipiranga / Rodrigo Lima PISOS ESCORREGADIOS Foto: Avenida Ipiranga PLANO PROPOSTO PLANO EXISTENTE ĪRUA ĮĖ DONA TEODORA VOLUNTARIOS FREDERICO MENTZ AJ RENNER CEARA SERTORIO CAIRU PERNAMBUCO LAURO MULLER ALMIRANTE TAMANDARÉ 18 DE NOVEMBRO FELIX DA CUNHA TOTAL ĦÌ KM 1,6 5,5 2,3 0,9 2,3 0,9 1,8 2,4 0,6 1,5 1,1 0,7 21,60 RUA DONA TEODORA VOLUNTARIOS FREDERICO MENTZ AJ RENNER CEARA SERTORIO CAIRU BRASIL LAURO MULLER FELIX DA CUNHA SÃO PEDRO PRES. F. ROOSEVELT PARÁ SÃO JORGE BENJAMIN CONSTANT EDU CHAVES TRAVESSA VENEZUELA TOTAL KM 1,6 5,5 2,1 0,9 2 1,9 1,8 1,8 0,5 0,7 1,5 2,2 1,4 0,3 2,1 1,3 0,5 28,1

GABARITO VIÁRIO PLANO PROPOSTO

ARBORIZAÇÃO VIAS ARTERIAIS VIAS COLETORAS 60 40 KM/H KM/H GRAMA ESMERALDA BLOCO DE CONCRETO EM L ALFALTO PIGMENTADO IPE AMARELO MANDUIRANA JERIVÁ TRAFEGO COMPARTILHADO IPE ROXO ALFALTO PIGMENTADO CEREJEIRA SIBIPIRUNA NORMAS ILUMINAÇÃO LEI COMPLEMENTAR Nº 626/2009 40 KM/H CALHA DRENAGEM Dimensão: 10x20x8cm Cores: Grafite e Perola consumo 50 peças /m² FRADINHO LED LUMINÁRIA LED 50W Art. 5º São consideradas vias cicláveis as vias que possuem potencial de serem utilizadas por ciclistas, observando-se as condições de relevo, pavimento e tráfego. Art. 7º Constituem elementos integrantes do sistema cicloviário: I a rede de ciclovias, ciclofaixas e faixas compartilhadas, com traçados e dimensões de segurança adequada, bem como sua sinalização; II bicicletários junto aos terminais de transporte coletivo, prédios públicos e demais polos geradores de grande fluxo populacional; e III paraciclos e pontos de apoio instalados em via pública, praças e outros espaços públicos ou privados abertos ao acesso de ciclistas. Art. 19. Todos os projetos de construção ou expansão das vias públicas integrantes da Rede Cicloviária Estrutural deverão incluir a implantação do sistema cicloviário previsto, com toda a sinalização horizontal, vertical e semafórica necessária. 3º Nas ciclovias e ciclofaixas, a pavimentação deverá ser executada com materiais regulares, antiderrapantes e antitrepidantes. CODIGO DE TRANSITO BRASILEIRO Art. 29. O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas: 2º Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres. Art. 59. Desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, será permitida a circulação de bicicletas nos passeios. Art. 105. São equipamentos obrigatórios dos veículos, entre outros a serem estabelecidos pelo CONTRAN: VI para as bicicletas, a campainha, sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais, e espelho retrovisor do lado esquerdo.

SINALIZAÇÃO BICICLETARIOS E PARACICLOS COMPLEMENTOS V I A S C O M PA RT I L H A D A S CICLOVIAS SUPORTE PARA ONIBUS I N D I C AT I V O R O TA S I N D I C AT I V O B I C I C L E TA R I O S CRUZAMENTOS S I N A L I Z A Ç Ã O A L E RTA RAMPA PARA ESCADA RELEVO DIMENSIONAMENTO SINALIZAÇÃO DIRECIOANAL