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Faculdade Anísio Teixeira de Feira de Santana Autorizada pela Portaria Ministerial nº 552 de 22 de março de 2001 e publicada no Diário Oficial da União de 26 de março de 2001. Endereço: Rua Juracy Magalhães, 222 Ponto Central CEP 44.032-620 Telefax: (75) 3616-9466 - Feira de Santana-Bahia Site: www.fat.edu.br E-mail: fat@fat.edu.br CGC: 01.149.432/0001-21 PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO ANO / SEMESTRE LETIVO ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2012.2 CÓDIGO DISCIPLINA DES003 FUNDAMENTO DE DESENHO TÉCNICO CARGA HORÁRIA SEMESTRE DE OFERTA 72H 1º EMENTA Introdução ao Desenho Técnico, Materiais e sua Utilização. Instrumentação, normas, convenções e padronização. Fases do desenho (croquis, desenho preliminar, etc.). Cotagem. Perspectivas. Sistemas de projeções. Vistas principais, parciais e auxiliares. Cortes e seções. Indicações de tolerâncias e ajustes. Desenhos de elementos de máquinas. Elementos de união (soldas, parafusos, rebites, etc.). Conjunto montado. Desenvolvimento de superfícies e interseções. Introdução a um programa computacional de desenho. Desenhos de elementos de máquinas (sistemas de transmissão, mancais, conexões, etc.). Desenhos de conjunto. Detalhamento de conjunto. Desenhos de instalações industriais e desenhos de tubulação. OBJETIVOS Ensinar técnicas de desenho empregadas na engenharia, através de uma exposição sucinta da teoria e prática de geometria descritiva. Fornecer ao estudante o instrumental básico para análise de problemas espaciais com auxílio de técnicas computacionais na área de engenharia.

PERFIL DO EGRESSO O perfil desejado para o egresso do curso é o de uma Sólida formação científica e profissional geral que capacite o engenheiro de produção a identificar, formular e solucionar problemas ligados às atividades de projeto, operação e gerenciamento do trabalho e de sistemas de produção de bens e/ou serviços, considerando seus aspectos humanos, econômicos, sociais e ambientais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução ao Desenho Técnico; 1.1. A origem do desenho técnico; 2. Materiais e sua Utilização; 2.1. Recomendações para o manuseio do material de desenho; 3. Instrumentação; 3.1. Os instrumentos de desenho; 3.2. Os esquadros; 3.3. O Compasso; 3.4. A prancheta; 4. Normas, convenções e padronização; 4.1. Normalização técnica NRBS; 4.2. ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas; 4.3. Outros órgãos reguladores e certificadores; 5. Fases do desenho (croquis, desenho preliminar, etc.); 6. Contagem. Perspectivas. Sistemas de projeções; 6.1. Linhas auxiliares e linhas de cotas; 6.2. Limites da linha de cotas; 6.3. Apresentação da cotagem; 6.4. Cotagem por elemento de referência; 6.5. Cotagem por ângulos e chanfros;

6.6. Cotagem de elementos repetidos; 6.7. Cotas de furos para alongamento de parafusos; 6.8. Cotas com tolerância; 6.9. Indicadores de tolerância em desenhos convencionais; 7. Vistas principais, parciais e auxiliares; 7.1. O plano de projeção; 7.2. Definindo as vistas; 7.3. Vista principal; 7.4. Denominação das vistas; 7.5. Outras vistas; 7.6. Números de vistas; 8. Cortes e seções; 8.1. Corte total; 8.2. Meio do corte; 8.3. Corte parcial; 8.4. Corte auxiliar; 8.5. Seções; 8.6. Rupturas; 9. Indicações de tolerâncias e ajustes; 9.1. Cotas com tolerância; 9.2. Indicadores de tolerância em desenhos convencionais; 10. Desenhos de elementos de máquinas; 11. Elementos de união (soldas, parafusos, rebites, etc.); 12. Conjunto montado; 13. Desenvolvimento de superfícies e interseções. 14. Introdução a um programa computacional de desenho;

15. Detalhamento de conjunto; 16. Desenhos de instalações industriais; 17. Desenhos de tubulação. METODOLOGIA Nossa postura metodológica considera os conhecimentos prévios dos alunos, possibilitando a estes, instrumentais para que possam pensar a Matemática de modo relacional. Para isso, utilizaremos recursos metodológicos que privilegiem tanto trabalho individual quanto em grupo, tais como: Estudo dirigido, aulas expositivas, seminários, resolução de listas de exercícios. Entende-se que algumas posturas e opções aqui apresentadas podem ser reavaliadas. AVALIAÇÃO O instrumento de avaliação consistirá na observação contínua, as discussões, a produção de trabalhos, problemas ou relatórios de atividades de pesquisas, trabalhos em grupo, tarefas individuais, pois estes constituem elementos importantes para a aprendizagem do aluno. Será considerado aprovado em cada unidade, que serão duas, o aluno que obtiver média igual ou superior a sete (7,0). BIBLIOGRAFIA BÁSICA BACHMANN E FORBERG Desenho Técnico Porto Alegre, Editora Globo, 1977; CUNHA, LUIS VEIRA, Desenho Técnico, Fundação Calouste Gulberian, 1994; FRENCH, THOMAS E ET VIERCK, CHARLES J., Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica, Globo S/A, 1995; HOELSCHER, R., SPRINGER, C & DROBROVOLNY, J - Expressão Gráfica - Desenho Técnico, LTC Editora, 1978; SILVA, SYLVIO F A Linguagem do Desenho Técnico Livros Técnicos e Científicos Editora, 1984; VOLLMER, D, Desenho Técnico, LTC Livros Tec. e Científicos, 1982;

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAER, L. Produção Gráfica. São Paulo: Senac, 1995; BOIS, Y. A. Matisse e Picasso. São Paulo: Melhoramentos, 1999; FREDO, BRUNO, Noções de Geometria e Desenho Técnico, Icone Editora Ltda, 1994; FRENCH, THOMAS E. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica, Globo S/A, 1995; HESKETT, JOHN Desenho Industrial, Editora da Universidade de Brasília, 1997; II CONGRESSO INTERNACIONAL DE ENGENHARIA GRÁFICA NAS ARTES E NO DESENHO IN: Anais do II Congresso Internacional de Engenharia Gráfica nas Artes e no Desenho. Feira de Santana, 1998; JANUÁRIO, A. J. Desenho Geométrico. Florianópolis: UFSC, 2000; MALATESTA, EDIJARME, Curso Prático de Desenho Técnico Mecânico, Editora do Autor, 1ª edição;( )B MANFE, Desenho Técnico Mecânico, Curso Completo - Hermus Editora Ltda, 1a edição; MARTINEZ, A. C. Ensaios sobre Projeto. Brasília: UNB, 2000; MONTENEGRO, G. A Invenção do Projeto. São Paulo: Edgard Blücher, 2000; MONTENEGRO, G. A Perspectiva dos Profissionais. São Paulo: Edgard Blücher, 2001; MONTENEGRO, G. Desenho Arquitetônico. São Paulo: Edgard Blücher, 2001; SCHULMANN, D. O desenho industrial. Campinas: Papirus, 1994; SCHULMANN, D. O desenho industrial. Campinas: Papirus, 1994; Professor responsável pela disciplina: Prof. Esp. Luiz Eduardo Gomes Coordenador (a) do Colegiado do Curso Prof. Esp. Sandro da Silva Dórea Direção Acadêmica Prof. Dr. José Maria Dias Filho Direção Geral Prof. Antônio Walter Moraes Lima b