Caracteristicas NGK:



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Transcrição:

Caracteristicas NGK:

Características BOSCH: Notem que o número central nas velas, que indica valor térmico ou índice de temperatura, é crescente na Bosch e decrescente na NGK.

Sobre o tipo de eletrôdo, o de prata (e Iridium = prata branca ) são os melhores: Material do Eletrôdo:---Prata---Cobre---Ouro---Platina---Nickel----Aço Condutividade Térmica:-407-----384-----310------70--------59-----58 Condutividade Elétrica:---66------57------45-------10--------10------7 A aparência dos eletrodos e do isolador revela informações importantes sobre o funcionamento da vela, o combustível e o motor. Analisando o estado da vela de ignição você pode identificar o problema do motor. Mas antes de uma avaliação, duas condições devem ser satisfeitas: 1. O veículo deve ter rodado um percurso de pelo menos 10 Km, com o motor funcionando em diferentes rotações, todas situadas na faixa média de potência 2. Deve-se evitar um funcionamento prolongado em marcha lenta antes do desligamento do motor. 1 - NORMAL O pé do isolador apresenta-se amarelado-cinza ou marrom-claro. Motor em boas condições Índice térmico da vela está correto. 2 - FULIGINOSA (CARBONIZAÇÃO SECA) O pé do isolador, os eletrodos e a cabeça da vela cobertos por uma camada fosca de fuligem preto-aveludada (seca). Carburador regulado com mistura rica Filtro de ar sujo Afogador automático com mau funcionamento Afogador manual puxado por longo tempo Uso de combustível fora da especificação

Motor funcionando em baixa rotação por tempo prolongado Ponto de ignição atrasado Uso de vela incorreta - vela muito fria para o tipo de motor. Falhas de ignição Motor falha em marcha lenta Dificuldades de partida a frio. Regulagem correta do carburador e do ponto de ignição Substituir o filtro de ar Acelerar o motor (rodando com o veículo) lentamente até a carga total (rotação máxima), para queimar os resíduos de carbono Evitar que o motor funcione por muito tempo em marcha lenta, especialmente quando estiver frio Utilizar vela correta para o tipo de motor. 3 - OLEOSA (CARBONIZAÇÃO OLEOSA) O pé do isolador, os eletrodos e a carcaça apresentam-se cobertos por uma camada fuliginosa, brilhante, úmida de óleo e por resíduos de carvão. Em motores de 2 (dois) tempos - óleo em excesso na mistura Em motores de 4 (quatro) tempos - óleo em excesso na câmara de combustão - Guias de válvulas, cilindros e anéis do pistão estão gastos. Dificuldade na partida Falhas de ignição - motor falha na marcha lenta. Em motores de 2 tempos, usar a proporção correta de mistura Em motores de 4 tempos, retificar o motor - Trocar as velas.

4 - RESÍDUOS LEVES DE CHUMBO Resíduos amarelado-escuros no isolador. O pé do isolador coberto por uma fuligem amarelo-clara, aspecto de fosca a brilhante. Aditivos antidetonantes no combustível, como tetraetila e tetrametila de chumbo. Efeito: Se o pé do isolador chegar a temperaturas muito altas, os resíduos de chumbo tornar-seão condutores elétricos, fato que pode ocorrer com veículo em alta velocidade, causando falhas de ignição. Trocar as velas, pois é inútil tentar limpá-las. 5 - RESÍDUOS GROSSOS DE CHUMBO O pé do isolador apresenta-se parcialmente vitrificado e de cor amarelo-marrom. Aditivos antidetonantes no combustível, como tetraetila e tetrametila de chumbo. A vitrificação denuncia a fusão dos resíduos sob condições de forte aceleração de veículo. Efeito: Se o pé do isolador chegar a temperaturas muito altas, os resíduos de chumbo tornar-seão condutores elétricos, fato que pode ocorrer com veículos em alta velocidade, causando falhas de ignição. Trocar as velas, pois é inútil tentar limpá-las.

6 - RESíDUOS / IMPUREZAS Camada de cinza grossa no pé do isolador, na câmara de aspiracão e no eletrodo-massa, de estrutura fofa e até cheia de escórias. Aditivos do óleo ou do combustível deixam resíduos incombustíveis na câmara de combustão (pistão, válvula, cabeçote) e na própria vela. Isso ocorre especialmente em motores com um consumo de óleo acima do normal, ou quando se utiliza combustível de qualidade inferior. Perda de potência do motor, decorrente de ignições por incandescência e danos ao motor. Trocar as velas Regular o motor. 7 - SUPERAQUECIMENTO Eletrodo central fundido parcialmente. Combustão por incandescência causada por temperaturas extremamente elevadas na câmara de combustão em decorrência, por exemplo, de uso de vela muito quente; resíduos na câmara de combustão; válvulas defeituosas; ponto de ignição muito adiantado; mistura muito pobre; sistema de avanço do distribuidor com defeito; combustível de má qualidade; vela mal apertada. Falhas de ignição Perda de potência Danos ao motor.

Substituir as velas. 8 - ELETRODO CENTRAL FUNDIDO Eletrodo central completamente fundido, possível trinca no pé do isolador e eletrodomassa parcialmente fundido. Superaquecimento do eletrodo central, que pode trincar o pé do isolador. Combustão normal com detonação ou ponto de ignição excessivamente adiantado. Falhas de ignição Perda de potência Danos ao motor. Revisar o carburador, o ponto de ignição, o distribuidor e o motor Utilizar velas corretas para o tipo de motor Substituir as velas. 9 - ELETRODOS CENTRAL E MASSA FUNDIDOS Combustão por incandescência causada por temperaturas extremamente elevadas na câmara de combustão em decorrência, por exemplo, de uso de vela muito quente; resíduos na câmara de combustão; válvulas defeituosas; ponto de ignição muito adiantado; mistura muito pobre; sistema de avanço do distribuidor com defeito; combustível não especificado para o tipo de motor. Efeito: Antes do dano total do motor, ocorre perda de potência.

Revisar o carburador, o ponto de ignição, o distribuidor e o motor Utilizar velas corretas para o tipo de motor Utilizar combustível adequado para o tipo de motor Substituir as velas. 10 - DESGASTE EXCESSIVO DO ELETRODO CENTRAL (EROSÃO) Causa: Não observância do tempo recomendado para a troca das velas. Solavancos do motor devido a falhas de ignição (especialmente na aceleração do veículo); a tensão de ignição exigida, pela grande distância entre os eletrodos, é alta demais Partida difícil. Solução: Trocar as velas ou examiná-las de acordo com as instruções dos fabricantes. Certifique-se do tipo ideal ao modelo do veículo, consultando sempre a tabela de aplicação ou recomendação do fabricante. 11 - DESGASTE EXCESSIVO DOS ELETRODOS MASSA E CENTRAL (CORROSÃO) Presença de aditivos corrosivos no combustível e óleo lubrificante. Esta vela não foi sobrecarregada termicamente, não se tratando portanto de um problema de índice térmico. Depósitos de resíduos provocam influências no fluxo dos gases. Solavancos do motor devido a falhas de ignição (especialmente na aceleração do veículo) Partida difícil.

Trocar as velas. Certifique-se do tipo ideal ao modelo do veículo, consultando sempre a tabela de aplicação ou recomendação do fabricante. 12 - PÉ DO ISOLADOR TRINCADO Dano causado por pressão no eletrodo central como conseqüência do uso de ferramentas inadequadas na regulagem da folga. Exemplo: abrir os eletrodos com uma chave de fenda Corrosão do eletrodo central por aditivos agressivos no combustível Depósitos de resíduos de combustão entre o pé do isolador e o eletrodo central. Falhas de ignição (a faísca salta entre o isolador e a carcaça) Partida difícil. Trocar as velas. Certifique-se do tipo ideal ao modelo do veículo, consultando sempre a tabela de aplicação ou recomendação do fabricante. Fonte: http://www.saharamaniacos.com.br/phpbb2/viewtopic.php?t=2168& Créditos para: Rogério Ctba-Pr ( http://www.saharamaniacos.com.br/phpbb2/profile.php?mode=viewprofile&u=433 )