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Transcrição:

LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. VIGÊNCIA: OUTUBRO DE 2016 à OUTUBRO DE 2017. Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA HOSPITAL ADRIANO JORGE. Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança do Trabalho CREA 5.907 D/PB

SUMÁRIO 1.0 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA... 03 2.0 APRESENTAÇÃO... 04 3.0 OBJETIVO GERAL... 04 4.0 METODOLOGIA... 05 5.0 EQUIPAMENTOS... 05 6.0 PROCEDIMENTO... 05 7.0 CONCLUSÃO... 12 8.0 REFERÊNCIAS... 14 2

1.0 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA C.N.P.J.: 04.821.807/0001-46 Endereço: N : Bairro: AV. Carvalho Leal 1778 Cachoeirinha 69065-001 Cidade / Estado: Manaus-AM Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE): 56.11-2 Restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas. Grau de Risco: 02 Grupo: C-23 Número de funcionários: 47 Unidade: Hospital Adriano Jorge. 3

2.0 APRESENTAÇÃO A elaboração do Laudo Técnico de Insalubridade cumpre determinação das Normas Regulamentadoras NR-15 e Decreto 93.412 de 14/10/86, respectivamente, os quais devem ser elaborados por profissional devidamente habilitado e registrado no respectivo conselho de classe. O exercício de trabalho em condições de insalubridade, de acordo com a Norma Regulamentadora NR-15 do Ministério do Trabalho, assegura ao trabalhador a percepção de adicional, incidente sobre o salário mínimo da região, equivalente a: 40% para insalubridade de grau máximo; 20% para insalubridade de grau médio e 10% para insalubridade de grau mínimo. O pagamento do adicional de insalubridade não exime o empregador de implantar medidas que possam neutralizar e até eliminar os agentes insalubres. A eliminação, através de medida de proteção coletiva, do agente ambiental comprovada através de avaliação pericial permitirá a cessação do pagamento do adicional de insalubridade. Para que haja monitoramento do grau de insalubridade dos ambientes, faz-se necessário uma revisão anual dos respectivos laudos. 3.0 OBJETIVO GERAL Cumprir determinações legais, através de parecer técnico das avaliações qualitativas e quantitativas dos riscos ambientais, verificando a existência de insalubridade. 3.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) Identificar os riscos ambientais, quais sejam: físicos, químicos e biológicos presentes nos ambientes de trabalho; b) Indicar as atividades insalubres, definindo o grau de insalubridade; 4

4.0 METODOLOGIA A metodologia utilizada para a realização deste laudo baseou-se em: visita in loco de todos os ambientes da unidade do Hospital Adriano Jorge, onde existe colaborador da empresa Castelinho Refeições Ltda; avaliação qualitativa e quantitativa dos riscos físicos e dados do Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais PPRA 2016/2017; NR-15 (Atividade e Operações Insalubres) da Portaria 3.214/78 - Anexos I - Limites de Tolerância para Ruídos Contínuo ou Intermitente, Anexos -III Limite de Tolerância para Exposição ao Calor e Anexos 14- Agentes Biológicos; ACGIH (American Conference of Governmental Institute of Higiene). 5.0 EQUIPAMENTOS INSTRUMENTO Decibelímetro Digital * MODELO/MARCA DEC 460 / Instrutherm INSTRUMENTO Termômetro de Globo MODELO/MARCA TGD 200 Digital Portátil - Instrutherm ( * ) - Instrumento calibrado com Padrão Termômetro de Globo de Digital Portátil TGD 200 Instrutherm, conforme Certificado de Calibração em anexo. 6.0 PROCEDIMENTO As medições para quantificar os riscos Físicos (ruído e temperatura) foram realizadas no horário comercial. As cópias dos certificados das aferições dos instrumentos encontram-se anexo no laudo. 5

UNIDADE: HOSPITAL ADRIANO JORGE 6.1 DESCRIÇÃO DO AMBIENTE Cozinha: Ambiente fechado, não climatizado, piso em concreto, paredes de alvenaria com revestimento total de azulejo, forro de PVC, iluminação artificial e ventilação forçada (ventilador de parede). Refeitório: Ambiente fechado, climatizado, piso em concreto, forro em PVC, iluminação natural e artificial. 6.2 ANÁLISES QUALITATIVA a) Atividades executadas no local inspecionado: Preparação, cozimento, serviço de restaurante e distribuição de refeições e lanches para os pacientes e acompanhantes do Hospital Adriano Jorge; levar lanches e refeições aos pacientes; arrumar pratos, talheres e mesas, fazer limpeza na cozinha; preparação e distribuições de dietas para os pacientes, recebe as mercadorias não perecíveis, conferir as notas, as quantidades, pesar, fazer inventário, realiza pedidos conforme cardápio; receber os alimentos perecíveis e não perecíveis. b) Trabalhadores expostos: Cozinheiro, Auxiliar de Cozinha, Auxiliar Administrativo, Auxiliar de Serviços Gerais, Supervisor, Copeiro Restaurante, Copeiro Hospital, Nutricionista, Açougueiro, Estoquista. c) Etapas do processo operacional: Cozinheiro (a) (CBO- 5132-05) Organizam e supervisionam serviços de cozinha em hotéis, restaurantes, hospitais, residências e outros locais de refeições, planejando cardápios e elaborando o pré-preparo, o preparo e a 6

finalização de alimentos, observando métodos de cocção e padrões de qualidade dos alimentos. Cozinheiro de restaurante, Merendeiro. Auxiliar de cozinha (CBO-5132-05) Os trabalhadores auxiliares nos serviços de alimentação auxiliam outros profissionais da área no pré-preparo, preparo e processamento de alimentos, na montagem de pratos. Verificam a qualidade dos gêneros alimentícios, minimizando riscos de contaminação. Trabalham em conformidade a normas e procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, higiene e saúde e bebidas. Auxiliar Administrativo (CBO 4110-10) Executam serviços de apoio nas áreas de recursos humanos, administração, finanças e logística; atendem fornecedores e clientes, fornecendo e recebendo informações sobre produtos e serviços; tratam de documentos variados, cumprindo todo o procedimento necessário referente aos mesmos. Atuam na concessão de microcrédito a microempresários, atendendo clientes em campo e nas agências, prospectando clientes nas comunidades. Aux. Serv. Gerais (CBO- 5143-20) Executam serviços de manutenção elétrica, mecânica, hidráulica, carpintaria e alvenaria, substituindo, trocando, limpando, reparando e instalando peças, componentes e equipamentos. Conservam vidros e fachadas, limpam recintos e acessórios e tratam de piscinas. Trabalham seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente. Supervisor (a) (CBO- 3252-10) Os técnicos em produção, conservação e de qualidade de alimentos controlam a qualidade dos alimentos nas etapas de produção, supervisionando processos produtivos e de distribuição, verificando condições de ambiente, equipamento e produtos (in natura e preparados). Podem participar de pesquisa para melhoria, adequação e desenvolvimento de produtos e promover a venda de insumos, produtos e equipamentos. Os técnicos em alimentos atuam prioritariamente na indústria alimentícia. Os técnicos em nutrição e dietética trabalham sob supervisão de nutricionista, atuando, prioritariamente, em unidades de alimentação e nutrição (coletividade sadia) e unidades de nutrição e dietética (coletividade preferencialmente enfermas) e saúde coletiva. Copeiro Restaurante (CBO- 5134-25) Atendem os clientes, servem alimentos e bebidas em restaurantes, bares, cafeterias, hotéis, hospitais, eventos, etc. Manipulam alimentos e preparam sucos, drinks, e cafés. Realizam serviços de vinho e de café. Auxiliar de serviço de copa, Chefe da copa, Copeiro de bar, Copeiro de eventos, Copeiro de hotel, Copeiro de lanchonete, Copeiro de restaurante. 7

Copeiro Hospital (CBO- 5134-30) Atendem os clientes, servem alimentos e bebidas em restaurantes, bares, cafeterias, hotéis, hospitais, eventos, etc. Manipulam alimentos e preparam sucos, drinks, e cafés. Realizam serviços de vinho e de café. Copeira de Hospital. Nutricionista (CBO-2237-10) Prestam assistência nutricional a indivíduos e coletividades (sadios e enfermos); planejam, organizam, administram e avaliam unidades de alimentação e nutrição; efetuam controle higiênico-sanitário; participam de programas de educação nutricional; podem estruturar e gerenciar serviços de atendimento ao consumidor de indústrias de alimentos e ministrar cursos. Atuam em conformidade ao manual de boas práticas. Nutricionista (saúde pública). Açougueiro (CBO- 8485-10) Abatem bovinos e aves controlando a temperatura e velocidade de máquinas. Preparam carcaças de animais (aves, bovinos, caprinos, ovinos e suínos) limpando, retirando vísceras, depilando, riscando pequenos cortes e separando cabeças e carcaças para análises laboratoriais. Tratam vísceras limpando e escaldando. Preparam carnes para comercialização desossando, identificando tipos, marcando, fatiando, pesando e cortando. Realizam tratamentos especiais em carnes, salgando, secando, prensando e adicionando conservantes. Acondicionam carnes em embalagens individuais, manualmente ou com o auxílio de máquinas de embalagem a vácuo. Trabalham em conformidade a normas e procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, higiene, saúde e preservação ambiental. Estoquista (CBO 4141-10) Recepcionam, conferem e armazenam produtos e materiais em almoxarifados, armazéns, silos e depósitos. Fazem os lançamentos da movimentação de entradas e saídas e controlam os estoques. Distribuem produtos e materiais a serem expedidos. Organizam o almoxarifado para facilitar a movimentação dos itens armazenados e a armazenar. 6.3 ANÁLISE QUANTITATIVA a) Método utilizado Inspeção visual no local de trabalho, avaliação quantitativa do nível de ruído e calor (Decibelímetro e Termômetro de Globo) e análise qualitativa dos riscos químicos e biológicos. 8

6.4 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS a) Fundamentação técnica e científica Os níveis de pressão sonora aferidos nos ambientes foram db(a): Cozinheiro: 77,0 Auxiliar de Cozinha: 77,0 Auxiliar Administrativo: 50,2 Auxiliar de Serviços Gerais: 47,9 Supervisor: 77,0 Copeiro Restaurante: 76,0 Copeira Hospital: 76,0 Nutricionista: 50,2 Açougueiro: 59,3 Estoquista: 50,2 Os níveis de temperatura aferidos nos ambientes foram (IBUTG): Cozinheiro: 27,0 C Auxiliar de Cozinha: 27,0 C Auxiliar Administrativo: 23,0 C Auxiliar de Serviços Gerais: 26,0 C Supervisor: 27,0 C Copeiro Restaurante: 27,0 C Copeira Hospital: 27,0 C Nutricionista: 23,0 C Açougueiro: 20,0 C Estoquista: 23,0 C Os níveis de agentes químicos aferidos foram: Cozinheiro: Não Existente Auxiliar de Cozinha: Não Existente 9

Auxiliar Administrativo: Não Existente Auxiliar de Serviços Gerais: Desinfetantes do uso geral Supervisor: Não Existente Copeiro Restaurante: Não Existente Copeira Hospital: Não Existente Nutricionista: Não Existente Açougueiro: Não Existente Estoquista: Não Existente Os níveis de agentes biológicos aferidos foram: Cozinheiro: Não Existente Auxiliar de Cozinha: Não Existente Auxiliar Administrativo: Não Existente Auxiliar de Serviços Gerais: Exposição habitual/intermitente Supervisor: Não Existente Copeiro Restaurante: Não Existente Copeira Hospital: Exposição habitual/contínuo Nutricionista: Não Existente Açougueiro: Não Existente Estoquista: Não Existente b) Fundamentação legal O anexo 1 da NR-15, portaria 3.214 de 08 de junho de 1978 (Ministério do Trabalho e Emprego) estabelece limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente, regulamentando o nível de 85dB para 08 horas de trabalho. O Quadro 1 do Anexo 3 (Limites de Tolerância para Exposição ao Calor) da NR-15, estabelece o valor de 26,7 IBUTG para atividade moderada. 10

6.5 MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS a) Medidas de proteção individual Cozinheiro: Bota de Segurança de PVC branca. Á adotar: Luvas Térmicas, Avental térmico. Auxiliar de Cozinha: Bota de Segurança de PVC branca. Á adotar: Luvas Térmicas, Avental térmico. Auxiliar Administrativo: Não aplicável. Serviços Gerais: Bota de Segurança de PVC branca e Luvas de Látex. Á adotar: Óculos de Segurança Incolor. Nutricionista: Não aplicável. Copeira de Hospital / Copeira Restaurante / Supervisora: Á adotar: Bota de Segurança de PVC branca. Açougueiro: Bota de Segurança PVC e Luvas de Malhas de aço. Estoquista: Bota de Segurança de couro b) Medidas de proteção coletiva Coifa na área de forno/fogão. Exaustor. Sistema de refrigeração no refeitório e administração. Extintor Á adotar 11

7.0 CONCLUSÃO Da Aplicação do Conceito de Insalubridade Este perito considerou como insalubres as atividades consideradas como tal na Norma Regulamentadora nº 15, aprovada pela Portaria nº 3.214, de 08 de junho de 1978, tomando como parâmetros para classificação: Avaliações quantitativas de níveis de ruído e temperatura; Avaliações qualitativas agentes biológicas e exposição aos agentes químicos; Uso de Equipamentos de Proteção Individual EPI s. Da Classificação das Atividades Insalubres. A análise dos processos relativo às atividades e ao tipo/tempo de exposição aos agentes nocivos, considerando os conceitos definidos na Norma Regulamentadora nº 15, aprovada pela Portaria nº 3.214, de 08 de junho de 1978, faz concluir que: Em função da exposição a níveis de ruído (agente físico) inferiores aos Limites de Tolerância estabelecidos na Norma Regulamentadora 15, NÃO FAZEM JUZ AO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE, todas as funções existentes na cozinha da Unidade do Hospital Adriano Jorge. Em função do tipo de atividade classificada como leve e da exposição a níveis de temperatura abaixo dos Limites de Tolerância 30,0 IBUTG, estabelecidos na Norma Regulamentadora nº 15, NÃO FAZEM JUS AO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE, as seguintes funções: Auxiliar Administrativo, Nutricionista. Em função do tipo de atividade classificada como moderada e da exposição a níveis de temperatura acima dos Limites de Tolerância 26,7 IBUTG, estabelecidos na Norma Regulamentadora nº 15, FAZEM JUS AO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE DE GRAU MÉDIO, com percentual de 20% (sobre o salário mínimo nacional) as funções: 12

Auxiliar de Cozinha, Cozinheiro, Supervisor (a), Copeiro (a) de Restaurante, Copeiro (a) Hospital. Em função da ausência de exposição a agentes químicos estabelecidos na Norma Regulamentadora nº15, NÃO FAZ JUZ AO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE, todas as funções da cozinha na Unidade do Hospital Adriano Jorge. Em função da exposição à agente biológico considerado insalubre, em decorrência de inspeção realizada no local de trabalho, o colaborador que tem como atribuições preparar, montar e entrega aos pacientes (com doenças infectocontagiosas) e acompanhantes, os lanches e refeições. Tem como rotina diária conduzir o carrinho contendo as refeições, realizando a entrega aos pacientes com patologias diversas e com diagnósticos indefinidos que se encontram nos leitos ao longo dos corredores do hospital. Portanto, está exposto a risco biológico, por isso, FAZ JUS AO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE DE GRAU MÉDIO conforme Anexo 14 da NR 15, com percentual de 20% (vinte por cento) do salário mínimo nacional a seguinte função: Copeira Hospital. 13

8.0 REFERÊNCIAS Portaria 3.214/78 - Anexos I e Quadro I do Anexo 3 da NR - 15 (Limites de Tolerância para Ruídos Contínuo ou Intermitente; e Limites de Tolerância para Exposição ao Calor) e Anexo 14 da NR-15 do Ministério do Trabalho. Dados do PPRA 2016/2017 14

RESPONSABILIDADE TÉCNICA Reginaldo Beserra Alves Engenheiro Segurança do Trabalho CREA 5.907- D/PB 15