LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
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- Nathalie Castelhano Fortunato
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1 Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA. Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Eng. Segurança CREA: 5907-D/PB Hannah Martins Técnica em Segurança do Trabalho SRT/AM Novembro / 2012 MANAUS AM
2 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA C.N.P.J.: / Endereço: N : Bairro: CEP: Cidade / Estado: RUA BARROSO 317 CENTRO Manaus-AM Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE): Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente paraa empresas Atividade Principal: Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente paraa empresas Grau de Risco: 02 Unidades: Hospital João Lúcio / Hospital Joãozinho / Hospital Tropical / Maternidade Balbina Mestrinho / Maternidade Azilda Marreiros / ICAM / Hospital da Criança / Restaurante Castelinho / Restaurante Gourmet. 2
3 Apresentação A elaboração do Laudo Técnico de Insalubridade cumpre determinação das Normas Regulamentadoras NR-15 e Decreto de 14/10/86, respectivamente, os quais devem ser elaborados por profissional devidamente habilitado e registrado no respectivo conselho de classe. O exercício de trabalho em condições de insalubridade, de acordo com a Norma Regulamentadora NR-15 do Ministério do Trabalho, assegura ao trabalhador a percepção de adicional, incidente sobre o salário mínimo da região, equivalente a: 40% paraa insalubridade de grau máximo; 20% para insalubridade de grau médio e 10% para insalubridade de grau mínimo. O pagamento do adicional de insalubridade não exime o empregador de implantar medidas que possam neutralizar e até eliminar os agentes insalubres. A eliminação, através de medida de proteção coletiva, do agente ambiental comprovada através de avaliação pericial permitirá a cessação do pagamento do adicional de insalubridade. Para que haja monitoramento do grau de insalubridade dos ambientes, faz-se necessário uma revisão anual dos respectivos laudos. Objetivo Geral Cumprir determinações legais, através de parecer técnico das avaliações qualitativas e quantitativas dos riscos ambientais, verificando a existência de insalubridade. Objetivos Específicos a) Identificar os riscos ambientais, quais sejam: físicos, químicos e biológicos presentes nos ambientes de trabalho; b) Indicar as atividades insalubres, definindo o grau de insalubridade; Metodologia A metodologia utilizada para a realização deste laudo baseou-se em: visita in loco de todas as instalações da empresa; avaliação qualitativa e quantitativa dos riscos físicos e dados do Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais PPRA 2012/2013; NR-15 da Atividade e Operações Insalubres da Portaria 3.214/78 - Anexos I e III ( Limites de Tolerância para Ruídos 3
4 Contínuo ou Intermitente e Limite de Tolerância para Exposição ao Calor); ACGIH (American Conference of Governmental Institute of Higiene); Equipamentos INSTRUMENTO MODELO/MARCA DECIBELÍMETRO DIGITAL * DEC 460 / INSTRUTHERM INSTRUMENTO MODELO/MARCA Termômetro de Globo TGD 200 Digital Portátil ( * ) - Instrumento calibrado com Padrão Termômetro de Globo de Digital Instrutherm, conforme Certificado de Calibração em anexo. Portátil TGD 200 Procedimento As medições para quantificar os riscos Físicos (ruído e temperatura) foram realizadas no horário comercial. As cópias dos certificados das aferições dos instrumentos encontram-se anexo no laudo. 4
5 SETOR: ESCRITÓRIO DESCRIÇÃO DO AMBIENTEE Ambiente fechado, climatizado, iluminação natural e artificial, piso de cerâmica, paredes de alvenaria. ANÁLISE QUALITATIVA a) Atividades executadas no local inspecionado Serviços administrativos, de cozinha e de refeitório. b) Trabalhadores expostos: Auxiliar administrativo, supervisora, açougueiro, motorista, porteiro, churrasqueiro, saladeira, garçom, atendente, auxiliar de serviços gerais, diretor, atendente de restaurante, assistente pessoal, açougueiro, cozinheiro. Etapas do processo operacional: Açougueiro: recebe, identifica, confere, pesa, armazena, lava, prepara e entrega para a cozinha as proteínas que serão utilizadas nas refeições; Auxiliar administrativo: apoio a serviços nas áreas de recursos humanos, administração, atende a fornecedores e clientes; Assistente pessoal: realiza serviços de departamento de pessoal, recrutamento e seleção, cargos, salários e benefícios, treinamento e desenvolvimento, liderando e facilitando o desenvolvimento do trabalho das equipes. Técnico de controle de qualidade: inspeciona o recebimento e organiza o armazenamento e movimentação de insumos, verifica a conformidade de processos, libera produtos e serviços, executa serviços de acordo com norma e procedimentos técnicos; Atendente de restaurante: atende os clientes recepcionando-os e servindo; Churrasqueiro: manipula alimentos naturais para processá-lo, verifica a qualidade dos alimentos, observando normas de higiene e de segurança para minimizar os riscos e controlar desperdícios; 5
6 Auxiliar de cozinha: auxilia outros profissionais no pré-preparo, preparo e processamento de alimentos, na montagem de pratos; Cozinheiro: prepara alimentos e coze produtos alimentícios utilizando processos diversos, opera câmara fria para armazenar e conservar produtos, insumos e matérias-prima; Diretor: dirige o fluxo financeiro da empresa, implementa orçamento empresarial e administra recurso humanos, coordena serviços de contabilidade, controladoria e elabora o planejamento da empresa; Garçom: atende os clientes recepcionando-os e servindo refeições e bebidas; ANÁLISE QUANTITATIVA a) Método utilizado Inspeção visual no local de PPRA do ano 2012 / trabalho, avaliação do nível de ruído (Decibelímetro) e dados do ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS a) Fundamentação técnica e científica Os níveis de pressão sonora medidos no restaurante foram: 70,6 d(b)a (açougueiro); 57,9 d(b)a (assistente administrativo); 56,1 d(b)a (assistente pessoal, técnico de controle de qualidade, diretor e auxiliar administrativo); 55,2 d(b)a (atendente de restaurante); 46,2 d(b)a (churrasqueiro); 70,6 d(b)a ( auxiliar de cozinha); 28,5 d(b)a (cozinheira); 63,8 d(b)a (auxiliar de cozinha); 57,9 d(b)a (agente de recrutamento e seleção e auxiliar administrativo); 48,2 d(b)a (supervisora); 54,8 d(b)a e 55,2 d(b)a (garçom). O nível de calor medido na cozinha foi: 28,5 IBUTG (açougueiro, cozinheiro, auxiliar de cozinha e saladeira). b) Fundamentação legal O anexo 1 da NR-15, portaria de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho estabelece limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente, regulamentando o nível de 85dB para 08 horas de trabalho e os níveis de ruído medidos foram: 70,6 d( (B)A (açougueiro); 57,9 d(b)a (assistente administrativo); 56,1 d(b)a (assistente pessoal, técnico de controle de qualidade, diretor e auxiliar administrativo); 55,2 d(b)a (atendente de restaurante); 46,2 d(b)a (churrasqueiro); 70,6 d(b)a ( auxiliar de cozinha); 28,5 d(b)a (cozinheira); 63,8 d(b)a (auxiliar 6
7 de cozinha); 57,9 d(b)a (agente de recrutamento e seleção e auxiliar administrativo); 48,2 d(b)a (supervisora); 54,8 d( (B)A e 55,2 d(b)a (garçom). O Quadro 1 do Anexo 3 (Limites de Tolerância para Exposição ao Calor) da NR-15, estabelece o valor de 26,7 IBUTG para atividade moderada. O calor medido na cozinha foi: O nível de calor medido na cozinha foi: 28,5 IBUTG (açougueiro, cozinheiro, auxiliar de cozinha e saladeira). MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS a) Medidas de proteção individual Bota de segurança de borracha, sapato de segurança, luvas descartável, máscara descartável. avental de Napa, b) Medidas de proteção coletiva Sistema de refrigeração, exaustor, sugador. CONCLUSÃO De acordo com a análise e interpretação dos resultados, levando em consideração a fundamentação técnica e legal, conclui-se que os colaboradores da cozinha (açougueiro, cozinheiro, auxiliar de cozinha e saladeira) estão expostos a agentes agressivos a saúde (calor), conforme Quadro 1 do anexo 3 da NR 15. Portanto, faz jus a percepção do adicional de insalubridade de grau médio, que representa 20% (vinte por cento) do salário mínimo nacional. No setor de churrascaria, a pesar da temperatura medida (28,5 IBUTG) estar acima do limite de tolerância (26,7 IBUTG), o churrasqueiro trabalha das 8:00h as 14:00h, não permanece ao lado da churrasqueira, periodicamente se aproxima da churrasqueira, movimenta os churrasco e se afasta. Portanto, não faz jus a percepção do adicional de insalubridade. Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA D/PB 7
8 UNIDADE: BALBINA MESTRINHO - COZINHA DESCRIÇÃO DO AMBIENTEE Ambiente fechado, climatizado, iluminação artificial, piso de cerâmica, paredes de alvenaria, revestida parcialmente com alvenaria, forro de PVC. ANÁLISES QUALITATIVA a) Atividades executadas no local inspecionado Preparação, cozimento e maternidade. b) Trabalhadores expostos: distribuição de alimentos para funcionários e pacientes da Cozinheiro, auxiliar de cozinheiro, auxiliar de serviços gerais, copeira de restaurante e copeira clínica hospitalar. c) Etapas do processo operacional: Cozinheira e auxiliar de cozinha: Liga o fogão, prepara os alimentos (corta, tempera, coloca na panela, transporta até o fogão, meche os alimentos), após ficar pronto coloca nas cubas, transporta para as rampas do refeitório (balcão térmico); Auxiliar de serviços gerais: Recebe os pratos do refeitório, transporta até a pia e efetua a limpeza, coloca na máquina para esterilizar, posteriormente retira as louças e coloca no balcão; Copeira de restaurante: prepara os sucos, organiza os descartáveis, organiza as mesas e cadeiras, organiza os pratos e talheres. Copeira de hospital: Na cozinha monta as quentinhas, prepara os lanches, coloca no carrinho, transporta e distribui as refeições nos apartamentos onde se encontram os pacientes. d) Método utilizado Inspeção visual no local de trabalho, avaliação do nível de ruído e calor (Decibelímetro e Termômetro de Globo) e dados do PPRA 2012 /
9 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS a) Fundamentação técnica e científica Os níveis de pressão sonora medidos na cozinha foram: Cozinheiro e Auxiliar de cozinha: 65,6 db (A); Copeira de restaurantee e copeira hospitalar: 58,2 db (A); Estoquista 52,4 db (A); Auxiliar de serviços gerais no lavatório: 58,2 db (A); Açougueiro: 57,5 db (A); auxiliar de serviços gerais no refeitório: 68,4 db (A); Assistente administrativo: 57,0 db (A). Os níveis de temperatura medidos na cozinha foram: 28,5 IBUTG (cozinheiro e auxiliar de cozinha) e 27,8 IBUTG (auxiliar de serviços gerais do lavatório e açougueiro). Para as demais funções o ambiente é climatizado. b) Fundamentação legal O anexo 1 da NR-15, Portaria de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho estabelece limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente, regulamentando o nível de 85dB para 08 horas de trabalho e os níveis de ruído medidos na cozinha variaram 52,4 db (A) a 68,4 db (A). O Quadro 1 do Anexo 3 (Limites de Tolerância para Exposição ao Calor) da NR-15, estabelece o valor de 26,7 IBUTG para atividade moderada. Os níveis de temperatura medidos na cozinha foram: 28,5 IBUTG (cozinheiro e auxiliar de cozinha) e 27,8 IBUTG (auxiliar de serviços gerais do lavatório e açougueiro). Para as demais funções o ambiente é climatizado. MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS a) Medidas de proteção individual Bota de borracha, luva descartável, máscara descartável, avental de napa e de tecido (cozinheira, auxiliar de cozinha, auxiliar de serviços gerais do lavatório). Sapato de segurança, luva descartável, avental de napa, máscara descartável (copeira hospitalar, copeira de restaurante e auxiliar de serviços gerais do refeitório). b) Medidas de proteção coletiva Exaustores e coifas. 9
10 CONCLUSÃO As temperaturas medidas na cozinha 28,5 IBUTG (cozinheiro e auxiliar de cozinha) e 27,8 IBUTG (auxiliar de serviçoss gerais do lavatório e açougueiro) foram medidas no momento mais crítico, ou seja, quando todos os fogões se encontravam ligados. O fogãoo é ligado as 6:00h e desligado as 6:45h para prepara o café da manhã; Volta a ligar as 9:30h e desliga as 11:45 para preparar o almoço, ou seja, os fogões ficam ligados em média 3:0h por dia em períodos intercalados. Durante o tempo que o fogão está ligado, o cozinheiro e o auxiliar de cozinha não permanece próximo ao fogão, ou seja, se aproxima esporadicamente e se afasta para fazer outras atividades, como recebe, lava, corta outros materiais para a preparação do almoço. A auxiliar de serviços gerais realiza boa parte de suas atividades na cozinha que é um ambiente climatizado. O estoquista adentra a câmara frigorífica em média duas vezes por e permanece dentro da câmara em média dois minutos e utiliza a capa contra frio (japona). As copeiras hospitalar prepara e entrega o café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia aos pacientes ou acompanhantes no leito. Como se trata de maternidade as pacientes são pessoas que vão ou estão passando por um processo de parto. Portanto, os colaboradores(as) da empresa Castelinho Refeições Ltda (cozinheiro, auxiliar de cozinha, auxiliar de serviços gerais, estoquista, açougueiro, copeira hospitalar, copeira de restaurante e supervisora de cozinha, não ficam expostos a agentes agressivos à saúde que caracterize insalubridade, portanto, não faz jus a percepção do adicional de insalubridade. Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA D/PB 10
11 UNIDADE: ICAM - COZINHA DESCRIÇÃO DO AMBIENTEE Ambiente fechado, climatizado, paredes de alvenaria revestida parcialmente de cerâmica, forro de PVC, iluminação natural e artificial. com azulejo, piso ANÁLISES QUALITATIVAS a) Atividades executadas no local inspecionado: Preparação, cozimento e distribuição de alimentos para funcionários e pacientes do criança. hospital da b) Trabalhadores expostos: Nutricionista, auxiliar administrativo, açougueiro, estoquista, confeiteira, copeira copeira de restaurante, auxiliar de serviços gerais. hospitalar, c) Etapas do processo operacional Cozinheira e auxiliar de cozinha: Liga o fogão, prepara os alimentos (corta, tempera, coloca na panela, transporta até o fogão, meche os alimentos), após ficar pronto coloca nas cubas, transporta para as rampas do refeitório (balcão térmico); Auxiliar de serviços gerais: Recebe os pratos do refeitório, transporta até a pia e efetua a limpeza, coloca na máquina para esterilizar, posteriormente retira as louças e coloca no balcão; Copeira de restaurante: prepara os sucos, organiza os descartáveis, organiza as mesas e cadeiras, organiza os pratos e talheres. Copeira de hospital: Na cozinha monta as quentinhas, prepara os lanches, coloca no carrinho, transporta e distribui as refeições nos apartamentos onde se encontram os pacientes. Nutricionista: verificação do cardápio percápita, acompanha a rotina de produção. ANÁLISE QUANTITATIVA a) Método utilizado Inspeção visual no local de trabalho, avaliação do nível de ruído (decibelímetro), temperatura (Termômetro de Globo) e dado do PPRA 2012 /
12 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS a) Fundamentação técnica e científica Os níveis de pressão sonora medidos na cozinha foram: 28,5 IBUTG (cozinheiro e auxiliar de cozinha); 27,8 IBUTG (auxiliar de serviços gerais e açougueiro); nos demais setores: administração (nutricionista e auxiliar administrativo); refeitório (auxiliar de serviços gerais); copa do refeitório (copeira de restaurante e copeira hospitalar), o ambiente é climatizado. b) Fundamentação legal O anexo 1 da NR-15, Portaria de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho estabelece limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente, regulamentando o nível de 85dB para 08 horas de trabalho e os níveis de ruído medidos na cozinha variaram 52,4 db (A) a 68,4 db (A). O Quadro 1 do Anexo 3 (Limites de Tolerância para Exposição ao Calor) da NR-15, estabelece o valor de 26,7 IBUTG para atividade moderada. Os níveis de temperatura medidos na cozinha foram: 28,5 IBUTG (cozinheiro e auxiliar de cozinha) e 27,8 IBUTG ( auxiliar de serviços gerais do lavatório e açougueiro). Para as demais funções o ambiente é climatizado. MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS a) Medidas de proteção individual Luva descartável, bota de segurança, sapatos de segurança, mascara descartável, (jaleco) copeira hospitalar. b) Medidas de proteção coletiva Sistema de refrigeração (se encontrava parado com defeito). 12
13 CONCLUSÃO De acordo com a análise e interpretação dos resultados, levando em consideração a fundamentação técnica e legal, conclui-se que os colaboradores da cozinha (cozinheiro, auxiliar de cozinha, auxiliar de serviços gerais e açougueiro) da empresa Castelinho Refeições Ltda que laboram no ICAM estão expostos a agentes agressivos à saúde (calor). Além do mais o sistema de refrigeração não funciona há muito tempo e há uma sensação térmica desconfortável, portanto, faz jus a percepção ao adicional de insalubridade de grau médio conforme Quadro 1 do anexo 3 da NR 15, que representa 20% (vinte por cento) do salário mínimo nacional. A supervisora administrativa e a nutricionista adentram a câmara frigorífica em média duas vezes por dia utilizando o EPI (capa japona) e permanecemm em média dois minutos cada vez que entra, portanto não estão expostos a agentes agressivoss à saúde, por isso não faz jus a percepção do adicional de insalubridade. A copeira hospitalar dentre suas atribuições, ao levar alimentos para os pacientes, deixam os mesmos na anti-sala. Há proibições expressa do próprio hospital que não permite que as mesmas adentrem a área dos pacientes. As mesmas deixam os alimentos da anti sala de enfermarias onde há pacientes com diagnósticos diversos dentre eles doenças infectocontagiosa. Portanto, faz jus a percepção do adicional de insalubridade de grau médio, conforme Anexo 14 da NR 15, que representa 20% (vinte por cento) do salário mínimo nacional. Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA D/PB 13
14 UNIDADE: AZILDA DA SILVA MARREIROS - COZINHA DESCRIÇÕES DO AMBIENTE O ambiente da cozinha é fechado, climatizado, iluminação artificial, piso de cerâmica, paredes de alvenaria, revestida parcialmente com alvenaria, forro de PVC ANÁLISES QUALITATIVA a) Atividades executadas no local inspecionado: Preparação, cozimento e distribuição de alimentos para funcionários e pacientes do hospital. b) Trabalhadores expostos: Cozinheira, auxiliar de cozinha, açougueiro, confeiteiro, estoquista, auxiliar de serviços gerais da cozinha, auxiliar de serviçoss gerais do refeitório, copeira de restaurante, copeira hospitalar, nutricionista, supervisora e auxiliar administrativo. c) Etapas do processo operacional: Cozinheira e auxiliar de cozinha: Liga o fogão, prepara os alimentos (corta, tempera, coloca na panela, transporta até o fogão, meche os alimentos), após ficar pronto coloca nas cubas, transporta para as rampas do refeitório (balcão térmico); Auxiliar de serviços gerais: Recebe os pratos do refeitório, transporta até a pia e efetua a limpeza, coloca na máquina para esterilizar, posteriormente retira as louças e coloca no balcão; Copeira de restaurante: prepara os sucos, organiza os descartáveis, organiza as cadeiras, organiza os pratos e talheres. mesas e Copeira de hospital: Na cozinha monta as quentinhas, prepara os lanches, coloca no carrinho, transporta e distribuii as refeições nos apartamentos onde se encontram os pacientes. Nutricionista: verificação do cardápio percápita, acompanha a rotina de produção. Estoquista: recebe mercadorias do fornecedor, confere as notas, confere o peso, envia para a área de pré-seleção e envia para o estoque. Confeiteiro: prepara e monta as sobremesas; 14
15 ANÁLISE QUANTITATIVA a) Método utilizado Inspeção visual no local de trabalho, avaliação do nível de ruído (Decibelímetro) e respectivamente e dados do PPRA 2012 / ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS a) Fundamentação técnica e científica Os níveis de pressão sonora medidos na cozinha foram: 62,0 db(a) para cozinheiro e auxiliar de cozinha; 60,0 db(a) para o açougueiro; 64,0 db(a) para o auxiliar de serviços gerais da cozinha; 63,5 db(a) para a copeira de restaurante; 57,4 db(a) para a nutricionista, supervisora e auxiliar administrativo. Os níveis de calor medidos foram: 30,0 IBUTG (cozinheira, auxiliar de cozinha e confeiteiro); 29,7 IBUTG (açougueiro). O ambiente é climatizado o auxiliar administrativo, supervisora, nutricionista, copeira de restaurante, auxiliar de serviços gerais do setor de lavagem, estoquista. b) Fundamentação legal O anexo 1 da NR-15, Portaria de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho estabelece limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente, regulamentando o nível de 85dB para 08 horas de trabalho e os níveis de ruído medidos na cozinha varia de 57,4 db(a) a 64,) db(a). O Quadro 1 do Anexo 3 (Limites de Tolerância para Exposição ao Calor) da NR-15, estabelece o valor de 26,7 IBUTG para atividade moderada. Os níveis de temperatura medidos na cozinha foram: 30,0 IBUTG (cozinheiro, confeiteiro e auxiliar de cozinha) e 29,7 IBUTG (açougueiro). Para as demais funções o ambiente é climatizado. MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS a) Medidas de proteção individual Luvas descartáveis, bota de segurança, sapatos de segurança, mascara descartável, copeira hospitalar. (jaleco) b) Medidas de proteção coletiva Sistema de refrigeração e exaustores. 15
16 CONCLUSÃO De acordo com a análise e interpretação dos resultados, levando em consideração a fundamentação técnica e legal, conclui-se que os colaboradores da cozinha (cozinheiro, confeiteiro, auxiliar de cozinha e açougueiro) estão expostos a agentes agressivos à saúde (calor), portanto, faz jus a percepção do adicional de insalubridade de grau médio, conforme Quadro 1 do Anexo 3 da NR 15, que representa 20% (vinte por cento) do salário mínimo nacional. A copeira hospital não tem contato com os pacientes, pois entrega as refeições aos acompanhantes e como se trata de maternidade não há pacientes com doenças infecto contagiosa, portanto, não faz jus a percepção do adicional de insalubridade. Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA D/PB 16
17 UNIDADE: SPA DO COROADO DESCRIÇÃO DO AMBIENTEE O ambiente da cozinha é fechado, climatizado, iluminação artificial, piso de cerâmica, paredes de alvenaria, revestida parcialmente com alvenaria, forro de PVC. ANÁLISES QUALITATIVAS a) Atividades executadas no local inspecionado: Preparação, cozimento de refeições para os funcionários do SPA. b) Trabalhadores expostos: Cozinheira, auxiliar de cozinha, auxiliar de serviços gerais (lavatório), auxiliar supervisora e auxiliar de serviços gerais (cozinha). administrativo, c) Etapas do processo operacional: Cozinheira e auxiliar de cozinha: Liga o fogão, prepara os alimentos (corta, tempera, coloca na panela, transporta até o fogão, meche os alimentos), após ficar pronto coloca nas cubas, transporta para as rampas do refeitório (balcão térmico); Auxiliar de serviços gerais: Recebe os pratos do refeitório, transporta até a pia e efetua a limpeza, coloca na máquina para esterilizar, posteriormente retira as louças e coloca no balcão; Estoquista: recebe mercadorias do fornecedor, confere as notas, confere o peso, envia área de pré-seleção e envia para o estoque. para a Auxiliar administrativo: confere os tickers, confere os cartões de ponto, controla o pedido de uniformes, controla a permuta de funcionários, etc.. Supervisora: verifica a refeição na cuba, inspeciona e checa a cozinha como um todo; ANÁLISE QUANTITATIVA a) Método utilizado Inspeção visual no local de trabalho, avaliação do nível de ruído e calor (Decibelímetro e Termômetro de Globo) e dados do PPRA 2012 /
18 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS a) Fundamentação técnica e científica Os níveis de pressão sonora medidos na cozinha foram: 60,9dB (A) para cozinheira e auxiliar de cozinha hospitalar, 61,0 db(a) para cozinheira (copa/restaurante, auxiliar de serviços gerais), 57,4 db(a) para auxiliar administrativo e supervisora (estoque). A temperatura medida na cozinha foi 31,8 IBUTG (paraa a cozinheira) e 29,7 IBUTG (para auxiliar de serviços gerais). b) Fundamentação legal O anexo 1 da NR-15, portaria de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho estabelece limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente, regulamentando o nível de 85dB para 08 horas de trabalho e os níveis de pressão sonora medidos na cozinha foram: 60,9dB (A) para a cozinheira e auxiliar de cozinha; 61,0 db(a) para cozinheira (copa/restaurante, auxiliar de serviços gerais) e 57,4 db(a) para auxiliar administrativo e supervisora. O Quadro 1 do Anexo 3 (Limites de Tolerância para Exposição ao Calor) da NR-15, estabelece o valor de 26,7 IBUTG para atividade moderada e o níveis de calor medidos na cozinha foram: 31,8 IBUTG (para a cozinheira) e 29,7 IBUTG (para auxiliar de serviços gerais). MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS a) Medidas de proteção individual Sapato de segurança, bota de borracha, luvas descartável, máscara descartável e avental de napa. b) Medidas de proteção coletiva Exaustores. 18
19 CONCLUSÃO De acordo com a análise e interpretação dos resultados, levando em consideração a fundamentação técnica e legal, conclui-se que o colaboradores da cozinha (cozinheira e auxiliar de cozinha) estão expostoss a agentes agressivos a saúde (calor), portanto, faz jus a percepção do adicional de insalubridade de grau médio conforme Quadro 1 do Anexo 3 da NR 15, que representa 20% (vinte por cento) do salário mínimo nacional. Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA D/PB 19
20 UNIDADE: HOSPITAL JOÃOO LÚCIO DESCRIÇÃO DO AMBIENTEE Na cozinha o ambiente é fechado, não climatizado, piso de cerâmica, paredes de alvenaria com revestimento total de azulejo, forro de gesso, iluminação artificial. No refeitório o ambiente é fechado, climatizado, piso de cerâmica, forro de gesso, iluminação natural e artificial. No panelário o ambiente é fechado, não climatizado, piso de cerâmica, paredes de alvenaria, iluminação artificial. No açougue o ambiente é fechado, climatizado, paredes de alvenaria com revestimento parcial de azulejo, piso de cimento, iluminação artificial. No setor de estoque seco gêneros não perecíveis (armazenista) o ambiente é fechado, climatizado, piso de cimento, paredes de alvenaria, iluminação natural e artificial. No setor de recebimento o ambiente é fechado, não climatizado, piso de cerâmica, paredes de alvenaria com revestimento total de azulejo, iluminação natural e artificial. Na copa da dieta o ambiente é fechado, não climatizado, piso de cerâmica, paredes revestidas totalmente com azulejos, iluminação artificial. ANÁLISES QUALITATIVA a) Atividades executadas no local inspecionado: Preparação, cozimento e distribuição de refeições e lanches para os funcionários, pacientes e acompanhantes do hospital; levar lanches e refeições aos pacientes; arrumar pratos, talheres e mesas e fazer limpeza na cozinha; preparação e distribuições de dietas para os pacientes, recebe as mercadorias não perecíveis, confere as notas, as quantidades, pesa, faz inventário, realiza pedidos conforme cardápio; recebe do estoque os alimento perecíveis (carne, frango, peixes), faz a pré-preparação das proteínas para a cozinha, lava o chão e os azulejos das paredes; estoque de alimentos não perecíveis; b) Trabalhadores expostos: Cozinheira, auxiliar de cozinha, cozinheira dietética, auxiliar de serviços gerais de cozinha (panelário), auxiliar de serviços gerais do refeitório, armazenista, confeiteira, açougueiro, copeira hospitalar. d) Etapas do processo operacional: a) Cozinheira e auxiliar de cozinha: Liga o fogão, prepara os alimentos (corta, tempera, coloca na panela, transporta até o fogão, meche os alimentos), após ficar pronto coloca nas cubas, transporta para as rampas do refeitório (balcão térmico); 20
21 b) Auxiliar de serviços gerais (panelário): Recebe os pratos do refeitório, transporta até a pia e efetua a limpeza, coloca na máquina para esterilizar, posteriormente retira as louças e coloca no balcão; c) Confeiteira: Prepara e cozinheira tudo o que se refere a lanches e sobremesas; vai ao forno e permanece mais ou menos dois minutos durante duas vezes ao dia; d) Cozinheira dietética e auxiliar de cozinha dietética: preparaa os alimentos destinadosexclusivamente aos pacientes; e) Açougueiro: recebe os alimentos perecíveis (carne, frango, peixes), confere o peso, as notas, a quantidade, a qualidade e armazena nos frizers; diante do mapa de corte e do cardápio, descongela, corta, lava, tempera, pesa e envia para a cozinha. f) Armazenista: recebe as mercadorias não perecíveis, confere as notas, as quantidades, pesa, faz inventário, realiza pedidos conforme cardápio; g) Supervisora: verifica a refeição na cuba, inspeciona e checa a cozinha como um todo; h) Auxiliar de serviços gerais do refeitório: Recebe os pratos do refeitório, transporta até a pia e efetua a limpeza, coloca na máquina para esterilizar, posteriormente retira as louças e coloca no balcão; i) Nutricionista: verificação do cardápio percápita, acompanha a rotina de produção. j) Copeira de restaurante: prepara o suco, organiza os descartáveis, organiza mesas, cadeiras e talheres. k) Saladeira: clora, emergee os ortifruti em água, lava com água corrente, coloca nas cubas, prepara e cozinha tudo que se refere a confeitaria prepara e monta as sobremesas; l) Auxiliar administrativo: confere os tickers, confere os cartões de ponto, controla o pedido de uniformes, controla a permuta de funcionários, etc. ANÁLISE QUANTITATIVA a) Método utilizado Inspeção visual no local de trabalho, avaliação do nível de ruído e calor (Decibelímetro e Termômetro de Globo), análise dos riscos químicos, biológicos e dados do PPRA 2010 / ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS 21
22 a) Fundamentação técnica e científica Os níveis de pressão sonora medidos na cozinha foram: 64,7 db (A) (cozinheiro, auxiliar de cozinha, supervisora, nutricionista, cozinheira dietética, copeira hospitalar, confeiteira, auxiliar de serviços gerais panelário, copeira de restaurante); 68,9 db(a) (saladeira); 64,4dB(A) (açougueiro); 55,6 db(a) (armazenista); 55,0dB(A) (auxiliar administrativo e nutricionista). Os níveis de temperatura medidos na cozinha foram: 31,1 IBUTG (para a cozinheira, auxiliar de cozinheira e cozinheira dietética). Para o auxiliar de serviços gerais (lavatório) e copeira hospitalar (na cozinha). Os níveis de calor medidos na cozinha foram: 30,9 IBUTG (cozinheira, auxiliar de cozinheira); 31,2 IBUTG ( cozinheira dietética) e 28,3 IBUTG (copeira hospitalar). b) Fundamentação legal O anexo 1 da NR-15, portaria de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho estabelece limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente, regulamentando o nível de 85dB para 08 horas de trabalho e os níveis de pressão sonora medidos na cozinha foram: 64,7 db (A) (cozinheiro, auxiliar de cozinha, supervisora, nutricionista, cozinheira dietética, copeira hospitalar, confeiteira, auxiliar de serviços gerais panelário, copeira de restaurante); 68,9 db(a) (saladeira); 64,4dB(A) (açougueiro); 55,6 db(a) (armazenista); 55,0dB(A) (auxiliar administrativo e nutricionista). O Quadro 1 do Anexo 3 (Limites de Tolerância para Exposiçãoo ao Calor) da NR- 15, estabelece o valor de 26,,7 IBUTG para atividade moderada e o níveis de calor medidos na cozinha foram: 30,9 IBUTG (para a cozinheira, auxiliar de cozinheira); 31,2 IBUTG (para cozinheira dietética) e 28,3 IBUTG (para copeira hospitalar). Para os demais colaboradores, o ambiente é climatizado. MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS a) Medidas de proteção individual Sapato de segurança, bota de borracha, luvas descartável, máscara descartável, avental de napa e jaleco (copeira hospitalar); luva de aço (açougueiro), capa contra frio (japona) para o (açougueiro e armazenista). b) Medidas de proteção coletiva Exaustores. Há um sistema de refrigeração 22
23 CONCLUSÃO De acordo com a análise e interpretação dos resultados, levando em consideração a fundamentação técnica e legal, conclui-se que os colaboradores da cozinha (cozinheira, auxiliar de cozinha e a cozinheira dietética) estão expostos a agentes agressivos a saúde (calor), portanto, faz jus a percepção do adicional de insalubridade de grau médio, conforme Quadro 1 do anexo 3 da NR 15, que representa 20% (vinte por cento) do salário mínimo nacional. A copeira hospitalar que tem como atribuições preparar, montar e entrega aos pacientes e acompanhantes os lanches e refeições, tem como rotina diária conduzir o carrinho contendo as refeições, entrega aos acompanhantes dos pacientes com patologias diversas que se encontram nas macas ao longo dos corredores do hospital, entrega as refeições aos acompanhantes dos pacientes com diagnósticos variados, deixando na anti sala dos seguintes setores: sala de observação, UTI, setor de isolamento (pessoas com doenças infectoindefinidos), setor contagiosa), setor de Pronto Atendimento P.A. (pacientes com diagnósticos de reanimação, setor pós-cirúrgico, setor de politrauma, setor de observação onde se encontra crianças acidentadas, área de isolamento, UTI, setor de reanimação, etc. Portanto, as copeiras hospitalar estão expostas a risco biológico, por isso, faz jus ao adicional de insalubridade de grau médio conforme Anexo 14 da NR 15, que representa 20% (vinte por cento) do salário mínimo nacional. Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA D/PB 23
24 UNIDADE JOÃOZINHO DESCRIÇÃO DO AMBIENTEE Na cozinha o ambiente é fechado, climatizado, piso de cimento, paredes de alvenaria com revestimento parcial de azulejo, forro de gesso, iluminação artificial. No refeitório o ambiente é fechado, climatizado, piso de cerâmica, forro de gesso, iluminação natural e artificial, paredes e azulejos. No panelário o ambiente é fechado, climatizado, piso de cimento, paredes revestidas com azulejos, iluminação artificial. No açougue o ambiente é fechado, climatizado, paredes revestidas com azulejos, piso de cimento, iluminação artificial. No setor de estoque (armazenista) o ambiente é fechado, climatizados, piso de cimento, paredes revestidas com azulejos, iluminação natural e artificial e forro de gesso. ANÁLISES QUALITATIVA a) Atividades executadas no local inspecionado: Preparação, cozimento e distribuição de refeições e lanches para os funcionários, pacientes e acompanhantes do hospital Joãozinho; levar lanches e refeições aos pacientes; arrumar pratos, talheres e mesas e fazer limpeza na cozinha; recebe as mercadorias não perecíveis, confere as notas, as quantidades, pesa, faz inventário, realiza pedidos conforme cardápio; recebe os alimento perecíveis (carne, frango, peixes), confere o peso, as notas, a quantidade, a qualidade e armazena nos frizers. b) Trabalhadores expostos: Cozinheira, auxiliar de cozinha, cozinheira dietética, auxiliar de serviços gerais de cozinha (panelário), auxiliar de serviços gerais do refeitório, armazenista, confeiteira, açougueiro, c) Etapas do processo operacional: a) Cozinheira e auxiliar de cozinha: Liga o fogão, prepara os alimentos (corta, tempera, coloca na panela, transporta até o fogão, meche os alimentos), após ficar pronto coloca nas cubas, transporta para as rampas do refeitório (balcão térmico); b) Auxiliar de serviços gerais (panelário): Recebe os pratos do refeitório, transporta até a pia e efetua a limpeza, coloca na máquina para esterilizar, posteriormente retira as louças e coloca no balcão; 24
25 c) Confeiteira: Prepara e cozinheira tudo o que se refere a lanches e sobremesas; vai ao forno e permanece mais ou menos dois minutos durante duas vezes ao dia; d) Cozinheira dietética e auxiliar de cozinha dietética: preparaa os alimentos destinadosexclusivamente aos pacientes; e) Açougueiro: recebe os alimento perecíveis (carne, frango, peixes), conferee o peso, as notas, a quantidade, a qualidade e armazena nos frizers; f) Armazenista: recebee as mercadorias não perecíveis, confere as notas, as quantidades, pesa, faz inventário, realiza pedidos conforme cardápio; e) Supervisora: verifica a refeição na cuba, inspeciona e checa a cozinha como um todo; f) Auxiliar de serviços gerais do refeitório: Recebe os pratos do refeitório, transporta até a pia e efetua a limpeza, coloca na máquina para esterilizar, posteriormente retira as louças e coloca no balcão; g) Nutricionista: verificação do cardápio percápita, acompanha a rotina de produção. ANÁLISE QUANTITATIVA a) Método utilizado Inspeção visual no local de trabalho, avaliação do nível de ruído e calor Termômetro de Globo) e dados do PPRA 2012 / (Decibelímetro e ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS a) Fundamentação técnica e científica Os níveis de pressão sonora medidos na cozinha foram: 74,5 db (A) (cozinheiro); 78,9 db(a) (auxiliar de cozinha); 69,9 db(a) (cozinheira dietética e confeiteira); 66,7 db(a) (auxiliar de serviços gerais lavatório; 58,3 db(a) (copeira hospitala na cozinha), 63,8 db(a) (para o açougueiro); 66,9 db(a) (paraa o armazenista); 58,8 db(a) (para a copeira de restaurante); 53,8 db(a) (para a auxiliar administrativa, para ao supervisora e para a nutricionista) ). 52,7 d(b)a (para a auxiliar de serviços gerais do refeitório. Os níveis de temperatura medidos na cozinha foram: 31,1 IBUTG (para a cozinheira, auxiliar de cozinheira e cozinheira dietética). Para o auxiliar de serviços gerais (lavatório) e copeira hospitalar (na cozinha), o ambiente é climatizado. 25
26 b) Fundamentação legal O anexo 1 da NR-15, portaria de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho estabelece limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente, regulamentando o nível de 85dB para 08 horas de trabalho e os níveis de pressão sonora medidos na cozinha foram: 74,5 db (A) (cozinheiro); 78,9 db(a) (auxiliar de cozinha); 69,9 db(a) (cozinheira dietética e confeiteira); 66,7 db(a) (auxiliar de serviços gerais lavatório; 58,3 db(a) (copeira hospitala na cozinha). O Quadro 1 do Anexo 3 (Limites de Tolerância para Exposição ao Calor) da NR-15, estabelece o valor de 26,7 IBUTG para atividade moderada e o níveis de calor medidos na cozinha foram: 31,1 IBUTG (para a cozinheira, auxiliar de cozinheira e cozinheira dietética). Para o auxiliar de serviços gerais (lavatório) e copeira hospitalar (na cozinha), o ambiente é climatizado. MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS a) Medidas de proteção individual Sapato de segurança, bota de borracha, luvas descartável, máscara descartável, avental de napa e jaleco (copeira hospitalar); luva de aço (açougueiro). b) Medidas de proteção coletiva Exaustores. Há um sistema de refrigeração mas que não funciona 26
27 CONCLUSÃO De acordo com a análise e interpretação dos resultados, levando em consideração a fundamentação técnica e legal, conclui-se que o colaboradores da cozinha (cozinheira, auxiliar de cozinha e a cozinheira dietética) estão expostos a agentes agressivos a saúde (calor), portanto, faz jus a percepção do adicional de insalubridade de grau médio conforme Quadro 1 do Anexo 3 da NR 15, que representa 20% (vinte por cento) do salário mínimo nacional. A copeira hospitalar que tem como atribuições preparar, montar e entrega aos pacientes e acompanhantes os lanches e refeições, tem como rotina diária conduzir o carrinho contendo as refeições, entrega aos acompanhantes dos pacientes com patologias diversas que se encontram nas macas ao longo dos corredores do hospital, na recreação onde se encontra crianças pós operadas, na observação onde se encontra crianças acidentadas, setor do neonatal, área de isolamento, UTI, setor de reanimação. Por estes corredores são transportado através de carrinhos por outra empresa terceirizada, o lixo hospitalar. Portanto, as copeiras hospitalar estão expostas a agentes agressivos a saúde (risco biológico), por isso, faz jus ao adicional de insalubridade de grau médio conforme Anexo 14 da NR 15, que representa 20% (vinte por cento) do salário mínimo nacional. Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA D/PB 27
28 UNIDADE - HOSPITAL TROPICAL DESCRIÇÃO DO AMBIENTEE Na cozinha o ambiente é fechado, climatizado, piso de cerâmica, paredes de alvenaria com revestimento parcial de azulejo, iluminação artificial. Nos refeitórios 1 e 2 o ambiente é fechado, climatizado, piso de cimento, forro de pvc, iluminação natural e artificial. Na área de lavagem (panelário) o ambiente é fechado, climatizado, piso de cerâmica, paredes de cerâmica revestidas com azulejos, iluminação artificial e natural. No açougue o ambiente é fechado com paredes revestida de azulejo, climatizado, piso de cerâmica, iluminação natural e artificial. No setor de estoque (armazenista) o ambiente é fechado, climatizado, com paredes de alvenaria, piso de cerâmica, iluminação natural e artificial. No setor de confeitaria o ambiente é fechado, climatizado, piso de cerâmica, paredes de cerâmica revestidas com azulejos, iluminação artificial e natural. No setor de nutrição Interal o ambiente é fechado, climatizado, paredes de alvenaria revestida parcialmente com azulejo, iluminação natural e artificial, forro de pvs. ANÁLISES QUALITATIVAs a) Atividades executadas no local inspecionado: Preparação, cozimento e distribuição de refeições funcionários, pacientes e acompanhantes do hospital Tropical (cozinheira e auxiliar de cozinha); preparar, arrumar e levar lanches e refeições aos pacientes (copeira hospitalar); arrumar pratos, talheres e mesas e fazer limpeza na cozinha (auxiliar de serviços gerais do refeitório); recebe as mercadorias não perecíveis, confere as notas, as quantidades, pesa, faz inventário, realiza pedidos conforme cardápio; recebe os alimento perecíveis (carne, frango, peixes), confere o peso, as notas, a quantidade, a qualidade e armazena nas câmaras frigoríficas (armazenista). b) Trabalhadores expostos: Cozinheira, auxiliar de cozinha, cozinheira dietética, auxiliar de serviços gerais de cozinha (panelário), auxiliar de serviços gerais do refeitório, armazenista, confeiteira, açougueiro. c) Etapas do processo operacional: Cozinheira e auxiliar de cozinha: Liga o fogão, prepara os alimentos (corta, tempera, coloca na panela, transporta até o fogão, meche os alimentos), após ficar pronto coloca nas cubas, transporta para as rampas do refeitório (balcão térmico); 28
29 Auxiliar de serviços gerais (panelário): Recebe os pratos do refeitório, transporta até a pia e efetua a limpeza, coloca na máquina para esterilizar, posteriormente retira as louças e coloca no balcão. Não manuseia substancias químicas, pois o processo é mecanizado. Confeiteira: Prepara e cozinheira tudo o que se refere a lanches e sobremesas; vai ao permanece mais ou menos dois minutos durante duas vezes ao dia; forno e Cozinheira dietética e auxiliar de cozinha dietética: prepara os alimentos destinados exclusivamente aos pacientes; Açougueiro: recebe os alimentos perecíveis (carne, frango, peixes), confere o peso, as notas, a quantidade, a qualidade e armazena nas câmaras frigoríficas; Armazenista: recebe as mercadorias não perecíveis, confere as notas, as quantidades, pesa, faz inventário, realiza pedidos conforme cardápio; Supervisora: verifica a refeição na cuba, inspeciona e checa a cozinha como um todo; Auxiliar de serviços gerais do refeitório: Recebe os pratos do refeitório, transporta até a pia e efetua a limpeza, coloca na máquina para esterilizar, posteriormente retira as louças e coloca no balcão; Nutricionista: verificação do cardápio percápita, acompanha a rotina de produção; Auxiliar administrativo: confere os tickers, confere os cartões de ponto, controla o pedido de uniformes, controla a permuta de funcionários, etc.. ANÁLISE QUANTITATIVA a) Método utilizado Inspeção visual no local de trabalho, avaliação do nível de ruído e calor Termômetro de Globo) e dados do PPRA 2010 / (Decibelímetro e 29
30 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS a) Fundamentação técnica e científica Os níveis de pressão sonora medidos na cozinha foram: 66,1 db (A) (nutricionista); 63,9 db(a) (açougueiro); 69,8 db(a) (cozinheira dietética, copeira de copeira, copeira hospitalar e confeiteira); 78,8 db(a) (cozinheira, auxiliar de cozinha e supervisora); 68,2dB(A) (auxiliar de serviços gerais lavatório; 69,3 db(a) (armazenista, açougueiro supervisor). Os níveis de temperatura medidos na cozinha foi: 27,4 IBUTG (para a cozinheira, auxiliar de cozinheira e cozinheira dietética). Para os demais setores da cozinha o ambiente é climatizado. b) Fundamentação legal O anexo 1 da NR-15, portaria de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho estabelece limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente, regulamentando o nível de 85dB para 08 horas de trabalho e os níveis de pressão sonora medidos na cozinha foram: 66,1 db (A) (nutricionista); 63,9 db(a) (açougueiro); 69,8 db(a) (cozinheira dietética, copeira de copeira, copeira hospitalar e confeiteira); 78,8 db(a) (cozinheira, auxiliar de cozinha e supervisora); 68,2dB(A) (auxiliar de serviços gerais lavatório; 69,3 db(a) (armazenista, açougueiro supervisor). O Quadro 1 do Anexo 3 (Limites de Tolerância para Exposição ao Calor) da NR-15, estabelece o valor de 26,7 IBUTG para atividade moderada e o nível de calor medidos na cozinha foi: 27,4 IBUTG (para a cozinheira, auxiliar de cozinheira e cozinheira dietética). Para os demais setores da cozinha o ambiente é climatizado. MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS a) Medidas de proteção individual Sapato de segurança, bota de borracha, luvas descartável, máscara descartável, avental de napa e jaleco (copeira hospitalar); luva de aço (açougueiro). b) Medidas de proteção coletiva Exaustores. Há um sistema de refrigeração 30
31 CONCLUSÃO De acordo com a análise e interpretação dos resultados, levando em consideração a fundamentação técnica e legal, conclui-se que os colaboradores da cozinha (cozinheira, auxiliar de cozinheira e cozinheira dietética) apesar da temperatura medida 27,4 IBUTG estar um pouco acima (0,7IBUTG) do limite de tolerância 26,7 IBUTG não faz jus a percepção do adicional de insalubridade, pois o fogão não fica o dia inteiro ligado. O mesmo é ligado para fazer o café da manhã, depois é desligado, há um intervalo, em seguida é ligado para fazer o almoço e depois é desligado. Ao desligar o fogão o mesmo resfria. A temperatura foi medida com os mesmos ligados. A copeira hospitalar que tem como atribuições preparar, montar e entrega aos pacientes e acompanhantes os lanches e refeições, tem como rotina diária conduzir o carrinho contendo as refeições, entrega aos pacientes que se encontram no Pronto Atendimento (P.A.) onde a doença ainda não foi identificada, onde posteriormente constata-se que a maioriaa das doenças é: meningite, tuberculose, hepatite, D.S.T. Entrega também nas áreas de isolamento, aonde chega à anti sala, bate na porta e entrega ao acompanhante. Às vezes o paciente não está com acompanhante e as refeições são entregue diretamente aos pacientes. Portanto, as copeiras hospitalar do Hospital Tropical estão expostas a agentes agressivos a saúde (risco biológico) conforme anexo 14 da NR 15. Por isso, faz jus ao adicional de insalubridade de grau médio, que representa 20% (vinte por cento) do salário mínimo nacional. Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA D/PB 31
32 HOSPITAL DA CRIANÇA DA COMPENSA - CAIC DESCRIÇÃO DO AMBIENTE Na cozinha o ambiente é fechado, não climatizado, piso de cerâmica, paredes de alvenaria com revestimento de azulejo, iluminação natural e artificial. No refeitórios o ambiente é fechado, climatizado, piso de cerâmica, forro de pvc, iluminação artificial. Na área de lavagem (panelário) o ambiente é fechado, não climatizado, piso de cerâmica, paredes de alvenaria com revestimento de azulejo, iluminação natural e artificial. No açougue o ambiente é fechado com paredes revestida de azulejos, climatizado, piso de cimento, iluminação artificial. No setor de estoque (armazenista) o ambiente é fechado, não climatizado, com paredes de alvenaria, piso de cimento, iluminação artificial. No setor de confeitaria o ambiente é fechado, não climatizado, piso de cimento, paredes de alvenaria revestidas com azulejos, iluminação artificial e natural. No setor da dieta o ambiente é fechado, não climatizado, paredes de alvenaria revestida com azulejo, iluminação artificial. Na câmara frigorífica o ambiente é fechado, refrigerado. ANÁLISES QUALITATIVAS a) Atividades executadas no local inspecionado: Preparação, cozimento e distribuição de refeições funcionários, pacientes e acompanhantes do Hospital da Criança (cozinheira e auxiliar de cozinha); preparar, arrumar e levar lanches e refeições aos pacientes e acompanhantes (copeira hospitalar); arrumar pratos, talheres e mesas e fazer limpeza na cozinha (auxiliar de serviços gerais do refeitório); recebe as mercadorias não perecíveis, confere as notas, as quantidades, pesa, faz inventário, realiza pedidos conforme cardápio; recebe os alimento perecíveis (carne, frango, peixes), confere o peso, as notas, a quantidade, a qualidade e armazena nas câmaras frigoríficas (armazenista). b) Trabalhadores expostos: Cozinheira, auxiliar de cozinha, cozinheira dietética, auxiliar de serviços gerais de cozinha (panelário), auxiliar de serviços gerais do refeitório, confeiteira, açougueiro, armazenista, supervisora, nutricionista, saladeira. c) Etapas do processo operacional: 32
33 Cozinheira e auxiliar de cozinha: Liga o fogão, prepara os alimentos (corta, tempera, coloca na panela, transporta até o fogão, meche os alimentos), após ficar pronto coloca nas cubas, transporta para as rampas do refeitório (balcão térmico); Auxiliar de serviços gerais (panelário): Recebe os pratos do refeitório, transporta até a pia e efetua a limpeza, coloca na máquina para esterilizar, posteriormente retira as louças e coloca no balcão. Não manuseia substancias químicas, pois o processo é mecanizado. Confeiteira: Prepara e cozinheira tudo o que se refere a lanches e sobremesas; vai ao forno e permanece mais ou menos dois minutos durante duas vezes ao dia; Saladeira: clora, emerge os ortifruti em água, lava com água corrente, coloca nas cubas, prepara e cozinha tudo que se refere a confeitaria prepara e monta as sobremesas. Cozinheira dietética e auxiliar de cozinha dietética: prepara os alimentos destinados exclusivamente aos pacientes; Açougueiro: recebe os alimentos perecíveis (carne, frango, peixes), confere o peso, as notas, a quantidade, a qualidade e armazena nas câmaras frigoríficas; Armazenista: recebe as mercadorias não perecíveis e perecíveis, confere as notas, as quantidades, pesa, faz inventário, realiza pedidos conforme cardápio, armazena na câmara frigorífica; Supervisora: verifica a refeição na cuba, inspeciona e checa a cozinha como um todo; Auxiliar de serviços gerais do refeitório: Recebe os pratos do refeitório, transporta até a pia e efetua a limpeza, coloca na máquina para esterilizar, posteriormente retira as louças e coloca no balcão; Nutricionista: verificação do cardápio percápita, acompanha a rotina de produção; Auxiliar administrativo: confere os tickers, confere os cartões de ponto, controla o pedido de uniformes, controla a permuta de funcionários, etc.. Sala da dieta: higienização, preparação de sucos e vitaminas. ANÁLISE QUANTITATIVA a) Método utilizado 33
34 Inspeção visual no local de trabalho, avaliação do nível de ruído e calor (Decibelímetro e Termômetro de Globo), citação dos riscos biológicos e dados do PPRA 2012 / ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS a) Fundamentação técnica e científica Os níveis de pressão sonora medidos na cozinha foram: 54,6dB (A) (nutricionista); 88,5dB(A) (confeiteira); 64,6dB(A) (copeira hospitalar); 50,6dB(A) (açougueiro), 69,6 db(a) (auxiliar de cozinha, supervisora); 69,5 d(b)a (auxiliar de serviços gerais panelário); 69,9 d(b)a (cozinheiro); 54,7 d(b)a (lactarista); 63,1 d(b)a (copeira restaurante); Os níveis de temperatura medidos na cozinha foram: 27,7 IBUTG (para açougueiro, cozinheira, cozinheira dietética e auxiliar de cozinheira); 25,0 IBUTG (auxiliar de serviços gerais da cozinha) ). Para os demais setores da cozinha o ambientee é climatizado. b) Fundamentação legal O anexo 1 da NR-15, portaria de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho estabelece limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente, regulamentando o nível de 85dB para 08 horas de trabalho e os níveis de pressão sonora medidos na cozinha foram: 54,6dB (A) (nutricionista); 88,5dB(A) (confeiteira); 64,6dB(A) (copeira hospitalar); 50,6dB(A) (açougueiro), 69,6 db(a) (auxiliar de cozinha, supervisora); 69,5 d(b)a (auxiliar de serviços gerais panelário); 69,9 d(b)a (cozinheiro); 54,7 d(b)a (lactarista); 63,,1 d(b)a (copeira restaurante). Quadro 1 do Anexo 3 (Limites de Tolerância para Exposição ao Calor) da NR-15, estabelece o valor de 26,7 IBUTG para atividade moderada e os níveis de temperatura medidos na cozinha foram: 27,7 IBUTG (para açougueiro, cozinheira, cozinheira dietética e auxiliar de cozinheira); 25,0 IBUTG (auxiliar de serviços gerais da cozinha). MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS a) Medidas de proteção individual Sapato de segurança, bota de borracha, luvas descartável, máscara descartável, avental de napa e jaleco (copeira hospitalar); luva de aço (açougueiro). b) Medidas de proteção coletiva Exaustores, sistema de refrigeração. 34
35 CONCLUSÃO De acordo com a análise e interpretação dos resultados, levando em consideração a fundamentação técnica e legal, conclui-se que os colaboradores da cozinha (açougueiro, cozinheira, cozinheira dietética e auxiliar de cozinheira) estão expostos a agentes agressivos a saúde (calor), conforme Quadro 1 do Anexo 3 da NR 15, portanto, faz jus ao adicional de insalubridade de grau médio que representa 20% (vinte por cento) do salário mínimo nacional. A copeira hospitalar que tem como atribuições preparar, montar e entrega aos acompanhantes os lanches e refeições, tem como rotina diária conduzir o carrinho contendo as refeições, entrega aos acompanhantes dos pacientes que se encontram no Pronto Atendimento (P.A.) onde a doença ainda não foi identificada. Entrega também nas áreas de isolamento, aonde chega à anti sala, bate na porta e entrega ao acompanhante, entrega na anti sala do setor de isolamento, no lcatário prepara as mamadas, leva as mamadeiras até as mães, em seguida recolhe as mamadeiras, retira o excesso, lava as mesmas e coloca na máquina para esterilizar. Portanto, as copeiras hospitalar do Hospital da Criança da Compensa estão expostas a agentes agressivos a saúde (risco biológico), por isso, faz jus ao adicional de insalubridade de grau médio, que representa 20% (vinte por cento) do salário mínimo nacional conforme anexo 14 da NR 15. Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA D/PB 35
36 REFERÊNCIAS - Anexo 1 e 14 da NR-15 do Ministério do Trabalho; - Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais PPRA do ano de 2012 / 2013; - Portaria 3.214/78 - Anexos I e Quadro I do Anexo 3 da NR - 15 (Limites de Tolerância para Ruídos Contínuo ou Intermitente; e Limites de Tolerância para Exposição ao Calor); 36
LAUDO DE INSALUBRIDADE
Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA Elaborado por: Ana Priscilla de Oliveira Gomes Engª Segurança do Trabalho CREA: 18952 Novembro 2013 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA C.N.P.J.:
LAUDO DE INSALUBRIDADE
LAUDO DE INSALUBRIDADE Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA Elaborado por: Ana Priscilla de Oliveira Gomes Engª Segurança do Trabalho CREA: 18952 Novembro 2013 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA Empresa: CASTELINHO
LAUDO DE INSALUBRIDADE
Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA Elaborado por: Ana Priscilla de Oliveira Gomes Engª Segurança do Trabalho CREA: 18952 Novembro 2013 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA C.N.P.J.:
LAUDO DE INSALUBRIDADE
LAUDO DE INSALUBRIDADE Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA Elaborado por: Ana Priscilla de Oliveira Gomes Engª Segurança do Trabalho CREA: 18952 Novembro 2013 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA Empresa: CASTELINHO
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE.
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. VIGÊNCIA: NOVEMBRO DE 2014 à OUTUBRO DE 2015 Empresa: Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança do Trabalho CREA 5907 D/PB 1.0 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE.
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. VIGÊNCIA: NOVEMBRO DE 2014 à OUTUBRO DE 2015 Empresa: Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança do Trabalho CREA 5907 D/PB SUMÁRIO 1.0 CARACTERIZAÇÃO
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. VIGÊNCIA: NOVEMBRO DE 2014 à OUTUBRO DE 2015 Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA HOSPITAL ADRIANO JORGE Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança do
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. VIGÊNCIA: NOVEMBRO DE 2014 à OUTUBRO DE 2015 Empresa: LTDA HPS E Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança no Trabalho CREA 5907 D/PB 1.0 CARACTERIZAÇÃO
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. VIGÊNCIA: OUTUBRO DE 2016 à OUTUBRO DE 2017 Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA HOSPITAL E MATERNIDADE UNIMED. Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. VIGÊNCIA: NOVEMBRO DE 2014 à OUTUBRO DE 2015 Empresa: Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança do Trabalho CREA 5907 D/PB SUMÁRIO 1.0 CARACTERIZAÇÃO
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LAUDO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: MAIO/2016 A MAIO/2017 Empresa: SILVEIRA SORVETES LTDA FILIAL Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Segurança no Trabalho CREA: 5.907-D/PB IDENTIFICAÇÃO DA
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VIGÊNCIA: JANEIRO DE 2018 à JANEIRO DE 2019. Empresa: PANIFICADORA CONDE LTDA FILIAL III Elaborado por: Reginaldo Beserra Alves Engenheiro de Segurança no Trabalho CREA: 5.907- D/PB SUMÁRIO 1. IDENTIFICAÇÃO
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: MAIO DE 2017 à MAIO DE 2018. Empresa: N REIS LIMA EPP Responsável Técnico: REGINALDO BESERRA ALVES Engº Segurança no Trabalho CREA 5907-D/ PB IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
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LAUDO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: MAIO/2016 A MAIO/2017 Empresa: LOIO SORVETES LTDA (FILIAL). Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Segurança no Trabalho CREA: 5.907-D/PB IDENTIFICAÇÃO DA
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2013 LAUDO DE INSALUBRIDADE ABREU LOIO SORVETES FILIAL Elaboração: Ana Priscilla de O. Gomes Eng. de Seg. do Trabalho CREA AM 18952 Manaus Amazonas Outubro / 2013 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social:
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE Empresa: J A LOIO DA SILVA ME (MATRIZ). Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Segurança no Trabalho CREA: 5.907-D/PB MAIO/ 2015 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
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2013 LAUDO DE INSALUBRIDADE J A LOIO DA SILVA ME - FILIAL Elaboração: Ana Priscilla de O. Gomes Eng. de Seg. do Trabalho CREA AM 18952 Manaus Amazonas Outubro / 2013 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social:
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2013 LAUDO DE INSALUBRIDADE SILVEIRA SORVETES LTDA - MATRIZ Elaboração: Ana Priscilla de O. Gomes Eng. de Seg. do Trabalho CREA AM 18952 Manaus Amazonas Outubro / 2013 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social:
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: MAIO DE 2017 à MAIO DE 2018. Empresa: LOIO SORVETES LTDA EPP (FILIAL) Responsável Técnico: REGINALDO BESERRA ALVES Engº Segurança no Trabalho CREA 5907-D/ PB IDENTIFICAÇÃO
PEDROSA DISTRIBUIDORA LTDA
PEDROSA DISTRIBUIDORA LTDA Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Engº de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB Outubro / 2012 Manaus Amazonas 1 de 20 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: PEDROSA DISTRIBUIDORA
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. VIGÊNCIA: FEVEREIRO DE 2015 à MARÇO DE 2016 Empresa: PANIFICADORA CONDE LTDA FILIAL 04 Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança do Trabalho CREA
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. Empresa: DULCILA FESTAS CONVENÇÕES LTDA Responsável Técnica: Monik Pereira da Silva Engª Segurança no Trabalho CREA 16235/AM IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Empresa: DULCILA FESTAS
AMAZON SAND INDÚSTRIA E COMERCIO DE AREIA DE FUNDIÇÃO LTDA LAUDO DE INSALUBRIDADE
AMAZON SAND INDÚSTRIA E COMERCIO DE AREIA DE FUNDIÇÃO LTDA LAUDO DE INSALUBRIDADE Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB Manaus Amazonas Julho / 2011 1 IDENTIFICAÇÃO
LAUDO DE INSALUBRIDADE
2013 LAUDO DE INSALUBRIDADE GLACIAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE SORVETES LTDA Elaboração: LETÍCIA AMORIM DA COSTA Eng. de Seg. do Trabalho CAU: A59111-4 Manaus Amazonas Julho / 2013 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. VIGÊNCIA: NOVEMBRO DE 2014 à OUTUBRO DE 2015 Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA - HOSPITAL UNIMED NILTON LINS Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança
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LAUDO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: MAIO/2016 A MAIO/2017 Empresa: ABREU LOIO SORVETES LTDA - MATRIZ. Elaborado por: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Segurança do Trabalho CREA: 5.907-D/PB IDENTIFICAÇÃO DA
DE INSALUBRIDADE. Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA D/PB
LAUDO DE INSALUBRIDADE Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB Manaus Amazonas Dezembro / 2011 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: DULCILAS FESTAS E CONVENÇÕES LTDA.
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: FEVEREIRO DE 2017 à FEVEREIRO DE 2018. Empresa: PANIFICADORA CONDE LTDA FILIAL 2 Elaborado por: Reginaldo Beserra Alves Engenheiro de Segurança no Trabalho CREA:
KRAFOAM DA AMAZÔNIA INDÚSTRIA DE EMBALAGENS LTDA
KRAFOAM DA AMAZÔNIA INDÚSTRIA DE EMBALAGENS LTDA LAUDO DE INSALUBRIDADE Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB Manaus Amazonas Junho / 2011 1 de 32 IDENTIFICAÇÃO DA
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Empresa: DULCILAS FESTAS E CONVENÇÕES LTDA. Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Eng. Segurança CREA: 5907-D/PB Hannah Martins Técnica em Segurança do Trabalho SRT/AM 0003169 Novembro / 2012
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. VIGÊNCIA: FEVEREIRO DE 2015 à MARÇO DE 2016 Empresa: PANIFICADORA CONDE LTDA FILIAL 02 Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança do Trabalho CREA
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE FILIAL 3 SASMET SERVIÇO DE ASSESSORIA EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO ELABORADO POR APROVADO POR EMPRESA: DATA Ana Priscilla de Oliveira Gomes Engenheira de Segurança
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LAUDO DE INSALUBRIDADE Empresa: GLACIAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE SORVETES LTDA. Elaborado por; Reginaldo Beserra Alves Eng. de Segurança no Trabalho CREA: 5.907-D/PB MAIO/ 2015 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
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LAUDO DE INSALUBRIDADE Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB Manaus Amazonas Outubro / 2011 1 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: Harman da Amazônia Industrial
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. VIGÊNCIA: OUTUBRO DE 2016 à OUTUBRO DE 2017. Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA HOSPITAL ADRIANO JORGE. Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança do Trabalho
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2013 LAUDO DE INSALUBRIDADE LOIO SORVETES LTDA - MATRIZ Elaboração: Ana Priscilla de O. Gomes Eng. de Seg. do Trabalho CREA AM 18952 Manaus Amazonas Outubro / 2013 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social:
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE PANIFICADORA CONDE FILIAL 2 SASMET SERVIÇO DE ASSESSORIA EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO ELABORADO POR APROVADO POR EMPRESA: DATA Ana Priscilla de Oliveira Gomes Engenheira
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. VIGÊNCIA: OUTUBRO DE 2016 à OUTUBRO DE 2017 Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA MATERNIDADE BALBINA MESTRINHO Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE REMAR INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA SASMET SERVIÇO DE ASSESSORIA EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO ELABORADO POR APROVADO POR EMPRESA: DATA Paloma de Paula Bomfim Engenheira
CASTELINHOS REFEIÇÕES LTDA UNIDADE: RESTAURANTE CENTRO
Serviço de Assessoria em Segurança e Medicina do Trabalho Laboratório de análises e patologia clínica Av. Ayrão, 518 Centro Fone: 3637 77 65 Manaus / Amazonas CASTELINHOS REFEIÇÕES LTDA UNIDADE: RESTAURANTE
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
- MARÍTIMO Revisão: 03 Página 1 de 35 Emissão: 30/09/2018 Empresa: Transglobal Serviços Ltda CNPJ: 01.362.266.0001-47 Elaborado: SASMET: Kelp-Serviços Médicos Ltda Vigência: Setembro de 2018 à Setembro
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: JANEIRO DE 2018 à JANEIRO DE 2019. Empresa: PANIFICADORA CONDE LTDA FILIAL 1 Elaborado por: Reginaldo Beserra Alves Engenheiro de Segurança no Trabalho CREA: 5.907-
SANGUE NATIVO. ELABORAÇÃO: Eng Seg. Reginaldo Beserra Alves
SANGUE NATIVO ELABORAÇÃO: Eng Seg. Reginaldo Beserra Alves Dezembro - 2012 1 LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE 1. APRESENTAÇÃO A elaboração do Laudo Técnico de Periculosidade cumpre determinação das Normas
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LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE FILIAL 1 SASMET SERVIÇO DE ASSESSORIA EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO ELABORADO POR APROVADO POR EMPRESA: DATA Ana Priscilla de Oliveira Gomes Engenheira de Segurança
CASTELINHOS REFEIÇÕES LTDA UNIDADE: HOSPITAL GETÚLIO VARGAS
Serviço de Assessoria em Segurança e Medicina do Trabalho Laboratório de análises e patologia clínica Av. Ayrão, 518 Centro Fone: 3637 77 65 Manaus / Amazonas CASTELINHOS REFEIÇÕES LTDA UNIDADE: HOSPITAL
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE.
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. VIGÊNCIA: OUTUBRO DE 2016 à OUTUBRO DE 2017 Empresa: CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA - HOSPITAL UNIMED PARQUE DAS LARANJEIRAS. Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Engº
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
Empresa: MISSÃO BATISTA DA FÉ. Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Eng. Segurança CREA: 5907-D/PB Taiane Baraúna Cavalcante Técnica em Segurança do Trabalho SRT/AM 0004157 Dezembro / 2012
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: NOVEMBRO DE 2016 à NOVEMBRO DE 2017. Empresa: P.M.F TRANSPORTES ESPECIAIS LTDA. Responsável Técnico: REGINALDO BESERRA ALVES Engº Segurança no Trabalho CREA 5.907-D/
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: FEVEREIRO DE 2015 à FEVEREIRO DE 2016. Empresa: PANIFICADORA CONDE LTDA - MATRIZ Elaborado por: Reginaldo Beserra Alves Engenheiro de Segurança no Trabalho CREA:
LAUDO DE INSALUBRIDADE
LAUDO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: MAIO/2016 A MAIO/2017 Empresa: LOIO SORVETES LTDA - MATRIZ Elaborado por: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Segurança no Trabalho CREA: 5.907-D/PB IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE
LAUDO TÉCNICO DE Empresa: BVB SERVIÇOS AUXILIARES DE TRANSPORTES AÉREO LTDA- Elaborado: Clarice Amorim Eng. Segurança do Trabalho CREA: 13012-D/AM Novembro / 2013 MANAUS AM LAUDO TÉCNICO DE SOLICITANTE:
LAUDO DE INSALUBRIDADE. Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA D/PB
LAUDO DE INSALUBRIDADE Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB Manaus Amazonas Janeiro / 2015 LAUDO DE INSALUBRIDADE Empresa: PORTAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE VIDROS
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
Empresa: ORION INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS LTDA. Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Eng. Segurança CREA: 5907-D/PB Hannah Martins Técnica em Segurança do Trabalho SRT/AM 0003169 Outubro / 2012
LAUDO DE INSALUBRIDADE
2012 LAUDO DE INSALUBRIDADE GLACIAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE SORVETES LTDA Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB Manaus Amazonas Julho / 2012 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
FUNDAÇÃO CENTRO DE CONTROLE DE ONCOLOGIA - FCECON LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE Elaborado por: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Segurança no Trabalho CREA: 5.907-D/PB Dezembro de 2015 a Dezembro 2016 LAUDO
LAUDO DE PERICULOSIDADE
2012 LAUDO DE PERICULOSIDADE PANIFICADORA CONDE LTDA Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB Manaus Amazonas Fevereiro / 2012 APRESENTAÇÃO A elaboração do Laudo Técnico
LAUDO DE INSALUBRIDADE
2012 LAUDO DE INSALUBRIDADE PANIFICADORA CONDE LTDA Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB Manaus Amazonas Fevereiro / 2012 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social:
HPS 28 DE AGOSTO. ELABORAÇÃO: Eng Seg. Reginaldo Beserra Alves
HPS 28 DE AGOSTO ELABORAÇÃO: Eng Seg. Reginaldo Beserra Alves Rev. 01 Novembro 2014 1 LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE 1. Apresentação A elaboração do Laudo Técnico de Periculosidade cumpre determinação
LTCAT Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho.
\ REIFEIÇÕES LTDA LTCAT Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho. VIGÊNCIA: NOVEMBRO DE 2014 à OUTUBRO DE 2015. Empresa: REFEIÇÕES LTDA HOSPITAL GETÚLIO VAGAS Responsável Técnico: Reginaldo Beserra
LAUDO DE PERICULOSIDADE
2012 LAUDO DE PERICULOSIDADE GLACIAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE SORVETES LTDA Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB Manaus Amazonas Julho / 2012 APRESENTAÇÃO A elaboração
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
Empresa: WALDEMIRO P. LUSTOSA E CIA LTDA Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Eng. Segurança CREA: 5907-D/PB Hannah Martins Técnica em Segurança do Trabalho SRT/AM 0003169 Novembro / 2012
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE VIGÊNCIA: NOVEMBRO DE 2016 à NOVEMBRO DE 2017. Empresa: P.M.F TRANSPORTES ESPECIAIS LTDA. Responsável Técnico: REGINALDO BESERRA ALVES Engº Segurança no Trabalho CREA 5.907-D/
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE
TÉCNICO DE INSALUBRIDADE E Empresa: Amazon Sand Indústria de areia de fundição ltda. Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Eng. Segurança CREA: 5907-D/PB Hannah Martins Técnica em Segurança
LAUDO DE PERICULOSIDADE. Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA D/PB
LAUDO DE PERICULOSIDADE Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB Manaus Amazonas Fevereiro / 2013 APRESENTAÇÃO A elaboração do Laudo Técnico de Periculosidade cumpre
CASTELINHOS REFEIÇÕES LTDA UNIDADE: HOSPITAL E MATERNIDADE UNIMED
CASTELINHOS REFEIÇÕES LTDA UNIDADE: HOSPITAL E MATERNIDADE UNIMED Nov/2013 a Nov/2014 AV. CONSTANTINO NERY, 1678 Bairro: SÃO GERALDO - MANAUS \ AM Fone: ( 00 ) ( 000-0000 ) LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE. Rodoviário
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE Rodoviário VIGÊNCIA: SETEMBRO DE 2016 à SETEMBRO DE 2017. Empresa: TRANSGLOBAL SERVIÇOS LTDA RODOVIÁRIO. Elaborado por: Reginaldo Beserra Alves Eng. Segurança no Trabalho
LAUDO DE PERICULOSIDADE
2012 LAUDO DE PERICULOSIDADE PRESTIGE DA AMAZÔNIA LTDA Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB IPAAM: 204/10-PF Manaus Amazonas Agosto / 2012 1. Apresentação A elaboração
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE.
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE. VIGÊNCIA: MAIO DE 2015 À MAIO DE 2016. Empresa: AMAZON SAND INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE AREIA DE FUNDIÇÃO LTDA. Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE.
. VIGÊNCIA: FEVEREIRO DE 2017 À FEVEREIRO DE 2018. Empresa: KRAFOAM DA AMAZÔNIA INDÚSTRIA DE EMBALAGENS LTDA Responsável Técnica: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança no Trabalho CREA 5.907-D/PB APRESENTAÇÃO
CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA - HOSPITAL TROPICAL AV PEDRO TEIXEIRA N 25 Bairro: DOM PEDRO I - MANAUS \ AM
AV PEDRO TEIEIRA N 25 Bairro: DOM PEDRO I - MANAUS \ AM LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO LTCAT Período : 04/2012 Até 04/2013 Responsável Técnico REGINALDO BESERRA ALVES CREA: 5.907 - D/PB
AMAZON SAND IND. E COM. DE AREIA DE FUNDIÇÃO LTDA
AMAZON SAND IND. E COM. DE AREIA DE FUNDIÇÃO LTDA ELABORAÇÃO: Eng Seg. Reginaldo Beserra Alves Setembro - 2011 1 LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE 1. Apresentação A elaboração do Laudo Técnico de Periculosidade
LTCAT Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho.
REIFEIÇÕES LTDA LTCAT Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho. VIGÊNCIA: NOVEMBRO DE 2014 à OUTUBRO DE 2015. Empresa: REFEIÇÕES LTDA MATERNIDADE BALBINA MESTRINHO. Responsável Técnico: Reginaldo
CASTELINHOS REFEIÇÕES LTDA
CASTELINHOS REFEIÇÕES LTDA Nov/2013 a Nov/2014 RUA BARROSO N 317 Bairro: CENTRO - MANAUS \ AM Fone: ( 92 ) ( 3633-3111 ) LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO LTCAT Período : 2013 Até 11/2014
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÒES AMBIENTAIS DE TRABALHO
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÒES AMBIENTAIS DE Vigência: DEZEMBRO / 2016 à DEZEMBRO / 2017 Empresa: ADISBEL AMAZONAS DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS LTDA - EPP Elaborado por: REGINALDO BESERRA ALVES Eng de Segurança
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE VIGÊNCIA: JANEIRO DE 2018 à JANEIRO DE 2019 Empresa: PANIFICADORA CONDE LTDA FILIAL II Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança do Trabalho CREA 5.907
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE.
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE. VIGÊNCIA: FEVEREIRO DE 2015 à FEVEREIRO DE 2016 Empresa: PANIFICADORA CONDE LTDA MATRIZ Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança do Trabalho CREA
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: JANEIRO DE 2017 à JANEIRO DE 2018. Empresa: KRAFOAM DA AMAZÔNIA INDÚSTRIA DE EMBALAGENS LTDA. Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança do Trabalho
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE
LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE VIGÊNCIA: JANEIRO DE 2016 à JANEIRO DE 2017. Empresa: KRAFOAM DA AMAZÔNIA INDÚSTRIA DE EMBALAGENS LTDA. Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança do Trabalho
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho AVALIADOR RESPONSÁVEL
LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO AVALIADOR RESPONSÁVEL Reginaldo Beserra Alves Eng. Segurança do Trabalho CREA 5.907-D / PB 1 SUMÁRIO 1- Dados da empresa...3 2- Objetivo...3 3-
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE
LAUDO TÉCNICO DE Empresa: ORION INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS LTDA. Equipe Técnica Executora: Reginaldo Beserra Alves Eng. Segurança CREA: 5907-D/PB Hannah Martins Técnica em Segurança do Trabalho SRT/AM 0003169
CASTELINHOS REFEIÇÕES LTDA UNIDADE: HOSPITAL ADRIANO JORGE
CASTELINHOS REFEIÇÕES LTDA UNIDADE: HOSPITAL ADRIANO JORGE Nov/2013 a Nov/2014 AV. CARVALHO LEAL, 1778 Bairro: CACHOEIRINHA - MANAUS \ AM Fone: ( 00 ) ( 000-0000 ) LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE.
LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE. VIGÊNCIA: JANEIRO DE 2016 à JANEIRO DE 2017 Empresa: PANIFICADORA CONDE LTDA FILIAL 03 Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança do Trabalho CREA 5907
ANÁLISE GLOBAL DO PPRA
ANÁLISE GLOBAL DO PPRA VIGÊNCIA: JANEIRO DE 2019 à JANEIRO DE 2020. Empresa: PANIFICADORA CONDE LTDA - MATRIZ Responsável Técnico: Núbia de Souza Leão Engº Segurança do Trabalho CREA 26353/D-AM (PROGRAMA
CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA UNIDADE: SPA DO COROADO. LTCAT Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho
CASTELINHO REFEIÇÕES LTDA UNIDADE: SPA DO COROADO LTCAT Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho Período de Vigência: Novembro/2012 á Novembro/2013 Engenheiro Coordenador de Segurança do Trabalho
SANTOS & CONDE LTDA AV. CONSTANTINOPLA N 07 LOJA12/12 A Bairro: PLANALTO - MANAUS \ AM LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO LTCAT
AV. CONSTANTINOPLA N 07 LOJA12/12 A Bairro: PLANALTO - MANAUS \ AM LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO LTCAT Período: 02/2012 Até: 02/2013 Responsável Técnico REGINALDO BESERRA ALVES CREA:
