REGIONAIS 5.9.8.1 Executar rotina geral de manutenção da ETE REGIONAIS 5.9.8.2 Executar a manutenção geral das elevatórias das ETEs REGIONAIS 5.9.8.3 Executar a manutenção dos conjuntos motobombas Executar a manutenção geral da ETE, conforme orientações a seguir: Manter limpa área da estação, afastando a impressão de abandono; Proceder ao corte de grama, utilizando-se roçadeira; Executar caiação de meios-fios, sempre que necessário; Realizar periodicamente a vistoria e se possível, a manutenção da cerca do entorno da estação, evitando o acesso de pessoas não-autorizadas e animais; Limpar as vias de acesso ao corpo receptor e do local de lançamento; Proteger as tubulações e o ponto de lançamento do efluente tratado; Lavar as ferramentas após o uso(pás, enxadas, picaretas, rastelos, entre outras ferramentas) em água limpa, não podendo ser guardadas sujas; Realizar a coleta de amostras de efluentes e analises de parâmetros operacionais definidos para a estação de tratamento. Executar a manutenção das elevatórias, conforme orientações a seguir: Leitura de horímetro; Leitura de Amperímetro; Limpeza do Gradeamento, com retirada de material sólido dos cestos ou barras fixas e acondicionamento em bombona plástica; Verificar diariamente o correto funcionamento das bóias (as bóias de nível devem estar na posição vertical); Verificar nível de combustível do grupo gerador; Registrar ocorrências de transbordamentos do poço de sucção. Executar a manutenção dos conjuntos motobombas, conforme orientações a seguir: Examinar o mancal quanto à limpeza e penetração de umidade e preencher o suporte de mancal com óleo, graxa ou água (dependendo da bomba) na quantidade e qualidade correta; Controlar a corrente consumida pelo motor elétrico e o valor da tensão da rede; Certificar-se de que a bomba opera livre de vibrações e ruídos anormais, caso haja alguma alteração no comportamento verificar motivo; Se todos os sistemas operacionais forem considerados dentro do desejado, colocar a bomba no sistema automático; Girar as bombas reserva para garantir que estarão utilizáveis quando necessário (normalmente, pelo menos uma vez por semana). Diariamente Duas vezes ao dia Página 1 de 6
REGIONAIS 5.9.8.4 Executar a manutenção do cesto/gradeamento da caixa de despejo de autofossa REGIONAIS 5.9.8.5 Executar a manutenção da caixa de recebimento de autofossa REGIONAIS 5.9.8.6 Executar a manutenção do desarenador REGIONAIS 5.9.8.7 Efetuar a medição na Calha Parshall Executar a manutenção do cesto/gradeamento da caixa de despejo de autofossa, conforme orientações a seguir: Retirar o material retido no cesto/grades da caixa de recebimento de resíduos do autofossa; Depositar o material em local transitório (temporário) adequado à desidratação (secagem), existente no local; Depositar o material retirado, e já seco, em local adequado - caçambas, recipientes tampados, fora do acesso de insetos, especialmente moscas; Encaminhar o material retido para disposição final adequada conforme Licença de Operação (LO) da ETE. Executar a manutenção da caixa de recebimento de autofossa, conforme orientações a seguir: Remover manualmente os sólidos retidos no fundo da caixa e encaminhar ao leito para secagem do material; Onde houver registros para descarga de fundo, realizar a descarga dos sólidos retidos na caixa de areia, aguardar secagem e proceder com a limpeza da caixa de areia. Executar a manutenção do desarenador, conforme orientações a seguir: Abrir comportas de entrada e saída da câmara 02; Fechar comportas de entrada e saída da câmara 01; Abrir registro de descarga da câmara 01; Esgotar todo o fundo da câmara 01 utilizando jato d água (ou Venturi); Aguardar a drenagem do excesso líquido escoado junto com os sólidos para caixa de areia; Adicionar cal para sanitização do material retido na caixa de areia; Após secagem, remover, com pá e carrinho de mão, para caçamba coletora; No final de semana e nos feriados, abrir ambas as câmaras, caso a vazão média da ETE seja maior que 50% da vazão nominal (capacidade da ETE); Reiniciar o processo, agora abrindo as comportas da câmara 01, no primeiro dia da semana. Efetuar a medição da vazão por meio da Calha Parshall. Para a leitura da vazão, anotar as medidas de vazão de hora em hora, fornecidas pelo medidor ultrassônico. Quando houver a falha no medidor ou estiver em manutenção, proceder à leitura manual (régua) na calha, a 2/3 do ponto convergente, utilizando a tabela correspondente à largura da calha em estudo e procurar na tabela de vazão anexa, lançando os valores na Planilha de Controle Operacional (PCO), anexa a IT. Duas vezes ao dia, ou quando necessário. Horária Página 2 de 6
REGIONAIS 5.9.8.8 Efetuar a manutenção no reator UASB REGIONAIS 5.9.8.9 Efetuar a descarga do reator UASB REGIONAIS 5.9.8.10 Efetuar a manutenção dos queimadores REGIONAIS 5.9.8.11 Efetuar a manutenção no filtro biológico percolador Executar a manutenção no reator UASB, conforme orientações a seguir: Inspecionar vertedouro central. Se necessário, desobstruir os tubos difusores para garantir a distribuição uniforme do esgoto no reator; Remover mensalmente a escuma formada na superfície do reator. O material retirado deve ser encaminhado para leito de secagem e, disposto em caçambas para transporte ao aterro; Registrar, na Planilha de Controle Operacional (PCO), anexa a IT, a(s) ocorrência(s) de infiltração na estrutura do reator, fugas de gases ou qualquer outra anomalia com equipamentos ou estruturas na ETE. Executar descarga do reator UASB, conforme orientações a seguir: Fazer descargas periódicas de lodo que se acumula em excesso no reator, possibilitando também a retirada de material inerte que, eventualmente, se deposita no fundo do equipamento; (Descarga de lodo com sólidos acima de 1ml/l de sólidos). O limite para legislação é de 1ml/l. A descarga no leito de secagem deve ter aproximadamente 25 cm de altura. Executar a manutenção dos queimadores, conforme orientações a seguir: Antes de remover a válvula, desativar o faiscador e eliminar qualquer ponto de fagulha ou ignição nas proximidades. Remover a válvula corta-chamas, para secagem e desobstrução com ar comprimido. Após a remoção da válvula, instalar flange cego durante a manutenção da válvula, obstruir a tubulação de saída de gás do reator. Efetuar a manutenção da válvula tão rápido quanto possível, para retorno à sua posição. Lubrificar/engraxar os parafusos do flange. Executar a manutenção no filtro biológico percolador, conforme orientações a seguir: Avaliar diariamente a quantidade de sólidos sedmentáveis na saída e avaliar visualmente a formação de zonas de colmatação (empoçamento) na superfície, exigindo retrolavagem; No caso do filtro biológico percolador, verificar diariamente a correta distribuição do efluente através dos tubos do braço distribuidor; Durante a lavagem do Filtro: fechar a comporta de saída, proceder à alimentação normal com esgoto até que o fluxo atinja a superfície, em seguida fazer abertura abrupta da comporta de saída. Sempre que houver necessidade A cada 90 dias ou quando SS > 1ml/l Mensalmente Quinzenalmente, ou quando SS > 1ml/l Página 3 de 6
REGIONAIS 5.9.8.12 Efetuar a manutenção no decantador secundário REGIONAIS 5.9.8.13 Executar a descarga do decantador secundário Executar a manutenção do decantador secundário, conforme orientações a seguir: Limpar, sempre que necessário, os dispositivos de entrada e saída do afluente; Efetuar, diariamente, a inspeção e manutenção preventiva dos equipamentos, havendo bombas e raspadores mecânicos para remoção do lodo decantado; Verificar o funcionamento da ponte raspadora, se a remoção de escuma está sendo realizada uniformemente ao longo de toda extensão do equipamento. Verificar a presença de sólidos flotáveis e realizar a remoção, caso haja. Neste caso pode ser necessária a descarga de lodo. Realizar a recirculação para o Filtro Biológico de modo a aumentar a vazão e garantir a rotação do braço distribuidor. Verificar o funcionamento da dosadora de antiespumante e realizar a troca das bombonas contendo o material, sempre que necessário. Promover as descargas nos Leitos de Secagem a partir do Decantador Secundário, ou ainda, retornar a biomassa ao processo anaeróbio (UASB), sempre que a concentração de Sólidos Sedimentáveis se apresentar acima de 1ml/l; Diariamente A cada 90 dias ou quando SS > 1ml/l REGIONAIS 5.9.8.14 Executar a manutenção dos leitos de secagem Executar a manutenção dos leitos de secagem, conforme orientações a seguir: As descargas de lodo devem ter uma camada de aproximadamente 25 cm de altura; Após a secagem do lodo, aplicar a cal virgem para o processo de sanitização; Remover o lodo, quando apresentar fissuração por retração e estiver seco (aproximadamente 21 dias), encaminhando-o para disposição em caçambas ou bag s para transporte e disposição final conforme Licença de Operação (LO) da ETE; Uma vez realizada a remoção do lodo dos leitos, proceder a raspagem entre os tijolos para que o líquido possa infiltrar para os drenos na próxima descarga; Manter o calceteamento em ordem, substituindo tijolos e regularizando o leito sempre que necessário; Retornar com o líquido percolado ao início do processo; Remover a vegetação que possa se desenvolver no leito. Página 4 de 6
REGIONAIS 5.9.8.15 Executar a manutenção da caixa de areia REGIONAIS 5.9.8.16 Efetuar a manutenção de tanque séptico REGIONAIS 5.9.8.17 Executar a manutenção de filtro anaeróbio Executar a manutenção da caixa de areia, conforme orientações a seguir: Após a inversão das comportas do desarenador e da descarga no mesmo, o material é encaminhado à caixa de areia, como também acontece com o material retido na caixa receptora do autofossa. Uma vez realizada a descarga, deve-se seguir os seguintes procedimentos: Verificar se a drenagem está ocorrendo de maneira adequada. Caso necessário auxiliar o processo raspando entre os tijolos para que o líquido possa infiltrar pelos drenos. Aplicar a cal virgem para o processo de sanitização. Após secagem, remover o material e dispor em caçambas para transporte e disposição final Executar a manutenção de tanque séptico, conforme orientações a seguir: Realizar a limpeza ou esgotamento do tanque sempre que houver a presença de sólidos sedimentáveis, acima de 3 ml/l na saída do Tanque. Observar diariamente a formação do material grosseiro que forma por cima da camada líquida, a chamada escuma. Quando houver a necessidade de retirar esse material, deverá ser descarregado no leito devendo atingir entre 15 a 20 cm de altura. A freqüência mínima de limpeza será de 90 dias, mesmo que não haja sólidos que indiquem a necessidade de sua remoção. Executar a manutenção de filtro anaeróbio, conforme orientações a seguir: O filtro anaeróbio deve ser limpo quando for observada a obstrução do leito filtrante, observando-se os dispostos a seguir: Para a limpeza do filtro deve ser utilizada uma bomba de recalque, introduzindo-se o mangote de sucção pelo tubo-guia; Se constatado que a operação acima é insuficiente para retirada do lodo, deve ser lançada água sobre a superfície do leito filtrante, drenando-a novamente. Não deve ser feita a lavagem completa do filtro, pois retarda a partida da operação após a limpeza; O despejo resultante da limpeza do filtro anaeróbio deve ser lançado no leito de secagem. Promover a limpeza do meio filtrante três vezes ao dia, fazendo por bombeamento da camada de fundo do filtro. O processo provoca o arraste do lodo, que deverá ser descartado no leito de secagem da ETE. Garantir a permanência do leito filtrante e promover a sua limpeza, caso haja entupimento ou colmatação. Essa limpeza deverá ser feita pelo caminhão de hidrojateamento (pró-minas), a mangueira de pressão deverá percorrer cada um dos tubos perfurados que compõem o fundo do filtro, em toda sua extensão. Observar a ocorrência de infiltrações na estrutura do filtro, executando imediatamente a sua reparação. Página 5 de 6 Quando ocorrer SS > 3ml/l ou T=90d Três vezes ao dia
REGIONAIS 5.9.8.18 Conferir condições Conferir as condições das lagoas de estabilização, conforme orientações a seguir: das lagoas de Conferir, diariamente, as condições estruturais da lagoa, minimizando a possibilidade de estabilização ocorrência de erosão dos taludes e de infiltração no solo, observando-se a variação do nível da lâmina d água; Evitar os entupimentos nos dispositivos de entrada, para garantir a distribuição uniforme do esgoto na lagoa, caso esteja entupido realizar a desobstrução (esta poderá ser utilizando caminhão vácuo/pressão, portátil vácuo/pressão, ou até barras de PVC/PEAD); Promover a retirada de materiais grosseiros que, eventualmente, possam passar pelo tratamento preliminar; Conservar limpos os dispositivos de saída promovendo a limpeza diária; Conservar as margens da lagoa sem qualquer tipo de vegetação, para evitar a proliferação de insetos; Regularizar a vazão da entrada utilizando dispositivos que permitam sua distribuição uniforme. Diariamente DATA: 28/10/2015 Entrevistado: Luciara Helena de Oliveira Peruzzi Preenchido por: Luciara Helena de Oliveira Peruzzi Página 6 de 6