Protocolo, ed. V 21/01/2013

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Transcrição:

2013 Protocolo, ed. V Preparo e Dosagem 21/01/2013

www.ecosynth.com.br Protocolo ATM - ed.05 (jan/2013) Página 2

1. APRESENTAÇÃO A propriedade de ocupar áreas destinadas a expansão industrial, custo de disposição elevado, geração proporcional a quantidade de efluente tratado, e restrição de alguns órgão ambientais quanto a reciclagem agrícola, faz do lodo biológico, ou biossólido, o poluente nº 1. Com as limitações para reuso, e altos custos de disposição, a alternativa mais sensata é reduzir o volume gerado. Pesquisas tecnológicas estão sendo desenvolvidas a fim de minimizar os impactos. Resultados obtidos demonstram processos onerosos, na maioria das vezes, ou alheios a prática. A EcoSynth buscou técnicas para redução e, dentre várias, administrar o ATM (Ativador Metabólico Coenzimas e Enzimas Solúveis e Estabilizadas) trouxe maiores benefícios, reduzindo consideravelmente o volume de lodo gerado evitando custos de implantação. Desde 1998, alcançamos esse objetivo em diversos clientes com a utilização do ATM. Outros efeitos bastante evidentes são observados, como o controle de bactérias filamentosas e aumento da eficiência do processo. Em qualquer tipo ou fase do tratamento de efluentes, como reatores aeróbicos e digestores anaeróbicos, ocorre a ação do composto. O presente documento irá informar quanto as características do produto, procedimentos de preparo e administração www.ecosynth.com.br Protocolo ATM - ed.05 (jan/2013) Página 3

A comercialização do produto é feita nos seguintes padrões: Quantidade (Kg) Altura do Recipiente (mm) Diâmetro do Recipiente (mm) 2,5 170 205 5 320 205 10 410 250 20 690 305 2. SOBRE o ATM 2.1. Características Principais Coenzima solúvel e estável em meio aquoso. Pó inodoro de coloração alaranjada. A validade do produto é de 90 dias. Conforme descrito pela FISPQ, não há riscos ambientais nem a saúde humana. www.ecosynth.com.br Protocolo ATM - ed.05 (jan/2013) Página 4

2.2. Particularidades e Formas de Ação Desenvolvido através de processo bioquímico. Otimiza o metabolismo (transformação do carbono em energia) das bactérias. Ativa a nitrificação da amônia, comprovando o aumento na capacidade de degradar a matéria orgânica. Controla a densidade dos filamentos e favorece a alta proliferação de bactérias formadoras de flocos, melhorando consideravelmente a decantabilidade. Reduz a geração de lodo. 3. PREPARO DA SOLUÇÃO E DOSAGEM 3.1. Solução - Preparo O ATM é preparado em concentrações distintas para cada situação, processo, e objetivo. Utilizar um tanque de polietileno, polipropileno, ou fibra de vidro, para preparar a solução. Normalmente é utilizado um IBC. A diluição recomendada é de 1:400, em água. Normalmente a diluição encontra-se entre 1:150 e 1:600. A EcoSynth deverá validar a proporção antes do início da administração do produto. Validade do ATM em solução aquosa: 15 dias no máximo. O tanque de armazenagem, e, ou, dosagem da solução, não pode conter peças metálicas, e deve estar protegido contra U.V. www.ecosynth.com.br Protocolo ATM - ed.05 (jan/2013) Página 5

Exemplo de preparo da solução: Vazão da Planta: 5 m 3 /h = 5.000 L/h; Dosagem definida: 0,5 mg/l (ppm) = 0,0000005 kg/l Proporção definida para a solução: 1:100; Recipiente disponível para preparo e dosagem: 100 L; Passo 1) 5.000 (vazão) X 0,0000005 (dosagem) = 0,0025 kg/h ou 0,06 kg/dia; Passo 2) 0,06 (dosagem diária) X 100 (proporção) = 6 L/d, ou 60 L a cada 10 dias; Passo 3) Nesse caso, definiremos 1 preparo de 60 L a cada 10 dias; Passo 4) Adicionar 600 g do ATM em pó a cada 60 L de 10 em 10 dias; Passo 5) Consumo mensal = 600 g a cada 10 dias X 3 (30 dias) = 1,8 kg / mês. 3.2. Solução - Observações Por se tratar de um produto com alta solubilidade, não há necessidade de agitação mecânica. A mistura pode ser manual. Proteger a solução de UV e peças metálicas. Caso o cliente opte per utilizar uma bomba própria, verificar se o diafragma é teflonado. Nunca alterar a dosagem sem antes consultar os técnicos da EcoSynth. Não é raro acontecer deposição de material na parte inferior do tanque de preparo e dosagem. www.ecosynth.com.br Protocolo ATM - ed.05 (jan/2013) Página 6

3.3. Dosagem - Procedimentos Ponto de dosagem: para lodos ativados, recomendamos que a dosagem seja realizada no tanque de aeração, próximo ao reciclo do lodo. Em outros sistemas (ex.: biofiltros) a ponto de adição deve ser indicado pela EcoSynth. A dosagem necessária é calculada levando-se em consideração variáveis diversas, como a vazão, DBO, DQO, e a qualidade da microbiota (análises microbiológica realizada por um técnico da EcoSynth). Normalmente as dosagens praticadas estão entre 0,1 e 0,5 mg/l (referente a vazão de entrada na planta). Via de regra, a EcoSynth fornece as bombas dosadoras em caráter consignado. Ao contrário de outros produtos e reagentes, a dosagem do ATM não varia ao longo de sua aplicação, apesar de variações que poderão ser observadas como, por exemplo, a vazão. Por estar intrinsecamente ligada a quantidade e qualidade da microbiota, as alterações só poderão ser feitas após recomendações da EcoSynth. www.ecosynth.com.br Protocolo ATM - ed.05 (jan/2013) Página 7

3.4. Ponto de Dosagem Reciclo de Lodo 3.5. Esquemas de Dosagem ESQUEMA 01 (1 TANQUE DE PREPARO 1 TANQUE DE DOSAGEM 1 BOMBA DE DOSAGEM) Tanque de Preparo Vai para o Reator Tanque de Dosagem www.ecosynth.com.br Protocolo ATM - ed.05 (jan/2013) Página 8

ESQUEMA 02 (1 TANQUE DE PREPARAÇÃO 1 BOMBA DE DOSAGEM) Vai para o Reator ESQUEMA DE DOSAGEM 04 (1 TANQUE DE PREPARO e 2 BOMBAS) Vai para o Reator 1 Vai para o Reator 2 www.ecosynth.com.br Protocolo ATM - ed.05 (jan/2013) Página 9

3.6. Dosagem Exemplos Tanque de Preparo e Dosagem único, com 1 bomba dosadora próxima ao reciclo. Tanque de Preparo e Dosagem separados, 3.7. Dosagem Observações Iniciais e Interrupção No início da dosagem pode haver algumas alterações importantes, como mudança na cor do lodo (tendência ao avermelhado), leve aumento da espuma do reator, aparecimento de algas vermelhas entre a microbiota do reator, pequenos pontos escuros no decantador (semelhantes a pó de café), e aumento da densidade de rotíferos. Estes efeitos são passageiros, podem perdurar até 20 dias após o início da administração, e não causam prejuízo ao tratamento. Caso a dosagem seja interrompida, entrar em contato com a EcoSynth para instruções e procedimentos. www.ecosynth.com.br Protocolo ATM - ed.05 (jan/2013) Página 10

4. AÇÃO DO PRODUTO Aumento qualitativo de microrganismos compatíveis a formação do floco biológico, melhorando a decantabilidade. Assimilação e oxidação da matéria orgânica com maior eficiente. Diminuição da velocidade de reprodução dos microorganismos, pois o ciclo alimentar (assimilação) passa a ser maior do que o reprodutivo, aumento da idade do lodo, e redução do descarte. Com maior poder oxidativo, por parte dos microorganismos, a nitrificação (transformação do nitrogênio amoniacal em nitrato) passa a ser maior. Maior eficiência nos processos de adensamento e deságüe, promovendo o aumento da quantidade de sólidos no lodo. A estação de tratamento passa a trabalhar com níveis normais, e estáveis, de sólidos no sistema, alta degradabilidade, e IL (idade do lodo) elevada. www.ecosynth.com.br Protocolo ATM - ed.05 (jan/2013) Página 11

5. CONTROLE DE FILAMENTOS - EXEMPLO OUTUBRO 2011 (sem administração do ATM) NOVEMBRO 2011 (após 20 dias do início da administração do ATM) 6. CONSIDERAÇÕES AOS PROCESSOS MBR Conceitualmente, estações biológicas de tratamento de efluentes que utilizam membranas de ultra filtração em substituição aos decantadores são denominadas MBR. Muitos sistemas aperfeiçoam a taxa de filtração, ou lmh (volume de percolado em um m2 durante uma hora), quando há a redução do Polímero Extra Celular (Polissacarídeo expelido pelas bactérias, principalmente filamentosas, no meio). A diminuição ou ausência deste polímero também auxilia no aumento dos intervalos de limpeza química das membranas (processo rotineiro que varia de acordo com o fabricante e a concepção do projeto), e na maior vida útil destas. O controle da espuma, como conseqüência do controle de bactérias filamentosas, significa a diminuição drástica do Polímero extra Celular, tornando o ATM um produto de otimização dos processos MBR. www.ecosynth.com.br Protocolo ATM - ed.05 (jan/2013) Página 12

7. RESULTADOS PRÁTICOS OBSERVADOS 7.1. Redução de Biossólidos Entre 20 e 60 dias. 7.2. Redução da Cor Geralmente no primeiro mês de adição. 7.3. Redução da Espuma e dos Filamentos Entre 20 e 45 dias. 8. CONSIDERAÇÕES FINAIS É fundamental que, antes da administração, haja um levantamento completo da planta de tratamento, inclusive com estudo do acervo dos resultados de monitoramento. No caso da redução do lodo biológico, na avaliação do custo benefício deve-se considerar a geração de lodo, transporte, custo para disposição, polieletrólitos para deságüe, análises de monitoramento, e certificação ambiental. 9. BIBLIOGRAFIA Acervo técnico, e resultados obtidos em planta. www.ecosynth.com.br Protocolo ATM - ed.05 (jan/2013) Página 13