virgínia rosa geraldo flach
virgínia rosa geraldo flach O gaúcho Geraldo e a paulista Virgínia se apresentaram juntos pela primeira vez na série Piano e Voz, da UFRGS. Quando tocou em São Paulo, no Supremo Musical, um mês antes, Geraldo convidou Virgínia para um breve flerte, só três músicas. Ela gostou, e antecipou: Pela prévia, acho que vai dar a maior liga, pois além de grande pianista o Geraldo é uma pessoa maravilhosa. Ele também: Ela abre a boca e conquista a plateia, é uma grande cantora, madura, com uma personalidade ao vivo muito forte. Mas o melhor é que estabelecemos uma cumplicidade. E foi exatamente isso o que o público viu e ouviu. Cumplicidade é um jeito de trabalhar que marca a atuação dos dois desde o início. E também neste show em que apresentam clássicos da MPB e músicas do repertório de Virgínia Rosa como As Rosas Não Falam, Maria Maria, Upa Neguinho, Eu Sou Quero um Xodó, A Voz do Coração, Flor, entre outras.
virgínia rosa geraldo flach A paulista Virgínia Rosa começou a cantar nos anos 80 como vocalista da banda Isca de Polícia, de Itamar Assumpção. Em meados da mesma década, tornou-se vocalista do grupo Mexe com Tudo, com o qual trabalhou por sete anos e excursionou para França e outros países da Europa. No início dos anos 90, começou carreira solo fazendo diversos shows. Seu primeiro CD, Batuque (1997), lhe valeu a indicação de Cantora Revelação no Prêmio Sharp. Em 2001, veio o segundo disco, A Voz do Coração. Em 2006, o terceiro: Samba a Dois. Em seu mais recente trabalho, Baita Negão, Virgínia homenageia o inesquecível Monsueto. Ao longo destes anos, VirgÍnia cantou forró, samba, choro, maxixe, jazz, reggae, carimbó, funk, blues, balada, baião, maracatu e até música erudita. Além dos shows que acompanharam os CDs, ela se apresentou com a Jazz Sinfônica, de São Paulo, e com a Orquestra da Paraíba. Cantou com Zeca Baleiro, Marcos Sacramento, Ney Matogrosso, Ná Ozzetti, Lucinha Lins, Célia, Fernanda Porto, Fabiana Cozza, Lenine, Chico César e foi acompanhada por músicos como Dino Barioni. Parabenizou a cidade onde nasceu cantando com Jair Rodrigues em Alguma Coisa Acontece no Meu Coração - show comemorativo dos 454 anos de São Paulo. Na Batucada da Vida, Virgínia Canta Clara e sua recente participação ao lado de Geraldo Flach, seu parceiro de várias ocasiões, no projeto A Mulher e o Piano - Uma História de Amor (2009) são apenas alguns de seus trabalhos.
Pianista, compositor, arranjador e produtor fonográfico, Geraldo Flach começou a estudar piano aos 5 anos e já aos 14 iniciava a carreira profissional tocando em bailes. De formação erudita, estudou com os maestros Max Brückner e Roberto Eggers. Tocou em festivais nos anos 60 e, ao longo de sua carreira, esteve ao lado de artistas brasileiros como Ivan Lins, Nana Caymi, Lucinha Lins, Leila Pinheiro, Luiz Carlos Borges, Djalma Corrêa, Renato Borghetti e estrangeiros como Tito Puente e Célia Cruz. Geraldo Flach assina também a trilha sonora de diversos curtas-metragens - entre eles as animações Novela e Treiler (A Última Tentativa) -, especiais de TV e de dança. Com o Geraldo Flach Quarteto, o artista já fez inúmeras apresentações passeando por ritmos como choro e milonga, entre outros tantos. Em 2002, Geraldo Flach acompanhou Lucinha Lins no show Canção Brasileira, que marcou o retorno da atriz e cantora ao universo da música. Tem também acompanhado Vírginia Rosa em diversos trabalhos, o mais recente deles o projeto A Mulher e o Piano Uma História de Amor.
Gosto muito do formato piano e voz, é um casamento classudo, harmonioso, resume Virgínia. Chegamos a um repertório muito representativo da música brasileira e o show é amoroso, o público adora, diz Geraldo. É legal os artistas unirem forças, é sempre muito bonito, Virgínia completa. Projeto idealizado por: João Fernando Cardoso de Sá Roberto Monteiro Ramos Mesa 2 Produções Artísticas Endereço: Rua Frederico Abranches, 389 sala 31 - Santa Cecília - Cep: 01225-001 CNPJ: 01.107.543/0001-75 11 3334 1358 correio@mesa2.com.br