ARQUITETURA DE COMPUTADORES



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Transcrição:

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William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 6 Memória externa slide 2

Tipos de memória externa Disco magnético: RAID. Removível. Óptica: CD-ROM. CD-Recordable (CD-R). CD-R/W. DVD. Fita magnética. slide 3

Disco magnético Substrato de disco coberto com material magnetizável (óxido de ferro... ferrugem) Substrato era alumínio. Agora é vidro. Maior uniformidade da superfície. Aumenta confiabilidade. Redução nos defeitos da superfície. Erros reduzidos de leitura/gravação. Alturas de voo mais baixas (veja adiante). Melhor rigidez. Maior resistência a choques e dados. slide 4

Mecanismos de leitura e gravação slide 5 Gravação e leitura por bobina condutora, chamada cabeça. Pode ser única cabeça de leitura/gravação ou separadas. Durante leitura/gravação, cabeça fica parada, placas giram. Gravação: Corrente pela bobina produz campo magnético. Pulsos enviados à cabeça. Padrão magnético gravado na superfície abaixo dela. Leitura (tradicional): Campo magnético movendo-se em relação à bobina produz corrente. Bobina é a mesma para leitura e gravação. Leitura (contemporânea): Cabeça de leitura separada e próxima da cabeça de gravação. Sensor magnetorresistivo (MR) parcialmente blindado. Resistência elétrica depende da direção do campo magnético. Operação em alta frequência. Densidade de armazenamento e velocidade mais altas.

Cabeça de gravação indutora/leitura MR slide 6

Organização e formatação de dados Anéis ou trilhas concêntricas. Lacunas entre as trilhas. Reduza a lacuna para aumentar a capacidade. Mesmo número de bits por trilha (densidade de compactação variável). Velocidade angular constante. Trilhas divididas em setores. Tamanho de bloco mínimo é de um setor. Pode haver mais de um setor por bloco. slide 7

Layout de dados de disco slide 8

Velocidade do disco Bit próximo do centro do disco girando passa por ponto fixo mais lento que o bit na borda do disco. Aumente espaçamento entre bits de diferentes trilhas. Gire disco em velocidade angular constante (CAV). Setores em forma de fatia de torta e trilhas concêntricas. Trilhas e setores individuais endereçáveis. Mova cabeça para determinada trilha e espere por determinado setor. Perda de espaço nas trilhas externas. Menor densidade de dados. Pode usar zonas para aumentar capacidade. Cada zona tem número fixo de bits por trilha. Circuito mais complexo. slide 9

Diagrama de métodos de layout de disco slide 10

Localizando setores Deve ser capaz de identificar início da trilha e setor. Formatar disco: Informações adicionais não disponíveis ao usuário. Marca trilhas e setores. slide 11

Formato de disco Winchester (Seagate ST506) slide 12

Características Cabeça fixa (rara) ou móvel. Removível ou fixo. Única ou dupla (mais comum) face. Prato único ou múltiplos. Mecanismo da cabeça: Contato (disquete). Lacuna fixa. Lacuna aerodinâmica (Winchester). slide 13

Disco de cabeça fixa/móvel Cabeça fixa: Uma cabeça de leitura por trilha. Cabeças montadas sobre braço rígido fixo. Cabeça móvel: Uma cabeça de leitura e escrita por lado. Montada sobre um braço móvel. slide 14

Removível ou não Disco removível: Pode ser removido da unidade e substituído por outro disco. Oferece capacidade de armazenamento ilimitada. Transferência de dados fácil entre sistemas. Disco não removível: Montado permanentemente na unidade. slide 15

Múltiplas placas Uma cabeça por lado. Cabeças são unidas e alinhadas. Trilhas alinhadas em cada placa formam cilindros. Dados são espalhados pelo cilindro: Reduz movimento da cabeça. Aumenta velocidade (taxa de transferência). slide 16

slide 17

Trilhas e cilindros slide 18

Disquete 8, 5,25, 3,5. Pequena capacidade. Até 1,44 MB (2,88 MB nunca foi popular). Lento. Universal. Barato. Obsoleto? slide 19

Disco rígido Winchester Desenvolvido pela IBM em Winchester (USA). Unidade selada. Uma ou mais placas (discos). Cabeças voam na camada de limite de ar enquanto o disco gira. Cabeça muito pequena para lacuna do disco. Tornando-se mais robusto. slide 20

Universal. Barato. Armazenamento externo mais rápido. Tornando-se maior o tempo todo. 250 GB agora facilmente disponível. slide 21

Velocidade Tempo de busca: Movendo cabeça para trilha correta. Latência (rotacional): Esperando dados passarem sob a cabeça. Tempo de acesso= Busca + Latência. Taxa de transferência. slide 22

Temporização de transferência de E/S de disco slide 23

RAID Mais do que simplesmente guardar dados, soluções de armazenamento devem fornecer acesso à informação de maneira eficiente, em tempo hábil e, dependendo do caso, oferecendo algum tipo de proteção contra falhas. É neste ponto que os sistemasraid (Redundant Array of Independent Disks) entram em ação. Trata-se, basicamente, de uma solução computacional que combina vários discos rígidos (HDs) para formar uma única unidade lógica de armazenamento de dados. slide 24

RAID Redundant Array of Independent Disks. Redundant Array of Inexpensive Disks. 6 níveis de uso comum. Não é uma hierarquia. Conjunto dos principais discos vistos como uma única unidade lógica pelo S/O. Dados distribuídos pelas unidades físicas. Pode usar capacidade redundante. Pode usar capacidade redundante para armazenar informação de paridade. slide 25

RAID 0 Não redundante. Dados espalhados por todos os discos. Mapeamento Round Robin. Maior velocidade. Múltiplas solicitações de dados provavelmente não no mesmo disco. Discos buscam em paralelo. Um conjunto de dados provavelmente será espalhado por múltiplos discos. slide 26

RAID 0 o nívelraid 0 é aquele onde os dados são divididos em pequenos segmentos e distribuídos entre os discos. Trata-se de um nível que não oferece proteção contra falhas, já que nele não existe redundância. Isso significa que uma falha em qualquer um dos discos pode ocasionar perda de informações para o sistema todo, especialmente porque "pedaços" do mesmo arquivo podem ficar armazenados em discos diferentes. slide 27

RAID 0 O foco do RAID 0 acaba sendo o desempenho, uma vez que o sistema praticamente soma a velocidade de transmissão de dados de cada unidade. Assim, pelo menos teoricamente, quanto mais discos houver no sistema, maior é a sua taxa de transferência slide 28

RAID 1 Discos espelhados. Dados espalhados pelos discos. 2 cópias de cada stripe em discos separados. Leitura de qualquer um deles. Gravação em ambos. Recuperação é simples: Troca entre disco com defeito e espelho. Sem tempo de paralisação. Caro. slide 29

RAID 1 ORAID 1 é, provavelmente, o modelo mais conhecido. Nele, uma unidade "duplica" a outra, isto é, faz uma "cópia" da primeira, razão pela qual o nível também é conhecido comomirroring (espelhamento). Com isso, se o disco principal falhar, os dados podem ser recuperados imediatamente porque existe cópias no outro. slide 30

RAID 1 Perceba que, por conta desta característica, sistemas RAID 1 devem funcionar em pares, de forma que uma unidade sempre tenha um "clone". Na prática, isso significa que um sistema RAID composto por dois HDs com 500 GB cada terá justamente esta capacidade, em vez de 1 TB. slide 31

RAID 2 Discos são sincronizados. Stripes muito pequenos. Normalmente, único byte/palavra. Correção de erro calculada pelos bits correspondentes nos discos. Múltiplos discos de paridade armazenam correção de erro via código de Hamming em posições correspondentes. Muita redundância. Caro. Não usado. slide 32

RAID 2 RAID é um tipo de solução de armazenamento que surgiu no final dos anos 1980. Naquela época e nos anos seguintes, os HDs não tinham o mesmo padrão de confiabilidade que têm hoje. Por este motivo, foi criado oraid 2. Ele é, até certo ponto, parecido com o RAID 0, mas conta com um mecanismo de detecção de falhas do tipo ECC (Error Correcting Code). Hoje, este nível quase não é mais utilizado, uma vez que praticamente todos os HDs contam com o referido recurso. slide 33

RAID 3 Semelhante a RAID 2. Somente um disco redundante, não importa o tamanho do array. Bit de paridade simples para cada conjunto de bits correspondentes. Dados sobre unidade com defeito podem ser reconstruídos a partir de dados sobreviventes e informação de paridade. Taxas de transferência muito altas. slide 34

RAID 4 Cada disco opera independentemente. Bom para taxa de solicitação de E/S alta. Grandes stripes. Paridade bit a bit calculada por stripes em cada disco. Paridade armazenada no disco de paridade. slide 35

RAID 5 Como RAID 4. Paridade espalhada por todos os discos. Alocação round-robin para stripe de paridade. Evita gargalo do RAID 4 no disco de paridade. Normalmente usado em servidores de rede. N.B. NÃO SIGNIFICA 5 DISCOS!!!!! slide 36

RAID 5 ORAID 5 é outro nível bastante conhecido. Nele, o aspecto da redundância também é considerado, mas de maneira diferente: em vez de existir uma unidade de armazenamento inteira como réplica, os próprios discos servem de proteção. Deste modo, pode-se inclusive montar o sistema com quantidade ímpar de unidades. Mas, como isso é possível? Com o uso de um esquema de paridade. slide 37

RAID 6 Dois cálculos de paridade. Armazenado em blocos separados em discos diferentes. Requisito do usuário de N discos precisa de N+2. Alta disponibilidade de dados. Três discos precisam falhar para haver perda de dados. Penalidade de gravação significativa. slide 38

RAID 0, 1, 2 slide 39

RAID 3 & 4 slide 40

RAID 5 & 6 slide 41

Mapeamento de dados para RAID 0 slide 42

Implementação de RAID Antigamente, montar sistemas RAID não era uma tarefa das mais simples e seu uso normalmente se limitava a servidores. Hoje, no entanto, é possível implementá-los até mesmo em computadores pessoais, mesmo porque praticamente qualquer sistema operacional moderno (Windows, Linux, Mac OS X, entre outros) suporta este recurso. A maneira mais fácil de fazer isso é adquirindo uma placa-mãe que conta com uma controladora RAID. Em poucas palavras, este dispositivo, que pode funcionar com interfaces PATA, SATA ou SCSI, identifica as unidades de armazenamento conectadas e as fazem trabalhar como um sistema RAID. Sua configuração geralmente é feita a partir do setup do BIOS, embora algum software de controle possa ser fornecido para funcionar no sistema operacional. slide 43

Implementação de RAID Se a placa-mãe não possuir controladora RAID, é possível adicionar placas que acrescentam esta função. Estes dispositivos normalmente podem ser encontrados utilizando interface PCI ou PCI Express. A placa abaixo é um exemplo. Ela é conectada ao computador por meio de um slot PCI Express e possui quatro conectores SATA. São neles que os HDs (ou SSDs) que farão parte do sistema RAID deverão ser ligados. Um sistema RAID também pode ser implementado via software, sem a necessidade de controladoras. Nestes casos, o gerenciamento todo é feito a partir do sistema operacional, portanto, é necessário contar com uma boa configuração de hardware para que o computador não fique sobrecarregado. slide 44

CD-ROM de armazenamento óptico Originalmente para áudio. 650 MB gerando mais de 70 minutos de áudio. Policarbonato com cobertura altamente reflexiva, normalmente alumínio. Dados armazenados como sulcos. Lidos pela reflexão do laser. Densidade de empacotamento constante. Velocidade linear constante. slide 45

Operação do CD slide 46

Velocidade de unidade de CD-ROM Áudio tem velocidade única: Velocidade linear constante. 1,2 ms -1. Trilha (espiral) tem 5,27 km de extensão. Oferece 4391 segundos= 73,2 minutos. Outras velocidades indicadas por múltiplos. P.e., 24x. Valor indicado é o máximo que a unidade pode conseguir. slide 47

Formato do CD-ROM Modo 0 =campo de dados em branco. Modo 1 =2048 bytes de dados+correção de erro. Modo 2 =2336 bytes de dados. slide 48

Acesso aleatório no CD-ROM Difícil. Move cabeça para posição aproximada. Define velocidade correta. Lê endereço. Ajusta para local solicitado. (Boceja!) slide 49

CD-ROM prós e contras Grande capacidade (?). Fácil de produzir em massa. Removível. Robusto. Caro para pequenas quantidades. Lento. Somente de leitura. slide 50

Outro armazenamento óptico CD-Recordable (CD-R): WORM. Agora com preço acessível. Compatível com unidades de CD-ROM. CD-RW: Apagável. Ficando mais barato. Em grande parte compatível com unidade de CD-ROM. Mudança de fase: Material tem duas refletividades diferentes em diferentes estados de fase. slide 51

DVD O que há no nome? Digital Video Disk: Usado para indicar um player para filmes. Só toca discos de vídeo. Digital Versatile Disk: Usado para indicar uma unidade de computador. Lerá discos de computador e tocará discos de vídeo. Dogs Veritable Dinner (jantar verdadeiro de cães) Oficialmente - nada!!! slide 52

DVD tecnologia Multicamadas. Capacidade muito alta (4,7 G por camada). Filme de tamanho completo em único disco. Usando compactação MPEG. Finalmente padronizado (honesto!). Filmes transportam codificação regional. Players só tocam filmes da região correta. Pode ser reparado. slide 53

DVD gravável Muito trabalho com padrões. Unidades de DVD de primeira geração podem não ler discos DVD-W de primeira geração. Unidades de DVD de primeira geração podem não ler discos CD-RW. Espere até que a situação se estabilize antes de comprar! slide 54

CD e DVD slide 55

Discos ópticos de alta definição Projetados para vídeos de alta definição. Capacidade muito mais alta que DVD. Laser com comprimento de onda mais curto. Faixa do azul violeta. Sulcos menores. HD-DVD: 15 GB de único lado, única camada. Blue-ray: Camada de dados mais próxima do laser. Foco mais estreito, menos distorção, sulcos menores. 25 GB em única camada. Disponível para apenas leitura (BD-ROM), regravável uma vez (BR-R) e re-regravável (BR-RE). slide 56

Características da memória óptica slide 57

Fita magnética Acesso serial. Lenta. Muito barata. Backup e arquivamento. Unidades de fita Linear Tape Open (LTO). Desenvolvida no final da década de 1990. Alternativa de fonte aberto para os diversos sistemas de fita patenteados. slide 58

Unidades de fita Linear Tape Open (LTO) slide 59

Recursos da Internet Optical Storage Technology Association: Boa fonte de informações sobre tecnologia e fornecedores de armazenamento óptico. Extensa lista de links relevantes. DLTtape: Boa coleção de informações técnicas e links para vendedores. Procure sobre RAID. slide 60